Newsflash

Contribua com o Centro de Assistência Social do ANE (CASANE)!
 

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Quem está online

Nós temos 19 visitantes online
ANE Brasil
Caixa Postal 08
Santo Antônio
Recife,PE
50010-970
http://ane-brasil.leiame.net/

Informações em espanhol:
ANE Internacional
Calle 1H No.104 esquina 20
Col. México Norte, C.P. 97128
Mérida, Yucatán, Mexico
http://www.a-n-e.net


Visitantes recentes

São Carlos, 07 de setembro de 2010

Devoções

Sagrados CoraçõesPratique a Devoção aos Corações de Jesus e de Maria, fazendo a Comunhão Reparadora das Primeiras Sextas-feiras e dos Primeiros Sábados de cada mês.
Principal arrow Catequese Ano B arrow XXVII Domingo do Tempo Comum
XXVII Domingo do Tempo Comum PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   
04 de outubro de 2009

Semana de 4 a 10 de outubro de 2009
“Colocar limites para o amor é não conhecer a um Deus que ama sem limites”

1.- A Palavra de Deus:
1ª Leitura: Gn 2,18-24: “E eles serão uma só carne”
Salmo: Sl 127: “O Senhor te abençoe de Sião, cada dia de tua vida”
2ª Leitura: Hb 2,9-11: “Tanto Jesus, o Santificador, quanto os santificados, são descendentes do mesmo ancestral”
Evangelho: Mc 10,2-16: “O que Deus uniu o homem não separe”

Proclamação do Santo Evangelho segundo São Marcos (Mc 10,2-16)
Naquele tempo, alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher.
Jesus perguntou: “O que Moisés ordenou?”
Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”.
Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu o homem não separe!”
Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto.
Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. E se a mulher se divorciar de seu marido e se casar com outro, cometerá adultério”.
Depois disso, traziam crianças para que Jesus as tocasse. Mas os discípulos as repreendiam. Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: “Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas. Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entra-rá nele”.
Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
 

2.- Referências para refletir:

Depois de atravessar a Galilea e ter permanecido um tempo em Cafarnaum (onde – como dissemos antes – tinham assentada sua base, para dali sair em missão), Senhor e seus discípulos se foram pregar pela Pereia e Judeia, e chegaram até o outro lado do Jordão.

Ali novamente se reuniu uma grande multidão de gente para escutá-lo, e entre eles havia um grupo de fariseus, que se aproximaram dele com uma pergunta capciosa, buscando pô-lo à prova: “Pode um homem divorciar-se de sua mulher?”

Convém que nos detenhamos aqui para fazer algumas considerações de contexto. A interpretação do livro do  Deuteronômio (24,1 e seguintes), que é a base desta discussão, era um dos pontos que dividia as duas principais escolas rabínicas que havia entre os fariseus daquela época: uma mais tolerante ou permissiva (denominada “Hillel”) e outra mais ortodoxa ou estrita (chamada “Shamay”). Ambas traziam o nome de seus mestres, dois personagens reconhecidos por sua sabedoria e seu conhecimento da Sagrada Escritura.

Exagerando talvez um pouquinho, poderíamos dizer que para os seguidores de Hillel qualquer motivo justificava divorciar-se da esposa, enquanto que para os outros a questão devia ser muito bem analisada em cada caso.

Mas no final das contas, com maior ou menor dificuldade, quem saía vencedor de todas essas situações era sempre, naturalmente, o homem: o forte, o poderoso... (diga-se de passagem, era o único que conhecia e podia interpretar as leis, pois estes assuntos eram totalmente ignorados pelas mulheres, exceto pelas penalidades que eventualmente podiam sofrer na própria carne, mas sobre os “fundamentos, debates e reflexões”, não tinha a menor ideia).

Mas Jesus aproveita a pergunta que lhe fazem para deixar claramente estabelecido seu pensamento: as leis dos homens são, em geral, produto de sua imperfeição, de sua ânsia de possuir ou de dominar, da necessidade de impor freios, de seu temor de ser dominado, etc; por sua vez, a Lei de Deus é produto do amor infinito.

E esclarece esta diferença dizendo expressamente que Moisés fez sua lei considerando a teimosia do homem, mas que acima de Moisés, está a Lei de Deus, que neste caso concreto diz:

“…O homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne. Jesus termina este assunto com uma sentença definitiva: “o que Deus uniu o homem não separe.” E como acabam os tangos: “tan-tan”, ou seja, nada mais a acrescentar.

É claro que atualmente há muitas situações nas quais a convivência entre esposos se transforma em um inferno, e assim se chega a um ponto em que o melhor é separar-se antes de se ferir mais e prejudicar os filhos.

O que na verdade Jesus queria nos dizer (como em tudo que nos ensinou), é que sempre devemos ser equitativos, honestos, e nos deixarmos guiar pelo amor, pela caridade e pela justiça.

A atitude de sair em defesa do mais fraco, do desvalido, do indefeso, é muito típica de Jesus. Neste caso se trata da mulher em geral, que naquela época não tinha igualdade de direitos com o marido e que, ao con-trário dele, não podia “repudiá-lo” nem divorciar-se por nenhum motivo... que nem sequer era considerada digna de participar em uma série de atividades, diretamente reservadas para os homens. E não é que aqui façamos apologia do anti-machismo ou do feminismo; uma atitude similar vemos em Jesus no caso da chamada “mulher adúltera”, que foi defendida por Ele quando os mestres da Lei e os fariseus queria matá-la a pedradas, pois isso era “o que estava na lei”, quando uma mulher era surpreendida sendo infiel a seu esposo. (cf. Jo 8,1-11).

Na verdade, hoje o Senhor nos demonstra uma vez mais que a lei é “letra morta”, e que deve ser filtrada pelo coração. Dessa maneira, deixa bem claro novamente o que quis dizer quando dizia: “Não vim abolir a lei, mas dar-lhe pleno cumprimento”. Jesus não veio abolir a lei do matrimônio de Moisés, mas sim cumpri-la em profundidade, dar-lhe seu pleno sentido, conforme o Plano de Deus.

Hoje encontramos na rua e nos meios de comunicação uma infinidade de ideias e frases que são definiti-vamente contrárias ao matrimônio, conforme este foi estabelecido nas origens por Deus, isto é: como a união completa e definitiva entre homem e mulher, para alcançar conjuntamente a plenitude e participar com Ele na criação de novas vidas.

Assim, abundam aqueles que afirmam que “o casamento é coisa do passado”, que “é somente um papel, que não diz nada, pois o que realmente importa são os sentimentos” e outras questões do tipo. A rigor, o que não se quer é assumir o compromisso sério e definitivo. Não se quer “vínculos”, (unimo-nos somente “até que a vida nos separe”). Deseja-se conviver “enquanto as coisas funcionem”, mas o problema é que, com esse critério de partida, as coisas deixam de funcionar em menos tempo que o cantar de um galo.

Em geral, quando chegam os problemas difíceis, as duras provas, aí as “uniões livres” se rompem, simplesmente porque não contam com a graça (conferida eficazmente por Deus através do Sacramento) para seguir adiante.

Mesmo assim, aí estão os que consideram que se duas pessoas “se amam”, no importa que sejam do mesmo sexo, a lei deve reconhecer seu direito de formar uma família, a adotar crianças, a ter barrigas de aluguel, etc. No fim, como se diz hoje, “a opção sexual” não pode ser impedimento para exercer o direito de se ter uma família legalmente constituída.

É francamente absurdo: em uns casos, diz-se que as ‘constituições legais’ não servem para nada, e em outros, parece que é a única coisa que importa, e o mais engraçado é que em muitos casos, a mesma pessoa comunga de ambas posturas, igualmente “liberais”, mas absolutamente contrárias, desde o ponto de vista racional.

Tudo isto acontece porque infelizmente as pessoas veem, assim como os fariseus daquela época, a for-ma e não o fundo.

O passar do tempo, as voltas da moda e a obra incansável de satanás cobriram de pó a beleza do amor eterno do casal, selado diante de Deus e dos homens com um compromisso decidido diante do altar; a beleza da entrega virginal e definitiva, a inigualável satisfação da fidelidade a confiança mútua, a sublimidade do dom maternal e paternal, a ternura do sacrifício compartilhado, da entrega recíproca total.

A moda, o tempo e o maligno pretendem apagar a felicidade do amor como tal, essa alegria que às vezes é também sacrifício e pranto, mas que em todo caso nos conduz à plenitude, quando nos unimos “até que a morte nos separe” com esse ser que nos complementa, quando se formalizam os compromissos com um Sacramento, que misteriosamente além disso, concede a Graça e os dons necessários para perseverar no amor e na entrega absoluta e perpétua.

O conceito que se tem do casamento hoje está muito decaído, muito degradado, a culpa não está toda na moda, no tempo e no inimigo das almas… Também está em nós, os casados católicos, uma dose importante de responsabilidade em tudo isto, porque a grande maioria não compreendeu que Deus deve ser o centro de nossa união e de nossa vida, não somente no aspecto formal, de ir religiosamente à Missa aos domingos, ou mesmo de fazer algumas orações “em família”.

A família é a “Igreja Doméstica”, como tanto gostava de dizer o Papa Paulo VI, de feliz memória, e por isso deve ser espaço de diálogo, de reflexão sobre o mundo à luz da Palavra de Deus, deve ser sementeira e estufa de santidade, espaço de resguardo e fortalecimento para a luta diária em busca de alcançar o Céu.

“Ouvistes que foi dito aos antigos: ‘Não cometerás adultério’ — dizia Jesus no Sermão da Montanha — Eu, porém, vos digo: todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração” (Mt 5,27-28) Esse é o grau da plenitude e a perfeição da Lei Mosaica que propicia Jesus, Nosso Salvador. Nosso lar deve ser um santuário.

Depois de explicar categoricamente seu ponto de vista sobre o casamento (que não se deve esquecer: é o ponto de vista de Deus), Jesus fala outra vez das crianças. Apresenta-os diante de seus discípulos como uma imagem para entender melhor em que consiste o Reino de Deus. Por quê? Porque as crianças são simples, transparentes, não têm ambições nem malícia, encontram prazer nas coisas sadias, não buscam nem têm privilégios e não lhes interessa em absoluto o poder.

As crianças se tornam exemplo, pregação e testemunho para os discípulos, já que estes se encontram com certas ambições e pretensões egoístas, e isto lhes impossibilita ver a realidade do Reino, que é pura doação. Por isso lhes diz que o Reino dos Céus é das crianças e dos que se fazem como criança.

“Quem não recebe o Reino de Deus como criança, não pode entrar nele!”, diz Jesus. O que significa isto? Pois, entre outras coisas, podemos pensar que uma criança recebe tudo dos pais. Ela não sente que “merece” o que recebe, mas vive do amor gratuito. Portanto, os pais recebem os filhos como um dom de Deus e cuidam deles com carinho. A ocupação dos pais não é dominar os filhos, mas amá-los e educá-los para que se realizem. Assim faz Deus conosco, e espera que façamos com Ele como as crianças com seus pais, com autenticidade, gratidão e amor.

O caminho para o Reino de Deus é um caminho de entrega, de abandono, de serviço, de disponibilidade, de aceitação do conflito, sabendo que haverá uma ressurreição. O sacrifício, a cruz, não é um acidente casual, mas uma parte central deste caminho. Em um mundo organizado a partir do egoísmo, o amor e o serviço só podem existir sob o sinal da Cruz. Quem faz de sua vida um serviço aos outros, incomoda aos que vivem atados aos privilégios, e consequentemente, tem a força para sofrer, mas tudo, neste mundo, é transitório, nossos olhos devem estar fixos no Céu.

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada item e fazer um instante de silêncio após cada questão, para permitir a reflexão dos irmãos)

a) Esforço-me 100% para fazer de minha família algo estável, pacífico, belo? A imagem que meus filhos têm sobre o casamento, é a de uma união de duas pessoas que se fazem uma em Cristo e seguem seus passos, ou é simplesmente a de um contrato que se pode romper?
b) Uno-me em Deus à comunidade que Ele me deu para sempre, ou mantenho a permanente ameaça de “jogar a toalha” diante de qualquer problema?
c) Minha relação com Jesus é cheia da candura e inocência das crianças, ou é uma constante negociação “dá-me que eu te dou”? Aceito as verdades da Fé sem questionamentos, ou procuro racionalizar e compreender tudo com meus critérios? Procuro raciocinar sobre o que Jesus me ensina, ou fico com a casca, sem chegar à essência…?

 

4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.

 

5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Cânones: 1605, 1617, 2201, 1642

1605 Que o homem e a mulher tenham sido criados um para o outro, a sagrada Escritura o afirma: “Não é bom que O homem esteja só” (Gn 2,18). A mulher, “carne de sua carne”, é, igual a ele, bem próxima dele, lhe foi dada por Deus como um “auxilio”, representando, assim, “Deus, em quem está o nosso socorro”. “Por isso um homem deixa seu pai e sua mãe, se une à sua mulher, e eles se tornam uma só carne” (Gn 2,24). Que isto significa uma unidade indefectível de suas duas vidas, o próprio Senhor no-lo mostra lembrando qual foi, ‘na origem”, o desígnio do Criador (Cf Mt 19,4): “De modo que já não são dois, mas uma só carne” (Mt 19,6).

1617 Toda a vida cristã traz a marca do amor esponsal de Cristo e da Igreja. Já o Batismo, entrada no Povo de Deus, é um mistério nupcial: é, por assim dizer, o banho das núpcias que precede o banquete de núpcias, a Eucaristia. O Matrimônio cristão se torna, por sua vez, sinal eficaz, sacramento da aliança de Cristo e da Igreja. O Matrimônio entre batizados é um verdadeiro sacramento da nova aliança, pois significa e comunica a graça.

2201 A comunidade conjugal está fundada no consentimento dos esposos. O casamento e a família estão ordenados para o bem dos esposos, a procriação e a educação dos filhos. O amor dos esposos e a geração dos filhos instituem entre os membros de uma mesma família relações pessoais e responsabilidades primordiais.

1642 Cristo é a fonte desta graça. “Como outrora Deus tomou a iniciativa do pacto de amor e fidelidade com seu povo, assim agora o Salvador dos homens, Esposo da Igreja, vem ao encontro dos cônjuges cristãos pelo sacramento do Matrimônio.” Permanece com eles, concede-lhes a força de segui-lo levando sua cruz e de levantar-se depois da queda, perdoar-se mutuamente, carregar o fardo uns dos outros, “submeter-se uns aos outros no temor de Cristo” (Ef 5,21) e amar-se com um amor sobrenatural, delicado e fecundo. Nas alegrias de seu amor e de sua vida familiar, Ele lhes dá, aqui na terra, um antegozo do festim de núpcias do Cordeiro:

“Onde poderei haurir a força para descrever satisfatoriamente a felicidade do Matrimônio administra-do pela Igreja, confirmado pela doação mútua, selado pela bênção? Os anjos o proclamam, o Pai celeste o ratifica... O casal ideal não é o de dois cristãos unidos por uma única esperança, um único desejo, uma única disciplina, o mesmo serviço? Ambos filhos de um mesmo Pai, servos de um mesmo Senhor. Nada pode separá-los, nem no espírito nem na carne; ao contrário, eles são verdadeiramente dois numa só carne. Onde a carne é uma só, um também é o espírito.” (Tertuliano; cf. em João Paulo II, Familiaris Consortio, 13. 1982).

 

6.- Refletindo com a Grande Cruzada

CM 10 Consagrai-vos e consagrai vossas famílias aos Nossos Corações. Começai a orar com os vossos, sem impordes, uma pequena oração de manhã, à mesa, à noite. Quem não ora, não tem desejo de orar. A família que ora, é família que vive unida. Esposo que ora é esposo fiel. Esposa que ora, é esposa responsável por sua família. Filhos que oram são respeitosos para com seus pais. Quem tem a culpa de que vossos lares estejam mal, o mundo?...

 

7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha, o Apostolado, ou para a Igreja em geral.

 

8.- Virtude do mês:
Durante este mês, praticaremos a virtude da Temperança (Catecismo da Igreja Católica: 1838—1805—1809—1834—2290—2407)

Esta semana veremos o cânon 1809, que diz textualmente o seguinte:

1809 A temperança é a virtude moral que modera a atração pelos prazeres e procura o equilíbrio no uso dos bens criados. Assegura o domínio da vontade sobre os instintos e mantém os desejos dentro dos limites da honestidade. A pessoa temperante orienta para o bem seus apetites sensíveis, guarda uma santa discrição e “não se deixa levar a seguir as paixões do coração”. A temperança é muitas vezes louvada no Antigo Testamento: “Não te deixes levar por tuas paixões e refreia os teus desejos” (Eclo 18,30). No Novo Testamento, é chamada de “moderação” ou “sobriedade”. Devemos “viver com moderação, justiça e piedade neste mundo” (Tt 2,12).

E a Grande Cruzada nos diz a respeito:

CA 183 Não é verdade que hoje já não se pode viver em perfeita pobreza, submissão e obediência. O mundo precisa deste grande e espetacular contraste.
Não vos deixeis enganar ou sugestionar pelo espírito maléfico, que por todos os meios trata de destruir no homem as santas e divinas inspirações para afastá-lo do bem. Um homem pobre, humilde, obediente, é um poder inexpugnável.
Viver em perfeita pobreza em um mundo enlouquecido de prazeres e de luxo, é a loucura da Cruz e a loucura da Cruz sempre é atual. Seguir a Cristo e Cristo Crucificado é para todos os séculos e para todos os dias.

 

9.- Propósitos semanais:

Com o Evangelho:
Buscarei por todos os meios fazer com que meu lar seja um verdadeiro santuário de paz e amor para toda minha família e os que nos visitem.  

Com a virtude do mês:
Verei que coisas estão acumuladas em minha casa e que não nos são necessárias, e as compartilharei com os necessitados, ou as doarei a algum ministério de serviço que possa utilizá-las em benefício dos pobres.

  
Apostolado da Nova Evangelização 2009
 
< Anterior   Próximo >

Casinhas de Oração

Os grupos de oração e evangelização do ANE são chamados Casinhas de Oração. Se você tem o Guia das Casinhas de Oração e toda semana faz a reunião seguindo nossas Catequeses, por favor, entre em contato e registre sua Casinha!
Joomla Templates by Joomlashack