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Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

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Devoções

Sagrados CoraçõesPratique a Devoção aos Corações de Jesus e de Maria, fazendo a Comunhão Reparadora das Primeiras Sextas-feiras e dos Primeiros Sábados de cada mês.
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IV Domingo de Páscoa PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   
03 de maio de 2009
Semana de 3 a 9 de Maio de 2009
"Entregou sua vida como Servo; ressuscitou como Bom Pastor, que seguirá à frente de seu rebanho até o fim dos tempos"
 
1.- A Palavra de Deus:
1ª Leitura: At 4,8-12: “Nenhum outro pode salvar”
Salmo: 117,1.8-9.21-23.26.28 e 29: “A pedra que os arquitetos rejeitaram é agora a pedra angular”
2ª Lectura: 1Jo 3,1-2: “Veremos a Deus tal como é”
Evangelho: Jo 10,11-18: “O bom pastor dá a vida pelas ovelhas”

Proclamação do Santo Evangelho segundo São João (Jo 10,11-18)
Naquele tempo, disse Jesus: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas.
O mercenário, que não é pastor e não é dono das ovelhas, vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as ataca e dispersa.  Pois ele é apenas um mercenário que não se importa com as ovelhas.
Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou minha vida pelas ovelhas.  Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; elas escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.  É por isso que meu Pai me ama, porque dou a minha vida, para depois recebê-la novamente. Ninguém tira a minha vida, eu a dou por mim mesmo; tenho poder de entregá-la e tenho poder de recebê-la novamente; essa é a ordem que recebi de meu Pai”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
 

2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

Poucos versículos antes da passagem evangélica que hoje vemos, podemos ler que o Senhor toma conhecimento de que aquele cego de nascença que Ele tinha curado havia pouco, fora expulso da sinagoga por irritar os fariseus dizendo-lhes que Jesus o havia curado. Então decide ir ao encontro daquele homem e lhe diz: “Vim a este mundo para fazer uma discriminação: os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos.” (Jo 9,39)

Estas palavras soaram fortes nos ouvidos dos  fariseus, que estando próximos escutaram e não sabiam “ler nas entrelinhas” as mensagens de Jesus, de tal sorte que o recriminaram de imediato dizendo: “Então nós também ficaremos cegos?

A resposta de Jesus, sempre sábia, contundente, inquestionável, foi terrível: “Se fosseis cegos, não teríeis pecado. Mas vós dizeis: "Vemos", e essa é a prova de seu pecado.”

Os que “veem” são os que deveriam conhecer a Palavra de Deus e portanto viver do modo que Deus quer que vivamos; naquele tempo foram os escribas, os fariseus, os doutores da Lei e os sacerdotes, hoje somos nós todos, que nos orgulhamos de chamar-nos cristãos... que formamos parte de um Apostolado!, que temos a obrigação de ser PASTORES (de nossos filhos, irmãos, amigos, etc.)

Em seguida, o Senhor transmite a todos (e de um modo especial a nós agora) uma das mais belas figuras das Escrituras, que se nos oferece no Evangelho deste domingo, IV da Páscoa, e que com a ajuda do Espírito Santo analisaremos.

Prestemos muita atenção e procuremos enriquecer esta reflexão com nossos comentários, porque é nestes tempos de dificuldade, como o que agora vivemos, que mais falta faz à Igreja que nós, leigos, assumamos a missão pastoral junto aos nossos irmãos que necessitem. 

“Eu sou o Bom Pastor”, diz Jesus. Não somente para a gente daquela época, acostumada a ver os rebanhos no campo, mas para os seres humanos de qualquer tempo; a figura do pastor simboliza a segurança, a tranquilidade e a proteção por parte de quem sabe mais, de quem pode mais, do condutor...

Se a este conceito acrescentamos o qualificativo de “Bom”, que o Senhor usa, não podemos deixar de imaginar a figura de um cuidador que ama, que guia com alegria, com esmero, prevendo cada detalhe e por sua vez desfrutando com humildade de seu trabalho eficiente. A imagem do Bom Pastor, assim como se qualifica a si mesmo Jesus, nos enche o coração de ternura, porque retrata esse Homem-Deus que, sabendo do sacrifício que o esperava, está disposto a cumprir seu destino com amor.

O pastor não é o "dono" do rebanho, mas o encarregado de seu cuidado, de sua alimentação e sua segurança. A figura do Bom Pastor nos mostra assim como a alma de Jesus habita sempre na humildade, na obediência, no assentimento da missão que seu Pai, nosso Pai, lhe encomendou, sem pretender para Si nada em troca e esta é a diferença que existe entre Ele e "o mercenário", o que busca pagamento, reconhecimento, um benefício.

“O Bom Pastor dá sua vida pelas ovelhas”, Jesus anuncia que entregaria sua vida, e que esse seria o preço que pagaria para nossa salvação. Ele nunca se enganou nem desfarçou o que o esperava, e esse caminhar sabendo de tudo, merece com mais força ainda o nosso reconhecimento e nosso amor, sobretudo pensando na gratuidade, na grandeza de sua entrega, porém entendendo também que essa é a condição para assemelhar-se a Ele: a entrega voluntária de si mesmo, o quebrar todo vestígio de egoísmo e egocentrismo.

Não podemos deixar de admirar com todo o coração este Deus feito homem, que continua seu ensinamento sem se alterar, sabendo que, como Deus, poderia ter feito algo, qualquer coisa, para evitar o sofrimento da Sexta-feira Santa. Mas ao contrário, nos diz: “Ninguém me tira (minha vida), mas sou Eu mesmo que a entrego. Está em minhas mãos o entregá-la e o recuperá-la”, deixando-nos uma explicação adicional “O Pai me ama porque Eu entrego minha vida para tomá-la de novo”.

Como é possível não sentir que o coração se aperta, vendo que no fim das contas, tudo gira em torno do amor que move a vontade do Pai, a aceitação do Filho, e o consolo do Espírito Santo? A entrega voluntária da vida por parte do Senhor é o único ato que poderia fazer renascer a Aliança entre Deus e o homem, já que por sí mesmo o homem jamais poderia reunir os méritos suficientes, então é Jesus quem assume o papel de Pastor, de condutor, de protetor eficaz e eficiente, e entrega sua vida por amor ao homem, movido pelo amor recíproco entre Ele e seu Pai, através do Santo Espírito.

Que maravilha de Deus o que temos!, que se move unicamente pelo sentimento mais elevado, mais sublime, e com tanta intensidade, que não duvida em tomar uma pessoa de Si Mesmo que se ofereça com humildade nada humana para conservar o rebanho. Que Pastor incomparável! Que ternura de cuidador, que faz tudo aclarando que nos conhece e que espera que nós reconheçamos sua voz!

Nessa época (em que ressalta o grotesco rosto do orgulho e da autosuficiência, em que a criatura se sente quase como "outro Deus", clonando vidas, matando criaturas no ventre destinado a abrigá-las, inclusive com pretensões de ir saltando de estrela em estrela, de “reproduzir o big bang”, etc.) há muita gente que se sente ofendida diante da simples menção do rebanho e das ovelhas, já que para eles é inadmissível verem-se como “ovelhas”... Não suportam ser comparados com esse animalzinho manso e inofensivo, que não faz outra coisa que entregar de si mesmo tudo o que tem, e que espera em troca tudo o que necessita de seu pastor.

Porém não cheguemos tão longe... Não falemos só dos não crentes, pensemos em nós mesmos, em quantas vezes que, por comodidade, por falta de vontade, de motivação, porque "não temos a obrigação de fazê-lo", ou porque "ninguém nos paga por isso", deixamos de fazer o bem: de assistir aos necessitados, de doar nosso tempo a quem necessite, de ajudar economicamente a alguém que de verdade precise, de dar um bom conselho... 

Pensemos mais no Bom Pastor, na entrega total de sua vida por amor a seu rebanho, consideremos que essa entrega é o que deve dar verdadeiro sentido e norte à nossa própria existência, porque só através da entrega de Cristo adquire valor tudo o que o homem pode conceber como bom e útil...

Compreendamos, e façamos ver aos demais, que a permanente insatisfação humana se deve a que nossa mais alta busca não pode de modo algum estar nesta vida, mas na que Cristo conquistou para nós; porque nossa natureza tem três dimensões, a física, a mental e a espiritual, e a única que transcende é a terceira, porque o corpo se desgasta e a inteligência se ressente, porém o espírito permanece.

Assumamos o duplo papel de ovelha e pastor que devemos, porém segundo a imagem do Bom Pastor e não do "mercenário", que antepõe seus interesses aos do Reino, que não pode deixar de pensar em si mesmo, que sempre quer tirar vantagem, se não econômica ao menos honorífica, em termos de "prestígio" ou "respeito".

O Evangelho de São João nos recorda hoje que o labor eclesial e apostólico não pode basearse no poder ou na figuração, mas no serviço, em uma vida interior que se reflita em obras de amor, de entrega e sacrifício. Essa vida de perfeição é o caminho para a “porta estreita” de que nos fala o Senhor. (Cfr. Mt 7,13-14 e Lc 13,22-30. LER AO FINAL DA CATEQUESE, SE HOUVER TEMPO).

Jesus, o Bom Pastor, quer que reconheçamos Sua Voz, que o sigamos, olhando seus passos e que entremos no seu redil através da única porta verdadeira que é Ele mesmo...

Mas para aprender a reconhecer essa Voz devemos escutá-la muitas vezes, devemos conhecer seus matizes, até conseguir alcançar os tons de amor em que se move. Leiamos pois, com frequência as Sagradas Escrituras, OREMOS, e vamos sempre famintos e atentos lá onde Ele mesmo torna a se dar cada dia, em sua Palavra, em seu Corpo e em seu Sangue, em sua Alma e Divinidade, na Santa Missa. Alí Ele nos espera, nos chama e nos abre as portas. Lá aprenderemos MELHOR a reconhecer a voz deste incomparável e Bom Pastor.

Rezemos uns pelos outros, para que possamos aprender a ser bons pastores, e (como nos pedia Bento XVI, no início de seu pontificado), também para que nenhum de nós fuja quando vier o lobo.

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente e fazer um instante de silêncio após cada questão – não depois de cada item, mas depois de cada questão – para permitir a reflexão dos irmãos)

a) Com respeito às pessoas que dependem de mim, sou um bom pastor, ou sou como os “mercenários”?
b) Que faço para ajudar a Jesus, a fim de que haja um só rebanho e um só Pastor? Realmente não posso fazer mais do que estou fazendo até agora?
c) Tenho sempre presente que Jesus, meu Bom Pastor, me conhece totalmente e por isso sabe o que é melhor para mim?
d) Tenho uma verdadeira amizade com Cristo? Converso habitualmente com Ele?
e) Estaria eu disposto a dar minha vida pelas pessoas com as quais nunca convivi? Se digo que sim... como a estou dando já? Se digo que não... Em que espero então parecer-me com Jesus Cristo?

 

4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.

 

5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Cânones: 754, 881, 896, 1548, 1550

754 “«Assim a Igreja é o redil, cuja única e necessária porta é Cristo. E também o rebanho, do qual o próprio Deus predisse que seria o pastor e cujas ovelhas, ainda que governadas por pastores humanos, são contudo guiadas e alimentadas sem cessar pelo próprio Cristo, Bom Pastor e Príncipe dos pastores, o qual deu a vida pelas suas ovelhas»  (Concilio Vaticano II, Const. dogm. Lumen gentium, 6: AAS 57 (1965) 8) (Cf. Jn 10,11-15)."

881 Foi só de Simão, a quem deu o nome de Pedro, que o Senhor fez a pedra da sua Igreja. Confiou-lhe as chaves desta e instituiu-o pastor de todo o rebanho. «Mas o múnus de ligar e desligar, que foi dado a Pedro, também foi dado, sem dúvida alguma, ao colégio dos Apóstolos unidos ao seu chefe». Este múnus pastoral de Pedro e dos outros apóstolos pertence aos fundamentos da Igreja e é continuado pelos bispos sob o primado do Papa.

896 O Bom Pastor há-de ser o modelo e a «forma» do múnus pastoral do bispo. Consciente das suas fraquezas, «o bispo pode mostrar-se indulgente para com os ignorantes e os transviados. Não se furte a atender os que de si dependem, rodeando-os de carinho, como a verdadeiros filhos [...]. Quanto aos fiéis, devem viver unidos ao seu bispo como a Igreja a Jesus Cristo e Jesus Cristo ao Pai» " (LG 27):

1548 No serviço eclesial do ministro ordenado, é o próprio Cristo que está presente à sua Igreja, como Cabeça do seu corpo, Pastor do seu rebanho, Sumo-Sacerdote do sacrifício redentor, mestre da verdade. É o que a Igreja exprime quando diz que o padre, em virtude do sacramento da Ordem, age in persona Christi Capitis – na pessoa de Cristo Cabeça Cf. LG 10; 28; SC 33; CD 11; PO 2, 6): «É o mesmo Sacerdote, Jesus Cristo, de quem realmente o ministro faz as vezes. Se realmente o ministro é assimilado ao Sumo-Sacerdote, em virtude da consagração sacerdotal que recebeu, goza do direito de agir pelo poder do próprio Cristo que representa 'virtute ac persona ipsius Christi'».
«Cristo é a fonte de todo o sacerdócio: pois o sacerdócio da [antiga] lei era figura d'Ele, ao passo que o sacerdote da nova lei age na pessoa d'Ele»(Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica. 3, 22, 4). 

1550 Esta presença de Cristo no seu ministro não deve ser entendida como se este estivesse premunido contra todas as fraquezas humanas, contra o afã de domínio, contra os erros, isto é, contra o pecado. A força do Espírito Santo não garante do mesmo modo todos os actos do ministro. Enquanto que nos sacramentos esta garantia é dada, de maneira que nem mesmo o pecado do ministro pode impedir o fruto da graça, há muitos outros actos em que a condição humana do ministro deixa vestígios, que nem sempre são sinal de fidelidade ao Evangelho e podem, por conseguinte, prejudicar a fecundidade apostólica da Igreja.

 

6.- Refletindo com a Grande Cruzada

CM 129  Eu sou o Bom Pastor, conheço todas as Minhas ovelhas, uma por uma e elas Me conhecem. Escutam felizes a Minha voz e Eu ouço seus balidos. Acudo de longe, como um relâmpago Me achego às Minhas ovelhas que estão em angústia. São todas Minhas as ovelhas do mundo, porém muitas delas não sabem que Eu sou tudo para elas. Chegam-se a Mim como cegas e depois voltam atrás, bebem da fonte que Eu lhes apresento, porém logo voltam sobre seus passos. Conheço Minhas ovelhas e quero dar-lhes a todas Minha vida; por todas dei a vida humana que tomei de Maria.

CA 147 Ovelhinhas, não corrais atrás do falso chamado do mau pastor; mais uma vez volto a repetir que o príncipe das trevas agirá e realizará prodígios, mas somente para chamar vossa atenção e fazer-vos esquecer de vosso trabalho de operários da messe. Não andeis em vai-vem de um lado para outro, nem andeis como jurados atrás de Meus verdadeiros eleitos; que vos baste Minha Palavra que é Sagrada.
(...)Meus filhos, apressai-vos em vos converter, vinde ao Sacramento da Penitência, ao sacramento do amor Redentor; vinde agora, hoje é o dia para perdoar-vos. Estou ansioso por deixar-vos limpos. Digo-vos solenemente que está a ponto de levantar-se a ponte entre o Céu e a terra; é por isso que vos peço, Meus pequenos, que a atravesseis depressa para que não permaneçais na matéria, mas sejais Minhas almas que venham para a eternidade.

 

7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado.

 

8.- Virtude do mês:
Durante este mês, praticaremos a virtude da Justiça (Catecismo da Igreja Católica: 376 – 909 – 1807 - 1834)

Esta semana veremos o cânon 376, que diz textualmente o seguinte:

376 Todas as dimensões da vida do homem eram fortalecidas pela irradiação desta graça. Enquanto permanecesse na intimidade divina, o homem não devia nem morrer (248), nem sofrer (249). A harmonia interior da pessoa humana, a harmonia entre o homem e a mulher (250), enfim, a harmonia entre o primeiro casal e toda a criação, constituía o estado dito «de justiça original».

E a Grande Cruzada nos diz a respeito:

CA 32 Cegos pelo deslumbramento desse poder imenso de que se arrogam, agem tiranicamente a subjugar o indefeso e o inocente, cometendo toda a espécie de crueldade e de injustiça; sem pensar que, para realizar impunemente tudo isso, era preciso que Deus não existisse e que fossem eles os onipotentes e imortais.
Mas existindo a Divindade e sendo eles mortais, Deus na Sua justiça deve castigar este horrível pecado que se assemelha, pelo seu orgulho, àquele que cometeram os anjos rebeldes, que eram inteiramente luz e agora são trevas.

 

9.- Propósitos semanais:

Com o Evangelho:
Devo esforçar-me para confiar cegamente em Jesus, meu Pastor, meu Rei e meu único guia. Devo entregar-lhe TUDO!

Com a virtude do mês:
Procurarei não agir nunca mais com preconceitos. Olharei sempre para meus irmãos com o rosto amado de Jesus, que só merece amor, compreensão e paz.

 

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