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Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

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São Carlos, 11 de outubro de 2008

Casinhas de Oração

Os grupos de oração e evangelização do ANE são chamados Casinhas de Oração. Se você tem o Guia das Casinhas de Oração e toda semana faz a reunião seguindo nossas Catequeses, por favor, entre em contato e registre sua Casinha!
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Por ANE Internacional   
16 de março de 2008

Semana de 16 a 22 de março de 2008
Aclamamos a Cristo como Rei; sentimo-nos redimidos por sua entrega como servo

A PALAVRA DE DEUS
Procissão de Ramos: Mt 21,1-11: "Bendito o que vem em nome do Senhor "
1ª Leitura: Is 50,4-7: "Não escondi o rosto diante dos insultos... e sei que não ficarei envergonhado "
Salmo 21,8-9.17-20.23-24: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?"
2ª Leitura: Flp 2,6-11: "Humilhou-se a si mesmo; por isso Deus o elevou acima de tudo."
Evangelho: Mt 26,14-27,66

1.- Leitura da Procissão de Ramos (Mt 21,1-11)

Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no mon-te das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, 2dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! 3Se alguém vos disser alguma coisa, direis: ‘O Senhor precisa deles’, mas logo os devolverá’”.
4Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: 5“Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta”.
6Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. 7Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. 8A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!”
10Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?”
11E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia”.
- Palavra da Salvação!
- Glória a Vós, Senhor!


2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

Esta semana ouvimos na missa, excepcionalmente, duas passagens do Evangelho, conforme os ofícios do Domingo de Ramos: antes de entrar na igreja em procissão, lemos esta passagem, que narra a entrada triunfal de Nosso Senhor em Jerusalém, ocorrido poucos dias antes de sua crucifixão. Mais adiante, já na Liturgia da Palavra, proclama-se o relato da Paixão segundo São Mateus.

Pensamos que reproduzir as duas leituras, com seus respectivos comentários e reflexões, poderia se tornar algo demasiado extenso, para o desenvolvimento de nossas “Casinhas de Oração”. De modo que nos centraremos aqui na leitura e meditação sobre a entrada de Jesus em Jerusalém, tendo em conta que teremos todos estes dias para refletir profundamente sobre Sua Paixão (coisa que, de fato, certamente teremos feito durante a Quaresma, com a récita da Via Sacra e dos Mistérios Dolorosos do Santo Rosário).

Não se trata aqui de faltar transcendência à Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo que – nem é preciso dizer –, por si mesma constitui um dos mistérios centrais de nossa Redenção. Mas o que se quer é ressaltar este outro acontecimento, que também se reveste de importância, e sobre o qual muitas vezes não se medita o suficiente. Vejamos:

Mateus nos conta que Jesus enviou dois de seus discípulos para que trouxessem um burrinho para entrar montado sobre ele na Cidade Santa. Ao formular este pedido, manifesta sua autoridade e poder, porque mostra notoriamente seu conhecimento do que há (e do que acontece), em um lugar distante daquele em que se encontra nesse momento. (o mesmo havia acontecido quando convocou a Natanael, também cha-mado Bartolomeu, para que fosse seu discípulo, pelo que imediatamente este o reconheceu como Filho de Deus e Rei de Israel - Jo 1,48-49.)

Nas versões de São Marcos e São Lucas sobre a entrada triunfal do Senhor em Jerusalém, apresentam-se mais dois elementos, que reforçam esta manifestação do poder de Jesus: em primeiro lugar, que Ele esclarece aos seus discípulos que o burrinho nunca havia sido montado por ninguém; com o que deixa implicitamente indicado que se trata de um animal já predestinado para um uso sagrado. Em segundo lugar, que ambos evangelistas dão conta do cumprimento da profecia de Jesus, pois narram que, quando os discípulos cumpriam sua missão, evidentemente (e de acordo com o que Jesus lhes havia predito), os donos do animal saem ao seu encontro, perguntando-lhes o que estão fazendo; quando respondem que o Senhor os havia mandado, os donos se apaziguam e permitem que os dois discípulos cumpram tranqüilamente sua ordem. (Cf. Mc 11,5-6 e Lc 19, 33-34).

Agora imaginemos o acontecimento: os dois discípulos chegam com o jumentinho, e entre todos o dispõem para que Jesus monte nele (deve ter sido no burrinho, pelo fato de sua reserva para uso sagrado, esclarecido nos outros dois Evangelhos, que, de fato, não mencionam a jumenta). O jumentinho tem um manto, colocado como sela, Jesus o monta e começa sua entrada na cidade santa de Jerusalém.

Ele sabe perfeitamente o que está fazendo, mas é muito provável que seus discípulos não compreendam o profundo sentido messiânico deste acontecimento... Alguns profetas predisseram este fato. Isaías, por exemplo, através de um diálogo poético entre ele mesmo, o povo de Israel e o Senhor, previu este acontecimento dizendo: “Passai, passai pelas portas, preparai o caminho ao povo! Abri, abri a estrada, retirai dela as pedras! Alçai o estandarte para convocar os povos.

Eis o que o Senhor proclama até os confins da terra: Dizei a Sião: eis, aí vem teu salvador; eis com ele o preço de sua vitória, ele faz-se preceder dos frutos de sua conquista; os resgatados do Senhor serão chamados Povo Santo, e tu, cidade não mais desamparada, serás chamada a desejada.»”

Depois virão as perguntas que formula um interlocutor imaginário – representando a Israel – sobre o rei da Glória: ― “Quem é aquele que vem de Edom, de Bosra, as vestes tintas, envolvido num traje magnífico, altaneiro na plenitude de sua força?”
(Edom e Bosra foram apresentadas pelo profeta Jeremias como regiões de terrível desolação nas quais o senhor fez ou haverá de fazer justiça - Jer 49,13.17)

Na visão do profeta, o próprio Senhor responde: “Sou eu, que luto pela justiça e sou poderoso para salvar.”
- Por que, pois, tuas roupas estão vermelhas como as vestimentas daquele que pisa num lagar? — volta a perguntar Israel.
- Eu pisei sozinho o lagar, e ninguém dentre os povos me auxiliou. – responde a voz do Senhor. (Cf. Is 62,10 e ss. 63,1-3)
- Quem é aquele que vem de Edom, de Bosra...? Também Mateus nos diz que “Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?”  E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia”.”

Recordemos que o “lagar” é um recipiente no qual se pisa ou se prensa a uva, para se obter o vinho. Este discurso de Isaías, assim como a passagem evangélica analisada, apresenta um alto conteúdo simbólico: não é que Jesus vestisse uma túnica realmente vermelha. As roupas de cor púrpura, mencionadas por Isaí-as, prefiguram o sangue que Jesus há de derramar dias mais tarde; e nesta solenidade de que se fala, pi-sando o lagar, antecipa-se a pergunta que Jesus havia formulado semanas antes aos filhos de Zebedeu, Tiago e João, quando lhe pediram para se sentar à sua direita e à sua esquerda na Glória de Seu Reino: “Podeis beber o cálice que tenho que beber...?” (Cf. Mc 10,35-45). Dias mais tarde, Jesus mesmo, em um momento crucial de humana fraqueza, no Horto das Oliveiras, dirá ao Pai: “...se é possível, afasta de mim este cálice, mas não se faça minha vontade e sim a tua...” (Cf. Mt 26,39)

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém é, pois, ao mesmo tempo, o cumprimento de antigas profecias e uma antecipação do que será seu retorno glorioso, em sua Segunda Vinda.

Talvez nos chame a atenção e encontremos certo contraste entre nossa maneira comum de interpretar o “triunfo” ou o esplendor, e o fato de que Jesus tenha optado por fazer essa entrada montado sobre um jumentinho...

Além dos costumes e restrições da época, os discípulos tampouco compreendem muito do que estão vivendo, mas também Zacarias havia predito este acontecimento: “Exulta de alegria, filha de Sião, solta gritos de júbilo, filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei, justo e vitorioso; ele é simples e vem montado num jumento, no potro de uma jumenta. Ele suprimirá os carros de guerra na terra de Efraim, e os cavalos de Jerusalém. O arco de guerra será quebrado. Ele proclamará a paz entre as nações, seu império estender-se-á de um mar ao outro, desde o rio até as extremidades da terra.” (Zc 9,9-10)

Depois o Profeta falará da Restauração de Israel, da necessidade de que o Povo de Deus coloque sua confiança no Senhor para ser libertado definitivamente, com uma promessa majestosa: “Vou assobiar e reuni-los, porque os resgatei; serão tão numerosos como o eram outrora.”... “O poder de Israel crescerá, graças ao Senhor, e eles andarão no seu nome – oráculo do Senhor.” (Zc 10,8.12)

Jesus entra humilde mas triunfalmente em Jerusalém e o povo sai ao seu encontro. Muitos deles viram suas proezas e milagres, e ouviram a sabedoria de suas palavras. Estendem-Lhe seus mantos e ramos de oliveira e palmeiras como almofadas, dizendo-Lhe: “Hosana ao filho de David!” A palavra hosana é hebraica e significa, como se traduziu no Salmo 118,25, ― “Salva agora” (salvação); mas é evidente que também chegou a ser usada como “salve”, em poesia, ou como saudação de aclamação e bênção. (segundo nos explica a “Enciclopédia explicativa de dificuldades bíblicas”).

Deste modo, e sem se darem conta, o próprio povo, ao saudá-lo, estava proclamando uma nova profecia. “Salva agora!”, diziam-lhe, e Jesus daria cumprimento, em breve, à inconsciente súplica popular: realizaria nesses dias a suprema obra da salvação; não salvação do jugo dos romanos (como sem dúvida esperavam intimamente muitos judeus), mas da mão do inimigo das almas, Satanás, e do pecado, que ainda hoje tem sumido na perdição aquele que não se acolhe autêntica e interiormente ao poder salvífico do Sangue derramado por Cristo.

“Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!”, continuava gritando a multidão, e muita gente que o aclamava agora, logo se encontraria no Pretório, no Palácio do governador romano Pôncio Pilatos, para pedir também a gritos sua morte. Pouco lhe durou então o amor ao Messias, como tão pouco nos dura às vezes o arrependimento por ofendê-lo com nossos pecados...

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada pergunta, para permitir a reflexão dos irmãos)
a) Jesus chega à minha vida todos os dias de diversas maneiras... Recebo-o com alegria, ou deixo-o passar porque estou metido em meus problemas, em meus rancores, em minhas ambições, em minha busca de satisfações...?
b) O que sinto ao imaginar a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho?
c) Relaciono, em minhas meditações, esta entrada de Jesus com sua Paixão próxima? Medito com freqüência sobre a Paixão e morte de Jesus? Nos momentos em que me cabe sofrer humilhação, dor, solidão, uno-me a Jesus na Cruz?
d) Faço um verdadeiro esforço para imitar Jesus, perdoando e pedindo perdão para aqueles que me magoam? Paro um tempo antes de fazê-lo, como esperando “que sarem bem minhas feridas” antes, ou tento fazer, como Ele o fez, enquanto me sinto ultrajado? Em resumo: ainda abrigo rancores em meu coração, embora seja por um pouquinho de tempo, ou sou pronto para perdoar?


4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos.



5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica

Diz a Fé: 

559 Como vai Jerusalém acolher seu Messias? Embora sempre se tivesse subtraído às tentativas populares de fazê-lo rei. Jesus escolhe o momento e prepara os detalhes de sua entrada messiânica na cidade de "Davi, seu pai" (Lc 1,32). É aclamado como o filho de Davi, aquele que traz a salvação ("Hosana" quer dizer salva-nos!", "dá a salvação!") Ora, o "Rei de Glória" (Sl 24,7-10) entra em sua cidade "montado em um jumento" (Zc 9,9): não conquista a Filha de Sião figura de sua Igreja, pela astúcia nem pela violência, mas pela humildade que dá  testemunho da Verdade. Por isso os súditos de seu Reino, nesse dia, são as crianças e os "pobres de Deus" que o aclamam como os anjos o anunciaram aos pastores. A aclamação deles - "Bendito seja o que vem em nome do Senhor" (S1 118,26)- é retomada pela Igreja no "Sanctus" da liturgia eucarística, para abrir o memorial da Páscoa do Senhor.

560 A entrada de Jesus em Jerusalém manifesta a vinda do Reino que o Rei-Messias vai realizar pela Páscoa de sua Morte e de sua Ressurreição. E com sua celebração, no Domingo de Ramos, que a liturgia da Igreja abre a grande Semana Santa.

602 Por isso, São Pedro pode formular assim a fé apostólica no projeto divino de salvação: "Fostes resgatados da vida fútil que herdastes de vossos pais, pelo sangue precioso de Cristo, como de um cordeiro sem defeitos e sem mácula, conhecido antes da fundação do mundo, mas manifestado, no fim dos tempos, por causa de vós" (1Pd 1,18-20). Os pecados dos homens, depois do pecado original, são sancionados pela morte. Ao enviar seu próprio Filho na condição de escravo, condição de uma humanidade decaída e fadada à morte por causa do pecado. "Aquele que não conhecera o pecado, Deus o fez pecado por causa de nós, a fim de que, por ele, nos tornemos justiça de Deus" (2Cor 5,21).

Nossa resposta deve ser: 

2015 O caminho da perfeição passa pela cruz. Não existe santidade sem renúncia e sem combate espiritual (Cf 2Tm 4). O progresso espiritual envolve ascese e mortificação, que levam gradualmente a viver na paz e na alegria das bem-aventuranças:
Aquele que vai subindo jamais cessa de progredir de começo em começo, por começos que não têm fim. Aquele que jamais cessa de desejar aquilo que já conhece. (São Gregório de Nisa, hom. in Cant. 8).

2559 "A oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus dos bens convenientes. De onde falamos nós, ao rezar? Das alturas de nosso orgulho e vontade própria, ou das "profundezas" (Sl 130,1) de um coração humilde e contrito? Quem se humilha será exaltado. A humildade é o fundamento da oração. "Nem sabemos o que seja conveniente pedir" (Rm 8,26). A humildade é a disposição para receber gratuitamente o dom da oração; o homem é um mendigo de Deus. (Cf Santo Agostinho, Serm. 56,6, 9).

2628 A adoração é a primeira atitude do homem que se reconhece criatura diante de seu Criador. Exalta a grandeza do Senhor que nos fez e a onipotência do Salvador que nos liberta do mal. É prosternação do Es-pírito diante do "Rei da glória" e o silêncio respeitoso diante do Deus "sempre maior" (Santo Agostinho, Sl 62,16). A adoração do Deus três vezes santo e sumamente amável nos enche de humildade e dá garantia a nossas súplicas.


6.- Refletindo com a Grande Cruzada
CA 132 
Virei cheio de luz, rodeado de Amor e coroado por miríades de Anjos em festa. Repetir-se-á: "Bendito o que vem em nome do Senhor", em coroamento daquela saudação que o Domingo de Ramos deu a Minha Pessoa, que humildemente se encaminhava para o martírio da Cruz.
Foi então um sentimento do povo, sentimento por isso não controlado que, na sua simplicidade e espontaneidade, Me agradou muito; em troca, a saudação das almas salvas e reunidas para o Juízo Final será feita com perfeito conhecimento e com total amor. "Vem, Bendito do Pai".


7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado.


8.- Virtude do mês:
Sacrifício (Catecismo da Igreja Católica: 2099 – 618 – 901 - 2100)

É oferecer a Deus com paciência e amor as renúncias e aborrecimentos que exigem o cumprimento da própria vocação e outras renúncias voluntárias, em função dos interesses do Senhor e do serviço aos nossos irmãos.

Esta semana veremos o cânon 901, que diz textualmente o seguinte:

901 "Os leigos, em virtude de sua consagração a Cristo e da unção do Espírito Santo, recebem a vocação admirável e os meios que permitem ao Espírito produzir neles frutos sempre mais abundantes. Assim, todas as suas obras, preces e iniciativas apostólicas, vida conjugal e familiar, trabalho cotidiano, descanso do corpo e da alma, se praticados no Espírito, e mesmo as provações da vida, pacientemente suportadas, se tornam 'hóstias espirituais, agradáveis a Deus por Jesus Cristo' (I Pd 2,5), hóstias que são piedosamente oferecidas ao Pai com a oblação do Senhor na celebração da Eucaristia. É assim que os leigos consagram a Deus o próprio mundo, prestando a Ele, em toda parte, na santidade de sua vida, um culto de adoração." (LG 34; Cf. LG 10).

E a Grande Cruzada nos diz a respeito (CA 86):
    Amor e reparação são duas coisas completamente unidas. Eu amei o homem e reparei por ele!
Assim, amando o Meu Coração, o homem reparará pelas ofensas que Lhe são feitas, sacrifica-se e pelos sacrifícios e imolação obtém para as almas que ofenderam o Meu Coração, a Misericórdia e o perdão. Esta alma reparadora salva outras almas com seu amor.
    Por sua vez, também estas almas, inflamadas pelo Meu amor, logo saberão inflamar, imolar-se e continuar reparando até conseguirem o reino do Meu Coração no coração dos homens. Esta é a cruzada que peço por meio da expiação e da penitência: uma cruzada do amor divino que possa, pelos vossos sacrifícios e imolações, conter a Justiça Divina.


9.- Propósito para esta semana:

PENSAREI EM TODOS OS QUE TENHAM ME MAGOADO, EM TODA MINHA VIDA, E OS PERDOAREI DE CORAÇÃO.

Oferecerei meus sacrifícios desta semana em reparação pela salvação de meus entes queridos já falecidos.

 
Apostolado da Nova Evangelização 2008

 

 
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