|
Ascensão do Senhor Semana de 4 a 10 de maio de 2008 “Crer é também saber-se enviado” A PALAVRA DE DEUS 1ª Leitura: At 1,1-11: “Jesus foi levado ao céu, à vista deles” Salmo 46,2-3.6-9: Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta. 2ª Leitura: Ef 1,17-23: “Fê-lo sentar-se à sua direita nos céus” Evangelho: Mt 28,16-20: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra”
1.- Leitura do Evangelho segundo João (Jo 20,19-23) Naquele tempo, 16os onze discípulos foram para a Galiléia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado. 17Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram. 18Então Jesus aproximou-se e falou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. 19Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, 20e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”. - Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor! 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:
A Ascensão do Senhor encerra para nós uma tal quantidade de significados que se torna verdadeiramente difícil tratar de sintetizá-los aqui e agora. No entanto, para tentar fazê-lo, é necessário deixar que seja o Catecismo da Igreja (através dos cânones citados na parte 5 deste guia) que nos “instrua” sobre os diversos aspectos doutrinais e teológicos que se derivam desse glorioso acontecimento; de tal maneira que nós possamos nos centrar no aspecto prático ou programático da mensagem evangélica de hoje. Portanto, em relação ao contexto, diremos simplesmente que se passaram quarenta dias desde que Jesus ressuscitou; que durante eles, manifestou-se em diversas oportunidades a seus discípulos, e que agora lhes pede que se reúnam todos na Galiléia, justamente onde começou toda essa “aventura” que viveram por três anos juntos, depois que Ele foi batizado por João nas águas do Jordão. Encontrou-os novamente em um monte, sinal de que algo transcendental haveria de acontecer, e ali se apresentou para dizer-lhes, em palavras que usaria um bom amigo hoje: “Rapazes, terminou a preparação e chegou a vez de vocês: já sabem o que têm que fazer, então Façam-no!” No entanto, há dois aspectos fundamentais que o Senhor lhes diz nessa ocasião, talvez para evitar o pânico – diz a eles e a nós hoje, é claro –: Primeiro, “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra” isto é, “fiquem tranqüilos, amigos, e saibam que trabalharão para o ‘chefão’, como se costuma dizer entre nós (ou para o ‘número um’, em termos mais empresariais)”. E segundo: “estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”; ou seja: “sabem como me encontrar, falem comigo e mantenhamos contato...” E então “foi embora”. Apelo a esta expressão comum – “e talvez muito irreverente”, criticariam alguns – para chegar rapidamente ao fundo deste assunto. Nas últimas semanas, Jesus nos disse que aonde Ele ia não poderíamos ir (ainda), mas que lá há um lugar reservado para cada um dos que queiram ir. Depois nos disse que quem o ama cumprirá seus mandamentos, e que dessa forma Ele e o Pai estarão permanentemente com ele e nele. Agora, e em poucas palavras, o Senhor faz duas coisas: diz para continuarmos com a missão que Ele começou e nos confirma na Fé reforçando por sua vez nossa esperança, porque se eleva diante de todos os seus discípulos, manifestando-se como o Rei da Glória. Isto é, não somente lhes fala de seu poder, como o demonstra. O que nos resta por fazer então é praticar a Caridade a torto e a direito, convertermo-nos em “embaixadores de seu Amor”: Amar, amar e amar, porque nisso consiste o discipulado. Com efeito, disse aos onze: “Dou-vos um novo mandamento... que vos ameis uns aos outros COMO EU VOS AMEI!” (isto é, até dar a vida). E agora lhes diz (e nos diz) “fazei com que TODOS sejam meus discípulos”; ou seja, que a partir deles – e de nós – se irradie no mundo o Amor de Deus; que se incendeie o mundo com Seu Amor. A frase com a qual a Liturgia resume a mensagem de Deus hoje é contundente: “Crer é também saber-se enviado”. Resumindo: sabemos o que devemos fazer, porque catequizar, assistir, servir, são todas ações com um mesmo fim: ensinar e demonstrar o Amor de Deus. Peçamos ao Senhor sua assistência para podermos fazer como devemos! 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos) a) O Evangelho nos diz “Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram” Estou eu, em algumas circunstâncias, entre os que duvidam? Prostro-me diante do Senhor mesmo nos momentos de pouca fé? b) Jesus nos manda que ensinemos a cumprir seus preceitos e ordens a todo o mundo. Cumpro-os eu, em primeiro lugar? Entendo que meu único fim apostólico consiste em tornar evidente e crível o Amor de Deus? c) O conceito de “discípulo” que transmitem as Sagradas Escrituras é muito mais profundo do que entendemos hoje: o discípulo era uma pessoa quase “obcecada” por ser idêntica a seu mestre. Esforço-me por ser um “discípulo” de Jesus e por assemelhar-me cada dia mais a Ele? d) Entendendo que Deus é meu Criador e é Todo-poderoso, e que – como dizem as Escrituras –, tem contados até os fios de meus cabelos, pode alguma coisa me preocupar ou me afligir, se me encomendo de coração a Ele todos os dias? É visível minha confiança em Deus e minha fé se reflete SEMPRE em minha aceitação de sua Divina Vontade? 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.
5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica
Diz nossa fé: (Cânones 659 a 664) 659 "E o Senhor Jesus, depois de ter-lhes falado, foi arrebatado ao Céu e sentou-se à direita de Deus" (Mc 16,19). O corpo de Cristo foi glorificado desde o instante de sua Ressurreição, como provam as propriedades novas e sobrenaturais de que desfruta partir de agora seu corpo em caráter permanente". Mas, durante os quarenta dias em que vai comer e beber familiarmente com seus discípulos e instruí-los sobre o Reino sua glória permanece ainda velada sob os traços de uma humanidade comum. A última aparição de Jesus termi-na com a entrada irreversível de sua humanidade na glória divina, simbolizada pela nuvem e pelo céu onde já está desde agora sentado à direita de Deus. Só de modo totalmente excepcional e único Ele se mostrará a Paulo (...) em uma última aparição que o constitui apóstolo. 660 O caráter velado da glória do Ressuscitado durante esse tempo transparece em sua palavra misteriosa a Maria Madalena "Ainda não subi para o Pai. Mas vai aos meus irmãos e dizer-lhes Eu subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus (Jo 20,17). Isso indica uma diferença de manifestação entre a glória de Cristo ressuscitado e a de Cristo exaltado à direita do Pai. O acontecimento ao mesmo tempo histórico e transcendente da Ascensão marca a transição de uma para a outra. 661 Esta última etapa permanece intimamente unida à primeira, isto é, à descida do céu realizada na Encarnação. Só aquele que "saiu do Pai" pode "retomar ao Pai": Cristo. "Ninguém jamais subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem" (Jo 3,13). Entregue a suas forças naturais, a humanidade não tem acesso à "Casa do Pai" à vida e à felicidade de Deus. Só Cristo pôde abrir esta porta ao homem, "de sorte que nós, seus membros, tenhamos a esperança de encontrá-lo lá onde Ele, nossa cabeça e nosso princípio, nos precedeu". (Missal Romano, Prefácio da Ascensão). 662 "E, quando eu for elevado da terra, atrairei todos os homens a mim" (Jo 12,32). A elevação na Cruz sig-nifica e anuncia a elevação da Ascensão ao céu. É o começo dela. Jesus Cristo, o Único Sacerdote da nova e eterna Aliança, não "entrou em um santuário feito por mão de homem... e sim no próprio céu, a fim de comparecer agora diante da face de Deus a nosso favor" (Hb 9,24). No céu, Cristo exerce em caráter permanente seu sacerdócio, "por isso é capaz de salvar totalmente aqueles que, por meio dele, se aproximam de Deus, visto que ele vive eternamente para interceder por eles" (Hb 7,25). Como "sumo sacerdote dos bens vindouros" (Hb 9,11) ele é o centro é o ator principal da liturgia que honra o Pai nos Céus. 663 A partir de agora, Cristo está sentado à direita do Pai: "Por direita do Pai entendemos a glória e a honra da divindade, onde aquele que existia como Filho de Deus antes de todos os séculos como Deus e consubstancial ao Pai se sentou corporalmente depois de encarnar-se e de sua carne ser glorificada" (São João Damasceno, f. o. 4, 2; PG 94, 1104C). 664 O sentar-se à direita do Pai significa a inauguração do Reino do Messias, realização da visão do profeta Daniel no tocante ao Filho do Homem: "A Ele foram outorgados o império, a honra e o reino, e todos os povos, nações e línguas o serviram. Seu império é um império eterno que jamais passará, e seu reino jamais será destruído" (Dn 7,14). A partir desse momento, os apóstolos se tomaram as testemunhas do "Reino que não terá fim". (Símbolo Niceno-Constantinopolitano). Nossa resposta deve ser: (Cânones 849 a 852 e 858 a 860) 849 O mandato missionário. "Enviada por Deus às nações para ser 'o sacramento universal da salvação', a Igreja, em virtude das exigências intimas de sua própria catolicidade e obedecendo à ordem de seu fundador, esforça-se para anunciar o Evangelho a todos os homens. (AG 1): “Ide, portanto, e fazei que todos os povos se tomem discípulos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos" (Mt 28,19-20) 850 A origem e o escopo da missão. O mandato missionário Senhor tem sua fonte última no amor eterno da Santíssima Trindade: "A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária. Pois ela se origina da missão do Filho e da missão do Espírito Santo, segundo o desígnio de Deus Pai" (AG 2). E o fim último da missão não é outro senão fazer os homens participarem da comunhão que existe entre o Pai e o Filho em seu Espírito de amor. (Cf. João Paulo II, Redemptoris Missio 23). 851 O motivo da missão. É do amor de Deus por todos os homens que a Igreja sempre tirou a obrigação e a força de seu clã missionário: "Pois o amor de Cristo nos impele..." (2Cor 5,14). Com efeito, "Deus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade" (1Tm 2,4). Deus quer a salvação de todos pelo conhecimento da verdade. A salvação está na verdade. Os que obedecem à moção do Espírito de verdade já estão no caminho da salvação; mas a Igreja, a quem esta verdade foi confiada, deve ir ao encontro de seu anseio, levando-lhes a mesma verdade. Ela tem de ser missionária porque crê no projeto universal de salvação. 852 Os caminhos da missão. "O Espírito Santo é o protagonista de toda a missão eclesial." É ele quem conduz a Igreja pelos caminhos da missão. "Esta missão, no decurso da história, continua e desdobra a missão do próprio Cristo, enviado a evangelizar os pobres. Eis por que a Igreja, impelida pelo Espírito de Cristo, deve trilhar a mesma senda de Cristo, isto é, o caminho da pobreza, da obediência, do serviço e da imolação de si até a, morte, da qual Ele saiu vencedor por sua Ressurreição." É assim que "o sangue dos mártires é uma semente de cristãos". (Tertuliano). 858 Jesus é o Enviado do Pai. Desde o início de seu ministério "chamou a si os que quis, e dentre eles esco-lheu Doze para estarem com ele e para enviá-los a pregar" (Mc 3,13-14). A partir daquela hora eles serão os seus "enviados" (é o que significa a palavra grega "apóstolo"). Neles continua a sua própria missão: "Como o Pai me enviou, eu também vos envio" (Jo 20,21). Seu ministério é, portanto, a continuação de sua própria missão: "Quem vos recebe a mim recebe", diz ele aos Doze (Mt 10,40). 859 Jesus associa-os à missão que recebeu do Pai: como "o Filho não pode fazer nada por si mesmo" (Jo 5,19.30), mas recebe tudo do Pai que o enviou, assim os que Jesus envia nada podem fazer sem. ele, de quem recebem o mandato de missão e o poder de exercê-lo. Os Apóstolos de Cristo sabem, portanto, que são qualificados por Deus como "ministros de Uma aliança nova" (2Cor 3,6), "ministros de Deus" (2Cor 6,4), "embaixadores de Cristo" (2Cor 5,20), "servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus" (1 Cor 4,1). 860 No encargo dos Apóstolos, há um aspecto não-transmissível: serem as testemunhas escolhidas da Ressurreição do Senhor e os fundamentos da Igreja. Mas há também um aspecto permanente de seu ofício. Cristo prometeu-lhes ficar com eles até o fim dos tempos. "Esta missão divina confiada por Cristo aos Apóstolos deverá durar até o fim dos século que o Evangelho que eles devem transmitir é para a Igreja, em todos os tempos, a fonte de toda vida. Por esta razão os apóstolos cuidaram de instituir sucessores." 6.- Refletindo com a Grande Cruzada
CA 162 Ajudai-Me, filhos, sede um pequeno exército que guie vossos irmãos que estão cegos pelo poder, pelo dinheiro, orgulho, soberba (…) Ajudai-Me, filhinhos, recolhei depressa todas as Minhas amadas ovelhas, lutai e defendei-as ainda à custa de vossas vidas, recordai que prestareis contas quando Eu vos chamar... CM 76 Hoje vos falo como a Apóstolos da Nova Aliança, quero-vos a todos pescadores de Meu mar divino: submergi-vos em Mim, Eu vos digo: Eu contenho a verdadeira riqueza que vos dá a alegria do Amor. Não é amor a Mim buscar méritos, não é amor a Mim acumular muita terra de desejos feitos de amor próprio, de concupiscência, de personalismo. (...) É o Amor que precisa fazer relampaguear às almas envoltas em panos escuros feitos de misérias ou também de cálculos curtos. A quem lavra seu horto não convém estar inclinado olhando a terra. Levante a cabeça, olhe o belo Sol divino e se reanimará. A quem se cansa em Meu jardim, é necessário de vez em quando olhar o belo quiosque de rosas do qual Eu oriento os movimentos de Meus jardineiros. Levantai vosso olhar, olhai para Mim e, ao olhar-Me, Eu transpassarei vosso espírito e Me deterei dentro de vosso coração. Vós sabeis, sim, sabeis como Eu entendo o amor e quem não Me segue cairá no costume, curvar-se-á sem remédio. Amai-Me, este é o Amor! Em vosso bem presente e futuro, penso Eu. Segui-me na obra divina que faço em vós; não julgueis nada com vossos olhos, digo que não deveis julgar as coisas internas e externas como feitos humanos. Não, Meus amados, são feitos divinos, sim, divinos, porque fora da aparência que revestem, são Minhas contínuas obras de Amor. Qualquer tipo de sofrimentos, qualquer coisa que vos atinge, é querida por Mim. Quando crereis nisto? Amados Meus, agora é tempo de crer, deixar de julgar da maneira humana, porque é demasiado cruel para um amante ver-se sempre incompreendido. É impossível que não queiras entender-Me, que não queirais compreender. É impossível, porque Eu quero vos fazer entender. Queridíssimos: Longuinho Me abriu o Coração com uma lança: sede agradecidos a ele porque, sem o saber, tornou evidente o que em Mim era autêntica realidade. Meu Coração, com efeito, está aberto para vós; Meu Coração se dessangrou por vós, mas atenção! Atenção para recolherdes esta Minha Mensagem de intenso Amor. Quando voltardes sobre vossos passos, pensai de novo em Mim, refleti nas chamas de Minha caridade. E ao pensar em Mim, invocai Meu Espírito para que possa estreitar-se entre vós e Eu, o acordo fecundo que vos transformará. Prometo-vos ajuda, Eu vos darei muita alegria e Me sentireis próximo, sussurrando a vossos ouvidos Pala-vras de Amor. Sou Eu quem fala. Eu, o amor desconhecido, o Amante esquecido... 7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado. 8.- Virtude do mês: Durante este mês de maio, praticaremos a virtude da Justiça (376 – 909 – 1807 – 1834) Esta semana veremos o cânon 1807, que diz textualmente o seguinte: 1807 A justiça é a virtude moral que consiste na vontade constante e firme de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido. A justiça para com Deus chama-se "virtude de religião". Para com os homens, ela nos dispõe a respeitar os direitos de cada um e a estabelecer nas relações humanas a harmonia que promove a equida-de em prol das pessoas e do bem comum. O homem justo, muitas vezes mencionado nas Escrituras, distingue-se pela correção habitual de seus pensamentos e pela retidão de sua conduta para com o próximo. "Não favoreças o pobre, nem prestigies o poderoso. Julga o próximo conforme a justiça" (Lv 19,15). "Senhores, dai aos vossos servos o justo e eqüitativo, sabendo que vós tendes um Senhor no céu" (Cl 4,1). E a Grande Cruzada nos diz a respeito: CA 11 Que faz o homem se observa os Meus conselhos? É simples: imita-Me e Eu lhe dou um bom testemunho dizendo: "faço todas as coisas que agradam a Meu Pai e falo o que ouço dEle." Ah, sentido oculto de Minhas palavras! Como pode o homem ser justo se não Me escuta? E, que justiça pode agradar-Me senão aquela que disse? As razões humanas não alcançam inteiramente as divinas e nada quero sem antes ter previsto as conseqüências de tudo. 9.- Propósito para esta semana: PEDIREI AO SANTO ESPÍRITO QUE ME DÊ OS DONS DE QUE MAIS NECESSITO, PARA PODER CUMPRIR MELHOR COM MINHA MISSÃO CRISTÃ E APOSTÓLICA. Entendendo que a justiça consiste em dar a cada um o que lhe cabe, analisarei o que deu a Deus e o que dou aos que me cercam (em termos de tempo, dedicação, paciência, respeito, amor...) Esforçar-me-ei para ser cada dia mais justo, e pedirei ao Espírito Santo que me assista nisto. Apostolado da Nova Evangelização 2008
|