Newsflash

Renove anualmente sua Consagração Total! Estude em 15 dias a catequese inicial (arquivo .doc) para tirar suas dúvidas sobre a Consagração.
 

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Quem está online

Nós temos 23 visitantes online
ANE Brasil
Caixa Postal 08
Santo Antônio
Recife,PE
50010-970
http://ane-brasil.leiame.net/

Informações em espanhol:
ANE Internacional
Calle 1H No.104 esquina 20
Col. México Norte, C.P. 97128
Mérida, Yucatán, Mexico
http://www.a-n-e.net


Visitantes recentes

São Carlos, 09 de setembro de 2010

Devoções

Sagrados CoraçõesPratique a Devoção aos Corações de Jesus e de Maria, fazendo a Comunhão Reparadora das Primeiras Sextas-feiras e dos Primeiros Sábados de cada mês.
Principal arrow Casinhas de Oração arrow Catequese - Ano A arrow XXII Domingo do Tempo Comum
XXII Domingo do Tempo Comum PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   
31 de agosto de 2008

Semana de 31 de agosto a 6 de setembro de 2008
“A fé e a cruz pascal”

A PALAVRA DE DEUS
1ª Leitura: Jr 20,7-9: “A palavra do Senhor tornou-se para mim fonte de vergonha.”
Salmo: 62,2.3-4.5-6.8-9: “A minh’alma tem sede de vós como a terra sedenta, ó meu Deus!”
2ª Leitura: Rm 12,1-2: “Oferecei-vos em sacrifício vivo”
Evangelho: Mt 16,21-27: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo”

1.- Leitura do Evangelho segundo Mateus (Mt 16,21-27)

Naquele tempo, 21Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia.
22Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isso nunca te aconteça!”
23Jesus, porém, voltou-se para Pedro e disse: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!”
24Então Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 25Pois, quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la.
26De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então re-tribuirá a cada um de acordo com a sua conduta”.

- Palavra da Salvação!
- Glória a Vós, Senhor!


2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

a) O contexto:

Mt 16, 21-27 se encontra entre a confissão de Pedro (16,13-20) e a transfiguração (17, 1-8) e está intimamente ligado a elas. Jesus pede aos doze que lhe digam quem o povo pensa que Ele é e depois quer saber o quê eles próprios dizem. Pedro responde: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (16,16). Jesus não somente aceita esta confissão, como diz expressamente que sua verdadeira identidade foi revelada a Pedro por Deus. No entanto, insiste que os discípulos não devem dizer a ninguém que Ele é o Messias. Jesus sabe bem que este título pode ser mal entendido e não quer correr nenhum risco. “Desde então” (16,3) começa a explicar gradualmente aos doze o quê significa ser o Messias: Ele é o Messias sofredor que entrará em Sua glória através da cruz.

A passagem de hoje consta de duas partes. Na primeira (vv. 21-23) Jesus anuncia sua morte e ressurreição e se mostra completamente decidido a seguir o projeto de Deus sobre Ele apesar do protesto de Pedro. Na segunda parte (vv. 24-27) Jesus demonstra a conseqüência que deverá ter sobre seus discípulos o fato de reconhecê-lo como Messias sofredor. Não se chega a ser discípulo, a não ser passando pelo mesmo caminho.
Mas Jesus sabe bem que é difícil para os doze aceitar Sua cruz e a deles, e para animá-los dá uma antecipação de Sua ressurreição na transfiguração (17, 1-8).

 

b) Uma chave de leitura

“Devia ir a Jerusalém…”

Os quatro verbos “ir”, “sofrer”, “ser morto” e “ressuscitar (v.21) estão regidos pelo verbo “devia”, ou melhor, “era preciso que”. É um verbo que no Novo Testamento tem um preciso significado teológico. Indica que é vontade de Deus que uma coisa em particular aconteça, porque está em seu projeto de salvação.

A morte de Jesus pode ser vista como a conseqüência “lógica” da conduta que tomou com relação às instituições de seu povo. Como todo profeta incômodo, foi tirado do meio deles. Mas o Novo Testamento insiste que sua morte (e ressurreição) fazia parte do projeto de Deus que Jesus aceitou com plena liberdade.

“Tu és para mim uma pedra de tropeço”

Tropeço é armadilha, escândalo. Escandalizar a alguém significa colocar diante dele impedimentos que o afastem do caminho que tomou. Pedro é um escândalo para Jesus porque o tenta a deixar o caminho da obediência à vontade do Pai, para seguir um caminho mais fácil. Por isto Jesus o assemelha a Satanás, que no início de seu ministério havia buscado afastar Jesus de seguir sua própria missão, propondo-lhe um messianismo fácil (ver Mt 4, 1-11).

“Quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la” Quem compreende bem o mistério de Jesus e a natureza de sua missão, compreende também o quê significa ser seu discípulo. As duas coisas estão intimamente ligadas.

Jesus mesmo impõe três condições àqueles que querem ser seus discípulos: negar-se a si mesmo, tomar a própria cruz e segui-lo (v. 24). Negar-se a si mesmo quer dizer não centrar sua vida sobre o próprio egoísmo, mas em Deus e Seu projeto (o Reino). Isto comporta a aceitação de adversidades e o suportar as dificuldades. Mas Jesus mesmo deixou o exemplo de como agir em tais situações: basta imitá-lo. Ele não comprometeu sua adesão a Deus e a Seu Reino e permaneceu fiel até dar a vida. Mas foi precisamente desta maneira que chegou à plenitude da vida na ressurreição.

Reflexão
Fonte: Catholic.net
Autor: Pe. Sergio A. Cordova LC

Conta-se que o famoso escritor católico francês, Julien Green (1900-1998), saiu de uma das cadeiras mais ambicionadas da nação, a Academia da França. E assim justificou sua decisão, em uma carta escrita a seu amigo Tassani, um ano antes de morrer: “― Deixei a Academia porque já me era insuportável e não tinha nada que fazer ali, e agora me sinto muito mais livre. Acaso chegaremos ao Paraíso bordados de medalhas e de títulos? Felizmente, não”.

Muitas vezes, absortos por tantas preocupações e inquietudes, esquecemo-nos das coisas verdadeiramente essenciais da vida e freqüentemente perdemos a bússola e o sentido de nossa existência. Fazemos muitas cosas e nos afanamos em mil e uma atividades, sem reparar no porquê ou para quê tudo aquilo. Acontece conosco o que ocorreu a um brilhante general – também francês – que, estando em uma reunião familiar, relatava dramáticas façanhas de sua expedição no Marrocos. De repente, uma sobrinha, que acompanhava cheia de admiração os relatos de seu tio, coloca uma de suas mãozinhas sobre os joelhos e lhe pergunta: “― Tio, o senhor fez coisas maravilhosas pela França. E por Deus, o que o senhor fez?” O grande general ficou sem palavras diante da pergunta inocente de uma criança e passou toda aquela tarde pensativo. Não havia feito absolutamente nada por Deus! Em pouco tempo deixou a carreira militar e se consagrou ao serviço de Deus e dos outros. Havia nascido um grande missionário e um futuro santo: Charles de Foucauld.

No Evangelho de hoje, nosso Senhor nos dirige uma pergunta sumamente importante e transcendental; mais ainda: da resposta que dermos a esta questão depende o sentido e o futuro de nossa própria existên-cia: “― De que serve a um homem ganhar o mundo inteiro, se ao final perde sua alma? O quê poderá dar para recobrá-la?”. Esta é uma das perguntas que atravessam toda a história da humanidade e diante da qual ninguém pode ficar indiferente. O que você fez por Jesus até o dia de hoje?...

Conta-se que o grande general romano Julio César, quando desembarcou com seu exército em Cádiz, reparou em uma estatua de Alexandre Magno e que, ao vê-la, comoveu-se e começou a chorar amargamen-te. Seus generais ficaram consternados. E César, vendo seu assombro, disse-lhes: “― Choro porque, na minha idade, Alexandre já era senhor da maior parte do mundo, e eu ainda não fiz nada”. E você, o que tem feito por Deus até esta idade? Por favor, não continue lendo sem dar uma resposta adequada a esta pergunta. Seja valente e enfrente esta questão com sua consciência. Você sabia que a vida de muitos santos e missionários dependeu da resposta que deram a esta pergunta?

Jesus o questiona hoje, diretamente, querido amigo, amiga: De que vai lhe servir ganhar o mundo inteiro com prazeres, poderes, luxos e vaidades, com dinheiro bailes e festas superficiais se no fim perder sua alma ou ficar sem o mais importante e essencial? E para você, o que é o mais importante?

Vou lhe contar outra breve história. Uma pobre mulher, com seu filho pequeno nos braços, passava dian-te de uma caverna, quando escutou uma voz misteriosa que desde o interior da caverna lhe dizia: “―Entra e toma tudo o que quiseres, mas não te esqueças do principal. Uma vez que saias, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do mais importante...” A mulher entrou toda trêmula na caverna e encontrou ali muito ouro e diamantes. Então, fascinada pelas jóias, colocou a criança no chão e começou a recolher, ansiosamente, tudo o que cabia em seu avental. De repente, a voz mis-teriosa falou novamente: “― Restam-te apenas cinco minutos”. A mulher, apressada, continuava recolhendo o mais que podia. No fim, carregada de ouro e de pedras preciosas, correu e chegou apressada à entrada da cova quando a porta já estava se fechando. Em menos de um segundo se fechou. E nesse momento se lembrou de que seu filho tinha ficado lá dentro... A caverna já estava selada para sempre! A alegria da riqueza desapareceu imediatamente e a angústia e o desespero a fizeram chorar amargamente.

O mesmo acontece com a maioria de nós. Temos uns tantos anos para viver neste mundo, e quase sempre deixamos de lado o principal! O que é o principal nesta vida? Deus, sua vida de graça, seus valores morais e espirituais, a família, os filhos e a total harmonia com Deus e com seu próximo. As riquezas e os prazeres materiais costumam nos fascinar tanto; o trabalho e outras obrigações secundárias nos absorvem tanto que o principal sempre fica de lado... Assim esgotamos nossa vida e esquecemos o essencial!

Por isso, nunca se esqueça do ensinamento que nosso Senhor lhe dá no dia de hoje: “― Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua alma?”. Lembre-se de que a vida passa rápido demais e que a morte nos chega de surpresa, inesperadamente. Quando a porta desta vida se fecha para nós, de nada valerão as lamentações... Pense nisto por um momento e não passe ao largo deste chamado de Deus... A partir de agora mesmo, ponha mãos à obra!!

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos)
a) Meus sentimentos são os de Deus ou os dos homens?
b) Fujo de minhas cruzes de cada dia?
c) Quais são minhas cruzes diárias e quem procura me distrair, como quis fazer - certamente por amor - Pedro?

 

4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.


5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Diz a fé: 2013 – 2015 (O caminho da perfeição passa pela cruz)

2013 “Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade.” (LG 40). Todos são chamados à santidade: “Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48):

Com o fim de conseguir esta perfeição, façam os fiéis uso das forças recebidas (...), a fim de que, cumprindo em tudo a vontade do Pai, se dediquem inteiramente à glória de Deus e ao serviço do próximo. Assim, a santidade do povo de Deus se expandirá em abundantes frutos, como se demonstra luminosamente na história da Igreja pela vida de tantos santos. (LG 40)

2015 O caminho da perfeição passa pela cruz. Não existe santidade sem renúncia e sem combate espiritual (cf. 2Tm 4). O progresso espiritual envolve ascese e mortificação, que levam gradualmente a viver na paz e na alegria das bem-aventuranças:

Aquele que vai subindo jamais cessa de progredir de começo em começo, por começos que não têm fim. Aquele que jamais cessa de desejar aquilo que já conhece. (São Gregório de Nisa, hom. in Cant. 8).

Nossa resposta: 1973 - 1974 (O Mistério Pascal)

1973 Além de seus preceitos, a Nova Lei comporta também os conselhos evangélicos. A distinção tradicional entre os mandamentos de Deus e os conselhos evangélicos se estabelece em relação à caridade, perfeição da vida cristã. Os preceitos se destinam a afastar tudo o que é incompatível com a caridade. Os conselhos têm como meta afastar o que, mesmo sem lhe ser contrário, pode constituir um obstáculo para o desenvolvimento da caridade (cf. São Tomás de Aquino, s. th. 2-2, 184, 3).

1974 Os conselhos evangélicos manifestam a plenitude viva da caridade que jamais se mostra satisfeita, por não poder dar mais. Atestam seu dinamismo e solicitam nossa prontidão espiritual. A perfeição da Nova Lei consiste essencialmente preceitos do amor a Deus e ao próximo. Os conselhos indicam caminhos mais diretos, meios mais fáceis, e devem ser praticados conforme a vocação de cada um:

(Deus) não quer que cada pessoa observe todos os conselhos mas apenas aqueles que são convenientes, conforme a diversidade das pessoas, dos tempos, das ocasiões e das forças, com o exige a caridade; pois ela, como a rainha de todas as virtudes, de todos os mandamentos, de todos os con-selhos, em suma, de todas as leis e de todas as ações cristãs, a todos e todas dá seu grau, sua ordem, o tempo e o valor. (São Francisco de Sales, amor 8, 6).

 

6.- Refletindo com a Grande Cruzada

CM 141 Adiante, filhinhos, abraçai vossas cruzes, Eu vo-las descobrirei pouco a pouco para não vos assus-tar. Depois segui-me, porque onde Eu vou vos agrada estar e onde Eu estou sereis aliviados dos pesos inte-riores (…) 

 

7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado.

 

8.- Virtude do mês:
Durante este mês, praticaremos a virtude da Prudência (Catecismo da Igreja Católica: 1806—1835—1906—1805—1787—788)

1806 A prudência é a virtude que dispõe a razão prática a discernir, em qualquer circunstância, nosso verdadeiro bem e a escolher os meios adequados para realizá-lo. “O homem sagaz discerne os seus passos” (Pr 14, 15). “Sede prudentes e sóbrios para entregardes às orações” (1Pd 4, 7). A prudência é a “regra certa da ação”, escreve São Tomás (Suma Teológica 2-2 47,2), citando Aristóteles. Não se confunde com a timidez ou o medo, nem com a duplicidade ou dissimulação.

É chamada “auriga virtutum” (“cocheiro”, isto é “portadora das virtudes”), porque, conduz as outras virtudes, indicando-lhes a regra e a medida. E a prudência que guia imediatamente o juízo da consciência. O homem prudente decide e ordena sua conduta seguindo este juízo. Graças a esta virtude, aplicamos sem erro os princípios morais aos casos particulares e superamos as dúvidas sobre o bem a praticar e o mal a evitar.

Esta semana veremos o cânon 788, que diz textualmente o seguinte:

788 Quando sua presença visível lhes foi tirada, Jesus não deixou seus discípulos órfãos (cf. Jo 14,18). Prometeu ficar com eles até o fim dos tempos (cf. Mt 28,20), enviou-lhes seu Espírito (cf. Jo 20,22; At 2, 33). A comunhão com Jesus tomou-se, de certa maneira, mais intensa: “Ao comunicar seu Espírito, fez de seus irmãos, chamados de todos os povos, misticamente os componentes de seu próprio Corpo” (LG 7).

E a Grande Cruzada nos diz a respeito:

CM 12 Quero que, como primeiro passo, tomeis consciência do muito que vos amo; de que nada é mais doce que este amor, pois procede do Pai. Assim, quando passardes através de turbulentas águas, Eu estarei convosco e não vos afogareis, quando caminhardes através do fogo, as chamas não vos consumirão. Cada pessoa que for marcada com o sinal de Deus conquista o mundo com o poder de sua fé e seu amor. Quem não estiver pronto para sofrer todas as coisas e a permanecer confiante na vontade de seu amado, não é merecedor de chamar-se Minha alma amante.
Tomai consciência de que o amor é uma comunhão, é gentileza, força, graças aceitas. O amor, ao manter a guarda sobre todos os sentidos, é casto e sensato, fiel a Deus. Agora, se Eu  amo tanto a Meus filhos e que-ro salvá-los, vós deveis amar de igual maneira ao homem, para chegar a ele com Minhas Palavras, com as centenas de Mensagens que tendes, para serdes Meus dignos Apóstolos, assim Meu amor alcançará a perfeição em vós.

 

9.- Propósito para esta semana:
Esta semana farei com que o Senhor participe mais de meus dias (falando com Ele com freqüência), e participarei mais dos Seus (lendo o Evangelho em família). Se a experiência me for enriquecedora, buscarei convertê-la em hábito.

Pensando na forma que Deus me ama, darei (na medida de minhas possibilidades), o mesmo amor aos que estão perto de mim.

 
Apostolado da Nova Evangelização 2008
 
 
< Anterior   Próximo >

Casinhas de Oração

Os grupos de oração e evangelização do ANE são chamados Casinhas de Oração. Se você tem o Guia das Casinhas de Oração e toda semana faz a reunião seguindo nossas Catequeses, por favor, entre em contato e registre sua Casinha!
Joomla Templates by Joomlashack