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Semana de 1º a 7 de junho de 2008 “Crente pode ser quem somente crê; cristão, quem crê e vive o que crê” A PALAVRA DE DEUS 1ª Leitura: Dt 11,18.26-28: “Eis que ponho diante de vós bênção e maldição.” Salmo 30,2-3.3-4.17 y 25: “Sede uma rocha protetora para mim.” 2ª Leitura: Rm 3,21-25.28: “O homem é justificado pela fé sem a prática da Lei judaica.” Evangelho: Mt 7,21-27
1.- Leitura do Evangelho segundo Mateus (Mt 7,21-27) Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 21”Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 22Naquele dia, muitos vão me dizer: ‘Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres?’ 23Então eu lhes direi publicamente: ‘Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós, que praticais o mal’. 24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que cons-truiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!” - Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor! 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:
As palavras que acabamos de ler são verdadeiramente graves, já que, segundo vemos, logo de início lançariam por terra qualquer pretensão de que a entrada para o céu é fácil. Com efeito, depois de analisar esta passagem do Evangelho, nós nos damos conta de que não será suficiente – como por aí dizem nossos irmãos separados – com que se “reconheça Jesus como seu Salvador” para alcançar a salvação: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus...” – nos diz justamente de forma clara o Senhor. Esta sentença pareceria contradizer-se de frente com o que diz São Paulo na Carta aos Romanos: “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Rom 10,13), e mencionamos esta passagem agora porque é a que freqüentemente serve de argumento entre as citações dos não crentes e detratores das Escrituras, e mesmo entre as que nossos irmãos protestantes usam para sustentar suas posições. Onde está a contradição? No próprio capítulo da Carta aos Romanos, poucos versículos antes, São Paulo diz que “se com tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo...” (Rm 10,9). Nesse “crer em teu coração” está a chave, o ponto de ancoragem, o que nos levará justamente a buscar, viver e fazer, ao longo desta vida, a Vontade do Pai, que nos foi manifestada através de Jesus Cristo nosso Senhor, e que se expressa por todo o Evangelho. Do contrário, tudo seria um absurdo, pois é claro que na hora de prestar contas nos encontraremos “face a face” com o Senhor (como diz São Paulo em 1Cor 13,12), e nesse momento, por temor, até o próprio “Jack o estripador” invocaria seu Santo Nome, embora já fosse demasiado tarde para ele. Por isso Jesus nos diz hoje: “...mas (entrará no Reino) o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus”. Contudo, são antigas e ainda freqüentes as polêmicas ao redor deste assunto da fé e das obras para se salvar: O quê, afinal de contas, nos levará para o céu? Sem dúvida que, em primeiríssimo lugar, e de maneira incontestável, a Graça de Deus, pois sem ela não somos capazes de nada, e nenhum de nós jamais alcançaria mérito em si mesmo para conseguir a vida eterna. Mas quando se trata de especular, alguns dizem, com simplicidade, que para São Paulo a fé é suficiente, enquanto que outros, com a mesma simplicidade e interpretando mal a São Tiago afirmam que não é a fé que salva, mas as obras (quando, a rigor, o que disse aquele apóstolo foi que a fé, sem obras, não alcançará...) Também se se fizer uma leitura atenta das epístolas de Paulo (especialmente desta, dirigida aos Roma-nos, e a que escreve a Tito), veremos que o tipo de fé à qual ele faz referência não consiste somente em dizer “eu creio”. Justamente na carta a Tito ele expressa claramente: “Certa é esta doutrina, e quero que a ensines com constância e firmeza, para que os que abraçaram a fé em Deus se esforcem por se aperfeiçoar na prática do bem. Isto é bom e útil aos homens” (Tt 3,8). Note-se que ele não disse “que realizem” boas obras, mas “que se esforcem por se aperfeiçoar” nelas. Voltando ao Evangelho de hoje, vemos que na segunda frase de Jesus a coisa se torna um pouco mais difícil ainda que no começo, pois Ele nos alerta que tampouco será suficiente “falar em seu nome”, e que nem sequer o eventual fato de que o próprio Deus se sirva de nós para realizar algum prodígio seria garantia de salvação, mas que será necessário uma conversão profunda, sincera e de coração... Deve-se fazer a Vontade do Pai! (depois voltaremos a tratar deste ponto). Ao falar da chuva, de enchentes e ventos, Jesus procura nos advertir de que as provas e tentações estarão sempre presentes, para justos e pecadores, para os que tiverem edificado sua vida sobre a sólida rocha do Evangelho, como para os que o fizeram sobre a areia macia, que são os fundamentos e ilusões deste mundo. Jesus também nos disse: “É impossível que não haja escândalos, mas ai daquele por quem eles vêm!...” (Lc 17,1) Sábio e prudente será então aquele que, ao ouvir suas palavras, as puser em prática, aquele que edifica sua vida sobre a Rocha Firme que é Jesus. Mas... quais são essas palavras que devemos ouvir e praticar? Naturalmente, o Senhor não está se referindo aqui a esta breve antecipação que acaba de nos dar do que acontecerá quando chegar para nós a hora do juízo, mas que através dela quer nos ilustrar sobre as eventu-ais conseqüências para quem, mesmo chamando-se “cristão”, e fazendo coisas de cristãos (talvez até todos os dias), será “desconhecido” por Ele na hora de pretender entrar no Reino dos Céus, simplesmente porque, ALÉM de realizarem essas pequenas ou grandes coisas de cristãos, “praticam o mal”... Para entrar no Céu será preciso, pois, cumprir a Vontade do Pai, e no momento em que Jesus diz isto, tinha acabado de manifestá-la, de maneira extensa, através do chamado “Sermão da montanha”, dentro do qual está incluída a passagem do Evangelho que lemos hoje. Ali Ele pronunciou primeiro as Bem-Aventuranças, como um guia seguro para alcançar a perfeição que Deus espera de nós (Mt 5,1-12). Explicou de que maneira seus ensinamentos vêm a aperfeiçoar as Leis da Antiga Aliança (Mt 5,17-42). Falou também sobre o amor aos inimigos (Mt 5,43-48); sobre a reta intenção que devemos ter ao praticar as obras de caridade, assim como sobre a autenticidade da oração e o jejum (Mt 6,1-18), e sobre a necessidade de que ponhamos nossa confiança em Deus e não no dinheiro (Mt 6,24-34)... Ao iniciar este sétimo capítulo, Mateus conta que Jesus nos disse: “Não julgueis, e não sereis julga-dos. Porque do mesmo modo que julgardes, sereis também vós julgados e, com a medida com que tiverdes medido, também vós sereis medidos” (cf. Mt 7,1-2). Agora o Senhor insiste na importância das obras, porque não quer que quem o escuta fique simplesmente “surpreendido”, “maravilhado”, “emocionado”, e por aí termine o assunto: Devem pôr em prática o que escutaram. Por isso arremete, de alguma forma, contra quem afirma que essa fé que fica no puro ato ou ritual religioso, separado das responsabilidades que cada um tem para como os outros. O amor a Deus deve manifestar-se, necessariamente, através do amor ao próximo. Essa é a Vontade do Pai! É por isso que no ANE insistimos tanto na necessidade do trabalho nos Ministérios de Serviço, como uma tentativa de resposta ao que foi dito por Jesus em Mt 25,31-46: “...Tive fome e me destes de comer... estava nu e me vestistes... estava enfermo e me visitastes... estive preso e me visitastes...” Necessidade de fazer a vontade de Deus: A necessidade de transitar por esta via da obediência à Vontade Divina pode ser demonstrada por uma tríplice razão: 1º O direito Divino: Este princípio se sustenta em duas realidades indiscutíveis: a) Somos servos de Deus. Não pertencemos a nós mesmos, mas a Ele, que nos criou e nos dá tudo. b) Somos filhos e amigos de Deus. O filho deve estar submetido a seu Pai, por amor, e a amizade produz sempre a concórdia (ou união) de vontades. Como não posso (e só de supor seria absurdo) fazer com que Deus se uma à minha vontade, devo unir a minha à Sua... 2º Nossa utilidade: É enorme a eficácia santificadora desta via: Ao obedecer a Deus nos santificamos. 3º O exemplo de Cristo: Toda a vida de Cristo na terra consistiu em “cumprir a Vontade do Pai”. Princípios gerais para conhecer a Vontade de Deus: Às vezes precisamos conhecer a Vontade de Deus, especialmente, para tomar alguma decisão importan-te em nossas vidas, por isso apresentamos em seguida alguns princípios ou “requisitos” que podem servir como guia para encontrá-la; no entanto, devemos entender, em primeiro lugar, que quando nossa consulta admite dúvidas, não há caminho certo para o conhecimento da Vontade divina. Vejamos agora estes princípios: 1º) Renúncia a todo preconceito: Devemos cuidar muito bem de procurar qualquer motivo para justificar o que nos gostaria que fosse a Vontade divina. Do contrário, qualquer resposta que não se ajuste a nosso desejo, será facilmente rejeitada com raciocínios, fruto do auto-engano. Temos que ir a Deus com mente e ouvidos abertos à Sua Voz, seja qual for sua resposta. 2º) Oração sincera: É necessário abrir o coração a Deus e dialogar com Ele: Não somente falar-Lhe, mas especialmente esperar, na oração, que Ele nos fale; fazendo longos momentos de silêncio enquanto oramos. 3º) Consideração do tema à luz da Bíblia: A Palavra do Senhor será sempre fonte de Luz para nos gui-ar, mas isso não quer dizer que recorramos à sua leitura fazendo-lhe perguntas, como se fosse um oráculo. Devemos estudá-la, conhecê-la, e interpretá-la sob a luz do Magistério da Igreja, e pedindo ao Santo Espírito o correto discernimento e a aplicação adequada. 4º) Pedido de conselho a uma pessoa capacitada para aconselhar com sabedoria e critério espiritual reconhecidos: “o sábio ouve os conselhos” (Provérbios 12,15). Decisões importantes de alguns personagens bíblicos se deveram à intervenção de conselheiros sábios, mas é importante recorrer ao conselho de uma só pessoa, e que tenha a sabedoria e critério adequado. 5º) Orientação mediante as circunstâncias: Estas em muitos casos podem ser valiosamente orientadoras; mas também se prestam às vezes a ser mal interpretadas. No curso de sua Providência, Deus pode dispor as coisas de modo que nos livre de decisões equivocadas; ou, pelo contrário, introduzir uma circunstância que aparentemente facilite a decisão correta. No entanto, nem sempre as circunstâncias são um guia infalível. Em todo caso, convém exercitar o discernimento sobre o bom e o mau de cada situação e perguntar-se sempre: “O que Jesus faria em meu lugar...?” Uma coisa mais, em relação ao discernimento sobre a Vontade de Deus: A Igreja nos ensina que a Vontade Divina se manifesta de duas maneiras: 1ª A “Vontade de Sinal”: os Mandamentos de Deus e da Igreja; no caso das comunidades eclesiais, as Constituições, as Regras, os Estatutos, Manuais, etc., e também os conselhos e as inspirações da graça. 2ª A “Vontade de Beneplácito”: Consiste em submeter-se a todos os acontecimentos providenciais, isto é, a todas as circunstâncias queridas ou permitidas por Deus, para nosso maior proveito e santificação. São Bernardo sustentava que, no caminho da perfeição Cristã, havia três graus de obediência ou conformidade com a Vontade de Deus. Nos três casos, refere-se a esta conformidade por meio da figura de “levar a Cruz”: 1º O incipiente: Quando movidos pelo temor, levamos a cruz de Cristo pacientemente. 2º O proficiente: Quando movidos pela esperança, levamo-la com certa alegria. 3º O perfeito: Quando consumados na Caridade, abraçamo-nos a ela ardentemente. Nota: Na Catequese Infantil (para Casinhas de Oração de crianças) desta semana, apresentamos alguns outros conselhos práticos para o discernimento da Vontade Divina; quem estiver interessado em lê-la, pode baixá-la diretamente para imprimir de nosso site na Internet: www.a-n-e.net (ou pedir a alguém que a copie). 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos) a) Tenho consciência da gravidade das palavras de Jesus? Ele diz que desconhecerá até a muitos que, por pregar e fazer prodígios em seu nome, certamente são tidos por santos! O que será então que Deus quer de mim, em particular, e de nós, como comunidade? Estaremos fazendo o que Ele quer? b) Escutar sensatamente a Palavra de Jesus e fazê-la amor e vida própria. Como vivo minha fé em Jesus? Estou edificando minha casa sobre a rocha? c) Estarei cumprindo em minha vida o propósito para o qual Deus me criou? Procuro perguntar sempre qual a Vontade de Deus? De que maneira cumpro Sua Vontade dia a dia? Dou todo o amor que sou capaz de dar? 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.
5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica
Diz a fé: Cânones 212 a 224: (O nome de Deus, sinal de fidelidade ao homem) 212 Ao longo dos séculos, a fé de Israel pôde desenvolver e aprofundar as riquezas contidas na revelação do nome divino. Deus é único, fora dele não há deuses. Transcende o mundo e a história. Foi Ele quem fez o céu e a terra: “Eles perecem, mas tu permaneces; todos ficam gastos como a roupa... mas tu existes, e teus anos jamais findarão!” (Sl 102,27-28). Nele “não há mudança, nem sombra de variação” (Tg 1,17). Ele é “AQUELE QUE É”, desde sempre e para sempre, e é assim que permanece sempre fiel a si mesmo e às suas promessas. 214 Deus, “Aquele que é”, revelou-se a Israel como Aquele que e rico em amor e em fidelidade” (Ex 34,6). Esses dois termos exprimem de forma condensada as riquezas do nome divino. Em todas as suas obras Deus mostra sua benevolência, bondade, graça, amor, mas também sua confiabilidade, constância, fidelidade, verdade. “Celebro teu nome por teu amor e verdade” (Sl 138,2). Ele é a Verdade, pois “Deus é Luz, nele não há trevas” (1Jo 1,5), e “Amor”, como ensina o apóstolo João (1Jo 4,8). 217 Deus é verdadeiro também quando se revela: o ensinamento que vem de Deus é “uma doutrina de verdade” (Ml 2,6). Quando enviar seu Filho ao mundo, ser “para dar testemunho da Verdade” (Jo 18,37): “Nós sabemos que veio o Filho de Deus e nos deu a inteligência para conhecermos o Verdadeiro”. (1Jo 5,20; cf. Jo 17,3). 221 Mas São João irá ainda mais longe ao afirmar: “Deus é Amor” (1Jo 4,8.16); o próprio Ser de Deus é Amor. Ao enviar, na plenitude dos tempos, seu Filho único e o Espírito de Amor, Deus revela seu segredo mais íntimo: Ele mesmo é eternamente intercâmbio de amor: Pai, Filho e Espírito Santo, e destinou-nos a participar deste intercâmbio. Nossa resposta: 1970 (A nova Lei ou lei evangélica) 1970 A Lei evangélica comporta a opção decisiva entre “os dois caminhos” e a prática das palavras do Senhor; resume-se na regra de ouro: “Tudo aquilo, portanto, que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles, pois esta é a lei e os profetas” (Mt 7,12; cf. Lc 6,31). Toda a Lei evangélica se compendia no “mandamento novo” de Jesus, de nos amarmos uns aos outros como Ele nos amou. (cf. Jo 15,12). 6.- Refletindo com a Grande Cruzada
CA 69 O Meu Reino vai implantar-se naqueles que, mantendo limpos coração e mente, souberam fazer de tudo o que os rodeia um altar em que a Minha imagem predomina. (…) há almas que seguem ansiosas a divina estrada das renúncias. Como os homens desconhecem o significado dessa renúncia! Suas ofensas vão se acumulando para sua perdição! Correm pelo caminho do prazer e da libertinagem como animais desenfreados! 7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado. 8.- Virtude do mês: Durante este mês de junho, praticaremos a virtude da Obediência (CIC: 143 – 144 – 511 – 532 – 892 - 2251) Esta semana veremos o cânon 143, que diz textualmente o seguinte: 143 Pela fé, o homem submete completamente sua inteligência e sua vontade a Deus. Com todo o seu ser, o homem dá seu assentimento a Deus revelador. (Cf. DV 5). A Sagrada Escritura denomina “obediência da fé” esta resposta do homem ao Deus que revela. (Cf. Rm 1,5; 16,26). E a Grande Cruzada nos diz a respeito: CA183: Não é verdade que hoje já não se pode viver em perfeita pobreza, submissão e obediência. O mundo precisa deste grande e espetacular contraste. Não vos deixeis enganar ou sugestionar pelo espírito maléfico, que por todos os meios trata de destruir no homem as santas e divinas inspirações para afastá-lo do bem. Um homem pobre, humilde, obediente, é um poder inexpugnável. 9.- Propósito para esta semana: Pedirei com insistência a Deus que me ilumine para conhecer sua vontade, e me dê forças para cumpri-la. PRESTAREI ATENÇÃO PARA VER SE REALMENTE CUMPRO AQUILO QUE NOS ENSINOU O SENHOR: “FAZEI AOS OUTROS O QUE QUEREIS QUE FAÇAM A VÓS”. Apostolado da Nova Evangelização 2008
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