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Semana de 16 a 22 de dezembro 2007 Os que colocaram em Cristo sua esperança não conhecem o medo porque Cristo é a garantia de nosso presente e de nosso futuro. A PALAVRA DE DEUS 1ª Leitura: Is 35,1-6a.10: Deus virá e nos salvará. Salmo: 145,6-10: Vinde, Senhor, para salvar o vosso povo. 2ª Leitura: Tg 5,7-10: Ficai firmes porque a vinda do Senhor está próxima. Evangelho: Mt 11,2-11
1.- Leitura do Santo Evangelho segundo São Mateus (Mt 11,2-11) Naquele tempo, 2João estava na prisão. Quando ouviu falar das obras de Cristo, enviou-lhe alguns discípulos, 3para lhe perguntarem: “És tu aquele que há de vir ou devemos esperar um outro?”. 4Jesus respondeu-lhes: “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo: 5os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e os pobres são evangelizados. 6Feliz aquele que não se escandaliza por causa de mim!” 7Os discípulos de João partiram, e Jesus começou a falar às multidões sobre João: “O que fostes ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? 8O que fostes ver? Um homem vestido com roupas finas? Mas os que vestem roupas finas estão nos palácios dos reis. 9Então, o que fostes ver? Um profeta? Sim, eu vos afirmo, e alguém que é mais do que profeta. 10É dele que está escrito: ‘Eis que envio o meu mensageiro à tua frente; ele vai preparar o teu caminho diante de ti’. 11Em verdade vos digo, de todos os homens que já nasceram, nenhum é maior do que João Batista. No entanto, o menor no Reino dos Céus é maior do que ele”. - Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor! 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho: A passagem que acabamos de ler poderia nos induzir a pensar em uma contradição: recordamos que o Senhor já tinha sido batizado por João e que, ao fazê-lo, ele mesmo viu o Espírito Santo descer em forma de pomba sobre Jesus, e ouviu dos céus a Voz do Pai dizendo: “Eis meu Filho muito amado em quem ponho minha afeição.” (Mt 3,13-17). Como sabemos, aquele acontecimento foi anterior ao que lemos hoje. Alguém poderia muito bem questionar: Como é que agora João envia seus discípulos para perguntar se Ele é aquele que deve vir ou se deveriam esperar um outro? Ué, não foi ele mesmo que havia testemunhado?... Esta questão tem ao menos duas respostas, que é bom considerarmos: a primeira, desde uma perspectiva muito humana, e a outra desde uma ótica puramente espiritual, que convém aos irmãos de nosso Apostolado começar a considerar, MUITO RESPONSAVELMENTE. Para fazê-lo, analisemos a situação de João e de seus discípulos: ele se encontra prisioneiro de Herodes. Denunciou – e continuará denunciando - a imoralidade do rei. Tudo faz pensar que ele se aproxima de seu martírio. Seus dias estão contados. Concluiu seu ministério, e seus discípulos devem estar muito confusos. Não seria para eles o mesmo se João – em sua condição – lhes dissesse “Sigam Jesus!” (Como quem diz, “não lhes resta outra coisa”), que escutem da própria boca do Messias: “Sim, sou eu aquele que estáveis esperando. Vinde não tenhais medo...” Mas a resposta de Jesus foi diferente. Ele lhes disse: “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo...” Esta resposta, que nos parece claramente também como um consolo para João, leva-nos a considerar a segunda questão, um pouco mais complexa, mas importante de meditar agora, e que tem a ver com o que, em termos de teologia espiritual, é conhecido hoje como “a noite escura da alma” (denominada assim por São João da Cruz, no século XVI), pela qual -muito provavelmente- São João estaria passando naquele momento. Dizem os especialistas em mística que nesta situação, pela qual passaram muitos dos maiores místicos e santos da história, a alma não encontra o consolo da fé, e se vê atormentada pelas mais tremendas dúvidas. Um dos grandes mestres da mística, o frei dominicano alemão Johannes Tauler (1300-1361) descrevia o que acontece na “noite escura da alma” com as seguintes palavras: “Então somos abandonados de tal forma que já não temos conhecimento de Deus, e caímos em tal angústia que já não sabemos se estivemos no caminho certo, nem sabemos mais se Deus existe ou não, ou se nós mesmos estamos vivos ou mortos. De modo que sobre nós cai uma dor tão estranha que nos parece que todo o mundo em sua extensão nos oprime. Já não temos nenhuma experiência nem conhecimento de Deus, e até tudo o mais nos parece repugnante, de forma que nos sentimos ser prisioneiros entre dois muros...” (Johannes Tauler, Homilia 40. Ed. G. Hofmann, Johannes Tauler, Predigten, Friburgo en Br. 1961, p.305) Como dizíamos alguns parágrafos atrás, sabemos que muitos dos grandes santos passaram por esta situação. Tal foi o caso de Santa Catarina de Sena, das Santas Teresa de Jesus e Teresinha do Menino Jesus, do Santo Padre Pio de Pietrelcina, da Beata Teresa de Calcutá, entre tantos outros... O Pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa (OFM Cap.), precisamente em uma homilia do Advento de 2003 manifestava: “...existe uma razão ainda mais profunda que explica estas noites que se prolongam durante toda uma vida: a imitação de Cristo, a participação na escura noite do espírito que envolveu Jesus no Getsêmani e na qual morreu no Calvário, gritando: ‘Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?’.” Na Carta Apostólica Novo Millennio Ineunte, a propósito do “rosto sofredor” de Cristo, o Papa João Paulo II escrevia: “Diante deste mistério, além da investigação teológica, podemos encontrar uma ajuda eficaz naquele patrimônio que é a ‘teologia vivida’ dos Santos. Eles nos oferecem indicações preciosas que permitem acolher mais facilmente a intuição da fé, e isto graças às luzes particulares que alguns deles receberam do Espírito Santo, ou mesmo através da experiência que eles mesmos tiveram dos terríveis estados de provação que a tradição mística descreve como ‘noite escura. Muitas vezes os Santos viveram algo semelhante à experiência de Jesus na cruz na paradoxal confluência de felicidade e dor.” (NMI Nº 27). São Paulo dizia: “para que a grandeza das revelações não me levasse ao orgulho, foi-me dado um espinho na carne” (2Cor 12,7), e muitos exegetas afirmam que aquele espinho era “o silêncio de Deus”, que depois de lhe haver sido manifestado claramente, “desapareceu”, para que Paulo o seguisse na fé. Não existe uma só contradição no Evangelho. É bem mais possível que, com a passagem que hoje nos coube ler, Deus tenha querido nos deixar outra constância deste processo de purificação espiritual e assimilação ou conformação com Cristo que devem viver suas almas eleitas, mas em todo caso nos encontramos com o consolo de Jesus para João, ao mandar seus discípulos para lhe devolverem a paz, dizendo-lhes: “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo...” Finalmente acrescentou, para ele e para nós: “...Feliz aquele que não se escandaliza por causa de mim!” Mas ao nos falar sobre “a noite escura” de Madre Teresa de Calcutá, o Padre Cantalamessa nos adverte sobre algo MUITO IMPORTANTE: “O perigo mais insidioso para a alma na noite escura do es-pírito é descobrir que se trata, precisamente, da noite escura, daquilo que os grandes místicos viveram antes dela e, portanto (presumir) formar parte de um círculo de almas eleitas. Com a graça de Deus, Madre Teresa evitou este risco escondendo de todos seu tormento sob um eterno sorriso.” Na leitura do Evangelho que acabamos de ler, vemos que Jesus envia os discípulos de João para contar-lhe o que haviam visto: “os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e os pobres são evangelizados.” Esta é uma clara orientação para nos colocarmos no lugar daqueles discípulos, enviados por Cristo ao mundo, para contar todo o bem que temos visto e o bem que temos sentido ao nos encontrarmos com Ele; para transmitir essa Boa Nova a todos os pobres, que muitas vezes são materialmente os mais “ricos”. Para dar testemunho preciso de que Cristo é a Luz do mundo! A proximidade de Jesus nos abre os olhos, para que possamos contemplar a miséria de nossos pecados, a gravidade de nossas faltas e a realidade de nossos caminhos errados, e como ao aproximarmo-nos dEle nossos olhos se abrem, deixamos de ser cegos e podemos entrever a luz do Evangelho que nos orienta e nos indica o caminho sem erro. Quantas coxeaduras espirituais fomos arrastando, e quantas arrastamos ainda hoje! E no entanto a presença de Cristo nos oferece a cura e a paz, que se colocou ao nosso alcance na cruz redentora, que se põe ao nosso alcance hoje em cada confissão. Quanto devemos combater a lepra espiritual! (a lepra da indiferença com relação ao pecado, ao desamor ao próximo e o excessivo amor de si mesmo, a lepra do individualismo...) que nos cobre como fruto deste mundo, mas que fica limpa e sem mancha assim que olhamos para o rosto bendito de Jesus que nos abre os braços, sorridente, em cada Eucaristia. Todos os que caminhamos pelo mundo, como mortos pelo pecado, em Cristo temos a ressurreição, a vida eterna. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Ele se fez pecado para reconciliarmo-nos com o Pai, e dessa forma conseguiu a redenção do mundo inteiro. Se aceitamos a missão que Jesus confere também a nós nesta leitura, nós nos daremos conta de que realmente temos muito o que contar a todos os que, assim como João, estão presos (mas voluntariamente presos de seu estilo de vida). Temos que dizer a eles: “Sim, Ele é o Messias, o Enviado por Deus para nos salvar”. O método é simples: o anúncio verdadeiro e eficaz é aquele que se transmite por meio da comunicação, simples e modesta, da experiência pessoal: as palavras sem ruído de uma vida tecida na fé. Em síntese, devemos transmitir a mensagem do Evangelho, mas nunca o faremos eficazmente se não acompanhamos nossa pregação com um testemunho de vida exemplar. Oremos e esforcemo-nos para que, com a graça do Senhor, o cumprimento fiel desta missão nos permita ingressar, embora seja como os mais pequeninos, no Reino dos Céus, porque no caminho errado poderíamos talvez ser os maiores, os primeiros, os mais importantes, mas de que nos serviria isso a não ser para um profundo pesar pelo resto da eternidade? 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada pergunta, para permitir a reflexão dos irmãos) a) Prego o Evangelho sempre que posso, ou ainda sinto vergonha de transmitir a Boa Nova do Senhor? b) A presença de Deus em minha vida tem produzido alguma mudança visível? Sei claramente quais são os pontos em que devo mudar? A que se deve o fato de não ter podido fazer ainda algumas mudanças necessárias em certos aspectos importantes? Tenho um plano de vida espiritual? c) Tenho um diretor espiritual, que me conheça bem e esteja me ajudando neste caminho? Se não, tenho pedido ou peço em oração ao Senhor que me envie um? Tenho procurado um diretor espiritual? d) Estou certo de que minha forma de viver é uma boa maneira de “falar de Jesus” a todos os que me rodeiam? e) O que posso fazer para conseguir que minha comunidade se constitua em um testemunho válido da cura que Jesus nos oferece? 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos. 5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica 30 "Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor!" (Sl 105,3). Se o homem pode esquecer ou rejeitar a Deus, este, de sua parte, não cessa de chamar todo homem a procurá-lo, para que viva e encontre a felicidade. Mas esta busca exige do homem todo o esforço de sua inteligência, a retidão de sua vonta-de, "um coração reto", e também o testemunho dos outros, que o ensinam a procurar a Deus. 425 A transmissão da fé cristã é primeiramente o anúncio de Jesus Cristo, para levar à fé nele. Desde o começo, os primeiros discípulos ardiam do desejo de anunciar Cristo: "Pois não podemos, nós, deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos" (At 4,20). E convidam os homens de todos os tempos a entrarem na alegria de sua comunhão com Cristo: O que ouvimos, o que vimos com nossos olhos, o que contemplamos e o que nossas mãos apalparam do Verbo da vida – porque a Vida manifestou-se: nós a vimos e lhe damos testemunho e vos anunciamos a Vida Eterna, que estava voltada para o Pai e que no; apareceu -, o que vimos e ouvimos, vo-lo anunciamos para que estejais também em comunhão conosco. E nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo. E isto vos escrevemos para que nossa alegria seja completa (1Jo 1,1-4).
905 Os leigos exercem sua missão profética também pela evangelização, "isto é, o anúncio de Cristo feito pelo testemunho da vida e pela palavra". Nos leigos, "esta evangelização... adquire características específicas e eficácia peculiar pelo fato de se realizar nas condições comuns do século" (LG 35): Este apostolado não consiste apenas no testemunho da vida: o verdadeiro Apóstolo procura as ocasiões para anunciar Cristo pela palavra, seja aos descrentes... seja aos fiéis. (AA 6; Cf. AG 15).
1273 Incorporados à Igreja pelo Batismo, os fiéis receberam o caráter sacramental que os consagra para o culto religioso cristão. (Cf. LG 11). O selo batismal capacita e compromete os cristãos a servirem a Deus em uma participação viva na sagrada liturgia da Igreja e a exercerem seu sacerdócio batismal pelo testemunho de uma vida santa e de uma caridade eficaz. (Cf. LG 10). 2685 A família cristã é o primeiro lugar da educação para a oração. Fundada sobre o sacramento do matrimônio, ela é "a Igreja doméstica", onde os filhos de Deus aprendem a orar "como Igreja" e a perseverar na oração. Para as crianças, particularmente, a oração familiar cotidiana é o primeiro testemunho da memória viva da Igreja reavivada pacientemente pelo Espírito Santo. 6.- Refletindo com a Grande Cruzada: CM 7 ...Filhos Meus, quando foi a última vez que vos confessastes? Ninguém pode ter dons extraordinários se não tem fé e somente Eu posso dar fé, certamente, se se for suficientemente humilde para esperá-la de Mim e de ninguém mais. Podeis ver a Mim somente quando vos colocais de joelhos, embora o homem pense que essa posição é incômoda ou indigna... Refiro-me a ajoelhar-se interiormente... Se inclinas a cabeça, olhando para ti mesmo, contemplando teu interior, sabendo a miséria que tens, poderás descobrir-Me; mas se crês que porque assistes à Missa diariamente ou porque fazes isto ou aquilo já és digno de merecer Minha aprovação, estás muito equivocado, Meu filho. O apostolado não é algo optativo, é algo exigido pelo próprio Batismo e pela Confirmação. De modo que, quando exerces tua ação apostólica, não penses que já estás fazendo mais do que te cabe, ao contrário, não estás fazendo outra coisa que cumprir com a estrita obrigação que um cristão assumiu nesses Sacramentos ao receber o Espírito Santo. (...) Agora, filhinhos, não percais mais tempo porque chega a noite, trabalhai enquanto é dia. Mas não trabalheis pelas coisas materiais que, repito-vos, não podereis desfrutar. Este mundo tem uma necessidade urgente de apóstolos que sejam contemplativos e fiéis testemunhas, não daqueles que não põem em prática em suas vidas o que pregam ou de quem faz da Igreja uma profissão lucrativa. Não vivais pensando como ganhareis um pouco mais de dinheiro ou onde podereis fazer um negócio mais lucrativo. Buscai Meu Reino. Se seguis Minhas Palavras, não podereis errar e ir pelas sendas do pecado. Finalmente, perguntai-vos se estais sendo verdadeiros sinais: em nível pessoal, familiar, como grupo ou comunidade. Ou se apenas vos sentis bem perto dos exteriormente limpos, da bela aparência, dos louvores e honras humanos. Despertai, é hora de compreenderdes a verdade de Meu sacrifício Redentor! 7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado. 8.- Virtude do mês: Caridade (Catecismo da Igreja Católica: 1822 – 1823 – 1789 – 1769 – 1134 – 967) 1822 A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus. 1823 Jesus fez da caridade o novo mandamento (Cf. Jo 13, 34). Amando os seus “até o fim” (Jo 13,1), manifesta o amor do Pai que Ele recebe. Amando-se uns aos outros, os discípulos imitam o amor de Jesus que eles também recebem. Por isso diz Jesus: “Assim como o Pai me amou, também eu vos amei. Permanecei em meu amor” (Jo 15,9). E ainda: “Este é o meu preceito: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,12). Esta semana veremos o parágrafo 1789, que diz o seguinte: 1789 Algumas regras se aplicam a todos os casos: - Nunca é permitido praticar um mal para que daí resulte um bem. - A "regra de ouro": "Tudo aquilo que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles". (Mt 7, 12; Cf. Lc 6, 31; Tb 4, 15) - A caridade respeita sempre o próximo e sua consciência: "Pecando contra vossos irmãos e ferindo sua consciência... pecais contra Cristo" (1 Cor 8,12). "E bom se abster... de tudo o que seja causa de tropeço, de queda ou enfraquecimento para teu irmão" (Rm 14,21).
A Grande Cruzada nos diz a esse respeito: CS 123 Vós que entendeis que Eu fale segundo a vontade da natureza ao pedir o afastamento do cálice; vós que sabeis que Minha Vontade deliberada havia permanecido, como sempre, imutavelmente unida ao Pai, aprendei a debilidade do homem (e a vossa antes de todos) e regulai-vos sabendo quem sois. Não castigueis, fazei-o por caridade; não julgueis, porque sois cegos quando pretendeis fazê-lo sem conhecer sequer vossa natureza. 9.- Propósito para esta semana: ANALISAREI CONSCIENTEMENTE OS FRUTOS QUE O PROCESSO DE MINHA CONVERSÃO TEM DADO ATÉ O MOMENTO (NÃO SOMENTE PARA MINHA ALMA, MAS TAMBÉM PARA AS DE QUEM ME RODEIA). VERIFICAREI QUE, SE OS FRUTOS NÃO SÃO OS QUE O SENHOR VERDADEIRAMENTE QUISER, É PORQUE ALGO ESTÁ FALHANDO EM MIM, E PROCURAREI DESCOBRIR EM PROFUNDA ORAÇÃO, PARA PODER CORRIGIR O QUANTO ANTES. Se ainda não projetei para mim um “plano de vida espiritual”, eu me prepararei para traçar um, começando por onde devo: fazendo um profundo exame de consciência, que me permita conhecer, com certo grau de certeza e imparcialidade, onde estou parado, e assim poder determinar até onde avançarei, com a ajuda do Senhor. Um programa ou plano de vida espiritual não é nada mais (nem nada menos) que um conjunto de compromissos que assumirei, com o Senhor e comigo mesmo, para crescer em santidade. Apostolado da Nova Evangelização 2007 |