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Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

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Devoções

Sagrados CoraçõesPratique a Devoção aos Corações de Jesus e de Maria, fazendo a Comunhão Reparadora das Primeiras Sextas-feiras e dos Primeiros Sábados de cada mês.
Principal
Novena de Natal PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   
15 de dezembro de 2008

A novena se inicia no dia 16 de dezembro!

Instruções:
1.    Rezar a oração incial
2.    Rezar a oração da família
3.    Rezar a oração à Santíssima Virgem
4.    Rezar a oração a São José
5.    Ler o dia correspondente
6.    Rezar a oração ao Menino Jesus
7.    Cantar o Hino

 1.- Oração inicial
 Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio;  nós Vos damos graças por tão soberano benefício. Em troca, oferecemo-Vos, Senhor, o esforço sincero para fazer deste mundo vosso e nosso, um mundo mais justo, mais fiel ao grande mandamento de nos amarmos como irmãos. Concedei-nos, Senhor, vossa ajuda para que isso possamos realizar. Pedimo-vos que este Natal, festa de paz e alegria, seja para nossa comunidade um estímulo, a fim de que, vivendo como irmãos, busquemos mais e mais os caminhos da verdade, da justiça, amor e paz. Amém.
 Pai Nosso

2.- Oração da família
Senhor, fazei de nosso lar um lugar de amor
Que não haja injúrias, porque Vós nos dais compreensão
Que não haja amarguras, porque Vós nos bendizeis
Que não haja egoísmo, porque Vós nos amais
Que não haja rancor, porque Vós nos perdoais
Que não haja desespero, porque Vós estais conosco
Que saibamos ir até Vós em nossa vida diária
Senhor, dai-nos vossa mão para que saibamos
Conservar a paz em nossa família
Dai-nos vossa serenidade no momento em que for difícil de confiar em Vós
Dai-nos vosso amor para sabermos compreender e perdoar
Dai-nos vossa generosidade para servir os que nos rodeiam
E partilham nosso pão
Que em cada manhã amanheça mais um dia de entrega e sacrifício
Que cada noite nos encontre unidos e em paz
Senhor, nós vos pedimos que acompanheis as famílias que perderam a unidade, os lares que carecem de pão, os esposos que já não sonham, os filhos que se sentem sós e vivem desorientados.
Senhor, fazei que também eles acudam a Vós e encontrem a luz e a esperança
Confiamos esta súplica ao Coração Materno de Maria
Que Ela, Mãe e Rainha da família, interceda por nós e nos alcance Tua paz. Amém.
 
3.- Oração à Santíssima Virgem
Soberana Maria, nós Vos pedimos por todas as famílias de nosso país; fazei que cada lar de nossa pátria e do mundo seja fonte de compreensão, de ternura, de verdadeira vida familiar. Que estas festas de Natal, que nos reúnem ao redor do presépio onde nasceu Vosso Filho, nos unam também no amor, nos façam esquecer as ofensas e nos dêem simplicidade para reconhecer os erros que cometemos.
 Mãe de Deus e nossa Mãe, intercedei por nós. Amém.
 
4.- Oração a São José
Santíssimo São José, esposo de Maria e pai adotivo do Senhor, vós fostes escolhido para fazer as vezes de pai no lar em Nazaré. Ajudai os pais de família; que eles sejam sempre em seu lar a imagem do Pai celeste, seguindo vosso exemplo; que compram cabalmente a grande responsabilidade de educar e formar seus filhos, entregando-lhes, com esforço contínuo, o melhor de si mesmos. Ajudai os filhos a entender e apreciar o abnegado esforço de seus pais. São José, modelo de esposo e pai, intercedei por nós. Amém.
Pai Nosso
 
5.- Ler a meditação correspondente ao dia
(ver mais abaixo)
 
6.- Oração ao Menino Jesus
Senhor, o Natal é a recordação de vosso nascimento entre nós, é a presença de vosso amor em nossa família e em nossa sociedade. Natal é a certeza de que o Deus do céu e da terra é nosso Pai, que vós, Divino Menino, sois nosso irmão.
Que esta reunião junto ao vosso presépio nos aumente a fé em vossa bondade, nos comprometa a viver verdadeiramente como irmãos, nos dê coragem para matar o ódio e semear a justiça e a paz. Ó Divino Menino, ensinai-nos a compreender que onde há amor e justiça, ali estais vós e ali também é Natal. Amém.
Glória ao Pai...
 
7.- Hino (origem espanhola)
(versão em português do site AD HOMINES)
Meu doce Jesus / criança adorada /
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.
Sabedoria suma / do Deus soberano
que como criança / pequeno vos fez.
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.
Ó Deus menino / vinde ensinar-nos
a prudência que faz / a marca dos sábios.
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.
Sagrada raiz / de Jessé a Flor
abençoai o orbe / de agradável odor.
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.
Doce criança / que fostes chamada
Lírio dos vales / Bela Flor dos campos.
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.
Luz do Oriente / de raios eternos
que entre as trevas / nos mostra esplendor.  
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.
Rei das nações / Ó Emanuel
és o desejado / pastor do rebanho.
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.
Apascenta, criança / com suave cajado
a ovelha arisca / e o cordeiro manso.
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.
Vem que Maria / recebe em seus braços
seu filho que nasce / O tempo chegou.
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.
Vem que José / com desejo sacro
arruma o sacrário / do teu amor.  
Vinde em nossas almas / vinde sem tardar.

 
16 de dezembro – 1° dia
Meditação do dia

Vamos reafirmar nossos valores, de modo que o Natal seja o que deve ser: uma festa dedicada à RECONCILIAÇÃO. Dedicada ao perdão generoso e compreensivo que aprenderemos de um Deus compassivo.
Com o perdão do Espírito Santo podemos nos reconciliar com Deus e com os irmãos e andar numa vida nova. É a boa nova que São Paulo exclamou em suas cartas, tal como lemos em sua epístola aos Romanos 5, 1 – 11. Viver o Natal é cancelar os agravos se alguém nos ofendeu, e é pedir perdão se maltratamos os outros.
Assim, do perdão nasce a harmonia e construímos essa paz que os anjos anunciam em Belém: paz na terra dos homens que amam o Senhor e se amam entre si. Os seres humanos podemos nos ferir com o ódio ou podemos ser felizes em um amor que reconcilia. E essa boa missão é para cada um de nós: ser agentes de reconciliação e não de discórdia, ser instrumentos da paz e semeadores de irmandade.
 
17 de dezembro – 2° dia
 Meditação do dia

Segundo dia dedicado à COMPREENSÃO. Compreensão é uma característica distintiva de todo amor verdadeiro.
Podemos dizer que a encarnação de um Deus que se faz homem pode ser lida em função desse grande valor chamado compreensão. É um Deus que se põe em nosso lugar, que rompe as distâncias e compartilha de nossas preocupações e nossas alegrias. É graças a esse amor compreensivo de um Deus Pai que somos filhos de Deus e irmãos entre nós. Deus, como afirma São João, nos mostra a grandeza de seu amor e nos chama a viver como seus filhos. Ler a Primeira Carta de São João 3, 1 – 10. Se verdadeiramente agimos como filhos de Deus não imitamos Caim mas “damos a vida pelos irmãos” (3, 16).
Com um amor compreensivo, somos capazes de ver as razões dos outros e ser tolerantes com suas falhas.
Se o NATAL nos torna compreensivos, é um excelente Natal.
Feliz Natal é aprendermos a nos colocar no lugar dos outros.

 
18 de dezembro – 3° dia
Meditação do dia
Terceiro dia, dedicado ao RESPEITO.
Uma qualidade do amor que nos move a aceitar os outros como são.
Graças ao respeito, valorizamos a grande dignidade de toda pessoa humana, feita imagem e semelhança de Deus, ainda que essa pessoa esteja em erro.
O respeito é fonte de harmonia porque nos anima a valorizar as diferenças, como faz um pintor com as cores ou um músico com as notas ou ritmos.
Um amor respeitoso nos impede de julgar os outros, de manipulá-los ou de querermos moldá-los do nosso tamanho.
Sempre que penso no respeito, vejo Jesus conversando amavelmente com a mulher samaritana, assim como narra São João no capítulo quatro de seu Evangelho.
É um diálogo sem repreensões, sem condenações e no qual brilha a luz de uma delicada tolerância.
Jesus não aprova que a mulher não viva com seu marido, mas em lugar de julgá-la a felicita por sua sinceridade. Age como bom pastor e nos ensina a ser respeitosos se verdadeiramente queremos nos entender com os demais.
 
 
19 de dezembro – 4° dia
Meditação do dia

O quarto dia é dedicado à SINCERIDADE.
Uma qualidade sem a qual o amor não pode subsistir, já que não há amor onde há mentira. Amar é andar na verdade, sem máscaras, sem o peso da hipocrisia e com a força da integridade.
Somente na verdade somos livres, como anunciou Jesus: João 8, 32. Somente sobre a rocha firme da verdade pode sustentar-se uma relação nas crises e nos problemas.
Com a sinceridade ganhamos a confiança e com a confiança chegamos ao entendimento e à unidade.
O amor nos ensina a não agir como os egoístas e os soberbos que crêem que sua verdade é a verdade.
Se o Natal nos aproxima da verdade, é um bom Natal: é uma festa em que acolhemos Jesus como luz verdadeira que vem a este mundo: João 1,9. Luz verdadeira que nos afasta das trevas e nos move a aceitar a Deus como caminho, verdade e vida. Oxalá nosso amor esteja sempre iluminado pela verdade, de modo que esteja também favorecido pela confiança.
 
 
20 de dezembro – 5° dia
Meditação do dia

Quinto dia, dedicado ao DIÁLOGO.
Toda a Bíblia é um diálogo amoroso e salvífico de Deus com os homens. Um diálogo que tem seu ápice e plenitude quando a Palavra de Deus, que é Seu Filho, se faz carne, se faz homem, tal como narra São João no primeiro capítulo de seu Evangelho.
De Deus, apoiado na sinceridade, afiançado no respeito e enriquecido pela compreensão, é do que precisamos em todas os nossos relacionamentos.
Um diálogo em que diariamente “nos revistamos de misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência”. Colosenses 3, 12.
O diálogo sereno que brota de um sincero amor e de uma alma em paz é o melhor bônus que podemos nos dar em dezembro. Assim evitamos que nossas cassas sejam lugares vazios de afeto em que andamos dispersos como estranhos sob o mesmo teto.
Deus nos concede a todos o dom de nos comunicarmos sem ofensas, sem críticas, sem prepotência, e sim com o apreço que gera a acolhida e aceitação mútua.
 
21 de dezembro – 6° dia
Meditação do dia

Sexto dia, valorização da SIMPLICIDADE.
Simplicidade que é a virtude das grandes almas e das pessoas nobres.
Simplicidade que foi como o adorno de Maria de Nazaré tal como ela mesma proclama em seu canto Magnificat.
“Meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humilhação de sua serva.” Lucas 1, 47 – 48
Natal é uma boa época para desterrar o orgulho tomar consciência de tantos males que acarretam a soberba. Nenhuma virtude nos aproxima tanto dos outros como a simplicidade e nenhum defeito nos afasta tanto como a arrogância.
O amor reina somente nos corações humildes, capazes de reconhecer suas limitações e de perdoar sua altivez.
É graças à humildade que agimos com delicadeza, sem nos julgarmos mais do que os outros, imitando a simplicidade de um Deus que “se despojou de si mesmo e tomou a condição de servo” Filipenses 2, 6 – 11.
Crescer em simplicidade é um presente estupendo para nossos relacionamentos.
Recordemos que na pequenez está a verdadeira grandeza e que o orgulho acaba com o amor.

 
22 de dezembro – 7° dia
Meditação do dia

Sétimo dia: para crescer em GENEROSIDADE.
É a capacidade de dar com desapego, onde o amor ganha do egoísmo.
É na entrega generosa de nós mesmos que se mostra a profundidade de um amor que não fica somente nas palavras.
E é isso o que celebramos no Natal: o gesto sem par de um Deus que se dá a si mesmo. Destaca São Paulo: “quisera pôr em prova a sinceridade de vossa caridade. Vós conheceis a bondade de nosso Senhor Jesus Cristo. Sendo rico, se fez pobre por vós, a fim de vos enriquecer por sua pobreza”.
É uma passagem bíblica em que o apóstolo convida os coríntios a compartilhar seus bens com os necessitados. 2Cor 8, 7 – 15.
Sabemos amar quando sabemos compartilhar, sabemos amar quando damos o melhor de nós mesmos em lugar de dar apenas coisas.
Tomemos pois, a melhor decisão: dar carinho, afeto, ternura e perdão; dar tempo e dar alegria e esperança.
São os bônus que valem mais e que não custam dinheiro.
Demos amor, como dizia São João da Cruz: onde não há amor, põe amor, e tirarás amor.
 
 
23 de dezembro – 8° dia
Meditação do dia

Oitavo dia: para fortalecer a .
Uma fé é firme quando nasce uma relação de amizade com o Senhor.
Uma fé é autêntica se está confirmada com as boas obras, de modo que a religião não seja somente de orações, ritos e tradições.
Precisamos cultivar a fé com a Bíblia, a oração e a prática religiosa porque a fé é nosso melhor apoio na crise.
Precisamos de uma grande fé em nós mesmos, em Deus e nos outros. Uma fé sem inconstância, como queria Jesus: Marcos 11, 23.
Uma fé que ilumina o amor com  a força da confiança, já que “o amor tudo crê”. 1Cor 13, 7.
A FÉ é a força da vida e sem ela andamos à deriva. Razão tinha Públio Siro ao dizer: aquele que perdeu a fé, já não tem mais nada a perder.
Como é bom cuidar de nossa fé como se cuida de um tesouro!
Como é bom que possam nos saudar como à Virgem: “Feliz és tu que creste”. Lc 1, 45.
 
24 de dezembro – 9° dia
Meditação do dia

Nono dia, para avivar a ESPERANÇA e o AMOR.
O amor e a esperança sempre vão de mãos juntas com a fé. Por isso em seu hino ao amor nos mostra São Paulo que o amor crê sem limites e espera sem limites. 1Cor 13, 7.
Uma fé viva, um amor sem limites e uma esperança firme são o incenso, outro e a mirra que nos dão ânimo para viver e coragem para não desaminar.
É graças ao amor que sonhamos com altos ideais e é graças à esperança que os alcançamos.
O amor e a esperança são as asas que nos elevam à grandeza, apesar dos obstáculos e dissabores.
Se amamos a Deus, amamos a nós mesmos e amamos aos outros, podemos conseguir o que sugere São Pedro em sua primeira carta: “estai sempre dispostos a dar a razão de vossa esperança. Com doçura, respeito e de boa consciência”. 3, 15 – 16.
Se acendemos a chama da esperança e o fogo do amor, sua luz radiante brilhará no novo ano, depois que se apagarem as luzes do Natal.

Última Atualização ( 15 de dezembro de 2010 )
 
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