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Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

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Solenidade de Pentecostes PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   
31 de maio de 2009

Semana de 31 de maio a 6 de junho de 2009
“Fomos batizados num único Espírito,... e todos nós bebemos de um único Espírito”

1.- A Palavra de Deus:
1ª Leitura: At 2,1-11: “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar”
Salmo: 103: “Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai!”
2ª Leitura: 1Cor 12,3b-7.12-13: “Fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo”
Evangelho: Jo 20,19-23: “Como o Pai me enviou, também eu vos envio. Recebei o Espírito Santo”

Proclamação do Santo Evangelho segundo São João (Jo 20,19-23)
Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.
E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
 

2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

Não faz muito tempo que lemos esta passagem do Evangelho, estão lembrados? Foi no Segundo Domingo de Páscoa, para a Festa da Divina Misericórdia. Só que naquela ocasião a leitura era um pouco mais extensa, pois devíamos fixar o olhar em outros aspectos: na incredulidade de Tomé e nessas santas chagas, das quais jorrou a infinita misericórdia do Senhor para derramar-se sobre toda a humanidade.

Hoje seria conveniente que centrássemos nossa atenção no medo, na paz, no Espírito Santo e no perdão dos pecados. Mas… são muitas coisas, não? Coisas demais!

É melhor ficarmos com o medo e o Espírito Santo, assim abarcamos menos (e apertamos mais), pois também será bom fazermos referência à Primeira e à Segunda Leituras que a Liturgia desta semana nos traz.

Relendo este Evangelho, podemos perceber – e o dizemos sem rodeios – que os discípulos estavam mortos de medo. E era muito compreensível que fosse assim. Todos temos medo do desconhecido, e naquele momento, ninguém poderia ter se aventurado a dizer o que esperava a todos eles.

Se pensarmos bem, as portas fechadas eram pouca precaução, pois há poucos dias tinham visto o espantoso assassinato de seu líder... Se nesse tempo existissem os alarmes, ou umas boas câmeras de vigilância …!

De repente Jesus lhes aparece e sopra, e com esse sopro, do qual São João nos fala novamente hoje, inicia-se a re-Criação da humanidade: uma humanidade nova sobre bases novas, embora sem apagar “por decreto” as várias centenas de vida que o povo judeu vinha arrastando, nem suas tradições nem suas leis, pois Jesus mesmo havia dito que não veio para abolir a Lei, mas para torná-la mais perfeita. (cf. Mt 5,17).

Mas esse sopro…! Esse sopro que é a prefiguração, o preâmbulo, algo assim como o prólogo do Grande Pentecostes, deve nos trazer à memória aquele primeiro sopro, narrado no livro do Gênesis, com o qual Deus insuflou a vida espiritual no primeiro homem da Terra: esse Adão que falhou com Ele, porque não esteve à altura das circunstâncias.

E dali poderia vir agora nossa primeira reflexão: Estaremos nós “à altura das circunstâncias”? Teremos a capacidade de enfrentar o “mega-desafio” de viver de acordo com os planos de Deus?

Certamente que sozinhos, não. Não podemos fazer nada sozinhos (entendamos isso de uma vez!) e é por isso que Deus nos faz o “Dom dos dons”, o Grande Presente …. Não somente se entrega a nós na Segunda Pessoa que é Cristo (que morreu por nós e por nós se fez prisioneiro em toda Sagrada Hóstia) como agora também se entrega a nós na Terceira Pessoa, o Espírito de Amor!, que é justamente Quem vem garantir a eternidade da Nova Aliança, pois se fosse somente por nós, já teríamos rompido o novo pacto, definitivamente, milhões de vezes. Se fosse por nós, viveríamos encerrados em nossos medos, nossas fraquezas, nossas misérias e comodidades…

Mas voltemos ao sopro … Aquele sopro fez com que o pânico que os Apóstolos sentiam fosse se dissipando como fumaça. E o Fogo de Pentecostes, cinquenta dias mais tarde, jogaria pela janela, de uma vez e para sempre, qualquer resto de medo ou dúvida que lhes pudesse ter ficado na alma.

“Convém que eu me vá”, havia dito Jesus aos seus amigos enquanto se despedia (Jo 16,7) e nesse momento certamente ninguém terá entendido nada… As despedidas sempre nos deixam aturdidos, e nesta, segundo nos conta São João, Jesus veio a condensar toda sua doutrina. Eram muitas emociones, demasiada informação, e tudo junto!

Ali lhes havia preanunciado várias vezes que lhes mandaria o “Espírito Consolador”, mas eles não entendiam. E não podiam entender porque, para começar, nem sequer haviam começado a se sentir “desconsolados”, mas apenas começavam a se entristecer com os anúncios do Mestre.

Conosco também ocorre o mesmo com frequência: muitas vezes nos falam, pregam, nos aconselham, nos pedem algo, nos encarregam de algo e não entendemos nada. Frequentemente não tiramos proveito do que ouvimos, do que vemos, do que lemos, do que fazemos … Estamos tristemente fechados ao Espírito Santo, que muitas vezes parece já não encontrar o jeito de nos falar, para que O entendamos e tomemos o caminho adequado...

Pentecostes!, dia do Espírito Santo, dia em que se celebra a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, o “Grande Desconhecido”, como insistia em chamá-lo Monsenhor Escrivá de Balaguer, certamente co o desejo de despertar nossa curiosidade sobre Ele, para ver se lendo um pouco mais a Seu respeito, acabássemos por abrir nossos corações ao Seu influxo.

Pentecostes é também o aniversário de fundação de nossa Igreja, pois foi graças ao dom do Santo Espírito que os Apóstolos se tornaram “Apóstolos” (isto é, missionários), venceram seus temores e, recordando tudo o que Jesus lhes havia ensinado, começaram a pregação os batismos e a fundação das primeiras comunidades cristãs.

As três leituras deste domingo nos oferecem bastante material para refletir detidamente sobre o Espírito Santo, e sobre todas as maravilhas que Deus quer fazer em nós através dEle.

Na Primeira Leitura nos é relatado o que sucedeu o primeiro dia de Pentecostes, quando os apóstolos estavam reunidos no Cenáculo de Oração e receberam a efusão do Espírito, que chegou em meio a um fragor intenso, tão forte que mobilizou toda uma multidão e a fez reunir-se às portas desse lugar, para averiguar o que estava acontecendo.

Era a festa judaica de Pentecostes e, nessa época, os judeus festejavam a promulgação da Lei de Deus a Moisés. Por esse motivo, reunia-se em Jerusalém grande número de pessoas, provenientes de diversos lugares, para acudir ao grande Templo.

Enquanto isso, no interior do Cenáculo, os apóstolos recebiam o Espírito em forma de línguas de fogo, que pousaram sobre as cabeças de cada um deles. Línguas de fogo que incendiavam seus corações, que os transformavam definitivamente, convertendo-os em brasas de amor, brasas que já não poderiam ser apagadas senão pela morte, e que os levariam a difundir a Boa Nova da Redenção pelo mundo inteiro.

A maravilhosa presença do Espírito Santo tem para nós, os cristãos, um efeito transformador inigualável: até esse momento, a Lei era uma norma externa, que era pouco menos que imposta e que devia ser obedecida. Estava escrita em duas tábuas de pedra; e é o Espírito Santo, em Pentecostes, que cumpre a profecia de Jeremias e a inscreve nos corações dos homens (cf. Jer 31,33), transformando a regra fria em um estilo de vida, em algo que já não se “deve” mas que se “quer” fazer. Já não se obedece, mas que se segue, que se vive, porque se ama.

Será talvez por isso que há tanta semelhança entre o que aconteceu naquele dia de Pentecostes e o que havia acontecido no Sinais, o dia em que os Dez Mandamentos foram entregues a Moisés: o livro do Êxodo nos diz a respeito daquele dia: “Diante dos trovões, das chamas, da voz da trombeta e do monte que fumegava, o povo tremia e conservava-se à distância.” (Êxodo 20,18)

Na Primeira Leitura deste domingo lemos que: “De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles.... Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos...” (Atos 2,2-3,6a)

No primeiro caso as pessoas fugiram e no outro elas se aproximaram, mas notemos que há vários elementos similares entre ambos acontecimentos: um grande estrondo, fogo e muito temor no povo, que testemunhava o que estava ocorrendo. Era muito importante o que acontecia agora! O profeta Joel o havia anunciado já muitos anos antes: “…derramarei o meu Espírito sobre todo ser vivo: vossos filhos e vossas filhas profetizarão …” (Joel 3,1). Jesus o havia prometido várias vezes (Jo 15 e 16)

Uma alegoria preciosa que podemos encontrar nesta passagem da Escritura, relacionada justamente com a promessa que diz “sobre todo ser vivo”, é a concentração de pessoas de tantas nações em torno do acontecido no Cenáculo. Poder-se-ia dizer que Deus havia levado até ali representantes de todo o mundo diante dos apóstolos, para que, a partir desse dia, fossem enviados os apóstolos representando-O em todo o mundo.

Todos aqueles que ouviram a pregação de Pedro, vêm a ser como embaixadores de todos os lugares, que tiveram o privilégio de presenciar o “lançamento” da Boa Nova de Jesus Cristo, da boca do primeiro Pontífice. Esses “embaixadores” não eram mais que as primícias da universalidade da mensagem da salvação, e de todas as maravilhas que depois o Espírito de Deus realizaria, através de Sua Igreja, no mundo inteiro.

O dia de Pentecostes foi como a sementinha de mostarda, que depois daria lugar a tantas e tantas instituições, ministérios, congregações, ordens, institutos e tudo aquilo que, ao longo dos anos, nossa Igreja fez florescer, COMO UM SÓ CORPO.

É muito importante para nós, estar sempre conscientes de que, como dizia a Segunda Leitura do domingo, todos fomos batizados em um mesmo Espírito, para formar um só corpo com Cristo, que é a cabeça.

Um só corpo caminha sempre unido, e age somente conforme ao que a Cabeça ordena. Nossa vida não está destinada à individualidade, pois a Igreja é, antes de tudo, uma comunidade. Jesus nos quer tão unidos como estão Ele e Seu Pai, no Amor do Santo Espírito, e não que cada um ande para seu lado, velando somente por seu ministério, etc. Não é verdade que estamos bem longe disso? Que o Santo Espírito de Amor e União viva em nós!

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente e fazer um instante de silêncio após cada questão – não depois de cada item, mas depois de cada questão – para permitir a reflexão dos irmãos)

a) Estou atento às inspirações do Espírito Santo? Invoco-o com freqüência, pedindo-Lhe que venha a mim, para me iluminar e fortalecer?
b) Quando o Espírito Santo me fala por meio do Evangelho, da homilia do sacerdote, ou através das palavras de algum irmão, eu O escuto e obedeço, ou deixo de lado e continuo fazendo minha vontade porque me é mais cômodo, porque me agrada mais ou porque me convém?
c) O Catecismo nos ensina que a primeira obra da graça do Espírito Santo é a conversão, e não as manifestações espetaculares ou os dons prodigiosos. Em que aspectos a graça de Deus tem me ajudado para me converter para Ele até hoje, e em que pontos preciso Lhe pedir com maior insistência que me ajude? O que mais me tem impedido de ser santo…? Estou lutando contra isso como devo e posso, apoiado na oração?

 

4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.

 

5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Cânones: 696, 689, 701, 1988, 1989

696 O fogo. Enquanto a água significa o nascimento e a fecundidade da Vida dada no Espírito Santo o fogo simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito Santo O profeta Elias, que “surgiu como um fogo cuja palavra queimava como uma tocha” (Eclo 48,1), por sua oração atrai o fogo do céu sobre o sacrifício do monte Carmelo, figura do fogo do Espírito Santo que transforma o que toca. João Batista, que caminha dian-te do Senhor com o espírito e o poder de Elias” (Lc 1,17), anuncia o Cristo como aquele que “batizará com o Espírito Santo e com o fogo” (Lc 3,16), esse Espírito do qual Jesus dirá “Vim trazer fogo à terra, e quanto desejaria que já estivesse acesso (Lc 12,49). É sob a forma de línguas “que se diriam de fogo” o Espírito Santo pousa sobre os discípulos na manhã de Pentecostes e os enche de Si. A tradição espiritual manterá este simbolismo do fogo como um dos mais expressivos da ação do Espírito Santo (cf. São João da Cruz, A chama viva do amor). “Não extingais o Espírito” (1Ts 5,19).

689 Aquele que o Pai enviou a nossos corações, o Espírito de seu Filho” é realmente Deus. Consubstancial ao Pai e ao Filho, ele é inseparável dos dois, tanto na Vida íntima da Trindade como em seu dom de amor pelo mundo. Mas ao adorar a Santíssima Trindade, vivificante, consubstancial e indivisível, a fé da Igreja professa também a distinção das Pessoas. Quando o Pai envia seu Verbo, envia sempre seu Sopro: missão conjunta em que o Filho e o Espírito Santo são distintos, mas inseparáveis. Sem dúvida, é Cristo que aparece, ele, a Imagem visível do Deus invisível; mas é o Espírito Santo que o revela.

701 A pomba. No fim do dilúvio (cujo simbolismo está ligado ao batismo), a pomba solta por Noé volta com um ramo novo de oliveira no bico, sinal de que a terra é de novo habitável. Quando Cristo volta a subir da água de seu batismo, o Espírito Santo, em forma de uma pomba, desce sobre Ele e sobre Ele permanece. O Espírito desce e repousa no coração purificado dos batizados. Em certas igrejas, a santa Reserva eucarística é conservada em um recipiente metálico em forma de pomba (o columbarium) suspenso acima do altar. O símbolo da pomba para sugerir o Espírito Santo é tradicional na iconografia cristã.

1988 Pelo poder do Espírito Santo, participamos da Paixão de Cristo, morrendo para o pecado, e da ressurreição, nascendo para uma vida nova; somos os membros de seu Corpo, que é a Igreja , os sarmentos enxertados na Videira, que é Ele mesmo:

Pelo Espírito, temos parte com Deus. (...) Pela participação Espírito, nós nos tornamos participantes da natureza divina. (...) Por isso, aqueles em quem o Espírito habita são divinizados. (Santo Atanásio, Ep. Serap. 1, 24).

1989 A primeira obra da graça do Espírito Santo é a conversão que opera a justificação segundo o anúncio de Jesus no princípio do Evangelho: “Arrependei-vos (convertei-vos), porque está próximo o Reino dos Céus” (Mt 4,17). Sob a moção da graça, o homem se volta para Deus e se aparta do pecado, acolhendo, assim, o perdão e a justiça do alto. “A justificação comporta a remissão dos pecados, a santificação e a renovação do homem interior.”

 

6.- Refletindo com a Grande Cruzada

CM 119 Eu te falarei sobre Pentecostes, quando chega do Céu o orvalho celestial e se assenta sobre as almas que esperam o Esposo vivo que fecunda as almas. Todos os corações bons chamam Meu Espírito, mas nem todos têm o entendimento que dá a fusão entre Eu e vós. Vós me pedis os dons que a Igreja indicou a todos e isso é bom. Mas, quem pede, não os dons, mas o Doador? Quem se contenta com o que Eu lhe dou?

 

7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha, o Apostolado, ou para a Igreja em geral.

 

8.- Virtude do mês:
Durante este mês de junho, praticaremos a virtude da Obediência (Catecismo da Igreja Católica: 143 – 144 – 511 – 532 – 892 – 2251)

Esta semana veremos o cânon 143, que diz textualmente o seguinte:

143 Pela fé, o homem submete completamente sua inteligência e sua vontade a Deus. Com todo o seu ser, o homem dá seu assentimento a Deus revelador (cf. DV 5). A Sagrada Escritura denomina “obediência da fé” esta resposta do homem ao Deus que revela. (cf. Rm 1, 5; 16, 26).

E a Grande Cruzada nos diz a respeito:

CA 183: Não é verdade que hoje já não se pode viver em perfeita pobreza, submissão e obediência. O mundo precisa deste grande e espetacular contraste.
Não vos deixeis enganar ou sugestionar pelo espírito maléfico, que por todos os meios trata de destruir no homem as santas e divinas inspirações para afastá-lo do bem. Um homem pobre, humilde, obediente, é um poder inexpugnável.   

 

9.- Propósitos semanais:

Com o Evangelho:
Abrirei meu coração ao Espírito Santo, e lhe entregarei toda minha vida, deixando que Ele me guie, me Governe e me leve aonde quer que eu esteja. 

Com a virtude do mês:
Analisarei detalhadamente quais são meus apegos, minhas amarras espirituais para deixá-los aos pés da Cruz de Cristo, em busca da perfeita obediência à Divina Vontade.

 

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