|
Semana de 30 de março a 5 de abril de 2008 “Nascidos de novo, para uma esperança viva” A PALAVRA DE DEUS 1ª Leitura: At 2,42-47: “Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e colocavam tudo em comum” Salmo 117,2-4.13-15.22-24: “Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom; eterna é a sua misericórdia!” 2ª Leitura: 1Pd 1,3-9: “pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, ele nos fez nascer de novo, para uma esperança viva” Evangelho: Jo 20,19-31: “Oito dias depois, Jesus entrou”
1.- Leitura do Evangelho segundo João (Jo 20,19-31) 19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. 24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. 26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” 30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome. - Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor! 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:
Depois de ter ressuscitado, o Senhor apareceu aos seus discípulos em diversas ocasiões, acerca das quais nos falam os quatro evangelistas. Também São Paulo, até o ano 57, na cidade de Éfeso, disse aos coríntios, por meio de uma carta, que, depois de sua Ressurreição, Jesus havia se deixado ver por mais de quinhentos irmãos, estando todos eles juntos (Cf. 1Cor 15,6); provavelmente referindo-se ao dia de Sua Gloriosa Ascensão... São João nos diz agora que, dois dias depois da Crucifixão, estavam seus discípulos encerrados, “por medo dos judeus...” E pode-se chegar a ter uma vaga idéia deste detalhe, ou diretamente passar por alto, mas é preciso colocar-se no contexto: Certamente todos já teremos experimentado diversos temores ao longo de nossa vida, alguns mais fortes que outros... No entanto, o medo da agressão física, com uma alta probabilidade de padecer torturas indizíveis, para depois ser morto, não é coisa leve nem simples. Pode-se talvez julgar os Apóstolos com certa leviandade (e de fato, com freqüência o fazemos), mas, sem dúvida, o fato de que ainda permanecessem reunidos sob um mesmo teto, depois de terem visto, embora tenha sido de uma – prudente – distância o que aconteceu a Jesus há apenas dois dias atrás, já era una importante mostra de sua fé e de sua fidelidade a Cristo, sabendo que não seria muito difícil para os judeus encontrar seu “esconderijo”, se assim quisessem, e dar um fim a todos eles de uma só vez. Mas apesar dos imensos temores e das fortes dúvidas, eles sabiam, no fundo de seus corações, que Deus não os abandonaria; que os três anos vividos ao lado de Jesus não poderiam ter sido estéreis, e que – para que todas aquelas experiências, aprendizagens e graças recebidas continuassem a dar fruto, “algo extraordinário” teria que acontecer. O próprio João nos relata que nesse dia, pela manhã, Jesus Ressuscitado já se havia apresentado a Maria Madalena, após o que Pedro e ele se depararam com o túmulo vazio. Imaginemos essa mescla de emoções que se aninhariam entre os apóstolos: o temor, os nervos, a esperança e a alegria que inundariam suas mentes e seus corações, quando de repente se fez presente entre eles o Senhor, dizendo-lhes nada menos: “A Paz esteja convosco!” Claro! Que mais poderiam precisar do que a Paz de Cristo nessas circunstâncias? Certamente que em seu coração haveria uma mescla de sentimentos desencontrados, mas nenhum deles conduzindo à paz, pois até sua Esperança estaria ainda cheia de uma profunda ansiedade. Jesus quis, em Sua benévola e clemente Providência, orientar a Igreja de nosso tempo sobre o profundo significado daquela magnífica aparição, através das revelações feitas à Irmã Faustina Kowalska e a interpretação que o Magistério lhes deu, as mesmas que levaram João Paulo II a promover a devoção à Divina Misericórdia e comemorá-la precisamente no Segundo Domingo da Páscoa. A rigor, já no ano de 1673, com divina precisão, no dia 27 de dezembro (dia de São João Apóstolo, cujo nome – João – significa justamente “Deus é Misericordioso”), Margarida Maria Alacoque, que tinha então apenas pouco mais de um ano como monja professa e 26 anos de idade, recebeu uma primeira grande revelação do Senhor sobre Seu Amor e Misericórdia pela humanidade. Ela conta deste modo em seu diário: “Estando eu diante do Santíssimo Sacramento, encontrei-me toda invadida por Sua divina presença. O Senhor me fez repousar por um longo tempo sobre Seu peito divino, no qual me revelou todas as maravilhas de Seu amor e os segredos inexplicáveis de Seu Coração Sagrado...” “É bom demorar-se com Ele e, inclinado sobre o seu peito como o discípulo predileto, deixar-se tocar pelo amor infinito do seu coração...” – nos dirá João Paulo II em Ecclesia de Eucharistia nº 25, referindo-se à emoção que todos os católicos estamos convidados a experimentar, ao contemplar em Adoração a Sagrada Eucaristia. “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”, disse-lhes Jesus naquele entardecer aos seus discípulos; depois lhes deu o sopro do Espírito Santo, como uma antecipação do grande Pentecostes. Mas antes lhes havia mostrado as chagas de suas mãos e do lado; seria somente para fazer-se reconhecer...? É possível que, ao ter-se revestido de glória com a ressurreição, tivesse experimentado alguma transformação física (o que viria a ser confirmado pela dificuldade que tiveram também para reconhecê-lo Maria Madalena e os discípulos de Emaús), mas também é razoável pensar que essa exposição de Suas santas chagas tivesse outro significado mais profundo, particularmente se unimos este acontecimento à Ceia Pascal, quando Jesus disse, embora com outras palavras, aos seus Apóstolos: “Este é meu corpo e este é meu sangue, que entrego pela humanidade... Fazei isto, também vós, em minha memória...” Agora nos mostra suas chagas e nos diz: “Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio”, e não se trata, naturalmente, de que seus Apóstolos daquele tempo (ou quem quiser sê-lo agora) fossem buscar o martírio para se assemelharem a Ele... Sua Cruz foi nada mais nada menos, que a conseqüência de sua entrega por Amor e por Misericórdia à humanidade: é aí que Ele quer que o sigamos, esse é o envio, é isso que quer que façamos – “em sua memória”. “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”, disse Tomé, o Gêmeo... Quantos “gêmeos” terá, no que diz respeito a sua atitude, começando por quem lhes escreve estas referências para meditar sobre o Evangelho...! Mas... e depois que Jesus nos faz o que queremos – como a Tomé –, ele nos permite pôr os dedos em suas chagas e na ferida de seu lado, o que falta...? Dizer-lhe “Meu Senhor e meu Deus”, como Tomé, ou como Lhe dizemos em cada Santa Missa. “Meu Senhor e meu Deus” significa muito... muito mais do que temos consciência ao pronunciar essas palavras em todas as Missas a que assistimos! “Comprovar” a divindade de Cristo (ou dar testemunho público de que se crê nela) traz junto uma imensidade de responsabilidades. Não se pode compreender o profundo mistério destas duas aparições de Jesus a seus discípulos, se não se medita também em profundidade sobre a infinita Misericórdia do Senhor, os sentimentos de Seu Sagrado e Eucarístico Coração; do Mistério Santo e cotidiano da Liturgia, na Sagrada Eucaristia... São João nos diz agora que, dois dias depois da Crucifixão, estavam seus discípulos encerrados, “por medo dos judeus...” E pode-se chegar a ter uma vaga idéia deste detalhe, ou diretamente passar por alto, mas é preciso colocar-se no contexto: Certamente todos teremos experimentado diversos temores ao longo de nossa vida, alguns mais fortes que outros... No entanto, “É bom demorar-se com Ele e, inclinado sobre o seu peito como o discípulo predileto, deixar-se tocar pelo amor infinito do seu coração... Se atualmente o cristianismo se deve caracterizar sobretudo pela «arte da oração», como não sentir de novo a necessidade de permanecer longamente, em diálogo espiritual, adoração silenciosa, atitude de amor, diante de Cristo presente no Santíssimo Sacramento? Quantas vezes, meus queridos irmãos e irmãs, fiz esta experiência, recebendo dela força, consolação, apoio!” (João Paulo II: Ecclesia de Eucharistia, nº 25). 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada pergunta, para permitir a reflexão dos irmãos) a) Vivo ou procuro viver na Paz do Senhor? O que me tira a paz? Esforço-me para superar essas situações e recuperar a harmonia, para dar testemunho de Cristo? b) Agora que posso refletir um pouco mais sobre seu profundo significado, como recebo eu o envio de Jesus? c) O que penso sobre as atitudes de Tomé? Reconhecer publicamente a Jesus em cada Eucaristia como meu Senhor e meu Deus significa muito; sou intimamente consciente de todas as suas conseqüências? d) Tenho minha fé e minha esperança colocadas na Misericórdia de Deus? Sou misericordioso com os outros, na mesma medida em que espero que Deus seja comigo? Tenho consciência de que, ao ser infinitamente perfeito, Deus também deve ser infinitamente justo? Em que medida minha vida vai mudando com cada Confissão e com cada Eucaristia? 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.
5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica
Diz a Fé: 642 Tudo o que aconteceu nesses dias pascais convoca todos os apóstolos, de modo particular Pedro, para a construção da era nova que começou na manhã de Páscoa. Como testemunhas do Ressuscitado, são eles as pedras de fundação de sua Igreja. A fé da primeira comunidade dos crentes tem por fundamento o teste-munho de homens concretos, conhecidos dos cristãos e, na maioria dos casos, vivendo ainda entre eles. Estas "testemunhas da Ressurreição de Cristo" são, antes de tudo, Pedro e os Doze, mas não somente eles: Paulo fala claramente de mais de quinhentas pessoas às quais Jesus apareceu de uma só vez, além de Tiago e de todos os apóstolos. 643 Diante desses testemunhos é impossível interpretar a Ressurreição de Cristo fora da ordem física e não reconhecê-la como um fato histórico. Os fatos mostram que a fé dos discípulos foi submetida à prova radical da paixão e morte na cruz de seu Mestre, anunciada antecipadamente por Ele. O abalo provocado pela Paixão foi tão grande que os discípulos (pelo menos alguns deles) não creram de imediato na notícia da ressurreição. Longe de nos falar de uma comunidade tomada de exaltação mística, os Evangelhos nos apresentam discípulos abatidos, "com o rosto sombrio" (Lc 24,17) e assustados. Por isso não acreditaram nas santas mulheres que voltavam do sepulcro, e "as palavras delas pareceram-lhes desvario" (Lc 24,11). Quando Je-sus se manifesta aos onze na tarde da Páscoa, "censura-lhes a incredulidade e a dureza de coração, porque não haviam dado crédito aos que tinham visto o Ressuscitado" (Mc 16,14). 657 O sepulcro vazio e os panos de linho no chão significam por si mesmos que o corpo de Cristo escapou às correntes da morte e da corrupção pelo poder de Deus. Eles preparam os discípulos para o reencontro com o Ressuscitado. 644 Mesmo confrontados com a realidade de Jesus ressuscitado, os discípulos ainda duvidam, a tal ponto que o fato lhes parece impossível: pensam estar vendo um espírito. "Por causa da alegria, não podiam acreditar ainda e permaneciam perplexos" (Lc 24,41). Tomé conhecerá a mesma provação da dúvida e quando da última aparição na Galiléia, contada por Mateus, "alguns, porém, duvidaram" (Mt 28,17). Por isso, a hipótese segundo a qual a ressurreição teria sido um "produto" da fé (ou da credulidade) dos apóstolos carece de consistência. Muito pelo contrário, a fé que tinham na Ressurreição nasceu - sob a ação da graça divina - da experiência direta da realidade de Jesus ressuscitado. 2174 Jesus ressuscitou dentre os mortos "no primeiro dia da semana" (Mc 16,2). Enquanto "primeiro dia", o dia da Ressurreição de Cristo lembra a primeira criação. Enquanto "oitavo dia", que segue ao sábado, significa a nova criação inaugurada com a Ressurreição de Cristo. Para os cristãos, ele se tomou o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor ("Hé kyriaké hemera", "dies dominica"), o "domingo": Reunimo-nos todos no dia do sol, porque é o primeiro dia (após sábado dos judeus, mas também o primeiro dia) em que Deus extraindo a matéria das trevas, criou o mundo e, nesse mesmo dia Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dentre os mortos. (São Justino, Apol. 1, 67).
Nossa resposta deve ser: 858 Jesus é o Enviado do Pai. Desde o início de seu ministério "chamou a si os que quis, e dentre eles escolheu Doze para estarem com ele e para enviá-los a pregar" (Mc 3,13-14). A partir daquela hora eles serão os seus "enviados" (é o que significa a palavra grega "apóstolo"). Neles continua a sua própria missão: "Como o Pai me enviou, eu também vos envio" (Jo 20,21). Seu ministério é, portanto, a continuação de sua própria missão: "Quem vos recebe a mim recebe", diz ele aos Doze (Mt 10,40). 859 Jesus associa-os à missão que recebeu do Pai: como "o Filho não pode fazer nada por si mesmo" (Jo 5,19.30), mas recebe tudo do Pai que o enviou, assim os que Jesus envia nada podem fazer sem. ele, de quem recebem o mandato de missão e o poder de exercê-lo. Os Apóstolos de Cristo sabem, portanto, que são qualificados por Deus como "ministros de Uma aliança nova" (2Cor 3,6), "ministros de Deus" (2Cor 6,4), "embaixadores de Cristo" (2Cor 5,20), "servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus" (1 Cor 4,1). 863 Toda a Igreja é apostólica na medida em que, por meio dos sucessores de São Pedro e dos apóstolos, permanece em comunhão de fé e de vida com sua origem. Toda a Igreja é apostólica na medida em que é "enviada" ao mundo inteiro; todos os membros da Igreja, ainda que de formas diversas, participam deste envio. "A vocação cristã é também por natureza vocação ao apostolado." Denomina-se "apostolado" "toda a atividade do Corpo Místico" que tende a "estender o reino de Cristo a toda a terra" (AA 2).
6.- Refletindo com a Grande Cruzada CM 130 (Maria) Tomé, filho Meu, quanto bem veio ao mundo em conseqüência de tua incredulidade! Tu não deste este bem, não; tu provocaste a Divina Sabedoria e tua obstinação serviu para dar maior evi-dência à Ressurreição de Jesus.
7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado.
8.- Virtude do mês: Sacrifício (Catecismo da Igreja Católica: 2099 – 618 – 901 – 2100 – 2845) É oferecer a Deus com paciência e amor as renúncias e aborrecimentos que exigem o cumprimento da própria vocação e outras renúncias voluntárias, em função dos interesses do Senhor e do serviço aos nossos irmãos. Esta semana veremos o cânon 2845, que diz textualmente o seguinte: 2845 “Deus não aceita o sacrifício dos que fomentam a desunião; Ele ordena que se afastem do altar para primeiro se reconciliarem com seus irmãos: Deus quer ser pacificado com orações de paz. Para Deus, a mais bela obrigação é nossa paz, nossa concórdia, a unidade no Pai, no Filho e no Espírito Santo de todo o povo fiel.” (São Cipriano, Dom. orat. 23: PL 4, 535C-536A). E a Grande Cruzada nos diz a respeito: CA 178 Ao demônio não agrada a reparação e o jejum, a oração, os sacrifícios: ele os detesta. Mas quando fazeis isso, experimentais o efeito salvador de sua prática. Eu darei a vossas almas fortaleza, perseverança, coragem, amor e alegria. Repito, há pecados demais que não posso tolerar: a vaidade, a imoralidade, a língua... 9.- Propósito para esta semana: PREPARANDO-ME MUITO NA ORAÇÃO, FALAREI DO SENHOR A ALGUÉM QUE NÃO TENHA FÉ SUFICIENTE NELE E EM SUA INFINITA MISERICÓRDIA. Esforçar-me-ei para modificar meus hábitos que possam ofender ao Senhor, especialmente aqueles que se referem à má língua, e, ao controlá-los, irei oferecê-los a Deus em reparação pelas vezes em que O tiver ofendido e prejudicado aos outros com esse hábito. Apostolado da Nova Evangelização 2008
|