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Semana de 2 a 8 de março de 2008 “Os batizados somos iluminados por Cristo” A PALAVRA DE DEUS 1ª Leitura: 1Sm 16,lb.6-7; 10-13a: “Davi é ungido rei de Israel” Salmo 22,1-6: “O Senhor é meu pastor, nada me falta” 2ª Leitura: Ef 5,8-14: “Levanta-te dentre os mortos e Cristo será tua luz” Evangelho: Jo 9,1-41
1.- Leitura do Santo Evangelho segundo São João (Jo 9,1-41) Naquele tempo, 1ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença. 2Os seus discípulos indagaram dele: Mestre, quem pecou, este homem ou seus pais, para que nascesse cego? 3Jesus respondeu: Nem este pecou nem seus pais, mas é necessário que nele se manifestem as obras de Deus. 4Enquanto for dia, cumpre-me terminar as obras daquele que me enviou. Virá a noite, na qual já ninguém pode trabalhar. 5Por isso, enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. 6E cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego. 7E disse-lhe: “Vai lavar-te na piscina de Siloé” (que quer dizer: Enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando. 8Os vizinhos e os que costumavam ver o cego – pois ele era mendigo – diziam: “Não é aquele que ficava pedindo esmola?” 9Uns diziam: “Sim, é ele!” Outros afirmavam: “Não é ele, mas alguém parecido com ele”. Ele, porém, dizia: “Sou eu mesmo!” 10Perguntaram-lhe, então: Como te foram abertos os olhos? 11Respondeu ele: Aquele homem que se chama Jesus fez lodo, ungiu-me os olhos e disse-me: Vai à piscina de Siloé e lava-te. Fui, lavei-me e vejo. 12Interrogaram-no: Onde está esse homem? Respondeu: Não o sei. 13Levaram então aos fariseus o homem que tinha sido cego. 14Ora, era sábado, o dia em que Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego. 15Novamente, então, lhe perguntaram os fariseus como tinha recuperado a vista. Respondeu-lhes: “Colocou lama sobre os meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!” 16Disseram, então, alguns dos fariseus: “Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado”. Mas outros diziam: “Como pode um pecador fazer tais sinais?” 17E havia divergência entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: “E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?” Respondeu: “É um profeta”. 18Mas os judeus não quiseram admitir que aquele homem tivesse sido cego e que tivesse recobrado a vista, até que chamaram seus pais. 19E os interrogaram: É este o vosso filho? Afirmais que ele nasceu cego? Pois como é que agora vê? 20Seus pais responderam: Sabemos que este é o nosso filho e que nasceu cego. 21Mas não sabemos como agora ficou vendo, nem quem lhe abriu os olhos. Perguntai-o a ele. Tem idade. Que ele mesmo explique. 22Seus pais disseram isso porque temiam os judeus, pois os judeus tinham ameaçado expulsar da sinagoga todo aquele que reconhecesse Jesus como o Cristo. 23Por isso é que seus pais responderam: Ele tem idade, perguntai-lho. 24Tornaram a chamar o homem que fora cego, dizendo-lhe: Dá glória a Deus! Nós sabemos que este homem é pecador. 25Disse-lhes ele: Se esse homem é pecador, não o sei... Sei apenas isto: sendo eu antes cego, agora vejo. 26Perguntaram-lhe ainda uma vez: Que foi que ele te fez? Como te abriu os olhos? 27Respondeu-lhes: Eu já vo-lo disse e não me destes ouvidos. Por que quereis tornar a ouvir? Quereis vós, porventura, tornar-vos também seus discípulos?... 28Então eles o cobriram de injúrias e lhe disseram: Tu que és discípulo dele! Nós somos discípulos de Moisés. 29Sabemos que Deus falou a Moisés, mas deste não sabemos de onde ele é. 30Respondeu aquele homem: “O que é de admirar em tudo isso é que não saibais de onde ele é, e entretanto ele me abriu os olhos. 31Sabemos, porém, que Deus não ouve a pecadores, mas atende a quem lhe presta culto e faz a sua vontade. 32Jamais se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença. 33Se esse homem não fosse de Deus, não poderia fazer nada. 34Os fariseus disseram-lhe: “Tu nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?” E expulsaram-no da comunidade. 35Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: “Acreditas no Filho do Homem?” 36Respondeu ele: “Quem é, Senhor, para que eu creia nele?” 37Jesus disse: “Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo”. Exclamou ele: 38“Eu creio, Senhor!” E prostrou-se diante de Jesus. 39Jesus então disse: Vim a este mundo para fazer uma discriminação: os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos. 40Alguns dos fariseus, que estavam com ele, ouviram-no e perguntaram-lhe: “Também nós somos, acaso, cegos?”... 41Respondeu-lhes Jesus: “Se fôsseis cegos, não teríeis pecado, mas agora pretendeis ver, e o vosso pecado subsiste.” - Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor! 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:
Novamente temos diante de nós, igual à semana passada, uma dramática passagem do Evangelho que nos permite analisar um processo de conversão, que culmina com a auto-revelação de Jesus como o Messias. Qualificamos de “dramático” este relato porque – como habitualmente faz São João – nos pinta com deta-lhes a situação, e nos ajuda a visualizar muito bem o que acontece, revelando-nos até mesmo o interior dos personagens que nela intervêm. Desde o próprio livro do Gênesis, as Sagradas Escrituras relacionam a dor, a doença e a morte com o pecado, pois se sabe que as três questões encontra sua causa na desobediência original de nossos primeiros pais. Daí que, para o povo judeu, todos os males físicos foram diretamente atribuíveis ao pecado, embora Jesus venha nos mostrar, precisamente nesta passagem do evangelho, que nem todas e cada uma das enfermidades que devemos suportar têm origem no pecado. Hoje tudo começa com a legítima, lógica e simples pergunta de seus discípulos a Jesus, ao ver um cego de nascença: “quem pecou, este homem ou seus pais, para que nascesse cego?” Jesus lhes responde que não é uma questão de pecado, mas uma oportunidade para que Deus manifeste claramente suas obras nele, e depois lhes antecipa simbolicamente o que virá mais adiante como uma longa corrente através desta Leitura: a antítese entre a luz e as trevas, o dia e a noite, a visão e a cegueira... em suma, a vida e a morte. Jesus manifesta seu Poder curando-o, mas não o faz como havia feito com Bartimeu, o cego de Jericó, a quem simplesmente disse “Vai, tua fé te curou...” e imediatamente pôde ver (segundo lemos em Mc 15,46-52 e em Lc 18,35-42). Ao cego de nascença que vemos hoje, primeiro ele lhe unta os olhos com barro e depois o manda lavar-se na piscina de Siloé, que, segundo o evangelista esclarece com sutileza, “quer dizer Enviado”. Certamente a diferença no procedimento não se deveu a que o tratamento para um cego de nascença devia ser necessariamente diferente do que se aplica a outro que (ao que parece), em algum momento de sua vida viu (pois Marcos e Lucas nos dizem que Bartimeu “recuperou a vista”). Mas pode-se pensar que o Senhor quis, com isto, dar uma mostra simbólica de Quem era aquele que o curava, pois em todo este capítulo (assim como em muitas passagens narradas por São João), o tema de fundo do debate é se Jesus é o Messias, isto é, “o Enviado de Deus”, ou não. Depois de ser curado, o cego, que era conhecido de todos por estar sempre pedindo esmola, dá testemunho de que foi Jesus quem o curou, e relata o modo como o havia feito. Imediatamente o levam diante dos fariseus para que lhes contasse o acontecido, mas estes não quiseram acreditar nele. São João esclarece agora que o milagre havia tido lugar em dia de sábado, pois será esse o detalhe com o qual os fariseus ficarão, diante do olhar atônito do ex-cego, deixando de lado o extraordinário prodígio que havia sido realizado ao lhe dar a vista. Os evangelhos nos relatam ao menos cinco curas e uma libertação realizadas por Jesus em dia de sábado (Mt 12, 9-13; Mc 1,21-27; Lc 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,1-18), e sabemos que isso foi algo que lhe causou muitos problemas; de fato, Marcos nos conta que foi justamente depois (e como conseqüência direta) de ter feito uma cura em dia de sábado, que os fariseus tomaram a resolução de acabar com Ele (Mc 3,6). Se Jesus curou um paralítico, curou um homem que tinha uma mão seca, outro homem que sofria de hidropsia, uma mulher que andava encurvada por 18 anos e praticou um exorcismo, além de dar a vista a este cego, tudo em dia de sábado, certamente não foi para contradizer os fariseus ou para quebrar a Lei, mas porque, como Ele disse, o principal mandamento é o da caridade, e qualquer formalismo humano deve submeterse a ele. Isto tem vínculo essencial com o que víamos no domingo passado, sobre a necessidade de adorar a Deus “em espírito e verdade”, e não com doentio apego a simples fórmulas ou com obsessão pelos preceitos. As leis foram feitas para ser cumpridas, as normas para serem obedecidas e as regras para serem seguidas, mas o homem está acima delas, e nas relações entre pessoas deve primar o amor e a prática do bem. Três aspectos restam por ressaltar nesta passagem do Evangelho, embora – como sempre – haverá ainda muito mais para meditar: o fechamento dos fariseus, o consolo de Jesus e sua advertência final. Quanto ao primeiro, é surpreendente o modo em que aqueles homens resistiam em ver e aceitar a realidade: perguntam duas vezes o que aconteceu ao mesmo ex-cego; como não escutam o que querem, chamam seus pais, intimidam-nos com seu poder e autoridade, mas mesmo assim não obtêm o que procuram, de modo que voltam a chamá-lo e lhe dizem, textualmente: “Dá glória a Deus! Nós sabemos que este homem é pecador.” A expressão “Dá glória – ou glorifica - a Deus” era a fórmula que usavam para perguntar algo a alguém, obrigando-o a dizer a verdade; de modo que foi exatamente como se dissessem: “Glorifica a Deus...!” Ele estava glorificando a Deus, mas eram eles que não queriam fazê-lo; preferiam glorificar o sá-bado. Como se pode ver, a insistência dos fariseus acaba por aborrecer o homem, que começa a lhes responder com ironia: “Eu já vo-lo disse e não me destes ouvidos. Por que quereis tornar a ouvir? Quereis vós, porventura, tornar-vos também seus discípulos?” Depois lhes diz sem meias palavras o que pensa: “Justamente vocês, que deveriam reconhecer a mão de Deus em tudo isto, não a reconhecem...!” Mas eles estão tão cegados que, de imediato, eles o excomungam. Por isso será, provavelmente, o primeiro “bem-aventurado” de quem temos notícia, e não tardará em receber o bálsamo de Seu Senhor. Com efeito, ao saber que o haviam expulsado da sinagoga, perseguido por Sua causa, Jesus o encontra e lhe dá enorme consolo ao revelar-se diante dele como o Messias. Depois explicará em poucas palavras o que acabava de acontecer, como uma expressão sensível da cegueira espiritual daqueles poderosos: “Vim a este mundo para fazer uma discriminação: os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos”. então alguns fariseus que andavam por ali se sentiram aludidos e tiveram o descaramento de Lhe perguntar: “Também nós somos, acaso, cegos?” A resposta de Jesus é contundente, terrível, lapidar; para eles e para nós, quando, estando onde estamos, nós O ofendemos: “Se fôsseis cegos, não teríeis pecado, mas agora pretendeis ver, e o vosso pecado subsiste.” Quem tem ouvidos para ouvir... que mude! 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada pergunta, para permitir a reflexão dos irmãos) a) Estou absolutamente consciente de que os problemas, as doenças ou tristezas, são oportunidades únicas para aproximar-me do Senhor e poder glorificá-Lo? b) Sempre dou testemunho de Deus e de minha fé nEle, mesmo entre aqueles que não crêem ou até O atacam? c) Alguma vez me senti “perseguido”, ou ao menos desqualificado, por ter fé em Deus? O que eu fiz? d) Poderei ter a coragem que teve o ex-cego, de defender a Verdade de Deus diante de pessoas que considere mais capazes ou mais poderosas do que eu? “Lavarei as mãos”, como fizeram os pais dele? e) Novamente o Senhor nos diz que a quem mais se dá mais lhe será pedido. Medito com freqüência sobre o fato de que, cada dia que percorro este caminho, minhas responsabilidades crescem e minha obrigação de santificar-me é maior? Ajo em conseqüência disto? 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.
5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica
516 Toda a vida de Cristo é Revelação do Pai: suas palavras e seus atos, seus silêncios e seus sofrimentos, sua maneira de ser e de falar. Jesus pode dizer: "Quem me vê, vê o Pai" (Jo 14,9); e o Pai pode dizer: "Este é o meu Filho, o Eleito; ouvi-o" (Lc 9,35). Tendo Nosso Senhor se feito homem para cumprir a vontade do Pai, Os mínimos traços de seus mistérios nos manifestam "o amor de Deus por nos". 517 Toda a vida de Cristo é mistério de Redenção. A Redenção nos vem antes de tudo pelo sangue da Cruz, mas este mistério está em ação em toda a vida de Cristo: já em sua Encarnação, pela qual, fazendo-se pobre, nos enriqueceu por sua pobreza; em sua vida oculta, que, por sua submissão, serve de reparação para nossa insubmissão; em sua palavra, que purifica seus ouvintes; em suas curas e em seus exorcismos, pelos quais "levou nossas fraquezas e carregou nossas doenças" (Mt 8,17); em sua Ressurreição, pela qual nos justifica. 548 Os sinais operados por Jesus testemunham que o Pai o enviou. Convidam a crer nele. Aos que a Ele se dirigem com fé, concede o que pedem. Assim, os milagres fortificam a fé naquele que realiza as obras de seu Pai: testemunham que Ele é o Filho de Deus. Eles podem também ser "ocasião de escândalo". Não se destinam a satisfazer a curiosidade e os desejos mágicos. Apesar de seus milagres tão evidentes, Jesus é rejeitado por alguns; acusam-no até de agir por intermédio dos demônios. 2088 O primeiro mandamento manda-nos alimentar e guardar com prudência e vigilância nossa fé e rejeitar tudo o que se lhe opõe. Há diversas maneiras de pecar contra a fé. A dúvida voluntária sobre a fé negligencia ou recusa ter como verdadeiro o que Deus revelou e que a Igreja propõe para crer. A dúvida involuntária designa a hesitação em crer, a dificuldade de superar as objeções ligadas à fé ou, ainda, a ansiedade suscitada pela obscuridade da fé. Se for deliberadamente cultivada, a dúvida pode levar à cegueira do espírito. 1740 Ameaças à liberdade. O exercício da liberdade não implica o direito de dizer e fazer tudo. É falso pretender que "o homem, sujeito da liberdade, baste a si mesmo, tendo por fim a satisfação de seu próprio interesse no gozo dos bens terrenos. Por sua vez, as condições de ordem econômica e social, política e cultural requeridas para um justo exercício da liberdade são muitas vezes desprezadas e violadas. Estas situações de cegueira e injustiça prejudicam a vida moral e levam tanto os fortes como os fracos à tentação de pecar contra a caridade. Fugindo da lei moral, o homem prejudica sua própria liberdade, acorrenta-se a si mesmo, rompe a fraternidade com seus semelhantes e rebela-se contra a verdade divina. 6.- Refletindo com a Grande Cruzada (CM 124) Já observaste que, ao amanhecer, quando há pouca luz, até que não surjam os raios do sol, a vida não volta à terra? É justamente o que acontece ao homem quando está em dúvida, como se Eu deixasse de lhe enviar Meus raios benéficos. Em Mim não há movimento ou rotação como no sol e na terra, pois sou sempre e constantemente luminoso; é a criatura que não sabe dirigir-se a Mim, e somente por isto não recebe Meus raios.
7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado.
8.- Virtude do mês: Sacrifício (Catecismo da Igreja Católica: 2099 – 618 – 901 - 2100)
É oferecer a Deus com paciência e amor as renúncias e aborrecimentos que exigem o cumprimento da própria vocação e outras renúncias voluntárias, em função dos interesses do Senhor e do serviço aos nossos irmãos. “Os leigos, enquanto consagrados a Cristo e ungidos no Espírito Santo, têm uma vocação admirável e são instruídos para que os frutos do Espírito se multipliquem neles cada vez mais abundantemente. Pois todos os seus trabalhos, orações e empreendimentos apostólicos, a vida conjugal e familiar, o trabalho de cada dia, o descanso do espírito e do corpo, se forem feitos no Espírito, e as próprias incomodidades da vida, suportadas com paciência, se tornam em outros tantos sacrifícios espirituais, agradá-veis a Deus por Jesus Cristo (cfr. 1 Pd. 2,5); sacrifícios estes que são piedosamente oferecidos ao Pai, juntamente com a oblação do corpo do Senhor, na celebração da Eucaristia. E deste modo, os leigos, agindo em toda a parte santamente, como adoradores, consagram a Deus o próprio mundo.” (LG 34; Cf. LG 10). Esta semana veremos o cânon 2099, que diz textualmente o seguinte: 2099 É justo oferecer a Deus sacrifícios em sinal de adoração e de reconhecimento, de súplica e de comunhão: "É verdadeiro sacrifício toda ação feita para se unir a Deus em santa comunhão e poder ser feliz". (Santo Agostinho). E a Grande Cruzada nos diz a respeito (CA 140): Filhinhos Meus, pedi à Santíssima Trindade que vos dê luz e entendimento, invocai os Santos Anjos que Eu, vossa Mãe, enviarei àqueles que precisarem para sua segurança… Os Santos Anjos vos guiarão no caminho da salvação. Fazei reparação, pequenos; muitos de vós não fazem o menor sacrifício. Fazei-os, oferecei pequenos e grandes sacrifícios nesta quaresma… 9.- Propósito para esta semana:
PEDIREI AO SENHOR, EM ORAÇÃO E COM JEJUM, A FORTALEZA E PERSERVERANÇA PARA SER SEMPRE FIEL A ELE. Oferecerei a Deus todos os meus problemas, como sacrifício de reparação por meus pecados e os de minha família. Ao oferecê-los, deixarei de me angustiar por eles; eu os deixarei aos pés da Cruz Gloriosa e colocarei toda minha energia ao serviço do Senhor. Apostolado da Nova Evangelização 2008
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