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Semana de 29 de junho a 5 de julho de 2008 “Pedro foi o primeiro a confessar a fé; Paulo, o mestre insigne que a interpretou” A PALAVRA DE DEUS 1ª Leitura: Atos 12,1-11: ―O Senhor me livrou das mãos de Herodes Salmo 18,2-3.4-4: ―De todos os temores me livrou o Senhor Deus. 2ª Leitura: 2Tm 4,6-8.17-18: ―Agora está reservada para mim a coroa da justiça. Evangelho: Mt 16,13-19
1.- Leitura do Evangelho segundo Mateus (Mt 16,13-19) Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: "Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?" 14Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas". 15Então Jesus lhes perguntou: "E vós, quem dizeis que eu sou?" 16Simão Pedro respondeu: "Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo". 17Respondendo, Jesus lhe disse: "Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus. - Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor! 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:
A passagem que acabamos de ler é importantíssima porque nos fala do momento preciso em que Jesus expressa sua vontade de fundar uma nova Igreja, que daí em diante seria instrumento de salvação para a humanidade. Já antes, falando sobre o Reino dos Céus, nosso Senhor havia pré-anunciado algo sobre essa futura Igreja; embora o tenha feito, como costumava, por meio de parábolas, que podemos ver no mesmo Evangelho segundo São Mateus. Ali diz-nos Jesus: “O Reino dos céus é comparado a um grão de mostarda que um homem toma e semeia em seu campo. É esta a menor de todas as sementes, mas, quando cresce, torna-se um arbusto maior que todas as hortaliças, de sorte que os pássaros vêm aninhar-se em seus ramos.” (Mt 13,31-32). Nossa Igreja começou assim, como algo pequenino; com a pregação de Jesus e depois, dos apóstolos, a quem coube – com a Graça e o poder do Espírito Santo – construir esta Igreja que hoje está erigida, para Glória de Deus, em todo o mundo e na qual nós, multidões de homens e mulheres de todas as raças e países, buscamos refúgio e guia. No mesmo capítulo (13 do Evangelho de São Mateus) nos versículos de 24 a 30, por meio da parábola do trigo e do joio, Jesus advertia também sobre o mal que assolaria a sua Igreja, esse mal que na leitura de hoje se chama de poder do inferno... ( O que deixa bem claro duas coisas: primeiro que esse poder é do inferno e segundo, que tentará impor-se à Igreja) A Liturgia de 29 de junho celebra São Pedro e São Paulo, que foram os pilares fundamentais sobre os quais o Senhor iniciou a edificação de Sua Igreja. Os dois, muito pecadores e muito convertidos, empregaram todos seus esforços e capacidades para a instauração do Reino de Deus nesta terra e, contando com Sua Graça, Seu auxílio e Seu poder, realmente fizeram muito. São Pedro, pescador de ofício, vem a ser justamente a rocha ou pedra que serviria de marco e firmeza para os outros apóstolos após a Ascensão de Nosso Senhor. Foi o primeiro Papa porque recebeu a autoridade pontifícia do próprio Jesus Cristo quando Ele lhe disse figurativamente que lhe entregava as chaves do Reino dos Céus. Essas chaves simbolizavam e significavam a suprema potestade sobre a Igreja, com o poder de governar, de permitir e de proibir. A mesma autoridade seria depois transmitida aos sucessores de Pedro, desde São Lino, que foi o segundo Papa (e exerceu seu pontificado entre os anos 67 e 76) até Bento XVI, que exerce hoje o Ministério Petrino. Porém é claro que aquele poder não seria como os do mundo, mas seria baseado no serviço por amor, já que o próprio Jesus recomendou: “O maior dentre vós será vosso servo.” (Mt 23,11). Esta recomendação do nosso Salvador deve ser observada sempre em todas as organizações e em todos os níveis da sua Igreja (e, claro, também em nosso Apostolado. Estranhamente, alguns versículos depois da passagem do Evangelho que lemos hoje, no qual Jesus incumbe Pedro ao ponto de entregar-lhe as chaves do Reino, vemos que ao anunciar Jesus que deviam dirigir-se a Jerusalém e que lá Ele seria morto nas mãos de seus inimigos, Pedro tratará de desanimá-lo e o Senhor lhe dirá: “Afasta-te Satanás (...) teus pensamentos não são de Deus, mas dos homens!” (Mt 16,21-23). É claro que, assim como ao dizer que Jesus era o Messias, o Filho de Deus vivo, Pedro falava segundo o Espírito, agora, ao querer desanimá-lo, falará segundo a carne e o sangue, isto é, muito humanamente. A proximidade desses dois acontecimentos não é casualidade nem erro, nem deve levar-nos a pensar que Pedro estava louco: a Providência do Senhor quer mostrar-nos, por meio desses acontecimentos registrados no Evangelho, que devemos discernir muito bem onde têm origem nossas inspirações e impulsos, pois muitas vezes nossa vida transcorre como no meio de uma sinfonia de luzes e sombras, com idéias e sentimentos que às vezes são bons, às vezes maus. Dissemos alguns parágrafos atrás que Pedro, além de pescador foi um grande pecador. Foi, de fato, um pecador arrependido e convertido. Todos recordamos as três vezes que negou Jesus na noite em que foi entregue. Foi por isso, precisamente, que ao aparecer-lhes o Senhor, já ressuscitado, comendo com eles às margens do lago, perguntou três vezes a Pedro se O amava. Se prestarmos atenção naquela passagem veremos que Ele disse: “Simão, filho de Jonas, amas-me mais que esses?” ao ouvir o seu sim, lhe disse: “Apascenta as minhas ovelhas” (Cf Jo 21, 15) É improvável que Jesus quisesse gerar ciúmes ou competição entre seus discípulos, mas evidentemente era necessário que Pedro o amasse mais do que os outros, para que Jesus o confirmasse novamente no ministério que lhe havia confiado, porque só amando-O entranhadamente e estando unido em tudo a Ele, poderia desempenhar a difícil missão que deveria realizar. Era necessário que se convertesse e que tivesse a fé firme, como a rocha que ele deveria ser, para poder fortalecer seus irmãos e as multidões que viriam depois deles. Por isso lemos no Evangelho de São Lucas que, antes de seguir para o Horto das Oliveiras, na última ceia, Jesus lhe dirá: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos.” (Lc 22,31-32) Será, pois, necessário que Pedro converta-se primeiro para poder confirmar na fé seus irmãos e assim seu ministério se sustentará graças ao poder de Cristo, que ora por ele. Estas lições devem ser muito importantes para nós, dada a missão à que fomos chamados – como apóstolos da Nova Evangelização. Poderíamos dizer muito mais sobre Pedro, mas assim, talvez diminuiríamos a força das mensagens centrais que nos parecem mais importantes de ressaltar e que reunimos até o momento: 1º) Que a Igreja se fundamenta na obediência a Pedro e seus sucessores que, mantendo-se unidos a Cristo no amor, no serviço e na entrega, o representarão na Terra até o fim dos tempos. 2º) Que o mal sempre atacará a Igreja e até tentará impor-se a ela, mas não conseguirá. 3º) Que a única forma de desempenhar um ministério dentro da Igreja é por meio do amor, do serviço e da união com Cristo, já que é necessário discernir sobre a origem de nossos impulsos e inspirações, para assegurarmos que realmente venham de Deus. Seria justo falar agora de São Paulo, de sua magnífica e realmente super-abundante obra na edificação da Igreja. De suas origens como perseguidor das primeiras comunidades cristãs; de sua conversão radical e as formidáveis luzes que lançou sobre a Doutrina de Cristo, ao robustecê-la em sua explicação com a grande bagagem que trazia por seu conhecimento das Sagradas Escrituras, tendo sido formado entre os fariseus por Gamaliel... Deveríamos ressaltar a fortaleza com a qual suportou inumeráveis perseguições e tormentos; seu incansável trabalho, fundando e acompanhando as primeiras comunidades cristãs entre os gentios... Mas havíamos prometido que esta semana falaríamos um pouco sobre o SECULARISMO e o RELATIVISMO e é muito oportuno cumprir essa promessa levando em conta que o secularismo e o relativismo são as duas tenazes com as quais o mal tenta aprisionar a fé e predominar na cultura, impondo-se por sobre os valores promovidos pela Igreja. Verdadeiramente, é muito e de vital importância o que São Paulo tem para contribuir em nossa formação cristã; por isso recomendamos a leitura dos Atos dos Apóstolos para conhecer alguns detalhes das suas obras e, mais ainda, a leitura de suas Epístolas, que são instrutivas e santificadoras. Vamos agora aos assuntos pendentes: SECULARISMO E RELATIVISMO: Declaramos na catequese da semana passada que Sua Santidade Bento XVI identificou o SECULARISMO e o RELATIVISMO como as duas grandes tendências do pensamento que constituem hoje um grave problema para a humanidade. Vejamos brevemente porque: 1) O SECULARISMO, que se fundamenta em um racionalismo excessivo (privilegiando a razão em menosprezo de outros âmbitos do ser humano, como o espiritual, o emocional, etc.), é a tendência a dessacralizar o sagrado; isto é, tirar o caráter do sagrado, santo ou divino daquilo que por sua própria natureza o é. Ninguém se chama a si mesmo secularista, mas a influência desta corrente assume diversas faces. Assim, disfarçado de - LAICISMO, o secularismo diz, por exemplo, que quer dar a tudo que é religioso o seu verdadeiro lugar (que viria a ser o âmbito do privado e o mundo interior de cada pessoa). No fundo, ao tirar a religião da esfera pública, o que busca é o seu desaparecimento. Para nos darmos conta do que estamos dizendo basta ver a proliferação de disparates ao estilo do Código Da Vinci, O Evangelho proibido de Judas, O túmulo secreto de Jesus e outros produtos culturais (entre aspas), que no seu conjunto procuram humanizar em extremo a imagem de Jesus Cristo, visto que não podem negar sua passagem por este mundo. Algo semelhante é o que faz uma certa pseudo-teologia, que hoje está muito em moda e que busca centrar suas reflexões no Jesus histórico, pretendendo desmitificar e explicar racionalmente seus milagres, etc. 2) O RELATIVISMO, por sua parte (baseado no nobre princípio da tolerância), consiste em negar a existência de verdades universais válidas e em sustentar que toda afirmação ou crença depende das condições e dos contextos da pessoa ou do grupo que a sustenta. O relativismo é danoso especialmente porque pode conduzir facilmente ao ceticismo, segundo o qual, não somente é impossível estabelecer verdades absolutas, mas que não se pode chegar a conhecer com certeza nenhuma verdade. 3) Combinadas ambas as correntes, potencializam-se e se reproduzem em ecos infinitos através dos meios de comunicação e constituem um perigo, especialmente para a fé dos mais jovens e dos que têm certa pretensão intelectual, na medida em que, não somente negam o Absoluto (que em definitivo é Deus), mas ainda ocultam ou dissimulam questões de vital importância para a alma, como a luta universal e imemorial entre o Bem e o mal... Ainda mais: sendo tudo relativo pode-se chegar a sustentar que que o que é o Bem para uns para outros pode perfeitamente ser o mal e ninguém deve ter problema com isto... Vistas assim as coisas, estando tudo mais humanizado e menos divinizado, começando por nosso Senhor Jesus Cristo mesmo, estando desfarçado e aliviado o mal, e obrigados todos a praticar uma tolerância sem limites (para não serem considerados obscurantistas), é muito fácil que o demônio continue fazendo das suas e as faça cada vez piores. 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos) a) Quem é Jesus para mim? Que tipo de relação tenho com Ele? Que estou fazendo para que os outros se aproximem dEle? Estou dando o testemunho necessário com minha vida, para que os que me conhecem CREIAM nEle? b) Sabendo que a Igreja Católica é a mesma que Jesus fundou em seus apóstolos, Confio plenamente em que a guia do Papa e do Magistério da Igreja é a melhor orientação para minha vida? Procuro conhecer seus documentos? c) Que faço quando alguém fala contra Jesus, contra o Papa ou contra a Igreja? Estou suficientemente formado e informado para assumir sua defesa com êxito? 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.
5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica
Diz a fé: Cânones 881 (Pedro, pedra da Igreja) 891 (O Papa, Pastor e Mestre infalível) 881 Somente Simão, a quem deu o nome de Pedro, o Senhor constituiu em pedra de sua Igreja. Entregou-lhe as chaves da mesma, instituiu-o pastor de todo o rebanho. Porém, o múnus de ligar e desligar, que foi dado a Pedro, consta que também foi dado ao colégio dos apóstolos, unido a seu chefe." Este oficio pastoral de Pedro e dos outros Apóstolos faz parte dos fundamentos da Igreja e é continuado pelos Bispos sob o primado do Papa. 891 ―"Goza desta infalibilidade o Pontífice Romano, chefe do colégio dos Bispos, por força de seu cargo quando, na qualidade de pastor e doutor supremo de todos os fiéis e encarregado de confirmar seus irmãos na fé, proclama, por um ato definitivo, um ponto de doutrina que concerne à fé ou aos costumes... A infalibilidade prometida à Igreja reside também no corpo episcopal quando este exerce seu magistério supremo em união com o sucessor de Pedro", sobretudo em um Concílio Ecumênico. Quando, por seu Magistério supremo, a Igreja propõe alguma coisa "a crer como sendo revelada por Deus" como ensinamento de Cristo, "é preciso aderir na obediência da fé a tais definições. Esta infalibilidade tem a mesma extensão que o próprio depósito da Revelação divina. Nossa resposta: 837 e 2034 a 2040 (Viver em comunhão com a Igreja) 837 ―"São incorporados plenamente à sociedade, que é a Igreja, os que, tendo o Espírito de Cristo, aceitam a totalidade de sua organização e todos os meios de salvação nela instituídos e em sua estrutura visível - regida por Cristo por meio do Sumo Pontífice e dos Bispos se unem com Ele pelos vínculos da profissão de fé, dos sacramentos, do regime eclesiástico e da comunhão. Contudo não se salva, embora esteja incorporado à Igreja, aquele que, não perseverando na caridade, permanece dentro da Igreja 'com o corpo', mas não 'com o coração." 2034 O romano pontífice e os Bispos "são os doutores autênticos dotados da autoridade de Cristo, que pregam ao povo a eles confiado a fé que deve ser crida e praticada". O magistério ordinário e universal do Papa e dos Bispos em comunhão com ele ensina aos fiéis a verdade em que se deve crer; a caridade que se deve praticar, a felicidade que se deve esperar 2040 Assim se pode desenvolver entre os fiéis cristãos um verdadeiro espírito filial para com a Igreja. Ele é o resultado normal do crescimento da graça batismal, que nos gerou no seio Igreja e nos fez membros do Corpo de Cristo. Em sua solicitude materna, a Igreja nos concede a misericórdia de Deus, que triunfa sobre todos os nossos pecados e age de modo especial no sacramento da Reconciliação. Como mãe solícita, ela nos prodigaliza também em sua Liturgia, dia após dia, o alimento da Palavra e da Eucaristia do Senhor. 6.- Refletindo com a Grande Cruzada CS 37 Que milagres procuram os que não crêem? Não vêem o contínuo milagre que é a Minha Igreja que, em vez de morrer vive cada vez mais forte entre as nações, ainda que às vezes perseguida? Verdadeiramente cegos e guias de cegos os que negam o catolicismo e Meu Papa atual. Têm enormes traves nos seus olhos e pretendem iluminar o mundo com outras doutrinas! Já existe a luz e é explêndida, olhem-na bem e ficarão cativos. O catolicismo não é coisa humana, a não ser no que é necessário para a parte que deve recebê-lo; pelo mais é coisa divina. Instituição Minha à qual dedico cuidados sobremaneira particulares. 7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado. 8.- Virtude do mês: Durante este mês de junho, praticaremos a virtude da Obediência (CIC: 143 – 144 – 511 – 532 – 892 - 2251) Esta semana veremos o cânon 892, que diz textualmente o seguinte: 892 A assistência divina é também dada aos sucessores dos apóstolos, ao ensinarem em comunhão com o sucessor de Pedro e, de modo particular, com o Bispo de Roma, Pastor de tida a Igreja, quando, mesmo sem chegar a uma definição infalível e sem se pronunciar de "forma definitiva", propõem no exercício do magistério ordinário um ensinamento que leva a uma compreensão melhor da Revelação em matéria de fé e de costumes. A este ensinamento ordinário os fiéis devem "ater-se com religioso obséquio do espírito" [eique religioso obsequio adhaerere debent] qual, embora se distinga do assentimento da fé, o prolonga. E a Grande Cruzada nos diz a respeito: CA 113 Nas estradas de ferro, o trilho é a salvação daqueles que põem a sua confiança no condutor do trem. Nestas palavras simples se encerra o sentido do que hoje quero te dizer. O trem representa os homens de boa vontade; o condutor sou Eu; os trilhos são a doutrina da Igreja e a submissão aos seus Ministros. Aquele que está a bordo, viaje feliz e confiante rumo ao seu destino. Com efeito, de que serviria crer em Mim sem ter boa vontade? E que fruto produziria a boa vontade se não fosse bem dirigida pela doutrina infalível, cujo depósito está nas mãos dos sucessores de Pedro? E, finalmente, de que serviria conhecer todas estas coisas sem estardes submetidos ao Meu ministro que é Meu representante? Refleti sobre isto, porque a falta de reflexão leva muitas vezes a conseqüências incalculáveis. 9.- Propósito ATÉ O FIM DO ANO (começando esta semana) Dedicarei mais tempo em conhecer os Documentos da Igreja. PRESTAREI MAIS ATENÇÃO ÀS IDÉIAS E SENTIMENTOS QUE DE PRONTO ME VÊM À MENTE E AO CORAÇÃO, BUSCANDO DISCERNIR EM ORAÇÃO SUA ORIGEM PARA PODER SANTIFICAR-ME. Apostolado da Nova Evangelização 2008
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