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NOSSA SENHORA APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL
Semana de 12 a 18 de outubro de 2008 A mediação de Maria nas Bodas de Caná A PALAVRA DE DEUS 1ª Leitura: Est 5,1b-2; 7,2b-3: "O rei olhou para ela com agrado e estendeu-lhe o cetro" Salmo: 44: "Esquecei vosso povo e a casa paterna! Que o Rei se encante com vossa beleza!" 2ª Leitura: Ap 12,1.5.13a.15-16a: "Apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida do sol" Evangelho: Jo 2,1-11: "Fazei o que ele vos disser"
1.- Leitura do Evangelho segundo Mateus (Jo 2,1-11)Naquele tempo, 1houve um casamento em Caná da Galiléia. A mãe de Jesus estava presente. 2Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. 3Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. 4Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”. 5Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”. 6Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros. 7Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. 8Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram. 9O mestre-sala experimentou a água que se tinha trans-formado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água. 10O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho bom até agora!” 11Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galiléia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele. - Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor! 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:
A CERIMÔNIA: os judeus sempre gostaram de festas e as bodas eram geralmente celebradas no fim do outono, após a colheita, meses de outubro-novembro. O casamento demorava até uma semana ou mais. As testemunhas, tanto da parte da noiva como do noivo, eram em grande número. “Amigos do esposo”, chama o evangelho a estes últimos (Mt 9, 15). Dentre eles escolhia o noivo um paraninfo ou padrinho (Jz 14, 20) que João chama de amigo do esposo (Jo 3,29). O texto grego emprega uma palavra (arkhitriklinos = presidente da mesa do banquete), que significa o escravo encarregado de organizar um banquete. Daí a tradução de mestre-sala ou mordomo. A noiva era vestida com os melhores trajes e com as mais belas jóias. Seu rosto estava coberto por um véu, que retirava quando os dois esposos estivessem a sós. Os convivas também luziam roupas festivas ou vestes nupciais (Mt 22, 11). A cerimônia propriamente dita era chamada de Hupah (=toldo) era o pálio nupcial que representava o próximo lar, e sobre o qual se assentavam os dois novos esposos durante as bênçãos rituais. Não parece ter havido juiz ou rabi religioso no casamento (nessuin, era o nome para o casamento religioso) sendo que a cerimônia tinha como modelo a prática observada por Isaac e Rebeca (Gn cap 25). Por isso os casamentos não eram realizados na sinagoga mas na casa do pai do noivo. AS CIRCUNSTÂNCIAS: Caná estava a 5 km de Nazaré. Provavelmente os esposos eram parentes de Maria e de Jesus. Na festa entrou Jesus com os novos discípulos em número de cinco. João, como é costumeiro nele, chama Maria de mãe de Jesus. Faltou o vinho. Geralmente este era acumulado como presente dos convivas. Jesus e seus discípulos não o trouxeram e pode ser uma das razões de sua falta. Daí que Maria fizesse a petição. A falta poderia ser remediada com a contribuição de Jesus e dos discípulos, cujo presente estava em falta. Esperava Maria um milagre? Segundo a tradição, o Messias não era particular-mente uma pessoa milagreira, embora para o povo existisse semelhante carisma (Jo 7,31). Não era visto assim o profeta que esperavam os judeus no tempo do Messias. Profeta semelhante a Moisés (Dt 18, 15)., o Messias seria semelhante a Elias ou o próprio Elias (Mt 16, 14). Maria sabia que seu filho era o Messias (Lc 1,32). A falta de vinho era total ou estava reduzido ao mínimo que, com a ausência dos acompanhantes de Jesus, poderia se prolongar um tempinho a mais? Porque a pergunta de Maria refletia uma circunstância semelhante à que Jesus fez em Marcos em 8,2 (na multiplicação dos pães): não têm o que comer. O DIÁLOGO: A palavra MULHER (guinai) corresponde a Senhora em português. Jesus usa essa mesma palavra em Jo 4,21 (samaritana), 8,10 (adúltera) e 20,13 (Maria Madalena). É a palavra que Jesus usa ao se dirigir a sua mãe na cruz (Jo 19, 26). Não há nada de desprezo. É uma simples saudação amigável e tenra. QUE A TI E A MIM (sic)? A frase tem dois sentidos: a) No caso de uma ofensa, o ofendido dirá: Que coisa eu fiz para me tratar dessa forma? Um exemplo: os demônios que reclamam da presença de Jesus – que queres conosco? (Mc 1, 24). b) Resposta a um solicitante quando o interrogado não quer se imiscuir no caso: Por que eu devo me incumbir de coisa que não me interessa? (2Re 3,13 e 2Sam 16, 10). Evidentemente este é o caso atual. NÃO CHEGOU MINHA HORA: A Hora de Jesus é o tempo de sua manifestação como Messias (Jo 7, 6), tanto como o de sua paixão (Jo 8, 20) ou de sua glorificação pelo Pai (Jo 12,23). Especi-almente em Jo 7,6 são seus parentes os que pedem uma manifestação do poder de Jesus. E é agora que sua mãe pede também essa manifestação. Um ato de poder especial, um milagre. Essa intenção do pedido é confirmada pela escusa de Jesus. Sendo porém a sua resposta uma negativa, Maria sabe que essa negativa não pode ser absoluta; e por isso deixa nas mãos do filho a solução do problema. Ela pede para atuar e não admite recusa alguma: Fazei o que ele vos disser. A TRANSFORMAÇÃO: Eram seis talhas de pedra para a purificação. As de barro cozido ou cerâmica, deviam ser quebradas caso entrasse nelas alguma impureza (Lev 11, 33). As de pedra, especialmente nomeadas por Moisés na transformação de água em sangue (o que seria impureza, Ex 7,19) não se tornavam impuras e eram as mais apropriadas para a purificação das mãos. O MESTRE-SALA NÃO SABIA: Cada ânfora tinha uma capacidade de 100 litros. O vinho tinha cor branca ou era tinto? não sabemos. Mas quem deu a última palavra foi o mestre-sala: Era o melhor vinho que ele tinha experimentado na festa. CONCLUSÃO: A intenção do evangelista foi mostrar o primeiro dos sinais de Jesus. Por isso foi revelada sua glória (sua qualidade especial de enviado por Deus como em Lc 4,18) e os discípulos creram nele. Outros simbolismos e conclusões, embora secundárias e refletindo interpretações de leitores, podem ser também úteis: o papel de Maria na obra de Jesus, a antecipação da Eucaristia, a presença de Jesus benéfica para um casamento e uma festa de bodas. Porque sempre estará presente na interpretação da Palavra a imagem do escriba que pode tirar do depósito da fé coisas novas e velhas, assim como um pai de família tira do graneiro de sua casa grãos da colheita velha ou da nova (Mt 13, 52). Fonte: site Presbíteros (excerto adaptado) http://www.presbiteros.com.br/exegese/nossasenhora.htm 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos) a) Em meus relacionamentos, particularmente na família e no casamento, Jesus e Maria estão presentes? Estou aberto à presença deles em todos os aspectos de minha vida, para que tudo seja santificado por Eles? b) Qual o "vinho" que me falta (paciência, serenidade, humildade, desapego, etc), para que eu sinta a alegria da presença de Deus em meu dia-a-dia? Desejo essa Presença? Preparo-me para que Deus esteja sempre presente? c) Confio na intercessão da Mãe de Jesus e peço a Ela que interceda em minhas necessidades? Ou confio somente nas minhas próprias forças, em minha inteligência... no dinheiro? d) Sou obediente a Nossa Senhora, quando Ela me diz que eu faça tudo o que Jesus me disser? (isto é, eu obedeço as ordens de Jesus para mim em Seu Evangelho?) 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos. 5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica
Diz a fé: 1601-1617 (O Sacramento do Matrimônio); (para a reunião, selecionamos alguns dos parágrafos sobre o Sacramento do Matrimônio; recomenda-se que em particular ou segundo a possibilidade do grupo, sejam lidos todos os parágrafos indicados acima) 1602 A sagrada Escritura abre-se com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus se fecha-se com a visão das "núpcias do Cordeiro" (cf. Ap 19,7). De um extremo a outro, a Escritura fala do casamento e de seu "mistério", de sua instituição e do sentido que lhe foi dado por Deus, de sua origem e de seu fim, de suas diversas realizações ao longo de história da salvação, de suas dificuldades provenientes do pecado e de sua renovação "no Senhor" (1Cor 7,39), na nova aliança de Cristo e da Igreja. 1605 Que o homem e a mulher tenham sido criados um para o outro, a sagrada Escritura o afirma: "Não é bom que O homem esteja só" (Gn 2,18). A mulher, "carne de sua carne", é, igual a ele, bem próxima dele, lhe foi dada por Deus como um "auxilio", representando, assim, "Deus, em quem está o nosso socorro". "Por isso um homem deixa seu pai e sua mãe, se une à sua mulher, e eles se tornam uma só carne" (Gn 2,24). Que isto significa uma unidade indefectível de suas duas vidas, o próprio Senhor no-lo mostra lembrando qual foi, “na origem", o desígnio do Criador (Cf Mt 19,4): "De modo que já não são dois, mas uma só carne" (Mt 19,6). 1613 No limiar de sua vida pública, Jesus opera seu primeiro sinal a pedido de sua Mãe por ocasião de uma festa de casamento. A Igreja atribui grande importância à presença de Jesus nas núpcias de Caná. Vê nela a confirmação de que o casamento é uma realidade boa e o anúncio de que, daí em diante, ser ele um sinal eficaz da presença de Cristo. 967-970 (Maria, Mãe na ordem da Graça) 967 Por sua adesão total à vontade do Pai, à obra redentora de seu Filho, a cada moção do Espírito Santo, a Virgem Maria é para a Igreja o modelo da fé e da caridade. Com isso, ela é "membro supereminente e absolutamente único da Igreja", sendo até a "realização exemplar (typus)" da Igreja. 968 Mas seu papel em relação à Igreja e a toda a humanidade vai ainda mais longe. "De modo inteiramente singular, pela obediência, fé, esperança e ardente caridade, ela cooperou na obra do Salvador para a restauração da vida sobrenatural das almas. Por este motivo ela se tornou para nós mãe na ordem da graça." 969 "Esta maternidade de Maria na economia da graça perdura ininterruptamente, a partir do consentimento que ela fielmente prestou na anunciação, que sob a cruz resolutamente manteve, até a perpétua consumação de todos os eleitos. Assunta aos céus, não abandonou este múnus salvífico, mas, por sua múltipla intercessão, continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna. (...) Por isso, a bem-aventurada Virgem Maria é invocada na Igreja sob os títulos de advogada, auxiliadora. protetora, medianeira." 970 "A missão materna de Maria em favor dos homens de modo algum obscurece nem diminui a mediação única de Cristo; pelo contrário, até ostenta sua potência, pois todo o salutar influxo da bem-aventurada Virgem (...) deriva dos superabundantes méritos de Cristo, estriba-se em sua mediação, dela depende inteiramente e dela aufere toda a sua força."... Nossa resposta: 1655-1658 (A Igreja doméstica); (para a reunião, selecionamos alguns dos parágrafos sobre a Igreja doméstica; recomenda-se que em particular ou segundo a possibilidade do grupo, sejam lidos todos os parágrafos indicados acima) 1655 Cristo quis nascer e crescer no seio da Sagrada Família José e Maria. A Igreja não é outra coisa senão a "família de Deus". Desde suas origens, o núcleo da Igreja era em geral constituído por aqueles que, "com toda a sua casa", se tomavam cristãos. Quando eles se convertiam, desejavam também que "toda a sua casa" fosse salva. Essas famílias que se tomavam cristãs eram redutos de vida cristã num mundo incrédulo. 1656 Em nossos dias, num mundo que se tornou estranho e até hostis à fé, as famílias cristãs são de importância primordial, como lares de fé viva e irradiante. Por isso, o Concílio Vaticano II chama a família, usando uma antiga expressão, de "Ecclesia domestica". E no seio da família que os pais são "para os filhos, pela palavra e pelo exemplo... os primeiros mestres da fé. E favoreçam a vocação própria a cada qual, especialmente a vocação sagrada". 971 (O culto da Santíssima Virgem) "Todas as gerações me chamarão bem-aventurada" (Lc 1,48): "A piedade da Igreja para com a Santíssima Virgem é intrínseca ao culto cristão". A Santíssima Virgem "é legiti-mamente honrada com um culto especial pela Igreja. Com efeito desde remotíssimos tempos, a bem-aventurada Virgem é venerada sob o título de 'Mãe de Deus', sob cuja proteção os fiéis se refugiam suplicantes em todos os seus perigos e necessidades (...) Este culto (...) embora inteiramente singular, difere essencialmente do culto de adoração que se presta ao Verbo encanado e igualmente ao Pai e ao Espírito Santo, mas o favorece poderosamente"; este culto encontra sua expressão nas festas litúrgicas dedicadas à Mãe de Deus e na oração mariana, tal como o Santo Rosário, "resumo de todo o Evangelho". 6.- Refletindo com a Grande Cruzada CA 44 O que mais interessava à Trindade era acolher a minha cópia fidelíssima, que era Minha Mãe, e nisto consistiu o maior clamor do Céu. Com efeito, é infinita a satisfação do Pai pela semelhança entre Mim e Ela; a satisfação do Verbo é igualmente infinita pelo motivo de Sua maternidade. E a satisfação do Amor é também infinita, porque no amor, Maria é a excelsa criatura que podereis conhecer. Por isso a Onipotência do Pai, o direito materno do Verbo feito Homem e a Graça do Espírito Santo para Maria, foram prerrogativas que adquiri desde o momento em que a levei ao Céu Comigo. Por tanto, o cúmulo destas prerrogativas veio a ser uma enorme quantidade de benefícios para os filhos de Maria, bons e maus. Antes do Seu ingresso no Céu, faltava o intercessor mais válido depois de Mim, vosso Mediador; mas desde então, tendes a vosso favor a Mãe mais poderosa, a Mãe mais afetuosa. Quem a Ela recorre receberá o que a Minha Bondade dispôs para a futura glória de cada um; aquele que não o faz, permanecerá miserável, porque Eu tudo coloquei nas mãos dEla e não quero fazer nada sem Ela. Digo-vos que amais pouco a esta Mãe e é por isso que não A tendes na consideração que vos seria útil e mesmo necessária. As Glórias de Maria são estas: fazer o bem, amar. Quantas vezes Ela tem de recorrer a meios simples para vos fazer aceitar o Seu amor! E não são meios simples as pequenas Graças que Lhe pedis? Acordai, Meus irmãos, e correi para junto de nossa Mãe comum: Eu quero isso. 7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado. 8.- Virtude do mês: Durante este mês, praticaremos a virtude da Temperança (Catecismo da Igreja Católica: 1838—1805—1809—1834—2290—2407) 1809 A temperança é a virtude moral que modera a atração pelos prazeres e procura o equilíbrio no uso dos bens criados. Assegura o domínio da vontade sobre os instintos e mantém os desejos dentro dos limites da honestidade. A pessoa temperante orienta para o bem seus apetites sensíveis, guarda uma santa discrição e “não se deixa levar a seguir as paixões do coração”. A temperança é muitas vezes louvada no Antigo Testamento: “Não te deixes levar por tuas paixões e refreia os teus desejos” (Eclo 18,30). No Novo Testamento, é chamada de “moderação” ou “sobriedade”. Devemos “viver com moderação, justiça e piedade neste mundo” (Tt 2,12). Esta semana veremos o cânon 1805, que diz textualmente o seguinte: 1805 Quatro virtudes têm um papel de “dobradiça” (que, em latim, se diz “cardo, cardinis”). Por esta razão são chamadas “cardeais”: todas as outras se agrupam em torno delas. São a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança. “Ama-se a retidão? As virtudes são seus frutos; ela ensina a temperança e a prudência a justiça e a fortaleza” (Sb 8,7). Estas virtudes são louvadas em numerosas passagens da Escritura sob outros nomes. E a Grande Cruzada nos diz a respeito: CM 123 Este jogo te transformará em anacoreta, porque ficarás sozinho, embora estejas entre muitas pessoas; em penitente, porque mortificarás teu juízo e, às vezes, teu corpo, para exercitar-te na humildade; e te transformará em sóbrio, porque tua vontade terá que abster-se de muitíssimas coisas desejadas naturalmente. Em uma palavra, se queres verdadeiramente a santa humildade, terás mais ocasiões de exercitar-te nela, do que Eu tive em Meu tempo. 9.- Propósito para esta semana: MEDITAREI SOBRE O ESTADO DE MINHA VIDA, AS CIRCUNSTÂNCIAS EM QUE ME FALTA O "VINHO" DAS VIRTUDES E PEDIREI A INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA PARA QUE EU SEJA MAIS OBEDIENTE AO QUE JESUS ME DIZ EM SEU EVANGELHO. Para isso, trarei sempre presente aos olhos de minha alma a Virgem Imaculada, Mãe de Jesus e Mãe nossa. Apostolado da Nova Evangelização 2008 |