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Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

São Carlos, 08 de setembro de 2008
Pentecostes PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   

04 de Junho de 2006

Primeira Leitura: At 2, 1-11;
Segunda Leitura: 1º Cor 12, 3-7.12-13;
Evangelho: Jo 20, 19-23


João 20, 19-23

Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco! Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor. Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. E aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.

 

I) Comentando a Palavra de Deus .-

Nexo entre as leituras

Na festa de Pentecostes o Espírito Santo invade com sua presença todos os textos litúrgicos. O evangelho trata do Espírito de Verdade, que iluminará e levará os discípulos à verdade completa. Na primeira leitura, o que foi promessa se cumpre e o Espírito Santo vem com seu poder sobre os apóstolos e outros discípulos de Jesus, reunidos com Maria no Cenáculo. Quando o Espírito Santo entra e se apodera do coração de um discípulo de Jesus, toda a sua existência cristã e seu comportamento mudam e produzem os frutos do Espírito, que se sintetizam no amor (ágape) (segunda leitura).

Mensagem doutrinal

A revelação do Espírito. O Espírito é imperceptível pelos sentidos. Deus no-lo revela de maneiras humanas: por sua ação no interior do homem e por meio de símbolos. São dois os símbolos que São Lucas utiliza nos Atos. O primeiro é o vento impetuoso e criador, como o sopro de Deus sobre o primeiro homem (Gn 2), que sacode o ser humano, despojá-lo de si, penetra no recinto secreto da alma e aporta vida e santidade. O segundo é o fogo, que na forma de línguas, pousa sobre os discípulos e os purifica e transforma. Esse fogo do Espírito deve arder sempre; por isso São Paulo nos exorta a não apagar o Espírito (cf 1Tes 5,19).

Nos textos de hoje são assinalados diversos modos de agir do Espírito nos homens e, portanto, de se revelar a nós: 1) É o Espírito de verdade, que ilumina o homem para que entenda a verdade completa. Como Jesus Cristo é a plenitude da verdade e da revelação, como nos ensina a Dei Verbum 2, o Espírito nos iluminará para que entendamos o mistério de Cristo. Assim foi que os discípulos, no dia de Pentecostes, receberam essa luz que abriu suas mentes a uma compreensão superior e mais plena de toda a vida de Cristo, de sua origem e de seu destino e, sobretudo, do mistério de sua paixão, morte e ressurreição; 2) O Espírito dá testemunho de Cristo, isto é, não somente ensina, como também dá crédito, com autoridade, ao mistério de Cristo.. Dará, antes de tudo, testemunho no coração dos discípulos reunidos no Cenáculo, um testemunho tão fidedigno que se transmite, convertendo esses discípulos em testemunhas. Ao longo do tempo, dará testemunho na alma de cada cristão, servindo-se da palavra e da vida das testemunhas humanas. Sim, o Espírito é a testemunha de Cristo no coração da história. 3) O Espírito glorifica a Cristo porque não tem mensagem própria, mas dirá unicamente o que ouviu. A glória com que Cristo aparece, em seu esplendor e grandeza aos olhos dos homens, é obra do Espírito Santo: seu maravilhoso poder de fazer milagres, o fulgor do seu olhar, o fascínio da sua palavra, a força e a generosidade do seu amor infinito, a comovente ternura para com as crianças, os enfermos e os necessitados...  


Os frutos do Espírito.
No interior de cada homem enfrentam-se forças antagônicas. De um lado, a carne (o homem com suas paixões desordenadas, com sua tendência para o mal) e do outro o espírito (os nobres desejos que se aninham no homem, sua aspiração para o bem, graças ao Espírito Santo). Nesse campo de batalha, que é o homem, o mal tenta vencer com as suas obras nos diversos âmbitos da vida: o âmbito religioso, com a idolatria e a feitiçaria; o âmbito social, com as inimizades e discórdias, a rivalidade, a ira, o egoísmo, as dissenções, cismas e invejas; o âmbito pessoal, com intemperanças, embriaguez e orgías; o âmbito sexual mediante a fornicação, a impureza e o comportamento desenfreado. Nesse mesmo campo de batalha, o bem – e o Espírito Santo que o anima e promove -, pretende vencer o mal com o amor autêntico, fundado em Cristo e no seu testemunho; um amor que se mostra operativamente em tolerância, amabilidade, bondade, fé, mansidão e domínio de si mesmo; um amor que se desfruta na alegria verdadeira e na paz, que é resumo de todos os bens. A batalha é certa e constante. A vitória depende do homem; de que se deixe arrastar pelo mal ou de que prefira conduzir-se e deixar-se guiar pelo bem.  

Sugestões pastorais

O coração da vida cristã. A imagem do coração refere-nos e traz à mente o amor e o Espírito Santo é o Amor pessoal dentro do mistério trinitário, e por isso é o coração da vida cristã. Ser cristão significa, definitivamente, saber amar. E quem nos ensina a arte de amar de modo cristão? Não precisamente os livros de Ovídio, de Erick Fromm, ou do último pensador que tenha teorizado sobre o amor. A arte do amor cristão é ensinada, pessoalmente, a cada um pelo Espírito Santo, colocando diante dos nossos olhos Cristo, sobretudo Cristo crucificado. O Espírito Santo nos ensina a arte de amar a verdade cristã, contida sustancialmente no Credo e desenvolvida com grande beleza e autoridade no catecismo da Igreja católica. O Espírito nos ensina a arte de amar a liturgia da Igreja e seus sacramentos, fonte de graça e santidade para cada cristão e para toda a Igreja. O Espírito nos ensina a arte de amar a moral cristã que, com suas exigências às vezes não fáceis, infunde nobreza e dignidade, elevação e excelência moral a todo o que a ama e a vive. O Espírito ensina a arte de amar a oração e a vida espiritual, como caminho seguro e eficaz de unir-se a Deus e de viver no gozo do amor a mesma vida divina. Se deixamos agir o Espírito com liberdade, Ele nos fará homens autênticos e santos na Igreja e ao serviço da Igreja.

Caminhai segundo o Espírito. A exortação de São Paulo abarca toda a vida do cristão, em qualquer idade e em qualquer condição ou profissão, cada dia da semana e cada hora do dia. Se você está em casa com seus pais, em uma aula de geografia na escola, no clube desportivo jogando basquete, na Igreja participando na celebração eucarística... comporte-se segundo o Espírito. Se você está envolvido em um trabalho difícil no escritório, está feliz porque encontrou um amigo que não via há muito tempo, está se divertindo em uma discoteca, foi visitar os sogros, saiue com a família para passear no campo... aja movido pelo Espírito. Se você está desanimado e triste por uma má notícia, transborda de euforia porque fez uma prova brilhante, tem um problema com sua esposa ou esposo, com seus filhos... invoque o Espírito Santo, peça-lhe sua luz e sua força, guie-se pelo que Ele lhe inspirar. Isso é ser cristão! É tão difícil? Se você tentar com simplicidade e com confiança, saberá que é possível e, além disso, é fonte de paz e felicidade. 

 

II) Concordância da Palavra de Deus com os ensinamentos do Catecismo da Igreja .-

731 No dia de Pentecostes (no fim das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: de sua plenitude, Cristo, Senhor(Cf. At 2, 33-36), derrama em profusão o Espírito.

767 "Terminada a obra que o Pai havia confiado ao Filho para realizará na terra, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes para santificar a Igreja permanentemente." (LG 4) Foi então que "a Igreja se manifestou publicamente diante da multidão e começou a difusão do Evangelho com a pregação" (AG 4). Por ser "convocação" de todos os homens para a salvação, a Igreja é, por sua própria natureza, missionária enviada por Cristo a todos os povos para fazer deles discípulos (Cf. Mt 28, 19-20; AG 2, 5-6).

830 A palavra "católico" significa "universal" no sentido de segundo a totalidade" ou "segundo a integralidade". A Igreja é católica em duplo sentido. Ela é católica porque nela Cristo está presente. "Onde está Cristo Jesus, está a Igreja católica" (Santo Inácio de Antioquia, Smyrn. 8, 2). Nela subsiste a plenitude do Corpo de Cristo unido à sua Cabeça (Cf. Ef 1, 22-23) o que implica que ela recebe dele "a plenitude dos meios de salvação" (AG 6) que ele quis: confissão de fé correta e completa, vida sacramental integral e ministério ordenado na sucessão apostólica. Neste sentido fundamental, a Igreja era católica no dia de Pentecostes (Cf. AG 4) e o será sempre, até o dia da Parusia.

291 "No princípio era o Verbo... e o Verbo era Deus... Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito" (Jo 1,1-3). O Novo Testamento revela que Deus criou tudo por meio do Verbo Eterno, seu Filho bem-amado. Nele "foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra... tudo foi criado por Ele e para Ele é antes de tudo e tudo nele subsiste" (Cl 1,16-17). A fé da Igreja afirma outrossim a ação criadora do Espírito Santo: Ele é o "doador de vida" (Símbolo de Nicéia-Constantinopla) "o Espírito Criador" ("Veni, Creator Spiritus"), a "Fonte de todo bem". (Liturgia bizantina, Tropario de vésperas de Pentecostes).

715 Os textos proféticos diretamente referentes ao envio do Espírito Santo são oráculos em que Deus fala ao coração de seu Povo na linguagem da promessa, com as tônicas do "amor e da fidelidade" (Cf. Ez 11, 19; 36, 25-28; 37, 1-14; Jr 31, 31-34; e Jl 3, 1-5), cujo cumprimento São Pedro proclamará na manhã de Pentecostes (Cf. At 2, 17-21). Segundo essas promessas, nos "últimos tempos" o Espírito do Senhor renovará o coração dos homens, gravando neles uma Lei Nova; reunirá e reconciliará os povos dispersos e divididos; transformará a criação primeira; e Deus habitará nela com os homens na paz.

726 Ao final desta missão do Espírito, Maria torna-se a "Mulher", nova Eva, "mãe dos viventes", Mãe do "Cristo total" (Cf. Jo 19, 25-27). É nesta qualidade que ela está presente com os Doze, "com um só coração, assíduos à oração" (At 1,14), na aurora dos "últimos tempos" que o Espírito vai inaugurar na manhã de Pentecostes, com a manifestação da Igreja.

 

III) Refletindo com a Grande Cruzada .-

CM 115: Por vós, aceitei de coração fazer-Me vítima
18 de maio de 1997 - Jesus

(Festa de Pentecostes, no retiro)
Filhos Meus, antes que volteis para o cotidiano de vossas vidas quero vos falar de algo que levareis na mente e no coração como um tema de reflexão para o caminho...

Enchi-Me de alegria, comprovando que a luz de Minhas Palavras ia formando em Minhas criaturas o altíssimo conceito que deviam ter de Mim. Quase sedento, o homem bebe na fonte de Minha Divina Doutrina e não advirto que, se bebe, deve-o a Mim, que o induzi a isso. Por isso dizia que, quando se forem deste lugar onde tivemos um verdadeiro encontro, cheio de esperanças, levareis temas para refletir, sobre o perfil sucinto de Minha personalidade - como diria Meu Psicólogo- (refere-se a um psicólogo que está no grupo), sobre Minha Humanidade, como digo...

Era propenso a calar, mas de palavra viva, lento em julgar, doce e pacífico, candente com os hipócritas. Doce com os pecadores e jamais irritado com alguém; sempre alegre entre os homens, triste com bastante freqüência, quando estava sozinho. Um só olhar Meu podia recolher muitas misérias, no entanto, os fariseus se enfureciam com Minha popularidade.
Orava e chorava, curava com mais freqüência as almas que os corpos enfermos; uma só enfermidade não pude curar na terra, e foi a dos Sacerdotes soberbos.

O Milagre era o selo de Minhas Palavras, o exemplo o estímulo de quem Me observava: em tudo fiz continuamente o Querer de Meu Pai. E quando chegou a hora de morrer, nada foi mais doce do que ver contente no bom sentido, justificado, Aquele de Quem desci. Havia-Me pedido sacrifícios incríveis, havia Lhe dado um amor ilimitado.

Vivi fazendo o bem, morri blasfemado! Ressuscitei glorioso e esperei para isto o terceiro dia, a fim de que cressem que Eu estava verdadeiramente morto e realmente ressuscitado.

Agora estou aqui, na felicidade perpétua e na Glória do Pai. Quem Me chamou na terra? Eu mesmo vim, mas aquela que chegou a ser Minha Mãe, chamava-Me por Sua beleza, aquela beleza com a qual a havia adornado. Vim oculto, sem demonstração; o mundo, sempre cego e pequeno, teria ficado alheio ao Meu nascimento, se Eu não tivesse enviado os Anjos e os Magos.

Cresci solitário em Nazaré, entre José e Minha Mãe, sem buscar nada para Mim; se Me manifestei foi somente por vós os homens.

Por vós Me fiz atraente (explica que falo de Carisma), por vós orei, por vós suspirei e morri. Por vós jejuei, falei, sofri; por vós, desmemoriados, permaneci no mundo mantendo Minha Palavra. Por vós aceitei o menosprezo do inferno, por vós Me elevei ao Tabor, somente por vós acedi e de coração, fazer-Me vossa Vítima. Meu Pai, satisfeito por isso, porque salvei o homem, vós tínheis necessidade de que assim fosse. Por isso deveria sacrificar-Me e o fiz.

Por isso dizia que, quando os homens se deram conta de tudo o que queria lhes dar, ri com verdadeira alegria (voltai a ler o segundo parágrafo).

Os homens da Galiléia que, olhando para o alto, tinham Me visto elevar-Me da terra e desaparecer entre as nuvens, foram os primeiros que sentiram Minha atração depois de Minha Ascensão. E como tais foram também os primeiros a chegar à fonte de Minha Doutrina, que Pedro e os outros haviam escutado mas ainda sem entendê-la bem.

Do Céu iniciei a obra da persuasão do homem e o homem correspondeu ao Meu Querer porque infundi a verdade e com a verdade cresceu o conhecimento, de modo que mesmo antes do grande movimento do Espírito Santo, Minha Luz havia predisposto as criaturas a reconhecer o mesmo Espírito e Suas obras, tal como o fiz com cada um de vós. Não é que o homem conhecia antecipadamente o que Eu queria fazer dele, mas que somente cresceu nele o conhecimento. Portanto, sorri com verdadeira alegria, assim como sorri quando os vi ir chegando a este encontro Comigo, deixando atrás o mundo, responsabilidades e obrigações... Quando chegou o Espírito Santo, incendiou-vos com o que haviam chegado a ser interiormente. Entendeis? Percebeis o que estou procurando dizer-vos? Compreendeis a urgência de entrega que vos tenho pedido?

O quê se sabe da vida oculta de Meus Apóstolos? Quase nada, porque estavam afastados com o temor por sua vida. Mas isto não quer dizer que Minha permanência entre eles antes de subir ao Céu não tenha dado seus grandes frutos de Luz.

Aquele que crê pode muito bem circunscrever a obra de Deus a poucos fatos relevantes que representam as etapas de subida em direção a Mim, mas não deveria ignorar que é grande o cuidado que Eu tenho continuamente por todos e que, por isso, a criatura não pode chegar de repente a certas alturas, mas as alcança depois de haver percorrido uma determinada encosta.

Neste dia em que vos preparais para celebrar o Pentecostes, está certo levar o pensamento àqueles amados Apóstolos que, sem suspeitar de nada, continuavam suas vidas de antes, como se Eu não tivesse passado entre eles sem mudar radicalmente seu futuro. Pensar que de repente passariam pelo dia fúlgido de Pentecostes é um erro. Então, olhai pensativos e meditai que Eu farei outro tanto convosco se aceitais verdadeiramente Minha promessa.

Virá o Espírito ao ter tido a Luz. A obra do Pai foi enviar-Me a esta terra. Minha obra foi redimir; a obra do Espírito, sublimar. Esta última obra está em ação e cessará quando todos estiverem salvos; isto é, todos aqueles que quiserem ser salvos. Mas antes, subi Comigo ao Céu, antes meditai quanto vos amo, fazei uma oração diante de Meu Sacrário e depois o Espírito se derramará sobre vós.

Espírito Santo, volta a este querido grupo, volta a esta querida cidade e une os corações de muitos redimidos porque tua obra Me agrada e é necessária para eles. Espírito que acendes os corações dos homens, difunde-Te Conosco, Pai e Verbo, porque Nos dás um grande gozo em toda operação tua que realizas em Nossas amadas criaturas...

Filhos Meus, agradecei aos três Sacerdotes que se uniram a vós e que estão unidos no mesmo Espírito e pedi a Eucaristia para que Meu Espírito também desça sobre Minhas almas Consagradas e sobre toda Minha Igreja.



CM 119: Comigo tereis tudo o que Eu possuo
20 de maio de 1997 Jesus

Doce filha, falar-te-ei de Pentecostes. Quando chega do Céu o orvalho celestial e se assenta sobre as almas que esperam o Esposo vivo que fecunda as almas, todos os bons corações chamam Meu Espírito, mas nem todos têm o entendimento que dá a fusão entre Mim e vós.
Vós Me pedis os dons que a Igreja indicou a todos e está certo. Mas, quem pede, não os dons, mas o Doador?, quem se contenta com o que Eu lhe dou? Quase todos julgam santo pedir-Me dons e não têm como sublime pedir a Mim mesmo, Doador e Esposo... Não creiais que voais com os Serafins, enquanto estais a duras penas no berço das criancinhas.

Tendes necessidade de Mim, Comigo tereis tudo o que Eu possuo. Isto é o que Eu vos digo, que vos aconselho, e é certo que a mesa servida é maior que o mísero prato de legumes, é certo que o fogo da cratera é muito maior que a chama do gás.

Almas Minhas, o Espírito que invocais sou Eu, quero-vos ricos não somente de sete coisas, mas de infinitas coisas e são as que Eu mesmo vos ofereço. Um daqueles sete dons compreende todos os outros e isso vos ofereço de muito boa vontade: Meu amor. As outras são todas menores e na verdade são filhas de Meu Amor.

Por isso vos advirto que esta Minha Vontade de Me dar todo a vós deve ser o objetivo de vossos desejos. Não penseis em fogos divinos, em gozos arrebatadores, porque Meu fogo arderá em vós quando não esperardes, e então, somente então, será vosso verdadeiro Pentecostes.

 

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