|
Semana de 20 a 26 de julho de 2008 “Intransigentes com o pecado, tolerantes com o pecador” A PALAVRA DE DEUS 1ª Leitura: Sb 12,13.16-19: “Concedes o perdão aos pecadores” Salmo: 85,5-6.9-10-15-16: “Ó Senhor, vós sois bom e clemente” 2ª Leitura: Rm 8, 26-27: “O Espírito intercede em nosso favor, com gemidos inefáveis.” Evangelho: Mt 13, 24-43: “Deixai crescer um e outro até a colheita”
1.- Leitura do Evangelho segundo Mateus (Mt 13, 24-43) Naquele tempo, 24Jesus contou outra parábola à multidão: “O Reino dos Céus é como um homem que se-meou boa semente no seu campo. 25Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora. 26Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio. 27Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?’ 28O dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’. Os empregados lhe perguntaram: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’ 29O dono respondeu: ‘Não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. 30Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado! Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!”‘ 31Jesus contou-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. 32Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”. 33Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: “O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”. 34Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, 35para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo”. 36Então Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!” 37Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. 38O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. 39O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos. 40Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: 41o Filho do Homem enviará seus anjos, e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; 42e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. 43Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”. - Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor! 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:
Que bom que já na passada explicamos alguma coisa sobre o que são as parábolas, não? Porque esta passagem importantíssima do Evangelho é abundante delas, e nos traz muito para pensar... Uma vez mais, Jesus se apresenta como um observador enamorado das coisas simples, comuns e pequenas, e serve-se, para sua pregação, da semeadura; da semente; de um insignificante grão de mostarda; da sombra das árvores; dos pássaros; do punhado de fermento, que terá visto tantas vezes nas doces mãos de Sua amada Mãe... Em outras circunstâncias Ele falaria das flores; da pesca; dos amigos; das crianças; dos lírios do campo... enfim, das coisas pequenas que dão verdadeiro sentido à vida; tudo para nos transmitir ensinamentos de incalculável conteúdo. Hoje novamente será Ele, em pessoa, Quem nos explicará a primeira parábola, geralmente conhecida como a “do joio e do trigo”, ou simplesmente como “a parábola do joio”... No entanto, a propósito deste relato existem algumas coisas que nos parecem importantes ressaltar, para meditá-las dentro dos contextos históricos e sociais em que vivemos. Vejamos: Jesus nos diz que o inimigo semeou o joio “enquanto todos dormiam”... E se prestamos atenção à explicação que Ele mesmo nos dará a respeito do que vem a representar esse joio, isto é, “os que pertencem ao Maligno” (o que por extensão significa também as atitudes e as condutas próprias do mal) notaremos claramente a forma habitual de proceder do inimigo das almas, que age sempre sigilosa, astuta e imperceptivelmente, quase “às escondidas”, porque se se apresentasse de frente, é certo que teria menos oportunidades de êxito. Ao descobri-lo, seria mais fácil para nós rejeitá-lo... Por este mesmo caminho de análise, compreenderemos melhor também por quê a última recomendação que nosso Senhor fez a seus apóstolos, antes de ser entregue por Judas no Horto das Oliveiras, foi vigiai e orai!: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26,41). Houve outros momentos mais nos quais o Senhor nos falou da importância de “vigiar”: no Evangelho de São Marcos, por exemplo, Jesus também se refere a esta necessidade, quando fala de sua Segunda Vinda... “Ficai de sobreaviso, vigiai; porque não sabeis quando será o tempo.” – diz Ele; e depois repete de maneira inequívoca: “O que vos digo, digo a todos: vigiai!” (cf. Mc 13,32-37) Esse “todos” nos envolve diretamente... Jesus diz a nós, a você e a mim, que estejamos vigilantes! Hoje, através da parábola do joio, Jesus nos conta que foi “...enquanto todos dormiam, (que) veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora.” O que significará então, na catequese de Jesus, este “dormir”, e o que significará esse “vigiar” ou “estar acordado”...? Embora na passagem do Horto das Oliveiras Jesus tenha falado primeiro de “vigiar” na forma literal (isto é, pedindo-lhes que o acompanhassem na oração, em vez de se renderem diante do cansaço, da fadiga e do sono), depois usou essa expressão com um sentido metafórico, para se referir à “letargia” espiritual, à falta de atenção, ao descuido ou à excessiva confiança em nós mesmos, que tantas vezes nos predispõe a cair nas tentações do inimigo... Por isso dirá aos seus apóstolos “vigiai e orai”, ou “estai despertos e rezai...”; isto é, Ele unirá o conceito da “vigília” ou “vigilância” ao da “oração”, como se se tratasse quase das duas faces da mesma moeda... Rezar e estar muito atentos... Anos mais tarde, o Espírito Santo levará São Paulo a retomar estas idéias, mas com um enfoque mais comunitário, de acordo com a necessidade de consolidação das primeiras comunidades cristãs: assim, ao final de sua Carta aos Efésios, ele lhes escreve da prisão de Roma o seguinte: “Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos.” (Ef 6,18) Essa exortação de São Paulo, além de ser belíssima é verdadeiramente transcendente, pois nos enfatiza não somente a necessidade de perseverar insistentemente na oração, de estar permanentemente unidos a Deus através dela, como também de agir solidariamente, como membros do Corpo Místico de Jesus; de interceder uns pelos outros, e além disso, de colaborarmos reciprocamente na vigilância, ajudando-nos (por meio da correção fraterna) a ver aquilo que por costume, por hábito ou finalmente por inconsciência, não conseguimos perceber em nós mesmos, mas que devemos cuidar, mudar ou tirar. Pouco antes, São Paulo nos havia alertado que neste caminho “não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares...” (Ef 6,12). Acaba sendo muito interessante e instrutivo o fato de que no Evangelho de hoje Jesus também se refira diretamente ao demônio e ao inferno, Especialmente agora, que muita gente tende a negar ou relativizar a encarnação do mal no demônio e a existência de um estado ou lugar para o castigo eterno. Pois, nos versículos 38 e 39, ao explicar a parábola do joio, o Senhor diz literalmente: “O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo”, E AQUI JÁ NÃO PODE ESTAR FALANDO METAFORICAMENTE OU EM SENTIDO FIGURADO, PORQUE ESTÁ JUSTAMENTE EXPLICANDO A METÁFORA QUE EMPREGOU NA PARÁBOLA! Mais adiante Jesus acrescentará: “o Filho do Homem enviará seus anjos, e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes.” Toda esta lição deve nos colocar na perspectiva, uma vez mais, do difícil combate espiritual dentro do qual estamos imersos, mas não com o sentido de nos assustar, mas pelo contrário, de nos fortalecer na fé, na oração, na atenta vigilância, na esperança e na segurança da misericórdia de Deus. De fato, essa é a mensagem central de toda esta passagem do Evangelho. As três parábolas são um cântico à fé, à esperança e à sua contrapartida humana, que vem a ser a paciência (e que deve complementar esses dois dons que se recebem de Deus): assim, a boa semente produzirá fruto, apesar da má erva semeada pelo inimigo às escondidas. O pequeno grão de mostarda se converterá em uma árvore frondosa, capaz de abrigar a centenas de pássaros em sua sombra. A pitada ou pequena porção de levedura, fermen-tará toda a massa e nos permitirá saborear um pão delicioso... Mas os três processos levarão seu tempo, e será preciso ter a integridade e paciência necessárias para perseverar mesmo sem ver os frutos imediatos que se deseja... Foi assim que se fez a Igreja, a partir de um punhado de amigos, e assim também darão fruto nossos trabalhos apostólicos, na medida em que consideremos a recomendação de Jesus, passada ao nível de “dever comunitário” por São Paulo... Vigiar e orar, uns com e pelos outros, será a melhor maneira de “regar e limpar nossos campos”, enquanto esperamos confiantes o cumprimento das promessas de Deus... No mais, Jesus nos ensina que tudo o que é grandioso – como o próprio Reino dos Céus – começa pequeno; com fé, com muita esperança e com paciência, e o Senhor se encarregará de que dê frutos abundantes a seu devido tempo. Dizia o ex-cardeal Ratzinger, falando da Nova Evangelização: “Todos necessitam do Evangelho. O Evangelho está destinado a todos e não apenas a um grupo determinado, e por isso devemos buscar novos caminhos para levar o Evangelho a todos. No entanto, aqui se esconde também uma tentação: a tentação da impaciência, a tentação dos grandes números, de buscar o êxito imediato. E não é esse o método do reino de Deus. Para o reino de Deus, assim como para a evangelização, que é o instrumento e veículo [da difusão desse reino], sempre é válida a parábola do grão de mostarda. O reino de Deus torna a construir-se uma e outra vez sob esse signo. “Nova evangelização” não é sinônimo de atrair imediatamente com métodos novos e mais refinados as grandes massas que se afastaram da Igreja. Não; não é essa a promessa da nova evangelização. “Nova evangelização” significa não se contentar com o fato de o grão de mostarda se ter transformado na grande árvore da Igreja universal, nem pensar que basta o fato de nos seus ramos poderem aninhar-se aves de todo o tipo. “Nova evangelização” significa recomeçar o trabalho valentemente, com a humildade desse minúsculo grão, deixando que Deus decida quando e como há de crescer (cfr. Mc 4,26-29). As grandes coisas começam sempre por um pequeno grão, ao passo que os movimentos de massa são sempre efêmeros.” (A nova evangelização – Congresso de catequistas e professores de religião, Roma, 10/12/2000; tradução publicada no livro Joseph Ratzinger, uma biografia – Ed. Quadrante – pág. 256-257)
3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos) a) Vivemos rodeados de tentações e sinais do mal. Como me protejo, para não ser arrancado ao final como a má erva que irá parar no fogo? De quais recursos estou me servindo para perseverar na fidelidade a Cristo? Eles funcionam bem para mim? Não seria oportuno acrescentar algum outro? b) Sabendo que “ninguém é trigo limpo”, e que o joio é semeado não somente na sociedade, como também nos indivíduos, eu me esforço para descobrir e procurar arrancar o joio que possa haver em mim? c) Tenho consciência de que a oração e os sacramentos me farão brilhar como a espiga dourada, para que o Senhor possa me separar do joio quando chegar a hora? d) Sou tolerante e paciente com os defeitos dos outros? Como posso, com humildade, ajudar os outros a reconhecerem o mal em sua vida? Praticamos a correção fraterna em nossa pequena comunidade? e) Vivo “demasiadamente confiante” em que na hora do juízo meus pecados serão perdoados? 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.
5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica
Diz a fé: 827 (O pecado junto à boa semente) 827 “Mas enquanto Cristo, ‘santo, inocente, imaculado’, não conheceu o pecado, mas veio apenas para expiar os pecados do povo, a Igreja, reunindo em seu próprio seio os pecadores ao mesmo tempo santa e sempre necessitada de purificar-se, busca sem cessar a penitência e a renovação.” (LG 8; Cf. UR 3; 6). Todos os membros da Igreja, inclusive seus ministros, devem reconhecer-se pecadores. (cf. 1Jo 1,8-10). Em todos eles o joio do pecado continua ainda mesclado ao trigo do Evangelho até o fim dos tempos (cf. Mt 13,24-30). A Igreja reúne, portanto, pecadores alcançados pela salvação de Cristo, mas ainda em via de santificação. A Igreja é santa, mesmo tendo pecadores em seu seio, pois não possui outra vida senão a da graça: é vivendo de sua vida que seus membros se santificam; é subtraindo-se à vida dela que caem pecados e nas desordens que impedem a irradiação da santidade dela. É por isso que ela sofre e faz pe-nitência por essas faltas das quais tem o poder de curar seus filhos, pelo sangue de Cristo e pelo dom do Espírito Santo (SPF 19).
Nossa resposta: 2850 (Livrai-nos do mal) 2850 O último pedido ao nosso Pai aparece também na oração de Jesus: “Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno” (Jo 17,15). Diz respeito a cada um de nós pessoalmente, mas somos sempre “nós” que rezamos em comunhão com toda a Igreja e pela libertação de toda a família humana. A Oração do Senhor não cessa de abrir-nos para as dimensões da economia da salvação. Nossa interdependência no drama do pecado e da morte se transforma em solidariedade no Corpo de Cristo, na “comunhão dos santos”. (cf. RP 16).
6.- Refletindo com a Grande Cruzada CM 116 Almas que vos preocupais com os pecados mortais e almas que vos preocupais, além dos pecados graves, também com os veniais: tiverdes Graça suficiente para evitar as ofensas graves contra Mim; por que não deveria vos dar a Graça que faz evitar os pecados veniais? Além do mais, porque quero vê-las inteiramente belas, ocupo-Me para que permaneçais longe de toda ofensa contra Mim. É isto que faço e também acreditais nisto. A coisa é séria para vós, se considerais vossas confissões, não é verdade? Mas dizei-me, se um campo de trigo tem muita cizânia , como pretendeis destruí-las de uma só vez? Por isso, convencei-vos de que é necessário trabalho em vossas almas antes que fique somente o trigo de Minha graça. Filhos Meus, confessai as mesmas coisas, mas não renuncieis a vos corrigir, do contrário vossa cizânia sufocará Meu trigo. 7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado. 8.- Virtude do mês: Durante este mês de julho, praticaremos a virtude da Fé (Catecismo da Igreja Católica, cânones: 1666 – 2609 – 2690 – 2087 – 2088 – 2089) A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe, porque Ele é a própria verdade. Pela fé ‘o homem se entrega inteira e livremente a Deus’ (DV 5). Por isso o crente se esforça por conhecer e fazer a vontade de Deus. ‘O justo viverá pela fé (Rom 1,17). A fé viva ‘age pela caridade’. Esta semana veremos o cânon 2690, que diz textualmente o seguinte:
2690 O Espírito Santo dá a certos fiéis dons de sabedoria, de fé e de discernimento em vista do bem comum que é a oração (direção espiritual). Aqueles e aquelas que têm esses dons são verdadeiros servidores da tradição viva da oração: Por isso, se a alma deseja avançar na perfeição, conforme o conselho de S. João da Cruz, deve “considerar bem em que mãos se entrega, pois, conforme o mestre, assim será o discípulo; conforme o pai, assim será o filho”. E ainda: “O diretor deve não somente ser sábio e prudente, mas também experimentado... Se o guia espiritual não tem a experiência da vida espiritual, é incapaz de nela conduzir as almas que Deus chama, e nem sequer as compreenderá”. (Chama, estrofe 3,30).
E a Grande Cruzada nos diz a respeito: CM 20 Sê sempre obediente a teu Diretor Espiritual. Isto te manterá pura e pobre em pecado. Toma o exemplo do boi. Este animal, enquanto trabalha com a cabeça presa ao jugo, trabalha bem e o dono pode juntar grãos para o estábulo, mas quando este animal ergue a cabeça, o celeiro fica vazio... Tende discernimento pela obediência. Escutai no silêncio. É muito melhor viver no silêncio do que viver na decepção e no orgulho. Se vossos diretores espirituais dizem que podeis falar sobre um determinado assunto, então os bons trabalhos de Deus fluirão através de vós porque primeiro recebestes a aprovação de quem vos assessora. 9.- Propósito para esta semana: ANALISAREI COM MUITO CUIDADO TODA A “CIZÂNIA” DE QUE DEVO DESPRENDER-ME PARA ASSEMELHAR-ME MAIS A JESUS. Seguirei fielmente os conselhos de meu diretor espiritual ou meu confessor, embora para isso tenha que sacrificar algumas comodidades. Se ainda não tiver um “diretor espiritual” (que não somente me confesse e absolva, mas que também conheça muito bem o estado de minha alma e me ajude no progresso espiritual que busco), pedirei um em oração ao Senhor. Apostolado da Nova Evangelização 2008
|