Um breve histórico

Na maioria dos lugares em que temos presença, o ANE começou com as conferências dadas pelo Pe. Renzo Séssolo e/ou Catalina Rivas, diretor e vice-diretora geral do ANE e fundadores de nosso movimento.
A partir da Palavra escutada ou lida, os corações se sensibilizaram, as mentes se mobilizaram e as vontades se uniram em torno da Grande Cruzada de Amor e Misericórdia que nosso apostolado promove.
 
Logo algumas pessoas contactaram diretamente os conferencistas, para perguntar o quê poderiam fazer, como poderiam juntar-se ou “organizar-se”, a fim de se porem a trabalhar de imediato para o Senhor por meio desta obra. Houve outros que, sem poder recorrer à fonte direta, receberam as respostas dos que perguntaram por meio de terceiros, ou simplesmente pensaram sobre elas.
O VI Congresso Eucarístico Mariano dos países bolivarianos, realizado na Bolívia em 1997, deu o impulso definitivo para que o “movimento”, surgido silenciosamente no seio dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, ganhasse o corpo necessário para projetar-se internacionalmente como um Grupo Apostólico, graças ao impulso decidido de dois Bispos, alguns sacerdotes, religiosos e religiosas, e especialmente 5 grupos de leigos comprometidos com Deus, que se decidiram a trabalhar para Ele através desta obra.
As coisas foram acontecendo providencialmente, e hoje se podem perceber os frutos: dos 30 países visitados por nossos primeiros “conferencistas”, durante 3 anos de trabalho intenso, em 20 já temos uma presença efetiva, que adota formas distintas, desde aqueles lugares em que, como no Equador ou na Bélgica, foram constituídos apenas um par de “casinhas de oração”, até os casos de Bolívia e México, nos quais o ANE ganhou corpo através de vários ministérios, que já trabalham evangelizando por meio de um serviço comunitário.
Como quer que tenha acontecido, foi sempre a partir daquelas pequenas células, desses grupos de pessoas que decidiam reunir-se para rezar e ler as Sagradas Escrituras, o Catecismo da Igreja Católica e os livros de crescimento espiritual próprios do ANE, que pouco a pouco foi se constituindo, com a inspiração e ajuda de Deus, nosso Apostolado.
Progressivamente, embora com certa demora com relação ao vertiginoso “estalo” que deu o ANE no âmbito espiritual, foi sendo desenvolvido um conjunto de diretrizes, tanto normativas como operacionais, que formaram os primeiros passos institucionais do ANE.
Foi por instância das autoridades locais da Igreja de Cochabamba e Tarija, primeiro, e de La Paz, depois, que foram elaborados os principais documentos do ANE, que são seus Fundamentos Doutrinais e Estatutos, e seu Perfil Operacional 2000. Ali está contido o guia para definir a estrutura orgânica e funcional do ANE e seu modelo básico de trabalho.

Catalina Rivas e Pe. Renzo, fundadores do ANE

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