Newsflash

Renove anualmente sua Consagração Total! Estude em 15 dias a catequese inicial (arquivo .doc) para tirar suas dúvidas sobre a Consagração.
 

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Quem está online

Nós temos 28 visitantes online
ANE Brasil
Caixa Postal 90110
Petrópolis-RJ
25621-970
http://ane-brasil.leiame.net/

Informações em espanhol:
ANE Internacional
Calle 1H No.104 esquina 20
Col. México Norte, C.P. 97128
Mérida, Yucatán, Mexico
http://www.a-n-e.net


Visitantes recentes

Petrópolis, 04 de fevereiro de 2012

Devoções

Sagrados CoraçõesPratique a Devoção aos Corações de Jesus e de Maria, fazendo a Comunhão Reparadora das Primeiras Sextas-feiras e dos Primeiros Sábados de cada mês.
XXV Domingo do Tempo Comum PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   
21 de setembro de 2008

Semana de 21 a 27 de setembro de 2008
“O Reino de Deus, oferta gratuita a todo homem”

A PALAVRA DE DEUS
1ª Leitura: Is 55,6-9: “Meus pensamentos não são como os vossos pensamentos”
Salmo: 144,2s.8s.17s.: “O Senhor está perto da pessoa que o invoca!”
2ª Leitura: Fl 1,20c-24.27a.: “Para mim, o viver é Cristo”
Evangelho: Mt 20,1-16a: “Estás com inveja, porque estou sendo bom?”

1.- Leitura do Evangelho segundo Mateus (Mt 20,1-16a 7)

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos:
1”O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. 2Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha.
3Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’. 5E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três da tarde, e fez a mesma coisa.
6Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ 7Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes dis-se: ‘Ide vós também para a minha vinha’.
8Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’
9Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um de-les também recebeu uma moeda de prata.
11Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12’Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’.
13Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de pra-ta? 14Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’
16aAssim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”. 

- Palavra da Salvação!
- Glória a Vós, Senhor!


2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

A passagem do Evangelho que lemos hoje nos fala da Misericórdia de Deus, de Seu Amor infinito, e ao mesmo tempo da inveja e da avareza, que tantas vezes se aninham no coração dos homens.

Retomando a linha da reflexão que fizemos na semana passada (na qual meditávamos sobre o Mistério da Cruz), vemos novamente que a “lógica” de Deus é com freqüência muito diferente da nossa.

Desde suas origens, a Igreja interpretou que, na parábola que acabamos de ler, o povo judeu está repre-sentado pelo primeiro grupo dos operários contratados, já que – se prestamos a devida atenção à Palavra lida, veremos isto – estes são os únicos trabalhadores com os quais o patrão acerta previamente o salário que lhes pagaria: “uma moeda de prata por dia”.

Da mesma forma, Deus fez realmente uma Primeira Aliança com o povo de Israel, uma espécie de “contrato”, através do qual Ele se comprometeu com o povo, obrigou-Se a Si mesmo a trazer-lhes a Salvação, por meio do Messias, que nasceria entre eles. Os outros trabalhadores, em troca, representam os povos “pagãos”, a quem Deus estende o benefício da Salvação como um dom gratuito, não prometido por Ele e não esperado por eles.

São Paulo nos ilustra muito bem sobre este ponto ao escrever, na Carta dirigida aos Romanos, o seguin-te: “Pois asseguro que Cristo exerceu seu ministério entre os incircuncisos para manifestar a veracidade de Deus pela realização das promessas feitas aos patriarcas. Quanto aos pagãos, eles só glorificam a Deus em razão de sua misericórdia, como está escrito: Por isso, eu vos louvarei entre as nações e cantarei louvores ao vosso nome (II Sm 22,50; Sl 17,50). Noutro lugar diz: Alegrai-vos, nações, com o seu povo (Dt 32,43).” (Rm 15,8-10)

O primeiro dom que devemos agradecer a Deus é o dom da vida, da simples existência. Mas que maravilhoso compreender, além disso, que essa vida está destinada a ser plena, por meio de Jesus Cristo!

“Eu vim para que tenham vida e para que a tenham em abundância”, diz Jesus no Evangelho de João (10,10).

Ter a vida em plenitude, segundo o Espírito, não significa estar rodeado de bens e passar a vida sem problemas, desfrutando de tudo o que lhe agrade ao corpo em seu breve trânsito por este mundo. Uma vida plena é aquela que vale a pena ser vivida, aquela que encontra a felicidade de dar e receber amor, de compartilhar tudo o que se tem e de entregar em todo momento o melhor de si, para o bem dos outros.

Como disse o Rev. Padre Dr. Eduardo Pérez Valera, Sacerdote Jesuíta, amigo e gentil colaborador nosso: “O ponto mais central que toda a Bíblia e a Igreja querem comunicar (...) se refere ao ensinamento de que cada homem e cada mulher que nasce neste mundo está convidado a receber em si mesmo a vida de Deus, a torná-la sua, transformando sua própria vida e o mundo em que vive.” (Homilia do XXV Domingo do Tempo Comum do Ciclo A, enviada direta e amavelmente como uma contribuição para nosso Apostolado esta semana)

Quanto Amor gratuito Deus nos tem!, Ele que por meio do Espírito Santo quer nos fazer partícipes não somente de Sua Salvação, que é felicidade plena e eterna, mas também de Sua Obra Salvadora...

O evangelho de hoje nos diz que, em sua terceira saída, o patrão da vinha encontrou um grupo de desocupados que estavam ali parados e lhes perguntou: “Por que estais aí o dia inteiro desocupados?” Esta pergunta, irmãos, deveria calar muito profundamente em nós que, tendo recebido de antemão, por meio do batismo, a promessa da Redenção, muitas vezes ficamos por aí, sem fazer nada... ou pelo menos nada que justifique de verdade o salário que esperamos receber em Deus ao final de nossos dias.

A nós, que muitas vezes esbanjamos talentos, capacidades, artes, tempo e outros recursos em muitas coisas do mundo, mas que muito pouco disso empregamos de verdade no serviço direto de Deus e dos outros, essa pergunta deveria nos levar a meditar em todo o bem que poderíamos fazer, por meio deste Apostolado, e que talvez somente por falta de decisão não estamos fazendo plenamente e de acordo com nossas capacidades.

No Evangelho de hoje, Jesus nos ensina que Deus está sempre disposto a acolher em Seu Reino a todos os seus filhos, pois a todos nos ama de igual modo, sem importar a hora e o momento em que tenhamos abraçado a fé e decidido nos converter para Jesus Cristo nosso Senhor.

No entanto, este Evangelho nos traz também à memória a chamada “Parábola do Grande Banquete”, aquela outra história narrada por Jesus a seus discípulos, sobre o rei que convidava à festa de casamento de seu filho: os primeiros convidados (novamente identificados com o povo judeu), não dão ouvidos ao chamado na primeira vez e recusam o convite uma segunda vez, porque preferem ocupar-se de seus negócios. Depois saem os criados do rei a invitar a todos os que encontrassem nos caminhos, e desse modo o banquete se enche de convidados. Mas quando o rei entra para ver os convidados, vê que um deles não estava corretamente vestido e o lançou fora. Ao final dirá o Senhor: “Muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos.”

Citamos esta passagem agora porque sempre é necessário recordar que, assim como o Senhor é infinitamente bondoso e misericordioso com todos, e nos invita sem mérito algum de nossa parte a participar no trabalho de sua vinha, também espera que nossa resposta seja adequada: Que nos vistamos de gala para participar em Seu Banquete; isto é, que nos revistamos de Jesus Cristo, através de um trabalho permanente de conversão e transformação interior.

Nessa ordem de coisas, o Evangelho de hoje nos convida a refletir sobre os vícios da alma, que muitas vezes são escondidos ou disfarçados, por obra do inimigo, para se incrustar em nós e impedir nosso crescimento: a avareza e a inveja.

Vejamos como, no primeiro grupo de vinhateiros, ambos os pecados se disfarçam de “justiça”, e certamente, com os olhos do mundo, alguém poderia crer que a reclamação deles era um pedido “justo”... O problema (como bem o nota nossa fundadora esta semana, na catequese que preparou novamente para as crianças) é que essa inveja não surge espontaneamente, mas que vai se formando de maneira gradual: Primeiro sentimos a curiosidade de saber o que os outros têm, depois passamos à comparação daquilo com o que nós temos, depois caímos na ambição de ter mais para igualar ou superar o que o outro tem, e finalmente chegamos à ira, de ver que o que o outro tem e nos parece “injusto”.

Esforcemo-nos de verdade em analisar, cada vez com mais rigor, aquilo que temos que ir mudando para nos parecermos com Jesus. O tempo é curto e Deus nos quer mais santos, para poder santificar nosso entorno.

 

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos)

a) Em que consistiria para mim “o melhor salário” que poderia receber? Pensando com absoluta sinceridade, o que é que verdadeiramente mais me move a fazer as coisas? Será o dinheiro, ou a necessi-dade de contar com o reconhecimento dos outros? O amor próprio, o amor a Deus? O amor a minha família? O desejo de ir para o Céu? Em quê fundamento realmente minhas esperanças?
b) Conformo-me com o que tenho, ou vivo comparando com o que os outros têm? Sou verdadeiramente agradecido por tudo o que Deus me dá, não somente no material, mas em cada um dos dons que recebi e recebo dEle? Estou fazendo o melhor uso desses dons, conforme a Divina Vontade?
c) Como manifesto a Deus meu agradecimento? Será essa a forma pela qual Ele quer que Lhe agradeçamos?
d) Se sou “um convertido de última hora”, embora a Deus não interesse tanto o momento, como procuro recuperar o tempo perdido?  Não continuo perdendo meu tempo, que agora deveria ser de Deus?

 

4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.


5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Diz a fé: 543 – 546 (Todos os homens estão chamados a entrar no Reino)

543 Todos os homens são chamados a entrar no Reino. Anunciado primeiro aos filhos de Israel, este Reino messiânico está destinado a acolher os homens de todas as nações. Para ter acesso a ele, é preciso acolher a palavra de Jesus:

Pois a palavra do Senhor é comparada à semente semeada no campo: os que a ouvem com fé e são contados no número da pequena grei de Cristo receberam o próprio Reino; depois, por sua própria força, a semente germina e cresce até o tempo da messe. (LG 5)

546 Jesus convida a entrar no Reino por meio das parábolas, traço típico de seu ensinamento. Por elas, convida ao festim do Reino, mas exige também uma opção radical: para adquirir o Reino é preciso dar tudo; as palavras não bastam, são necessários atos (Cf. Mt 21, 28-32). As parábolas são como espelhos para o homem: este acolhe a palavra como um solo duro ou como uma terra boa? Que faz ele dos talentos recebidos? Jesus e a presença do Reino neste mundo estão secretamente no coração das parábolas. E preciso entrar no Reino, isto é, tomar-se discípulos de Cristo para “conhecer os mistérios do Reino dos Céus” (Mt 13,11). Para os que ficam “de fora” (Mc 4,11), tudo permanece enigmático.

 

Nossa resposta: 1723 – 1724 - 1716 (a parábola do semeador)

1723 A prometida bem-aventurança nos coloca diante de escolhas morais decisivas. Convida-nos a purificar nosso coração de seus maus instintos e a procurar o amor de Deus acima de tudo. Ensina que a verdadeira felicidade não está nas riquezas ou no bem-estar, nem na glória humana ou no poder, nem em qualquer obra humana, por mais útil que seja, como as ciências, a técnica e as artes, nem em outra criatura qualquer, mas apenas em Deus, fonte de todo bem e de todo amor:

A riqueza é o grande deus atual; a ela prestam homenagem instintiva a multidão e toda a massa dos homens. Medem a felicidade pelo tamanho da fortuna e, segundo a. fortuna, medem também a honradez... Tudo isto provém da convicção de que, tendo riqueza, tudo se consegue. A riqueza é, pois, um dos ídolos atuais, da mesma forma que a fama... A fama, o fato de alguém ser conhecido e fazer estardalhaço na sociedade (o que poderíamos chamar de notoriedade da imprensa), chegou a ser considerada um bem em si mesma, um sumo bem, um objeto, também ela, de verdadeira veneração. (Newman, mix. 5, sobre a santidade).

1724 O Decálogo, o Sermão da Montanha e a catequese apostólica nos descrevem os caminhos que levam ao Reino dos Céus. Neles nos engajamos, passo a passo, pelas ações de todos os dias, sustentados pela graça do Espírito Santo. Fecundados pela Palavra de Cristo, daremos, aos poucos, frutos na Igreja para a glória de Deus. (cf. a parábola do semeador: Mt 13, 3-23).

1716 As bem-aventuranças estão no cerne da pregação de Jesus. Seu anúncio retoma as promessas feitas ao povo eleito desde Abraão. Jesus as completa, ordenando-as não mais simples bem-estar gozoso na terra, mas ao Reino dos Céus:... (Mt 5,3-12a) LER ESTA PASSAGEM DO EVANGELHO NA CASINHA!

 

6.- Refletindo com a Grande Cruzada

CS 112 Os últimos serão os primeiros, assim o desejo e assim o faço... Ao querer humano, Eu oponho Meu Querer divino, ao ponto de que Minha casa está cheia de gente que no mundo ocupou o último lugar. Mas não faço as coisas sem um desígnio prefixado, e desse desígnio obtenho motivo de glória para Meus eleitos...
Portanto, assim como é certo que os últimos serão os primeiros, assim é certo que os primeiros serão os últimos. Atenção aqueles que são os primeiros, cuidado em chegarem a ser os últimos!
Quando disse a frase que se refere aos últimos e aos primeiros, tinha a intenção de falar de humildade. A humildade, com efeito, sempre salva, tanto se se for o primeiro como o último.
Quisera dizer-vos, Meus queridos, que tanto Eu mesmo como Minha Mãe, colocamos toda a sabedoria e amor para nos tornarmos os últimos de todos.
Sou a vossa cabeça e, como tal, aconselho-vos que estejais sempre no último lugar, porque assim aprendereis a verdade que certamente vos torna livres. Sede os últimos, porque assim agradar-Me-eis. Quem mais do que Eu deseja vosso bem? Quem mais do que Eu conhece o que vos ajuda? Talvez possais vos perturbar ao vos verdes no último lugar, mas vos asseguro que, sem sofrer, não é lícito alegrar-se Comigo no céu... Felizes os últimos. Sede felizes, não tristes, quando tiverdes de ser os últimos.   

 

7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado.

 

8.- Virtude do mês:
Durante este mês, praticaremos a virtude da Esperança (Catecismo da Igreja Católica: 1817-1818-1820-1826-2090 e 2091)

1817 A esperança é a virtude teologal pela qual desejamos como nossa felicidade o Reino dos Céus e a Vida Eterna, pondo nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos não em nossas forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo. “Continuemos a afirmar nossa esperança, porque é fiel quem fez a promessa” (Hb 10,23).

Quando Deus se revela e chama o homem, este não pode responder plenamente ao amor divino por suas próprias forças. Deve esperar que Deus lhe dê a capacidade de retribuir o amor e de agir conforme os mandamentos da caridade.

A esperança é aguardar confiantemente a bênção divina e a bem-aventurada visão de Deus; é também o temor de ofender o amor de Deus e de provocar seu castigo.

Esta semana veremos o cânon 2090, que diz textualmente o seguinte:

2090 Quando Deus se revela e chama o homem, este não pode responder plenamente ao amor divino por suas próprias forças. Deve esperar que Deus lhe dê a capacidade de corresponder a este amor e de agir de acordo com os mandamentos da caridade. A esperança é o aguardar confiante da bênção divina e da visão beatifica de Deus; é também o temor de ofender o amor de Deus e de provocar o castigo.

E a Grande Cruzada nos diz a respeito:

CA 94 Tu, homem, arruma-te para a viagem que estás fazendo para a eternidade. Sim, prepara a tua mala, mas não pretendas fazer uma boa viagem sem levares a tua bagagem com outras coisas que te faltam, caso contrário, durante a viagem, aquilo que tinhas arrumado bem irá ao solo e desorganizar-se-á em teu espírito, fazendo uma bela desordem nas coisas antes arrumadas. E sabes o que deves pôr na tua mala para que isso não aconteça? Põe um grãozinho de confiança e de esperança em Mim; junta dois grãozinhos de desconfiança em ti e, se quiseres agradar-Me adequadamente em tudo, olha, Eu te dou o que encherá a tua pequena bagagem: sem Mim não poderás fazer nada.
E agora, se fizeste assim, parte sem mais, para longe. Eu te asseguro de que nada te faltará, e que com audácia chegarás ao teu destino.

 

9.- Propósito para esta semana:
ANALISAREI MINHA VIDA, PROCURANDO VÊ-LA COM OS OLHOS DE DEUS. PROCURAREI FAZER DESTA PRÁTICA UM VERDADEIRO HÁBITO EM MIM, E CONVIDAREI AS PESSOAS QUE TENHO MAIS PRÓXIMAS QUE FAÇAM O MESMO.

A melhor maneira de preparar minha “bagagem” para minha viagem para a eternidade, é procurar o permanente estado de graça de minha alma e, para isso, devo praticar sempre um rigoroso exame de consciência toda noite, antes de dormir. Nele procurarei ver, sobretudo, em que coisas tenho errado, e em quê poderia ter feito melhor.

 
Apostolado da Nova Evangelização 2008
 
 
< Anterior   Próximo >

Casinhas de Oração

Os grupos de oração e evangelização do ANE são chamados Casinhas de Oração. Se você tem o Guia das Casinhas de Oração e toda semana faz a reunião seguindo nossas Catequeses, por favor, entre em contato e registre sua Casinha!
Joomla Templates by Joomlashack