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Semana de 11 a 17 de outubro de 2009 “O chamado de Jesus nos impele” 1.- A Palavra de Deus: 1ª Leitura: Sb 7,7-11: “Em comparação com a sabedoria, julguei sem valor a riqueza” Salmo: Sl 89: “Saciai-nos, ó Senhor, com vosso amor, e exultaremos de alegria!” 2ª Leitura: Hb 4,12-13: “A Palavra de Deus julga os pensamentos e intenções do coração” Evangelho: Mc 10,17-30: “Vende tudo o que tens e segue-me”
Proclamação do Santo Evangelho segundo São Marcos (Mc 10,17-30) Naquele tempo, quando Jesus saiu a caminhar, veio alguém correndo, ajoelhou-se diante dele e perguntou: “Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?” Jesus disse: “Por que me chamas de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém. Tu conheces os mandamentos: não matarás; não cometerás adultério; não roubarás; não levantarás falso testemunho; não prejudicarás ninguém; honra teu pai e tua mãe”. Ele respondeu: “Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude”. Jesus olhou para ele com amor, e disse: “Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!” Mas, quando ele ouviu isso, ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. Jesus então olhou ao redor e disse aos discípulos: “Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!” Os discípulos se admiravam com estas palavras, mas ele disse de novo: “Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!” Eles ficaram muito espantados ao ouvirem isso, e perguntavam uns aos outros: “Então, quem pode ser salvo?” Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas não para Deus. Para Deus tudo é possível”. Pedro então começou a dizer-lhe: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos”. Respondeu Jesus: “Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, receberá cem vezes mais agora, durante esta vida — casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições — e, no mundo futuro, a vida eterna”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor! 2.- Referências para refletir: O Evangelho deste domingo é uma continuação direta do que revisamos na semana anterior. Isto é, há pouco Jesus recebia a pergunta enganosa dos fariseus sobre o divórcio, e agora se aproximava outra pessoa com uma nova consulta; mas desta vez era sincera, de coração, sem armadilhas: um homem – certamente jovem – se ajoelha diante de Jesus porque quer saber como pode ganhar o Céu, e lhe diz: “Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?” Jesus começa a responder, formulando, por sua vez, uma pergunta, que por si só bastaria para fazer toda nossa reflexão de hoje: “Por que me chamas de bom?”...
Seguindo essa mesma linha, poderíamos procurar discernir: O que consideramos bom? Quando fazemos o quê, que nos consideram bons? Por acaso não é certo que o que é bom para uns, às vezes é mau para outros? Quem diz, afinal de contas, o que é bom e o que é mau? E assim poderíamos seguir com uma ampla série de perguntas que não são ociosas e que, em todo caso, convém que a façamos, quando se está tratando de crescer no espírito... A resposta a tudo está sempre nas Sagradas Escrituras, no Catecismo e nos documentos do Magistério da Igreja, que é necessário estudar com a devida disposição de ânimo, com tempo e apoiados na oração. Mas voltando ao Evangelho, pensemos: por que chamaria tanto a atenção do Senhor que o chamassem de “bom” agora? Não estaria acostumado que fizessem isso?... E, sendo assim, por que censuraria este homem hoje?... Por acaso ele o teria desagradado, em particular, não teria gostado de algo?... Nada disso! A frase que Jesus diz em seguida nos oferece uma orientação clara sobre o sentido de sua pergunta-censura: “Só Deus é bom, e mais ninguém”, e imediatamente passa a enumerar-lhe sucintamente alguns dos mandamentos relativos ao amor ao próximo, dando assim resposta à pergunta formulada pelo jovem. Mas vamos nos deter neste primeiro assunto da pergunta e o esclarecimento de Jesus, porque realmente vale a pena: É muito provável que não fosse somente a palavra “bom”, mas a frase completa, “bom Mestre”, unida ao ato de ajoelhar-se do jovem, o que chocasse e irritasse um pouco ao nosso bom e perfeito Mestre, Jesus... Talvez tenha sentido tudo aquilo como um atentado direto contra sua humildade, que assim como as outras virtudes humanas que o coroavam, Ele, humanamente, devia cuidar com grande zelo, pois bem sabia (como Homem e como Deus) que a soberba costuma ser uma das armas prediletas do maligno. Este assunto é de muita importância, insistimos, em particular pelo cuidado que devemos ter, de que não nos seja estimulada a soberba e de não estimular a soberba de ninguém. Assim, temos que cuidar em especial da integridade moral e espiritual dos sacerdotes que nos pastoreiam, e dos dirigentes de nosso movimento: se nos dirigimos a eles com lisonjas, com elogios, com beijadas de mãos e esse tipo de coisas, podemos estar fazendo a eles um mal enorme. E não é que não mereçam os elogios ou os beijos! Talvez possam merecer muito mais que isso, mas em todo caso, aquilo de que mais necessitam (de que todos necessitamos) é ir para o Céu, e para entrar no Céu é preciso muita humildade. Se nós incitamos a soberba deles, estaremos sendo pedra de tropeço e prejudicando sua santificação. É certo que as mãos do sacerdote têm o poder de consagrar as espécies, e de abençoar tudo em nome do Senhor... É certo que eles mesmos, pelo Sacramento da Ordem, recebem o Ministério (a recomendação e o poder) de “representar” (isto é, de fazer presente) Jesus Cristo na Terra... Tudo isto é maravilhoso, é verdadeiramente grandioso, (um insondável mistério da Misericórdia de Deus!) e explica a manifestação de Respeito ao Ministério que está – ou pelo menos deveria estar – por trás do costume de beijar as mãos dos sacerdotes, mas muitas vezes esses beijos fazem a eles mais mal que bem, porque tomam como uma mostra de afeto ou respeito pessoal, e isto lhes faz mal, muito mal... Em todo caso, pensemos na simplicidade de Jesus, e no esclarecimento que hoje faz ao jovem, para podermos assim nos fixar em como Ele quer que compreendamos e “assumamos” a natureza de Seu Ministério Sacerdotal: “Por que me chamas de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém...” Lemos mais a respeito no Evangelho segundo são Mateus: Jesus os chamou e lhes disse: “Sabeis que os chefes das nações as subjugam, e que os grandes as governam com autoridade. Não seja assim entre vós. Todo aquele que quiser tornar-se grande entre vós, se faça vosso servo. E o que quiser tornar-se entre vós o primeiro, se faça vosso escravo. Assim como o Filho do Homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por uma multidão.” (Mt 20,25-28). Como notaremos, nesta recomendação a seus Apóstolos não há lugar para os beijos de mãos ou outras manifestações de veneração pessoal. Ao Bispo se beija o anel, assim como ao Santo Padre, por uma questão de protocolo e cerimonial. A vocação à vida religiosa é um chamado ao serviço, não ao privilégio. Aos sacerdotes devemos amar, respeitar, ajudar, rezar muito por eles, acompanhar, facilitar seu trabalho e servir-lhes em tudo que esteja ao nosso alcance, porém sempre velando por sua santidade e sua santificação, por sua integridade espiritual e sua vida virtuosa... Algum dia escreveremos mais sobre isto. Voltando ao Evangelho de hoje, vamos em cheio à resposta de Jesus: “Se queres ir para o Céu, cumpras os mandamentos da Lei de Deus” – e Ele destaca entre eles, ao enumerá-los, aqueles que têm relação com o amor ao próximo. Assim, Jesus nos deixa muito claro que o cumprimento dos Dez Mandamentos (e em particular dos deveres para com nossos irmãos) é algo indispensável para alcançar a Vida Eterna. Mas, como este jovem lhe diz que “já os cumpre”, então Jesus lhe indica um caminho de maior perfeição, que no âmbito de nossa fé se interpreta como um chamado especial para a vida consagrada, e que se conhece como os “conselhos evangélicos”, que se transformam nos três votos que se faz ao abraçar a vida religiosa: Pobreza, Castidade e Obediência. O Evangelho diz textualmente que Jesus olha para o jovem “com amor” (neste olhar se manifesta a predileção especial) e lhe diz “Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!” A Palavra nos conta que o jovem, ao ouvir Jesus, se desanima totalmente, pois era muito rico, e então vai embora triste. Nunca mais sabemos nada dele... Optou por suas riquezas, não por Jesus. Finalmente, o Senhor olha para todos os seus discípulos e os desconcerta, dizendo-lhes: “Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!” Estas palavras causaram assombro nos discípulos e ainda hoje são motivo de confusão, de especulação para muitos, mas Jesus insistiu no assunto como quem diz, “sei o que estou dizendo”, por isso começa a frase seguinte chamado-os “filhos”, e diz assim: “Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus!” (Em geral, e difícil para todo mundo, mas depois ele volta ao ponto central): “...É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!” Então alguém pode legitimamente se perguntar: Por que disse isso? Será que Jesus tinha ou tem algum tipo de antipatia pelos ricos? Claro que não! Mas há pelo menos TRÊS FATORES que são dignos de consideração ao pensar neste assunto: 1º) Em primeiro lugar, que os ricos costumam ter aqui [na terra] seu próprio paraíso, pelo que diretamente não estão interessados no verdadeiro Paraíso, que está ao se cruzar o umbral da morte. Mais ainda: não querem nem pensar na morte, fazem as coisas mais curiosas e até ridículas para não envelhecer, porque têm enorme apego a esta vida, na qual não se privam de prazeres e gostos. 2º) Em segundo lugar, há pouco dizíamos, justamente, que para entrar no céu é preciso ser humilde, e é muito pouco provável que um rico seja humilde... Quem fez sua fortuna, digamos que “com seu próprio esforço” (embora sempre esteja no meio o esforço de vários outros, em geral desconhecidos e mal pagos) se acredita ser pouco menos que Deus, pela “habilidade” que teve em fazer tanto dinheiro... Quem a herdou é soberbo porque “nasceu em berço de ouro”, e teve serventes e criados sempre dispostos a dançar ao som de seu pensamento, porque viviam disso. Quem aumentou o patrimônio familiar herdado, porque sente que “teve a visão e a coragem” para fazer mais dinheiro que seus antecessores, e assim sucessivamente... De modo que até aquele que roubou, ou fez dinheiro através de atividades ilícitas, sente ter motivos justificados para endeusar-se. 3º) Por fim, que o dinheiro tem uma estranha capacidade de tiranizar a quem o possui, e de se transformar em seu “deus”, tirando da pessoa a liberdade e a capacidade de continuar sendo ela mesma. Por isso Jesus advertia em outra passagem do Evangelho: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza. Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas?” (Mt 6,24-26) Aprendamos que há mais satisfação em agradar a Deus que em agradarmos a nós mesmos. Os bens materiais são comprados, arrendados, ganhos, herdados, perdidos e roubados… mas a vida eterna, dom de Deus, está em outra dimensão, não é um bem acumulável, é um caminho que se tem que percorrer, sob a orientação do Espírito e da Palavra de Deus, em humildade de coração, em oração, em doação de vida e em serviço aos outros, como fez Jesus. 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada item e fazer um instante de silêncio após cada questão, para permitir a reflexão dos irmãos) “...Vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu.” a) Eu me dou conta de que estas palavras não se referem somente ao que eu tenho, mas também àquilo que desejo ter, aos meus afetos, meus vícios, meus preconceitos … a tudo o que me escraviza e me acorrenta ao mundo? b) Aceito que o tomar minha cruz significa primeiramente adiar o meu “eu”, para transformar minha vida em uma total doação aos que precisem de mim, e àqueles que o Senhor já colocou ao meu lado ou colocará daqui por diante? c) Por minha vida de doação, eu me sinto totalmente reconfortado com a promessa de Jesus, de que “não deixarei de receber recompensa neste mundo e no vindouro”? Estou vivendo, certamente, a doação eucarística à qual me convida a espiritualidade do Apostolado da Nova Evangelização? 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos. 5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica Cânones: 520, 1618, 2052, 2053  520 Em toda a sua vida, Jesus mostra-se como nosso modelo Ele é “o homem perfeito” (GS 38) que nos convida a tomar-nos seus discípulos e a segui-lo: por seu rebaixamento, deu-nos um exemplo a imitar; por sua oração, atrai à oração; por sua pobreza chama a aceitar livremente o despojamento e as perseguições. (cf. Mt 5,11-12).
1618 Cristo é o centro de toda a vida cristã. O vínculo com Ele está em primeiro lugar, na frente de todos os outros vínculos, familiares ou sociais. Desde o começo da Igreja, houve homens e mulheres que renunciaram ao grande bem do Matrimônio para seguir o Cordeiro onde quer que fosse, para ocupar-se com as coisas do Senhor, para procurar agradar-lhe, para ir ao encontro do Esposo que vem. O próprio Cristo convidou alguns para segui-lo neste modo de vida, cujo modelo continua sendo ele mesmo: Há eunucos que nasceram assim do ventre materno. E há eunucos que foram feitos eunucos pelos homens. E há eunucos que se fizeram eunucos por causa do Reino dos Céus. Quem tiver capacida-de para compreender compreenda! (Mt 19,12).
2052 “Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?” Ao jovem que lhe faz esta pergunta, Jesus responde primeiro invocando a necessidade de reconhecer a Deus como “o único bom”, com o bem por excelência e como a fonte de todo bem. Depois, Jesus diz: “Se queres entrar para a Vida, guarda os mandamentos”. E cita ao seu interlocutor os preceitos que se referem ao amor do próximo: “Não matarás, não adulterarás, não roubarás, não levantarás falso testemunho, honra pai e mãe”. Finalmente, Jesus resume estes mandamentos de maneira positiva: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 19,16-19). 2053 A esta primeira resposta é acrescentada uma segunda: “Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens e dá aos pobres, e terás um tesouro nos céus. Depois, vem e segue-me” (Mt 19,21). Esta não anula a primeira. O seguimento de Jesus Cristo inclui o cumprimento dos mandamentos. A Lei não foi abolida, mas o homem é convidado a reencontrá-la na pessoa de seu Mestre, que é o cumprimento perfeito dela. Nos três Evangelhos sinópticos, o apelo de Jesus dirigido ao jovem rico, de segui-lo na obediência do discípulo e na observância dos preceitos, é relacionado com o convite à pobreza e à castidade. Os conselhos evangélicos são indissociáveis dos mandamentos. 6.- Refletindo com a Grande Cruzada CS 80 Digo estas coisas hoje, quando o afã pela matéria se generalizou tanto que os valores do espírito caíram no esquecimento e nos desprezo. Digo estas coisas para aprovar o santo desprezo que os cristãos têm das coisas materiais, já que por esse desprezo eles podem chegar a apreciar realmente todos os dons que Eu lhes dou em prêmio pela confiança que têm em Mim. E quero que tu, chefe de família, infundas no coração e na mente daqueles que te confiei, um particular apego à Minha Providência, da qual sempre obtendes benefícios. 7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha, o Apostolado, ou para a Igreja em geral. 8.- Virtude do mês: Durante este mês, praticaremos a virtude da Temperança (Catecismo da Igreja Católica: 1838—1805—1809—1834—2290—2407) Esta semana veremos o cânon 1838, que diz textualmente o seguinte: 1838 A temperança modera a atração dos prazeres sensíveis e procura o equilíbrio no uso dos bens criados. E a Grande Cruzada nos diz a respeito: CA 183 Não vos deixeis enganar ou sugestionar pelo espírito maléfico, que por todos os meios trata de destruir no homem as santas e divinas inspirações para afastá-lo do bem. Um homem pobre, humilde, obediente, é um poder inexpugnável. Viver em perfeita pobreza em um mundo enlouquecido de prazeres e de luxo, é a loucura da Cruz e a loucura da Cruz sempre é atual. Seguir a Cristo e Cristo Crucificado é para todos os séculos e para todos os dias. 9.- Propósitos semanais: Com o Evangelho: Refletirei todas as noites, por alguns minutos, sobre a realidade de minha vida: sou verdadeiramente pobre de espírito? O que me falta deixar para trás para conseguir ser? Do que preciso me desapegar? Com a virtude do mês: Ficarei alerta com as propagandas, os shows e programas de televisão, que sem misericórdia deixam em meu espírito valores que não são reais. Comentarei estes assuntos com minha família e minha comunidade. Apostolado da Nova Evangelização 2009 |