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Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

São Carlos, 08 de setembro de 2008
Solenidade de Pentecostes PDF Imprimir E-mail
Por ANE Internacional   

Semana de 11 a 17 de maio de 2008
“Todos nós bebemos de um único Espírito”

A PALAVRA DE DEUS
1ª Leitura: At 2,1-11: “Todos ficaram cheios do Espírito Santo.”
Salmo 103: “Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai!”
2ª Leitura: 1Cor 12,3b-7.12-13: “Fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo.”
Evangelho: Jo 20,19-23: “Como o Pai me enviou, também eu vos envio. Recebei o Espírito Santo.”

1.- Leitura do Evangelho segundo João (Jo 20,19-23)

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E, de-pois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

- Palavra da Salvação!
- Glória a Vós, Senhor!


2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

A palavra grega “Pentecostes”, traduzida literalmente, quer dizer: “festa do qüinquagésimo dia. A celebração desta festividade não é uma tradição originalmente cristã, pois antes da vinda de nosso Redentor, já era uma importante festa dos hebreus, embora também para os judeus foi evoluindo com o transcurso do tempo:

Com efeito, em princípio, tratava-se para eles de uma festa agrícola, e ela era comemorada como uma cerimônia de ação de graças a Deus, pelas bênçãos recebidas através das colheitas e os frutos do campo. Naquele tempo, os judeus a chamavam também “Festa das Semanas”, pois acontecia exatamente sete se-manas depois de se ter iniciado a sega, e também “Festa das Primícias”, pois nela se apresentavam ao Senhor “as primícias” da colheita (isto é, os primeiros e os melhores frutos colhidos).

Esta festa estava claramente estabelecida como um preceito no Antigo Testamento, onde se pode ler:

“Celebrarás a festa das semanas, no tempo das primícias da ceifa do trigo, e a festa da colheita, no fim do ano” (Êxodo 34,22), e também: “No dia das Primícias, quando apresentardes ao Senhor uma oblação de grão novo na vossa festa das Semanas, tereis uma santa assembléia e a suspensão de todo o trabalho servil...” (Números 28,26);

Com o tempo, a festa agrícola se converteu em uma festa de caráter mais religioso, e nela se comemorava a promulgação da Lei no Sinai. Então se chamava também “A Festa do Sinai” ou a “Festa do Pacto”, e era celebrada exatamente cinqüenta dias depois da Páscoa, isto é, a sete semanas da festa com a qual o povo hebreu recordava a passagem do Mar Vermelho que os livrara da escravidão dos egípcios.

Como veremos, todos estes antecedentes devem estar revestidos de especial significação para nós, pois – embora pareça desnecessário dizê-lo agora – é importante recordar sempre que nosso Deus é o mesmo Deus dos judeus, apesar de que eles ainda não reconhecem em Jesus o Messias e Salvador do mundo.

Por isso, ao comemorar a Festa de Pentecostes no ano 2005 (também no Ciclo “A” de nossa Liturgia), Sua Santidade, Bento XVI, recordava: “Para Israel, o Pentecostes, de festa da sementeira, tornou-se a festa que recordava a conclusão da aliança no Sinai. Deus demonstrou a sua presença ao povo através do vento e do fogo e depois ofereceu-lhe a sua lei, a lei dos 10 mandamentos. Só assim a obra de libertação, que começara com o êxodo do Egito, se tinha cumprido plenamente...”

Na Primeira Leitura deste domingo, São Lucas indica que foi nesta festa judaica de Pentecostes que o Espírito prometido por Jesus foi enviado sobre os Apóstolos: “Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar...” nos diz o livro dos Atos (At 2,1).

Desde aquela época, os primeiros cristãos começaram a chamar também de Pentecostes a comemoração da descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos reunidos no Cenáculo ao redor da Santíssima Virgem Maria, pois aconteceu cinqüenta dias depois da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Deste modo, vemos que se estabelece uma estreita relação entre estas duas festas de Pentecostes (a da Antiga e a da Nova Aliança), pois o dom do Espírito Santo para a humanidade vem a ser “a primícia da colheita”, o fruto primeiro e mais precioso da Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Por isso Ele havia dito a seus discípulos, durante a Última Ceia, o que naquele momento lhes terá parecido ininteligível: “...Entretanto, digo-vos a verdade: convém a vós que eu vá! Porque, se eu não for, o Paráclito não virá a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei. E, quando ele vier, convencerá o mundo a res-peito do pecado, da justiça e do juízo...” (Jo 16,7-8).

Como o Senhor poderia convencê-los de que sua partida era mesmo “conveniente” para seus amigos? Mais adiante, o Espírito mesmo se encarregaria de lhes fazer entender tudo o que aquilo significava, pois Ele mesmo viria a realizar a “nova criação”, renovando a face da Terra, como um Dom inexplicável para a reconciliação do ser humano com Deus e para o perdão de seus pecados, para sua transformação interior, para sua conformação com o Filho, para que, com um “coração novo”, como diz o Profeta Ezequiel (Ez 36,26) seja capaz de amar como Cristo nos amou e de perdoar como Cristo nos perdoa.

O Pentecostes se apresenta então como um novo Sinai, como a festa do novo Pacto, no qual a aliança de Deus com Israel se estende agora a todos os povos da terra. Assim, a Igreja, o novo povo de Deus, está chamada a ser católica (isto é, universal) e evangelizadora desde seu nascimento. A universalidade da salvação e reconciliação trazida pelo Senhor Jesus, da nova Aliança selada por Ele com seu próprio Sangue no Altar da Cruz, é manifestada pelas numerosas raças às quais pertencem aqueles que escutam o primeiro anúncio dos Apóstolos: “Partos, medos, elamitas; os que habitam a Macedônia, a Judéia, a Capadócia, o Ponto, a Ásia, a Frígia, a Panfília, o Egito e as províncias da Líbia próximas a Cirene; peregrinos romanos, judeus ou prosélitos, cretenses e árabes...” (At 2, 9-11).

O povo de Deus, que havia encontrado no Sinai sua primeira configuração, agora se amplia até superar toda fronteira de raça e cultura. Como sublinha Sua Santidade na homilia citada: “O Espírito Santo concede o dom da compreensão. Ultrapassa a ruptura que teve início em Babel a confusão dos corações, que nos faz ser uns contra os outros o Espírito abre as fronteiras. O povo de Deus que tinha encontrado no Sinai a sua primeira configuração, é agora ampliado até ao ponto de já não conhecer fronteira alguma. O novo povo de Deus, a Igreja, é um povo que provém de todos os povos. A Igreja desde o início é católica, esta é a sua essência mais profunda”.

Entretanto, uma antecipação daquela “primícia da Páscoa”, o Espírito Santo, foi entregue antes pelo Senhor aos seus discípulos no próprio dia de sua Ressurreição (como nos diz o Evangelho que acabamos de ler). Naquela ocasião, o Senhor soprou sobre eles e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos.” Deste modo os fazia partícipes de sua própria missão: “Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. O Espírito Santo, Dom do Pai e do Filho, é fruto da Morte e Ressurreição do Senhor. Os ministros do Senhor, revestidos com este poder do Alto, são os chamados a levar os frutos de sua obra reconciliadora a toda a humanidade.

Esta missão Jesus ratificava definitivamente aos seus apóstolos antes de ascender ao Céu, quando lhes disse, como vimos a semana passada: “Ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei!” (Mt 28, 19-20)

Mas como sabemos e sentimos, esta missão não está limitada aos sacerdotes, mas estende-se também aos leigos, por isso a Igreja, como “mãe e mestra”, fixou esta festa como o dia do Apostolado Secular ou dos fiéis leigos, procurando reforçar o convite de Cristo a todos os seus seguidores para que continuem com sua missão.

Para poder levar a cabo esta missão fundamental, o Senhor, antes de sua Ascensão aos Céus, havia dado aos Onze instruções precisas para que esperassem em Jerusalém “o Dom do Alto”. Disse-lhes: “Descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo” (At , 5.8; ver também Lc 24,49). Esta força prometida pelo Senhor os transformará em valentes e animadas testemunhas do Senhor, assim como em Mestres da verdade que Ele mesmo lhes ensinou.

Os Apóstolos não podiam cumprir com esta missão, que excedia absolutamente a suas forças e capacidades, enquanto não recebessem essa “força do Alto”.

É por isso que, seguindo as instruções do Senhor, os Apóstolos permaneceram no Cenáculo orando com Nossa Senhora até que chegou o dia em que viram “uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (At 2,2 4). Deste modo o Espírito Santo se apresenta, desde o início da Igreja, como o grande protagonista da evangelização.

Por outro lado, se em Babel os homens ficaram confundidos e sem poder compreender uns aos outros, porque começaram a falar em línguas diferentes (ver Gên 11,1-9), em Pentecostes vemos que acontece o oposto: embora viessem de diversos povos e falassem idiomas distintos, de imediato todos eram capazes de compreender a Pedro, porque o ouviam falar cada um em sua própria língua. Desse modo, o dom do Espírito Santo transformou a confusão em Comunhão. O Espírito Santo é a Pessoa divina que reconcilia, que une em uma mesma comunhão e em um mesmo Corpo os que são tão diferentes entre si.

Peçamo-lhe agora que nos ajude, em primeiro lugar, a nos reconciliarmos uns com os outros, a amarmos com o mesmo amor de Cristo que, sabendo quem haveria de entregá-lo, conviveu com ele e até lhe lavou os pés poucos minutos antes que o traísse (Cf. Jo 13).

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada uma delas, para permitir a reflexão dos irmãos)
a) Eu me dou conta de que, tendo sido batizado, recebi o mesmo envio que os Apóstolos de Jesus? Ofereço a Ele os melhores frutos de minha vida, entendendo que os produzo somente graças a Seus dons?
b) Tenho em minha vida o hábito de "falar de Deus", e também "falar com Deus"? Medito sobre os dons e graças que tenho recebido do Espírito Santo desde meu batismo? Invoco-o com freqüência para que me assista em tudo o que faço?
c) Estou em paz com a Igreja e cumpro suas ordens por amor a Cristo? Estou em paz com todos os que me rodeiam e conhecem?
d) Com que freqüência me aproximo da confissão e da Eucaristia?


4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.


5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Diz a fé: Cânones 731 e 732:

731 No dia de Pentecostes (no fim das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: de sua plenitude, Cristo, Senhor, derrama em profusão o Espírito.

732 Nesse dia é revelada plenamente a Santíssima Trindade. A partir desse dia, o Reino anunciado por Cristo está aberto aos que crêem nele; na humildade da carne e na fé, eles participam já da comunhão da Santíssima Trindade. Por sua vinda e ela não cessa, o Espírito Santo faz o mundo entrar nos "últimos tempos", o tempo da Igreja, o Reino já recebido em herança, mas ainda não consumado:

“Vimos a verdadeira Luz, recebemos o Espírito celeste, encontramos a verdadeira fé: adoramos a Trindade indivisível, pois foi ela quem nos salvou.” (Liturgia bizantina, Tropário de Vésperas de Pentecostes; empregado também nas liturgias eucarísticas depois da comunhão). 

Simbolismo: Cânones 694 a 701

694 A água. O simbolismo da água é significativo da ação do Espírito Santo no Batismo, pois após a invoca-ção do Espírito Santo ela se torna a sinal sacramental eficaz do novo nascimento: assim como a gestação de nosso primeiro nascimento se operou na água, da mesma forma também a água batismal significa realmente que nosso nascimento para, a vida divina nos é dado no Espírito Santo Mas "batizados em um só Espírito" também "bebemos de um só Espírito" (1Cor 12,13): o Espírito é, pois também pessoalmente a água viva que jorra de Cristo crucificado como de sua fonte e que em nós jorra em Vida Eterna.

695 A unção. O simbolismo da unção com óleo também é significativo do Espírito Santo, a ponto de tomar-se sinônimo dele. Na iniciação cristã, ela é o sinal sacramental da confirmação, chamada com acerto nas Igrejas do Oriente de "crismação". Mas, para perceber toda a força deste simbolismo, há que retomar à unção primeira realizada pelo Espírito Santo: a de Jesus. Cristo ("Messias" a partir do hebraico) significa "Ungi-do" do Espírito de Deus. Houve "ungidos" do Senhor na Antiga Aliança, de modo eminente o rei Davi. Mas Jesus é o Ungido de Deus de uma forma única: a humanidade que o Filho assume é totalmente "ungida do Espírito Santo". Jesus é constituído "Cristo" pelo Espírito Santo A Virgem Maria concebe Cristo do Espírito Santo, que pelo anjo o anuncia como Cristo por ocasião do nascimento dele e leva Simeão a vir ao Templo para ver o Cristo do Senhor; é Ele que plenifica o Cristo é o poder dele que sai de Cristo em seus atos de cura e de salvação. É finalmente Ele que ressuscita Jesus dentre os mortos. Então, constituído plenamente "Cristo" em sua Humanidade vitoriosa da morte, Jesus difunde em profusão o Espírito Santo até "os santos" constituírem, em sua união com a Humanidade do Filho de Deus, "esse Homem perfeito... que realiza a plenitude de Cristo" (Ef 4, 13): "o Cristo total", segundo a expressão de Santo Agostinho. (Sermão 341, 1, 1: PL 39, 1493; Ibid. 9, 11: PL 39, 1499)

696 O fogo. Enquanto a água significa o nascimento e a fecundidade da Vida dada no Espírito Santo o fogo simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito Santo O profeta Elias, que "surgiu como um fogo cuja palavra queimava como uma tocha" (Eclo 48,1), por sua oração atrai o fogo do céu sobre o sacrifício do monte Carmelo, figura do fogo do Espírito Santo que transforma o que toca. João Batista, que caminha dian-te do Senhor com o espírito e o poder de Elias" (Lc 1,17), anuncia o Cristo como aquele que "batizará com o Espírito Santo e com o fogo" (Lc 3,16), esse Espírito do qual Jesus dirá "Vim trazer fogo à terra, e quanto desejaria que já estivesse acesso (Lc 12,49). É sob a forma de línguas "que se diriam de fogo" o Espírito Santo pousa sobre os discípulos na manhã de Pentecostes e os enche de Si. A tradição espiritual manterá este simbolismo do fogo como um dos mais expressivos da ação do Espírito Santo Não extingais o Espírito" (1Ts 5,19).

Nossa resposta: (O Espírito Santo nos torna membros da Igreja) Cânones 1987, 1988 e 1995.

1987 A graça do Espírito Santo tem o poder de nos justificar, isto é, purificar-nos de nossos pecados e comunicar-nos "a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo" e pelo batismo:

Mas, se morremos com Cristo, temos fé de que também viveremos com Ele, sabendo que Cristo, uma vez ressuscitado dentre os mortos, já não morre, a morte não tem mais domínio sobre Ele. Porque, morrendo, Ele morreu para o pecado uma vez por todas; vivendo, Ele vive para Deus. Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus em Cristo Jesus (Rm 6,8-11).

1988 Pelo poder do Espírito Santo, participamos da Paixão de Cristo, morrendo para o pecado, e da ressurreição, nascendo para uma vida nova; somos os membros de seu Corpo, que é a Igreja, os sarmentos enxer-tados na Videira, que é Ele mesmo:

Pelo Espírito, temos parte com Deus. (...) Pela participação Espírito, nós nos tornamos participantes da natureza divina. (...) Por isso, aqueles em quem o Espírito habita são divinizados. (Santo Atanásio, ep. Serap. 1,24).

1995 O Espírito Santo é o mestre interior. Gerando "o homem interior , a justificação implica a santificação de todo o ser:

Como outrora entregastes vossos membros à escravidão da impureza e da desordem para viver desregradamente, assim entregai agora vossos membros a serviço da justiça, para a santificação. (...) Mas agora, libertos do pecado e postos a serviço de Deus, tendes, como fruto, a santificação, e o fim é a vida eterna (Rm 6,19-22).


6.- Refletindo com a Grande Cruzada

CM 115 […] Neste dia em que vos preparais para (...) Pentecostes, é bom levar o pensamento àqueles ama-dos Apóstolos que, sem nada suspeitar, continuavam sua vida de antes como se Eu tivesse passado entre eles sem mudar radicalmente seu futuro. Pensar que de repente passariam pelo dia fúlgido de Pentecostes é um erro. Olhai-os pensativos e meditai que Eu farei outro tanto convosco, se aceitais verdadeiramente Minha promessa.

Virá o Espírito ao ter tido a Luz. A obra do Pai foi enviar-me a esta terra: Minha obra foi redimir; a obra do Espírito, sublimar. Esta última obra está em ação e terminará quando todos estiverem salvos; isto é, todos aqueles que queiram ser salvos. Mas antes, subi Comigo ao Céu, antes meditai quanto vos amo, fazei uma oração diante de Meu Sacrário e depois o Espírito se derramará sobre vós.


7.- Propósito para esta semana:

Continuarei pedindo insistentemente ao Santo Espírito seus dons, para cumprir melhor minha missão cristã e apostólica.

RECONCILIAR-ME-EI COM AQUELAS PESSOAS COM AS QUAIS TIVER DIFERENÇAS OU PROBLEMAS, PEDINDO AO SENHOR QUE ME AJUDE A AMÁ-LOS COMO ELE ME AMA, APESAR DE TODAS AS MINHAS FRAQUEZAS E IMPERFEIÇÕES.

 
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