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Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

São Carlos, 11 de outubro de 2008

Casinhas de Oração

Os grupos de oração e evangelização do ANE são chamados Casinhas de Oração. Se você tem o Guia das Casinhas de Oração e toda semana faz a reunião seguindo nossas Catequeses, por favor, entre em contato e registre sua Casinha!
XIV Domingo do Tempo Comum PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   
06 de julho de 2008

Semana de 6 a 12 de julho de 2008
“Fazer-se pequeno para receber o Reino”

A PALAVRA DE DEUS
1ª Leitura: Zc 9,9-10: “Vem teu rei ao teu encontro”
Salmo: 144,1-2.8-9.10-11.13-14: “Ó meu Deus, quero exaltar-vos, ó meu Rei”
2ª Leitura: Rm 8,9.11-13: “Se, pelo Espírito, matardes o procedimento carnal, então vivereis”
Evangelho: Mt 11,25-30: “Sou manso e humilde de coração”

1.- Leitura do Evangelho segundo Mateus (Mt 11,25-30)

Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: 25“Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado.
27Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
28Vinde a mim, todos vós, que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. 30Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.

- Palavra da Salvação!
- Glória a Vós, Senhor!


2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

O Evangelho desta semana é breve, mas verdadeiramente substancioso, e é composto por três partes:
1º) A admirável oração que Jesus eleva a nosso Pai; falaremos a respeito dela em seguida.
2º) O chamado que nos faz, para nos aliviar de todas as fadigas, explicando-nos que Ele tem todo o poder para mudar tudo aquilo que deve ser mudado. Ele o diz claramente: “Tudo me foi entregue por meu Pai.”
3º) Finalmente, seu convite a imitá-lo na prática de duas virtudes: na mansidão e na humildade de coração, que são justamente, segundo Ele mesmo nos explica, os dois requisitos para encontrar esse alívio que o Senhor nos oferece, bem como a verdadeira paz da alma.

Por que chamamos de “admirável” a oração do Senhor? Em primeiro lugar, porque não pode deixar de nos maravilhar a maneira com que se dirige a Seu Pai, que é nosso Pai: com esse tom que reflete por sua vez solenidade e proximidade; respeito e confiança...

“Eu te louvo, ó Pai...” Louvar quer dizer elogiar, “celebrar com palavras”... “Eu te elogio, te enalteço, te engrandeço, te honro, te aplaudo e te glorifico... Eu expresso, com minha boca, como és maravilhoso...”

Em segundo lugar, pelo motivo desse louvor: Jesus louva o Pai porque, em sua infinita Sabedoria, em sua infinita Justiça e em sua onipotência, o Pai quis que os sábios, os conhecedores, os que se gabam de compreender as coisas, não entendam nada “destas coisas”, e porque em vez disso quis que estas coisas sejam entendidas pelos mais simples... pelos que são tidos por menos pelos que se crêem muito entendidos...

Depois reafirmará essa onipotência do Pai, dizendo-lhe “Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado”... Como se dizendo: “assim o quiseste, para confusão de muitos, e assim o fizeste, e é maravilhoso que seja assim...”

Agora sim se faz necessário saber a que “coisas” Jesus se refere, ao dizer que estão escondidas para os mais sábios e reveladas aos mais simples: entre os versículos 21 e 24 deste capítulo. Isto é, nos quatro ver-sículos anteriores à passagem que lemos, Jesus censurou as cidades nas quais havia realizado a maioria de seus milagres, porque apesar deles (porque apesar de terem visto uma série de prodígios) a maioria de seus habitantes não se havia convertido.

“Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida!” – diz o Senhor no versículo 21 – “Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e a cinza.” E depois acrescenta uma sentença lapidar: “no dia do juízo, haverá menor rigor para Tiro e para Sidônia que para vós!”

Na verdade, a sentença não é diretamente para Corozaim e Betsaida, mas ele utiliza metaforicamente essas duas cidades para se referir aos habitantes de todas as cidades do mundo e de todos os tempos que, tendo a oportunidade de se converter ao Senhor, a desperdicem.

Assim, entendemos que a “coisa” que Deus permite que os mais simples vejam (e que, pelo contrário, parecia “ocultar” aos mais elevados) é a necessidade de conversão pessoal. A pista sobre este assunto nós a encontramos lendo atentamente desde o início este capítulo do Evangelho de Mateus, no qual Jesus começa falando com seus discípulos sobre João Batista: aquele que havia sido enviado por Deus para preparar o caminho da chegada do Messias, por meio de um “Batismo de Conversão”, de arrependimento e purificação, simbolizada pela água.

A chave deste capítulo, e de todo este tema parecia estar concentrado no versículo 12, no qual Jesus declara: “Desde a época de João Batista até o presente, o Reino dos céus é arrebatado à força e são os violentos que o conquistam.”

Os mais decididos serão habitualmente os mais simples, os mais pequenos; os que talvez por não terem muito a perder (ao se negarem a si mesmos e carregarem sua cruz para seguir Jesus), decidem-se por Ele e se convertem a Ele.

Por outro lado, a conversão será sempre mais difícil para os mais elevados, para os que sobressaem, segundo os valores e a lógica deste mundo, porque eles parecem já ter seu pedacinho de “céu” nesta terra, e por tanto, sentirão que não precisam da “Fé” em uma Redenção, da “Esperança” em uma vida eterna melhor, nem da “Caridade” como norma básica de existência e de convivência.

Como vemos até o momento, somente analisando um pouquinho a oração de Jesus, descobrimos que esta passagem do Evangelho é muito educativa, e nos permite compreender por quê as coisas estão como estão no mundo, mas há um assunto que ainda é muito mais enriquecedor, no que toca a mim mesmo e agora.

Jesus diz “Vinde a mim, todos vós, que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso.” Quem pode dizer que sua vida transcorre “como um mar de rosas”...? Que não precisa de ajuda, fortaleza, ânimo e às vezes consolo para seguir adiante...? De modo geral, as pessoas soberbas; os que se acham donos do mundo, e estão dispostos a levar tudo em frente...

Mas a imensa maioria das pessoas necessita de um alento especial, de um espaço de tempo, de um “al-go”, que muitas vezes não se sabe explicar, algo que lhe dê essa energia necessária para transitar diariamente pelo caminho da vida... O desejo, a necessidade de Deus é uma característica comum de todos os homens e mulheres de todos os tempos. Todos temos “Sede de Deus”. Santo Agostinho começa suas “Confissões” com uma frase incomparável: “Senhor, fizeste-nos para Ti e nosso coração está inquieto até que descanse em Ti.”

Por sua parte, São Tomás explica que o homem tem um “desejo natural” de Deus, porque, como homem criado, só pode aspirar ao que pode alcançar sua própria natureza. Mas como homem histórico (isto é, transcendente) foi elevado à vida da graça, foi tornado “filho de Deus”; de modo que o próprio Deus é o objeto de seu desejo; um desejo que chega a ser natural por dom e graça, como algo gratuito que se faz natural desde o começo. Dizia que a meta a que aspira o homem é a vida íntima de Deus, alcançar a “corrente Trinitária de amor”, introduzir-se nas relações divinas entre as três Pessoas Divinas – na paternidade, a filiação e a “expiração passiva” (isto é, o alento, sopro), três aspectos do amor eterno – até chegar à comunhão com Deus que sacia sem saciar, que preenche todas as aspirações humanas de amor, de beleza, de verdade, de bon-dade, de unidade, de eternidade, de plenitude, em um descanso que é atividade daquele que tem “vida eter-na”, uma vez superado o  tempo de provação...

Mas sem chegar a analisar essa aspiração espiritual, e que já se tornou natural ao homem por meio da graça, estão as necessidades até físicas e materiais do homem, que às vezes não se consegue explicar co-mo é que se “satisfazem”; de onde é (sem a Providência de Deus) que se tiram as forças e os recursos para continuar batalhando e avançar dia a dia.

Que triste é, para quem não crê em Deus, sentir-se à sua própria sorte! Que vazia satisfação crer que tudo é devido a si mesmo, ao seu esforço e à sorte! Que sombria perspectiva compreender que sua vida é somente um trânsito desde o útero materno até o túmulo!

Neste Evangelho, Jesus nos convida diretamente a nos aproximarmos dEle, para encontrar nEle o repouso a energia, a força, a verdadeira Paz, o alívio para todos os nossos males... Ele nos diz que tem todo o poder para mudar nossa sorte, se é isso de que verdadeiramente precisamos: “Tudo me foi entregue por meu Pai” (diz claramente). Mas, apesar desse poder, não nos promete que aqui acabarão nossos proble-mas... E assim nos aproximamos da terceira mensagem deste Evangelho, que deve nos ajudar para que, embora não acabem, ao menos se tornem absolutamente suportáveis... É uma lição de vida.

Se analisamos bem as coisas, veremos que este assunto parece um contra-senso... Depois de nos chamar, porque se supõe que estamos cansados, Ele nos diz: “Tomai sobre vós o meu jugo”... E se poderia perguntar: bom, deste jeito vamos de mal a pior...?

Mas é aqui que vem o que talvez chegue a ser a chave deste Evangelho para nós: o Senhor nos diz  “aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso.”

Como já dissemos alguma vez nestas catequeses: a única vez em que Jesus nos diz “sejam como Eu”, isto é, em que Ele se coloca diretamente como exemplo, é aqui, para nos mostrar, para nos ajudar a encon-trar essa verdadeira Paz... Quantos problemas evitaríamos se fôssemos mais mansos e humildes!

Como dizíamos, Ele não nos oferece uma vida sem problemas... Ao contrário, Ele nos diz “sirvam-se de novos problemas”... Textualmente, Ele nos diz “Tomai sobre vós o meu jugo”, e humanamente, um jugo será sempre um problema; mas ao final Ele nos dirá “...meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”  E, claro, procurando assimilar e imitar sua mansidão e sua humildade, certamente tudo será “fácil”!

Mas é para isso que somos chamados como cristãos, não é mesmo? Para nos parecermos com Cristo. E por onde começaremos, senão exatamente por onde Ele nos recomenda?

A MANSIDÃO: é uma virtude que nos ajuda a sofrer tranqüilos e com calma as adversidades, as injustiças, as perseguições e as injúrias. Consiste em ser dócil, submisso e sofrido com quem o maltrata e até o aborrece, se quer que os outros tolerem seus defeitos, que perdoem e esqueçam se tiverem motivo de queixa contra você, pois o mesmo você deve fazer com relação aos outros.

A HUMILDADE: a humildade é a virtude que consiste no conhecimento das próprias limitações e fraquezas, e em agir de acordo com esse conhecimento.
Em nossa fé, um coração humilde é aquele que, reconhecendo a miséria humana e a onipotência divina, quer e procura somente fazer a vontade de Deus; que deseja somente o que é mais aceitável para Ele, aquilo que mais agrade ao Senhor, com total resignação e abandono absoluto de qualquer desejo ou pretensão pessoal.

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos)
a) Tenho consciência de que para compreender os ensinamentos de Jesus devo pensar com simplicidade?
b) Até que ponto procuro imitar a Jesus na mansidão e na humildade de coração? Reconheço que esse é o único caminho que o Senhor me aconselha para encontrar a verdadeira paz de minha alma?
c) Entendo que o alívio e o descanso que Jesus oferece não é igual ao bem-estar econômico ou o sucesso social que o mundo promove? Estou disposto a aceitar esse alívio e não o que talvez eu deseje?


4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.


5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Diz a fé: 2603; 544; 2785 (O Reino de Deus revelado aos pequenos)

2603 De Cristo, durante seu ministério, os evangelistas conservaram duas orações mais explícitas, que começam ambas com uma ação de graças. Na primeira (cf. Mt 11,25-27 e Lc 10,21-22), Jesus glorifica o Pai, agradece-lhe e o bendiz porque escondeu os mistérios do Reino aos que se julgam doutos e revelou-os aos "pequeninos" (os pobres das Bem-aventuranças). Sua exclamação emocionada, "Sim, Pai!", exprime o fundo de seu coração, sua adesão ao "beneplácito" do Pai, como num eco ao "Fiat" de Sua Mãe em sua concepção e como prelúdio àquele sim que dirá ao Pai em sua agonia. Toda a oração de Jesus está nesta adesão amorosa de seu coração de homem ao "mistério da vontade" do Pai (cf. Ef 1, 9).

544 O Reino pertence aos pobres e aos pequenos, isto é, aos que o acolheram com um coração humilde. Jesus é enviado para "evangelizar os pobres" (Lc 4,18; cf. Lc. 7,22). Declara-os bem-aventurados, pois "o Reino dos Céus é deles" (Mt 5,3); foi aos "pequenos" que o Pai se dignou revelar o que permanece escondido aos sábios e aos entendidos. Jesus compartilha a vida dos pobres desde a manjedoura até a cruz; conhece a fome, a sede e a indigência. Mais ainda: identifica-se com os pobres de todos os tipos e faz do amor ativo para com eles a condição para se entrar em seu Reino (cf. Mt 25,31-46).

Nossa resposta: 2778 (A oração confiante) 2785 (Ser como crianças)

2778 Esta força do Espírito que nos introduz na Oração do Senhor traduz-se nas liturgias do Oriente e do Ocidente pela bela expressão tipicamente cristã: "parrhesia", simplicidade sem rodeios, confiança filial, jovial segurança, audácia humilde, certeza de ser amado.

2785 Um coração humilde e confiante que nos faz "retornar à condição de crianças" (Mt 18,3), porque e aos pequeninos que o Pai se revela (Mt 11,25):

É um olhar sobre Deus tão-somente, um grande fogo de amor. A alma nele se dissolve e se abisma na santa dileção, e se entretém com Deus como com seu próprio Pai, bem familiarmente, com ternura de piedade toda particular. (São João Casiano).

Nosso Pai: este nome suscita em nós, ao mesmo tempo, o amor, a afeição na oração, (...) e também a esperança de alcançar o que vamos pedir... Com efeito, o que poderia Ele recusar ao pedido de seus olhos, quando já antes lhes permitiu ser seus filhos? (Santo Agostinho).

 

6.- Refletindo com a Grande Cruzada

CS 17 Não façais como os animais, que devolvem mordida com mordida, não o façais porque isto é contrário à mansidão (…)
Não existe humildade de coração nem união se respondeis com agressividade, com palavras de ira, ofensivas. Lembrai-vos de mim crucificado, mãos e pés perfurados, pendendo na cruz da ignomínia, blasfemado, odiado, escarnecido e profanado (…) Como recebi tantas contrariedades? Com uma oração: “Pai, perdoai-os porque não sabem o que fazem”. Entendeis o que vos quero dizer? Eu não poderei vos apresentar a Meu Pai um dia se não vos fizerdes semelhantes a Mim...

 

7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado.

 

8.- Virtude do mês:
Durante este mês de julho, praticaremos a virtude da (Catecismo: 1666 – 2609 – 2690 – 2087 – 2088 – 2089)

A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos tem dito e revelado, e que a Santa Igreja nos propõe, porque Ele é a própria verdade. Pela fé ‘o homem se entrega inteira e livremente a Deus (DV 5). Por isso o crente se esforça por conhecer a vontade de Deus. ‘O justo viverá pela fé' (Rm 1,17). A fé viva ‘age pela caridade'.

Esta Semana veremos o cânon 1666, que diz textualmente o seguinte:

1666 O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de "Igreja doméstica", comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã.

E a Grande Cruzada nos diz a respeito:

CA 112 Quanto aprecio a fé e a recompenso parcialmente na terra! E os conflitos de hoje são os acontecimentos transcendentais do amanhã, porque seguir-Me de verdade significa pôr como base da própria existência, não coisas fáceis, mas conflitos consigo mesmos e com o mundo que vos rodeia. Levarei em conta justamente estes conflitos, porque Eu ajo de maneira muito diferente da criatura, que trata de esquecer o que é difícil e acomoda-se com o fácil. Mas, no fim, tudo aquilo de que tendes fugido será o que irá permanecer. Quer dizer: a temida Cruz, suportada com penas e, em todo o caso, recebida com sentimentos de conflito, será a única coisa que ficará para dar testemunho de vós. Portanto, a regra, embora não seja lógica, é simplesmente: cada um vale tanto quanto sabe sofrer.

 

9.- Propósito para esta semana:
RESPONDEREI COM MANSIDÃO A TODA CONTRARIEDADE QUE TIVER.

Procurarei fazer com que em meu lar se fale, se estude, reflita e se pratique alguma passagem do Evangelho, pois a Igreja me recorda que a família deve ser “escola de Fé”. Devo buscar a maneira de evangelizar permanentemente aos que me rodeiam, mas recordando sempre que a primeira e mais eficaz forma de evangelizar é com o próprio exemplo.

 
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