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Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

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Devoções

Sagrados CoraçõesPratique a Devoção aos Corações de Jesus e de Maria, fazendo a Comunhão Reparadora das Primeiras Sextas-feiras e dos Primeiros Sábados de cada mês.
Solenidade de Cristo Rei PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   
23 de novembro de 2008

Semana de 23 a 29 de novembro
“Voltará o Senhor, Rei do universo, e ‘separará uns dos outros’.”

1. A Palavra de Deus:
1ª Leitura: Ez 34,11s.15-17: “Quanto a vós, minhas ovelhas, eu farei justiça entre uma e outra”
Salmo: 22,1-2a.2b-3.5s.: “O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma”
2ª Leitura: 1Cor 15,20-26a.28: “Devolverá o Reino a DeusPai para que Deus seja tudo em todos”
Evangelho: Mt 25,31-46: “Então se assentará em seu trono glorioso e separará uns dos outros”

1.- Leitura do Evangelho segundo Mateus (Mt 25,31-46)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 31Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. 32Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. 33Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. 34Então o Rei dirá aos que estão à direita: - Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, 35porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; 36nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim. 37Perguntar-lhe-ão os justos: - Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? 38Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos? 39Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar? 40Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes. 41Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: - Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos. 42Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; 43era peregrino e não me acolhestes; nu e não me vestistes; enfermo e na prisão e não me visitastes. 44Também estes lhe perguntarão: - Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, peregrino, nu, enfermo, ou na prisão e não te socorremos? 45E ele responderá: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer. 46E estes irão para o castigo eterno, e os justos, para a vida eterna.

- Palavra da Salvação!
- Glória a Vós, Senhor!


2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

2.1. Um pouco de história sobre a festa de Cristo Rei do Universo:

A festa de Cristo Rei foi instituída no mês de dezembro de 1925, pelo Papa PioX, cujo pontificado transcorreu entre 1922 e 1939. Foi estabelecido, primeiramente, que seria celebrada no domingo anterior à Solenidade de Todos os Santos e assim foi até 1970.

O estabelecimento desta festa em 1925 não quer dizer que a Igreja tivesse esperado vinte séculos para reconhecer e celebrar o senhorio e o reinado universal de Cristo, porque de fato, as festas da Epifania, Páscoa e Ascensão, também são festas de Cristo Rei.

Se o Papa Pio XI decidiu estabelecer uma festa específica foi (como ele mesmo explicou) com uma finalidade de “pedagogia espiritual”:  Diante do avanço que já se via do ateismo e da secularização da sociedade, considerou oportuno  destacar a autoridade soberana de Cristo, acima de todos os homens de todas as instituições e de todas as nações.

Talvez o desejo mais ardente de Pio XI era promover uma paz duradoura entre os estados, buscando que o Senhor Jesus voltasse a ser o centro e o fundamento das sociedades ocidentais, que já haviam iniciado um forte processo de descristianização.  É importante ter em conta que seu pontificado transcorreu no período entre as duas “Grandes Guerras”.  De fato, ele assumiu em circunstâncias em que a humanidade se encontrava fortemente desgarrada pela “Primeira Guerra Mundial” que durou de 1914 a 1918.

“A Paz de Cristo no Reino de Cristo”  foi um dos lemas que melhor expressavam a base do programa do seu pontificado, convidando todos os filhos da Igreja a contribuir, cada qual no seu âmbito particular de atividade, na construção de uma ordem social cristã.

Foi este desejo profundo que o levou a instituir a Festa de Jesus Cristo Rei, através de sua encíclica “Quas primas”, que começa com as seguintes palavras:  “Na primeira encíclica, que ao iniciar nosso Pontificado enviamos a todos os bispos do mundo católico [a encíclica era a “Ubi arcano”, de 1922] analisávamos as causas supremas das calamidades que víamos abrumar e afligir o gênero humano.  E nela proclamamos (...) claramente, não só que este acúmulo de males havia invadido a terra, porque a maioria dos homens haviam-se afastado de Jesus Cristo e de sua lei santíssimatanto em sua vida e costumes, como na família e no governo do Estado, mas também que nunca resplandeceria uma esperança certa de paz verdadeira entre os povos enquanto os indivíduos e as nações negassem e rejeitassem o império de nosso Salvador.”

Em um dos mais destacados dessa Encíclica, a “Quas Primas” expressa: “Desta doutrina, comum a todos os Livros Sagrados, resultou necessariamente que a Igreja, reino de Cristo sobre a terra, destinada a estender-se a todos os homens e a todas as nações, celebrasse e glorificasse com multiplicados sinais de veneração, durante o ciclo anual da liturgia, ao seu Autor e Fundador como Soberano Senhor e Rei dos reis.”

Pio XI morreu em 10 de fevereiro de 1939.  O Senhor concedeu-lhe a graça de que o mundo permanecesse em paz durante o seu papado, porém seis meses depois da sua morte estourou a Segunda Guerra Mundial.

No ano de 1970, durante o pontificado de Paulo VI, quis-se destacar ainda mais o caráter cósmico e escatológico do Reinado de Cristo, para o qual a festa passou a a denominar-se Festa de “Cristo Rei do Universo”, que é como se denomina agora e fixou-se para a sua celebração o último domingo do Ano Litúrgico.  Desta maneira já começa a canalizar-se a meditação para o tempo do Advento, na perspectiva da “Segunda Vinda Gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Pois bem, depois de ter visto algo da história, vamos à análise do que nos dizem as Leituras que a Liturgia escolheu para esta Festa de Cristo Rei no ciclo “A”, que se conclui nesta semana.

2.2 Meditando sobre a Palavra:

O Evangelho deste domingo é uma continuação direta do Evangelho da semana anterior e, como veremos, complementa-se perfeitamente com ele. Pois assim como na semana passada o Senhor nos convidava a pensar nos talentos e dons que deu a cada um de nós, hoje nos diz em que devemos empregá-los para dar maior glória a Ele e para poder alcançar a graça de compartilhar com Ele a Vida Eterna.

Esta passagem é uma das mais relevantes para a explicação dos Carismas do Apostolado da Nova Evangelização, pois se é certo que que no “Sermão da Montanha” (Mt 5, 6-7) encontramos a base de nossa Espiritualidade e o guia para nosso crescimento no espírito, aqui encontramos a chave para ver os frutosque se esperam deste crescimento.  De fato, todos os nossos Ministérios de Serviço foram inspirados na passagem evagélica que, seguindo a liturgia, hoje lemos.

Por isto dizemos que a possibilidade de pertencer a algum dos nossos Ministérios de Serviço e trabalhar comprometida e esforçadamente nele, constituem uma verdadeira “oportunidade” que o Senhor nos dá para nos salvar, pois cada um desses ministérios tenta responder às obras de Misericórdia que o Senhor e a Igreja nos pedem (ou sugerem) que realizemos.

Dado que, segundo nos ensina a Igreja, essas obras de Misericórdia (Corporal e Espiritual) são importantíssimas como caminhos seguros para alcançar a indulgência e a remissão das culpas devidas aos pecados cometidos eassim alcançar a Vida Eterna, cremos que será útil recordá-las uma vez mais antes de entrar de cheio na reflexão sobre o Evangelho, pois é muito importante que todo bom cristão busque toda oportunidade que lhe seja proícia para praticar estas Obras de Caridade.

Será pois conveniente memorizá-las, MAS PARA PRATICÁ-LAS... NÃO PARA PRESUMIR farisaicamente de SABÊ-LAS!!!

Obras de Misericórdia Corporais

1 – Dar de comer a quem tem fome;
2 – Dar de beber a quem tem sede;
3 – Vestir os nus;
4 – Dar pousada aos peregrinos;
5 – Visitar os enfermos;
6 – Visitar os encarcerados;
7 – Enterrar os mortos.

Obras de Misericórdia Espirituais

1 – Dar bons conselhos;
2 – Ensinar os ignorantes;
3 – Corrigir os que erram;
4 – Consolar os aflitos;
5 – Perdoar as injúrias;
6 - Sofrer com paciência as fraquezas do próximo;
7 – Rogar a Deus pelos vivos e defuntos.

 

A Igreja anuncia hoje, cheia de alegria, que o Cordeiro sacrificado, ao entregar sua vida no altar da Cruz, “refez as coisas”.  Assim Jesus Cristo recuperou com seu Sangue Precioso toda a criação, para entregá-la novamente ao Pai, embora somente no fim dos tempos essa “entrega” será plena e definitiva.

Ao anunciar e celebrar hoje o triunfo de Cristo e sua Potestade Suprema no Universo, enchemo-nos de alegria e esperança, recordando que Ele nos prometeu que nos levará ao seu Reino Eterno, na medida em que (enquanto peregrinamos por esta vida) demos de comer a quem tem fome, de beber a quem tem sede, vistamos os nus, visitemos os enfermos e presos e enterremos cristãmente os mortos. Hoje o Evangelho recorda-nos que  VIVEREMOS junto de Deus para sempre, ao tornarmos eficaz o AMOR e a MISERICÓRDIA que Jesus mesmo nos veio ensinar.

É interessante pensar no que hoje nos diz, com absoluta clareza embora em linguagem poética, o Evangelho:  que não só teremos um juízo individual ao deixar este mundo, mas que também haverá um juízo coletivo, público e universal no fim dos tempos, quando então se definirá o destino eterno de todos e de cada um de nós.

No entanto, graças à LIBERDADE, que é o dom excelso dado por Deus ao homem, esse destino eterno é definido por cada um de nós todos os dias de sua vida, de tal maneira que aquele juízo virá a ser “o corolário”, a consequência lógica e justa das pequenas e grandes decisões que tomamos todos os dias.

A boa notícia, a melhor de todas as notícias, é que o Senhor nos diz que o critério de avaliação (isto é, a vara com que se medirá o desempenho de cada um e, em consequência, o destino que cada um deve esperar para toda a eternidade) é O AMOR.

Efetivamente, Deus não verá com tanta atenção o mal que tenhamos feito, mas fixará sua atenção no BEM que tenhamos feito ou deixado de fazer.  ISTO, SIM!:  os pecados de omissão (não ter amado, não ter sido solidário, não ter ajudado a quem necessitava) serão castigados severamente; e quem não tiver feito todo o bem que devia (e podia fazer), receberá a condenação; mas agora, vamos por partes destacar alguns pontos do Evangelho lido:

Jesus começa a falar referindo-se a Ele mesmo e diz: “Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e com todos os seus anjos, sentar-se-á no seu trono glorioso”.

Fala de Si como já o fez tantas vezes, chamando-se de “Filho do Homem”.  Com isto convida-nos a pensar no fato de que o Reinado que conseguiu sobre todas as nações, obteve-o não por sua condição divina, mas pela vida que levou neste mundo como um de nós, igual em tudo, exceto no pecado.  Foi como homem que venceu as tentações de satanás no deserto, foi como homem que amou aos seus discípulos e se compadeceu das gentes e foi finalmente sua Santa Humanidade que viveu as difíceis horas do martírio, aceito voluntaria e humanamente, para a Redenção de todos nós.

Ao falar de “sua” glória, de “seus” anjos e de “seu” trono, destaca o Poder Supremo que lhe seria dado sobre a Terra e o Céu (como lemos em Mateus 28, 18) e apresenta-se a si mesmo como o Rei-Messias, que no fim dos tempos virá em glória, acompanhado de seus anjos, para julgar seu rebanho.

A cena refere-se à passagems de Ezequiel (1a Leitura), em que Deus anuncia que depois de reunir os membros dispersos de seu rebanho, julga-los-á: “Quanto a vós, minhas ovelhas, eis o que diz o Senhor Javé: vou julgar entre ovelha e ovelha, vou julgar os carneiros e os bodes.” (Ez 34, 17).

Teríamos muito mais a meditar sobre o este Evangelho, sobre a Segunda Vinda de Nosso Senhor e sobre o juízo das nações, mas o tempo e o espaço são sempre tiranos, de modo que concentrar-nos-emos  agora, brevemente, em destacar algo que é a repetição POR QUATRO VEZES do que se espera que façamos:  Jesus nos diz duas vezes o que se deve fazer e duas vezes o que não se deve omitir (o que vem a ser o mesmo) não será, pois, porque o evangelista  (neste caso Mateus) quisesse encher páginas, nem terá sido que a Igreja o tivesse alterado, para que a Leitura fosse mais longa na Missa... É que em sua infinita bondade, Jesus quer que se nos grave na mente e no coração por que e como seremos julgados no fim de nossos dias.

Deus quer e, esperemos nós, que devidamente tomemos nota disto, para que nossa vontade se oriente mais decididamente à prática das Obras de Misericórdia daqui em diante.  Temos os Ministérios de nosso Apostolado para fazê-lo,  NÃO PERCAMOS TEMPO!

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos)

a) Como julgo a mim mesmo com relação às palavras de Jesus no Juízo Final?  Em qual grupo me situaria, honestamente, se hoje mesmo eu fosse chamado a juízo?
b) Os outros vêem o rosto de Cristo em mim?  Se não é assim, é porque eu não encontro Cristo nos outros.
c) Trabalho esforçadamente em algum dos Ministérios de Serviço de nosso Apostolado? Faço-o somente para agradar mais ao Senhor? Estou me doando a Deus e aos outros como Ele quer que eu o faça?

 

4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.

 

5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Diz a fé: 668-669 (Em Cristo Rei) 678 (No juízo de Deus).

668. Cristo morreu e voltou à vida para ser Senhor dos mortos e dos vivos» (Rm 14, 9). A ascensão de Cristo aos céus significa a sua participação, na sua humanidade, no poder e autoridade do próprio Deus. Jesus Cristo é Senhor: Ele possui todo o poder nos céus e na Terra. Está «acima de todo o principado, poder, virtude e soberania», porque o Pai «tudo submeteu a seus pés»(Ef 1, 20-22). Cristo é o Senhor do cosmos (605) e da história, N'Ele, a história do homem, e até a criação inteira, encontram a sua «recapitulação» (606), o seu acabamento transcendente.

669. Como Senhor, Cristo é também a cabeça da Igreja, que é o seu corpo (607). Elevado ao céu e glorificado, tendo assim cumprido plenamente a sua missão, continua na terra por meio da Igreja. A redenção é a fonte da autoridade que Cristo, em virtude do Espírito Santo, exerce sobre a Igreja (608). «O Reino de Cristo já está misteriosamente presente na Igreja» (609), «gérmen e princípio deste mesmo Reino na Terra» (610).

Nossa resposta: 2628 (A Cristo Rei a adoração) 2446 (Diante do juízo de Deus) 

2628. A adoração é a primeira atitude do homem que se reconhece criatura diante do seu Criador. Exalta a grandeza do Senhor que nos criou (96) e a omnipotência do Salvador que nos liberta do mal. É a prostração do espírito perante o «Rei da glória» (97) e o silêncio respeitoso face ao Deus «sempre maior» (98). A adoração do Deus três vezes santo e soberanamente amável enche-nos de humildade e dá segurança às nossas súplicas.

2446. São João Crisóstomo lembra com vigor: «Não fazer os pobres participar dos seus próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida. Não são nossos, mas deles, os bens que aferrolhamos» (201). «Satisfaçam-se, antes de mais, as exigências da justiça e não se ofereça como dom da caridade aquilo que é devido a título de justiça» (202):  «Quando damos aos indigentes o que lhes é necessário, não lhes ofertamos o que é nosso: limitamos a restituir-lhes o que lhes pertence. Mais do que praticar uma obra de misericórdia, cumprimos um dever de justiça»

 

6.- Refletindo com a Grande Cruzada

CA 162.  Regressai logo, Meu pequeno povo, que vosso Rei necessita de vós, vossos irmãos estão em grande perigo.
Satanás tem enviado um exército de feras enfurecidas.(...) Estenderam seus tentáculos por todos os cantos da Terra; converteram-se em todo tipo de ídolos, confundindo Meus filhos amados.

 

7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado.

 

8.- Virtude do mês:
Durante este mês, praticaremos a virtude da Humildade (Catecismo da Igreja Católica: 2546, 2613, 2559, 2540, 1450)

Esta semana veremos o cânon 2540, que diz textualmente o seguinte:

2540. A inveja representa uma das formas da tristeza e, portanto, uma recusa da caridade; o baptizado lutará contra ela, opondo-lhe a benevolência. Muitas vezes, a inveja nasce do orgulho; o batizado exercitar-se-á a viver na humildade:

«Quereríeis ver Deus glorificado por vós? Pois bem, alegrai-vos com os progressos do vosso irmão e, assim, será por vós que Deus é glorificado. Deus será louvado, dir-se-á, pelo fato de o seu servo ter sabido vencer a inveja, pondo a sua alegria nos méritos dos outros» (São João Crisóstomo, hom. In Rom 7, 5 PG 60, 448).

E a Grande Cruzada nos diz a respeito:

CA 127 Renunciai à maldade, à soberba e ao orgulho destruidor; aceitai as virtudes que vos dou: a humildade, a paciência, a fé, a esperança, a caridade pelo corpo e pela alma. A virtude de amar o Amor dos Amores.
Não importa que não Me sintais ainda de maneira mais sensível perto de vós (...) Sede tolerantes com os vossos irmãos mesmo quando eles se afastam; não foi a todos que Eu dei dez talentos… O sol não deixa de brilhar durante o eclipse, são os corpos celestes que se interpõem e ofuscam a vossa visão. São as nebulosidades da fé!

 

9.- Propósito para esta semana:
MEDITAREI SOBRE COMO POSSO MELHORAR MINHA ENTREGA A DEUS ATRAVÉS DESTA SUA OBRA, E COMEÇAREI A FAZÊ-LO.

Esforçar-me-ei para que minha presença em minha família e em minha comunidade seja de serviço e de humildade, em busca de concórdia, união e paz.

 
Apostolado da Nova Evangelização 2008

 
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