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Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

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Solenidade da Ascensão do Senhor PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   
24 de maio de 2009

Semana de 24 a 30 de maio de 2009
“Ninguém subiu ao céu, senão aquele que desceu do céu, o Filho do Homem”

1.- A Palavra de Deus:
1ª Leitura: At 1,1-11: “Jesus foi levado ao céu à vista deles.”
Salmo: 46,2-3.6-7.8-9: “Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta”
2ª Leitura: Ef 1,17-23: “Fez sentar-se à sua direita nos céus”
Evangelho: Mc 16,15-20: “Jesus foi levado ao céu, e sentou-se à direita de Deus”

Proclamação do Santo Evangelho segundo São Marcos (Mc 16,15-20)
Naquele tempo, Jesus se manifestou aos onze discípulos, e disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”.
Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi levado ao céu, e sentou-se à direita de Deus.
Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio dos sinais que a acompanhavam.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
 

2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

A Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo aos céus, que a Igreja festeja este domingo, marca o fim de Sua missão aqui na terra.

Ele viveu fazendo o bem por onde passava. Padeceu terrivelmente por nossa causa. Morreu para nos salvar. Foi sepultado, ressuscitou e se apresentou a seus discípulos em várias ocasiões, para confirmá-los na fé. Agora lhe cabe retornar ao Céu, cheio da glória que teve desde antes da criação.

Assim Ele mesmo havia predito em sua “oração sacerdotal”, depois da Última Ceia, segundo nos relata o Evangelho de São João: “Agora, pois, Pai, glorifica-me junto de ti, concedendo-me a glória que tive junto de ti, antes que o mundo fosse criado” (Jo 17,5).

Esta é a Glória à qual a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, isto é, Deus mesmo, renunciou temporalmente por amor, para nos salvar, e não porque tenha deixado sua natureza divina enquanto assumia a humana, mas porque durante esse tempo não foi glorificado (segundo se depreende da leitura deste versículo).

O caso é que este acontecimento, a Ascensão do Senhor, algo tão importante para a vida da Igreja e de cada um de nós, os católicos, dá-nos (como se ainda faltasse um pouco mais) outra prova da absoluta veracidade das palavras de Jesus quando falava do céu, da vida além desta vida, de seu trono à direita do Pai, e da salvação que Ele mesmo tinha vindo trazer ao mundo.

Esse dia Jesus subiu ao céu, onde habita hoje como o Rei dos Reis, em cuja mão mano se encontra a potestade de julgar os vivos e os mortos, como diz o Credo que rezamos todo domingo na Santa Missa, depois de ouvir a pregação.

Embora talvez não seja necessário esclarecer (pelo menos para a maioria de nossos irmãos), no entanto é bom dizer que, embora o Reino dos Céus, ou seja, “O Céu”, ao qual Jesus subiu, não corresponda a um espaço físico concreto dentro de nossa atmosfera terrena, tampouco seria só e simplesmente “um estado da alma”, como muitos afirmam...

Isto é: sim, é um estado da alma, mas aparentemente é também um espaço físico, pois Jesus se refere a ele como tal, como podemos ver em João 14,1-4 (onde fala das muitas moradas) e entender a partir da leitura de muitas outras passagens do Evangelho, como a que nos cabe refletir hoje.

É muito difícil para nós, seres limitados, procurar entender o que é o Céu e o que ali aguarda os bem-aventurados, mas devemos compreender que, se desde a antiguidade ele foi simbolizado ou comparado com o espaço sideral, a abóbada celeste, o firmamento, e se Nosso Senhor mesmo quis ser visto “subindo”, “ascendendo”, é porque esse destino é o melhor do melhor a que qualquer mortal poderia aspirar.

Como afirma Lucrecia Rego, em seu breve escrito “¿Qué es el cielo?” (“O que é o Céu?”): 

“O Céu é felicidade que ultrapassa nossos desejos, atividade sem cansaço, descanso sem tédio, conhecimento sem véus, grandeza sem excesso, amor sem afã de posse, perdão sem memória, gratidão sem dependência, amizade sem ciúmes, companhia sem incômodos. No Céu, Deus nos concederá muito mais do que podemos pedir ou imaginar e ainda aquilo que não nos atrevemos a pedir.
Você realmente pode imaginar o Céu como quiser: imagine o lugar mais lindo que já tiver visto, encha-o de tudo o que lhe agrada e tire tudo o que o desagrada; depois, coloque nele tudo o que de bom puder, acompanhado de gente extraordinariamente boa e simpática, fazendo aquilo que mais gosta. Quando tiver terminado de visualizar assim o Céu, pode estar certo de que essa imagem é nada diante do que realmente será.”

Definitivamente, O MELHOR; e é essa realidade que nos alenta a esperança de chegar ali algum dia, para passar a Vida Eterna, aquela que nos é “confirmada” e que festejamos agora com a Solenidade da Ascensão do Senhor.

Mas vamos ao Evangelho e pensemos: podemos imaginar hoje o estado de ânimo dos apóstolos naquele dia, que apenas receberam do Mestre o encargo de ir proclamar o Evangelho ao mundo inteiro, e se dão conta de que, a partir de agora, Jesus já não estará mais, fisicamente, entre eles.

Acostumados como estavam a tê-lo a seu lado, disponível para oferecer-lhes uma orientação, um ensinamento, um guia oportuno, ou simplesmente um sorriso de alento... apenas superada a profunda dor de ver a espantosa morte de seu Mestre, ao vê-lo Ressuscitado, de repente se encontram na montanha novamente sozinhos. Jesus estava subindo aos céus, e eles tinham que começar a evangelizar “sozinhos”.

É mais ou menos o que nos acontece hoje: igual a eles, sabemos que o Senhor está ao nosso lado, porque Ele prometeu estar conosco “todos os dias até o fim do mundo” (Mt 28,20). Sabemos também que Ele está presente na Eucaristia, e que podemos estar junto dEle de verdade todos os dias... No entanto, como é difícil mantermos a consciência dessa presença viva nos momentos de tentação, de cansaço, de incerteza ou decepção! Quanto nos custa permanecer em Cristo “na alegria e na tristeza”!

É bom colocar-se uns instantes no lugar daqueles apóstolos, que, assim como nós, estavam muito conscientes de suas fraquezas, de seu pouco domínio da língua (os galileus eram reconhecidos no povo hebreu pela pobreza de sua linguagem), da escassez de meios, eram quase todos pescadores agora desempregados, e para completar, com mais de três anos de recesso em suas atividades laborais; da perseguição da qual seriam objeto, da dificuldade das viagens naquela época, e de uma infinidade de perguntas que terão enchido suas mentes, enquanto contemplavam aturdidos como o Senhor ia sumindo no infinito do céu, diminuindo de tamanho até virar um pontinho e logo desaparecer por completo.

Não lhes restava outra coisa que refugiar-se na oração, encerrar-se meditando e recordando uns aos outros, tudo o que haviam vivido e escutado Jesus dizer durante três anos, até que viesse o Espírito Santo, que lhes abriria as mentes e incendiaria seus corações com o fogo do amor embriagante, o que demonstraram a partir de Pentecostes.

É sempre muito bonito – além de ser muito útil e ilustrativo, claro – reconstruir a cena, imaginar a situação e a cada uma das pessoas que nela intervieram, mas existe algo muito importante a reconhecer, que é: a missão que os apóstolos receberam naquele dia, é a mesmo que hoje é dada a cada um com o batismo; e o encerrar-se em oração, em meditação, o crescimento e fortalecimento que eles viveram, é para nós a nossa proximidade com a Igreja, seja através de nossa Paróquia, ou, em nosso caso, através de nosso Apostolado.

Aqui poderemos ir recebendo a evangelização e a catequese suficiente que nos ensine a viver segundo Cristo, que nos disponha a aplicar o Evangelho em nossas vidas, com o fim de realizar uma verdadeira aproximação de Deus, convertendo-nos a cada dia um pouquinho mais em reflexos de Jesus, por meio de nosso testemunho de vida e o serviço a nossos irmãos.

Como é importante – no entanto – compreender que a verdadeira Força do Espírito Santo, que nos chega por meio da graça, torna-se possível somente na união íntima com Deus, união que se obtém através dos Sacramentos, da Confissão e da Comunhão, da oração pessoal e não somente da oração comunitária!

Quão necessário é recordar que a relação com Deus é personalíssima, e se fortalece de modo especial nos momentos de intimidade com Ele!

No dia de sua Ascensão, Jesus nos mandou – assim como aos Seus Apóstolos daquele tempo – “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!”, e isto não significa necessariamente ter que parar em uma praça para “gritar em alta voz” os livros do Evangelho, embora este não deixe de ser também um bom método, especialmente frutífero para nossos irmãos separados, pelo menos antes que ocupassem tanto espaço na TV...

Mas a proclamação do Evangelho que realmente convence, é realizada especialmente no fato de viver na presença de Cristo de modo permanente. Esse é o “permanecer em Cristo” de que nos era falado no Evangelho dos dois domingos anteriores (que nos instruíam sobre a Videira e os sarmentos, e sobre o mandamento do amor).

Proclamar o Evangelho é mostrar tudo o que Jesus fez e continua fazendo em minha vida: como Ele a mudou e vai mudando dia após dia, como sua paz se mantém em meu coração e em minha família, como as promessas e prazeres do mundo deixaram de ser meu objetivo, já não são mais os donos de meu ser, porque agora vivo por e para os outros, através de Cristo...

Na passagem do Evangelho que lemos hoje, Jesus destaca uma série de sinais que acompanharão os que verdadeiramente crerem, e que aplicadas à vida de hoje, poderíamos apresentar da seguinte maneira:

Se verdadeiramente creio e me converto, então conseguirei expulsar os demônios que antes eram os que dirigiam meus propósitos e minhas relações afetivas; minha língua se renovará e minhas palavras serão a partir de então construtoras de paz, de amor e harmonia; se chegar a me morder a serpente da discórdia ou da traição, meu coração transbordará de misericórdia e entendimento; se a fraqueza ou o fechamento de meus irmãos me fizerem beber veneno, já não me fará mal, mas me dará maiores forças para compreendê-los e amá-los, apesar de suas injustiças; e assim por diante; quando minhas mãos se apossarem ou se estenderem para outra pessoa, será para ajudá-la, para consolá-la, curar suas feridas e abraçá-la em sua dor.

Não é que a real expulsão de demônios ou os verdadeiros milagres (aqueles prodígios que ultrapassam a ordem natural para entrar no âmbito do extraordinário) tenham deixado de acontecer, mas simplesmente que são mais escassos, e se evidenciam somente por excepcional decisão de Deus, enquanto que destes “pequenos milagres”, Deus me faz partícipe, se eu quiser e permitir.

De fato, podem-se contar por milhares os testemunhos das pessoas, homens e mulheres, que nestes 2 mil anos experimentaram aqueles efeitos de profunda transformação (aqueles milagres cotidianos a que nos referimos) em suas vidas, a partir do momento em que tomaram a decisão de proclamar o Evangelho com seu exemplo e seu testemunho, isto é, quando se decidiram a seguir Jesus Cristo, mas a sério.

Lamentavelmente, também pode se contar, e por dezenas de milhões, os casos daqueles que ficaram no meio do caminho, os que pegaram o arado e depois olharam para trás, os que, no dizer de Jesus, adoravam a Deus com os lábios, mas não com o coração; os que diziam amar a Deus, mas não amavam de verdade aos seus irmãos, os que enfim ficaram encerrados no “eu”, revolvendo-se em suas próprias misérias...

Nos últimos instantes em que Jesus estava com seu corpo glorioso, com sua humanidade ressuscitada, nesta terra, antes de retornar à Glória infinita com o Pai e o Espírito Santo, Ele nos encomendou uma missão. Através de seus Apóstolos, Jesus nos pediu que crêssemos de verdade para operar esses milagres, e desse modo ajudar os outros a crerem. Peçamos ao Espírito Santo que nos ajude a poder fazer isso, e preparemo-nos para recebê-lo de modo especial neste Pentecostes que se avizinha.

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente e fazer um instante de silêncio após cada questão – não depois de cada item, mas depois de cada questão – para permitir a reflexão dos irmãos)

a) Se tenho a promessa de Jesus, de poder expulsar demônios em Seu Nome, o que ou quanto faço para expulsar “meus próprios demônios”? Eu os mantenho no cabresto ou são eles que me mantêm no laço?
b) Quando falo com os outros, falo uma língua nova, renovada em Cristo, limpa, sem grosserias nem mentiras, sem maledicências, com amor e com verdade?
c) Curar os doentes; faço alguma coisa pessoalmente por algum doente? Como faço isso? Ajudo a algum necessitado?
d) Entendo que o principal “prodígio” que acompanhará minha pregação será o de refletir Jesus em minha maneira de ser e de viver?
e) “Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado”, diz a palavra do Senhor. Eu fui batizado, mas... o quanto creio em Deus? Será o suficiente para me motivar a revisar todos e cada um dos aspectos de minha vida, à Luz do Evangelho...?

 

4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.

 

5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Cânones: 668, 669, 664, 849, 850, 851

668 “Cristo morreu e reviveu para ser o Senhor dos mortos e dos vivos” (Rm 14,9). A Ascensão de Cristo ao Céu significa sua participação, em sua humanidade, no poder e na autoridade do próprio Deus. Jesus Cristo é Senhor: possui todo poder nos céus e na terra. Está  “acima de toda autoridade, poder, potentado e soberania”, pois o Pai “tudo submeteu a seus pés (Ef 1,20-22). Cristo é o Senhor do cosmo e da história. Nele, a história do homem e mesmo toda a criação encontram sua “recapitulação” sua consumação transcendente.

669 Como Senhor, Cristo é também a cabeça da Igreja, que é seu Corpo. Elevado ao céu e glorificado, tendo assim cumprido plenamente sua missão, Ele permanece na terra em sua Igreja. A redenção é a fonte da autoridade que Cristo, em Virtude do Espírito Santo, exerce sobre a Igreja”. O Reino de Cristo já  está  misteriosamente presente na Igreja” (LG 3) germe e início deste Reino na terra (LG 5).

664 O sentar-se à direita do Pai significa a inauguração do Reino do Messias, realização da visão do profeta Daniel no tocante ao Filho do Homem: “A Ele foram outorgados o império, a honra e o reino, e todos os povos, nações e línguas o serviram. Seu império é um império eterno que jamais passará, e seu reino jamais será destruído” (Dn 7,14). A partir desse momento, os apóstolos se tomaram as testemunhas do “Reino que não terá  fim”. (Símbolo Niceno-Constantinopolitano).

849 O mandato missionário. “Enviada por Deus às nações para ser 'o sacramento universal da salvação', a Igreja, em virtude das exigências intimas de sua própria catolicidade e obedecendo à ordem de seu fundador, esforça-se para anunciar o Evangelho a todos os homens. “Ide, portanto, e fazei que todos os povos se tomem discípulos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28,19-20).

850 A origem e o escopo da missão. O mandato missionário Senhor tem sua fonte última no amor eterno da Santíssima Trindade: “A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária. Pois ela se origina da missão do Filho e da missão do Espírito Santo, segundo o desígnio de Deus Pai”. E o fim último da missão não é outro senão fazer os homens participarem da comunhão que existe entre o Pai e o Filho em seu Espírito de amor. (Cf. João Paulo II, Redemptoris Missio 23).

851 O motivo da missão. É do amor de Deus por todos os homens que a Igreja sempre tirou a obrigação e a força de seu clã missionário: “Pois o amor de Cristo nos impele...” (2Cor 5,14). Com efeito, “Deus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,4). Deus quer a salvação de todos pelo conhecimento da verdade. A salvação está  na verdade. Os que obedecem à moção do Espírito de verdade já estão no caminho da salvação; mas a Igreja, a quem esta verdade foi confiada, deve ir ao encontro de seu anseio, levando-lhes a mesma verdade. Ela tem de ser missionária porque crê no projeto universal de salvação..

 

6.- Refletindo com a Grande Cruzada

CM 108 Filhinhos Meus, olhai amorosamente para Aquele Filho que vos dei, admirai Sua bondade e sereis felizes. Quando Ele ascendeu entre uma multidão de espíritos bem-aventurados, Eu o admirei extasiada, fora de Mim; desde então estava certa de que voltaria para Me buscar em alma e corpo. Esperei e logo veio, glorioso, transportar-me cá para cima, onde vive cheio de Glória.
Também vós vireis, também vós ascendereis se seguis Seu Caminho, Sua Verdade e Sua Vida. Sim, filhinhos, desde agora vos beijo a fronte em sinal da futura recepção. Eu espero que todos venhais para cá, junto do Meu Jesus.

 

7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha, o Apostolado, ou para a Igreja em geral.

 

8.- Virtude do mês:
Durante este mês, praticaremos a virtude da Justiça (Catecismo da Igreja Católica: 376 – 909 – 1807 - 1834)

Esta semana veremos o cânon 1834, que diz textualmente o seguinte:

1834 As virtudes humanas são disposições estáveis da inteligência e da vontade que, regulam nossos atos, ordenando nossas paixões e guiando-nos segundo a razão e a fé. Podem ser agrupadas em torno de quatro virtudes cardeais: a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança.

E a Grande Cruzada nos diz a respeito:

CA 27 Ainda que todos os corações se endurecessem, sempre Eu continuaria igualmente doce com as Minhas criaturas. Ninguém pode Me levar à cólera, pois sou a paz em essência; somente através dos efeitos queridos pela Minha justiça é que podeis pensar que Eu Me encolerizo.
Diz-me, se Eu pudesse indignar-Me, que seria do mundo agora? Não obstante, continuam ainda as doutrinas que quis para a humanidade quando estava em sua infância. Mas, então, os homens devem permanecer sempre crianças? Não, devem crescer e compreender.   

 

9.- Propósitos semanais:

Com o Evangelho:
Esforçar-me-ei para melhorar o trato com os outros, especialmente com minha família e minha comunidade, procurando “expulsar demônios”, “curar feridas” e “falar na língua do amor”. PREPARAR-ME-EI PARA O PENTECOSTES.

Com a virtude do mês:
O Senhor é doce e misericordioso comigo, por isso não devo tentar Sua justiça sendo injusta (o), severa (o) ou inflexível com os outros.

 

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