|
Semana de 11 a 17 de novembro 2007 Creio na ressurreição da carne A PALAVRA DE DEUS 1ª Leitura: 2 Mac 7,1-2. 9-14: O rei do universo nos ressuscitará para uma vida eterna. Salmo: 16,1.5-6.8b e 15: Ao despertar, me saciará vossa presença e verei a vossa face! 2ª Leitura: 2Ts 2,15-3,5: O Senhor vos dê força para toda classe de palavras e de obras boas. Evangelho: Lc 20,27-38
1.- Leitura do Santo Evangelho segundo São Lucas (Lc 20,27-38) Naquele tempo, 27alguns saduceus - que negam a ressurreição - aproximaram-se de Jesus e pergunta-ram-lhe: 28Mestre, Moisés prescreveu-nos: Se alguém morrer e deixar mulher, mas não deixar filhos, case-se com ela o irmão dele, e dê descendência a seu irmão. 29Ora, havia sete irmãos, o primeiro dos quais tomou uma mulher, mas morreu sem filhos. 30Casou-se com ela o segundo, mas também ele mor-reu sem filhos. 31Casou-se depois com ela o terceiro. E assim sucessivamente todos os sete, que mor-reram sem deixar filhos. 32Por fim, morreu também a mulher. 33Na ressurreição, de qual deles será a mulher? Porque os sete a tiveram por mulher. 34Jesus respondeu: Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento, 35mas os que serão julgados dignos do século futuro e da ressurreição dos mor-tos não terão mulher nem marido. 36Eles jamais poderão morrer, porque são iguais aos anjos e são fi-lhos de Deus, porque são ressuscitados. 37Por outra parte, que os mortos hão de ressuscitar é o que Moisés revelou na passagem da sarça ardente (Ex 3,6), chamando ao Senhor: Deus de Abraão, Deus de Isaac, Deus de Jacó . 38Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos; porque todos vivem para ele. - Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor! 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho: A passagem evangélica que acabamos de ler apresenta uma ocasião inestimável para nos darmos conta da Verdade, diante das mais diversas interpretações intuitivas que, tanto hoje como ontem, querem oferecer certas “correntes teológicas” com relação ao “mundo futuro” ou à “ressurreição da carne”, a que nos referimos expressamente todos os domingos, ao rezar o Credo em qualquer de suas duas versões. Para compreender melhor esta passagem, é necessário analisar o contexto dentro do qual se enquadra. Vejamos: o judaísmo da época em que viveu Jesus apresentava uma enorme “flexibilidade doutrinária”. Quer dizer que naquele tempo não se professava “uma só doutrina judaica”, mas que dentro do hebraísmo coexistiam (e de certo modo lutavam entre si) pelo menos três grandes correntes “teológicas”, partidárias ou sectárias: a dos fariseus, a dos saduceus e a dos essênios. Em muitas ocasiões vimos que as relações de Jesus com os fariseus eram um tanto conflitivas, embora também saibamos que, em não poucas circunstâncias, estes convidavam Jesus para comer, e lhe faziam perguntas nem sempre mal intencionadas... De fato, houve alguns personagens importantes que, provenientes do farisaísmo, foram de grande relevância para nossa Fé. Esse é o caso de Nicodemos, o amigo de Jesus que o visitava à noite e que depois o defendeu perante o Sinédrio (Cf. Jo 3,1; 7,50-53); ou o de Gamaliel, que salvou os apóstolos de uma morte quase certa, intercedendo por eles também diante o Tribunal de Sacerdotes (Cfr. Atos 5,34-40); e finalmente o próprio Saulo de Tarso que, uma vez convertido, constituiu-se em pilar fundamental da Igreja fundada por Jesus Cristo, como “Apóstolo dos Gentios”. É este um dos motivos pelos quais, hoje em dia e à luz das investigações bíblicas e históricas, considera-se que, mais que os fariseus, quem quis a condenação de Jesus foram os saduceus, a cujo grupo pertencia a grande maioria da casta sacerdotal de Jerusalém naquela época. Por razões de espaço e tempo, e só com o fim de dar um enquadramento preciso à passagem do Evangelho sobre o qual estamos refletindo, vamos nos deter em analisar simplesmente, e de modo muito breve, a doutrina dos saduceus, na qual, como veremos, há certos traços comuns às “pseudo-teologias” que querem nos vender hoje. Segundo os escritos do principal historiador judeu da época, Flávio Josefo, bem como pelas escassas fontes rabínicas persistentes (já que com a destruição do Templo, ocorrida no ano 70 a.d., perderam-se quase todos os escritos referentes a esta seita), sabemos que os principais pontos do pensamento saduceu eram os seguintes. 1º) Que acreditavam somente na Lei de Moisés como Escritura canônica, rejeitando toda a tradição oral, que por sua vez os fariseus respeitavam de pés juntos. 2º) Que não acreditavam na imortalidade da alma, nem na ressurreição, nem na existência do inferno. 3º) Que negavam totalmente a possibilidade da participação da Providência Divina na vida dos homens, pois atribuíam ao livre arbítrio e à exclusiva responsabilidade do ser humano tudo o que lhe acontece. 4º) Finalmente, que o grupo estava constituído fundamentalmente por pessoas de classe alta, o que reduzia de modo considerável a prática da solidariedade entre eles (Cf. Flavio Josefo: Guerra 2, 8, 14). Do que se pode deduzir sobre os saduceus a partir do Novo Testamento, observamos que se confirma o retrato que deles nos “pinta” Flávio Josefo: Assim, no livro dos Atos dos Apóstolos 23,6-8, se diz expressamente que “os saduceus afirmam não haver ressurreição, nem anjos, nem espíritos, mas os fariseus admitem uma e outra coisa”. Da mesma forma, no Evangelho de Marcos e no de Lucas, a única vez que aparecem os saduceus com uma posição teológica concreta é para se enfrentarem com Jesus, porque ele falava da ressurreição (Marcos 12,18; Lucas 20,27). O livro dos Atos dos Apóstolos, por sua vez, mostra-nos até que ponto os saduceus mantinham um forte controle do Templo (Cf. 4,1 e 5,17). Isto não quer dizer que todos eram sacerdotes, mas que tinham submetido à sua vontade praticamente todo o sistema sacerdotal. Esta vinculação dos saduceus com a vida do Templo, assim como o fato de pertencerem à classe alta, explica facilmente sua hostilidade em relação a Jesus e seus seguidores. De fato, o Senhor não só se diferenciava deles nas crenças – como a da imortalidade da alma, a ressurreição e a existência do inferno – mas também diminuía a importância que eles atribuíam ao papel espiritual do Templo na vida de Israel. Como sabemos, Jesus previu que o Templo acabaria sendo arrasado (Lucas 13,34-35, Marcos 13, Mateus 24, Lucas 21), mas também vinculou essa catástrofe com o fato de que seus compatriotas o terem rejeitado como Messias. Naturalmente, sendo o Templo talvez a principal chave do poder saduceu, Jesus não podia ser visto com bons olhos por eles... Até aqui as explicações históricas. Agora vamos a uma breve reflexão: Esta mesma passagem que lemos hoje é narrada também por São Marcos (12,18-25) e por São Mateus (22,24-30). Porém, diferentemente do que ocorre no Evangelho que hoje nos apresenta São Lucas, nos outros dois Jesus começa sua explicação dizendo-lhes: “Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus...” Este início é importante, pois os que lhe fazem a pergunta sobre a viúva consideram-se a si mesmos “peritos intérpretes das Escrituras”, como alguns que hoje falam “no nome do Senhor”. Ao dizer-lhes que não entendem “o poder de Deus”, Jesus diz (a todos nós) que não é suficiente “conhecer” o que diz a Palavra de Deus, mas que é necessário vivê-la e, sobretudo, ter Fé, para tirar dela o devido proveito e assim pregá-la com o Poder do Espírito Santo, e não somente com uma fascinante oratória. O Deus a quem os saduceus “querem privar” do poder de ressuscitar os mortos, não é o verdadeiro Deus de seus pais, mas o “Deus” de suas hipóteses, ou de suas elucubrações e interpretações “teológicas”; como o “Deus” a quem hoje alguns querem privar do poder de fazer milagres e de manifestar-se vivo entre nós. Jesus, ao contrário, veio para dar testemunho do Deus da Vida em toda a verdade de seu poder, que se manifesta na vida dos homens hoje como ontem. Mais adiante, com Sua própria ressurreição, Jesus dará a resposta cabal ao tema de fundo a que os saduceus queriam chegar; entretanto, pelo momento se restringe a dar testemunho do Antigo Testamento, demonstrando assim como se pode descobrir ali a verdade sobre a imortalidade e sobre a ressurreição. Deste modo, o Senhor nos deixa hoje assentadas algumas coisas que devemos levar muito em conta na hora de elaborar ou emitir julgamentos, bem como no momento de considerar nossos objetivos de vida, sem perder de vista a vida que está além desta, à qual, sem nenhuma dúvida, chegaremos todos inexoravelmente, uns antes e outros depois... Ter em conta essa inevitável realidade, de que chegaremos um dia às portas do além, deveria ser uma constante em qualquer decisão, atitude ou atividade que realizemos ao longo de nossas vidas, pois o que aqui se põe em jogo não é algo negociável, mutável ou dedutível de modo algum. A morte é o fim das oportunidades de fazer o bem aqui. É um paradoxo, mas nesses 70, 80... 90 anos, talvez...? (que sempre serão um nada, em termos de além), estamos pondo em jogo toda a eternidade. Talvez não pensemos, com a suficiente freqüência, que da forma em que vivamos esta vida dependerá onde passaremos esse “para sempre”, que se diz muito facilmente, mas poucas vezes se medita a fundo. Há muitos anos, um consagrado dizia que, para imaginarmos o inferno, bastaria pensar em um sapato que nos aperte o pé, e que NUNCA o poderíamos tirar... Soa engraçado, mas é muito ilustrativo. Ao explicar o futuro da 7 vezes viúva, Jesus nos diz: “os que serão julgados dignos do século futuro …”, com o que se refere, uma vez mais (agora de modo indireto), aos que NÃO terão a sorte de salvar-se. Porém, não só isso, mas que devemos colocar na perspectiva de uma realidade completamente distinta da que vivemos hoje: tão apegados como poderíamos estar a nossos cônjuges (e que bom que assim seja agora!), insinua-nos que, uma vez chegados ao céu, a felicidade será tão absoluta, somente pela contemplação da Divindade, que todas as relações deste mundo serão superadas com amplitude no gozo da Comunhão dos santos e do Infinito Amor de Deus. Sem dúvida esta visão poderia ajudar-nos a colocar as coisas em sua devida dimensão, na hora de tomar decisões grandes ou pequenas, assim como nos momentos de prova ou de tentação. É muito importante recordar que Deus é o Deus dos vivos e não dos mortos. É importante escutar Jesus dizer que Abraão, Isaac e Jacó estão vivos junto de Deus, porém é ainda mais importante ter sempre em conta que essa vida eterna e maravilhosa nos espera como prêmio graças à Vida, Paixão, Morte e Gloriosa Ressurreição do Divino Redentor, Nosso Senhor Jesus Cristo. 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente cada questão e fazer um instante de silêncio após cada pergunta, para permitir a reflexão dos irmãos) a) O que faço de concreto para -como disse o Senhor- ser “julgado digno do século futuro e da ressurreição dos mortos”? Poderia citar ao menos três coisas? Realmente creio que isso é suficiente? b) que maneira esta passagem do Evangelho me ajuda a entender melhor que devo “Amar a Deus sobre todas as coisas”? Muda em algo minha perspectiva, com relação ao apego aos bens deste mundo? c) Como poderia explicar melhor a meus entes queridos o significado da eternidade da vida depois da morte? Como posso conservar e difundir esta perspectiva para fazer-me o bem e fazê-lo aos outros? d) Até que ponto estou consciente de que todas as pessoas que o Senhor colocou em minha vida, estão aí para que juntos nos salvemos, seguindo a Jesus? 4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários, buscando a participação de todos. 5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica 988 O Credo cristão - profissão de nossa fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e em sua ação criadora, salvadora e santificadora - culmina na proclamação da ressurreição dos mortos, no fim dos tempos e na vida eterna. 989 Cremos firmemente - e assim esperamos - que, da mesma forma que Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos, e vive para sempre, assim também, depois da morte, os justos viverão para sempre com Cristo ressuscitado e que Ele os ressuscitará no último dia. (Cf. Jo 6,39-40). Como a ressurreição de Cristo, também a nossa será obra da Santíssima Trindade. 993 Os fariseus (Cf. At 23,6) e muitos outros contemporâneos do Senhor (Cf. Jo 11,24) esperavam a ressurreição. Jesus a ensina com firmeza. Aos saduceus que a negam, ele responde: “Não é por isto que errais, desconhecendo tanto as Escrituras como o poder de Deus?” (Mc 12,24). A fé na ressurreição baseia-se na fé em Deus, que “que não é um Deus dos mortos, mas dos vivos” (Mc 12, 27). 1005 Para ressuscitar com Cristo é preciso morrer com Cristo, é preciso “deixar a mansão deste corpo para ir morar junto do Senhor” (2 Cor 5,8). Nesta “partida” (Cf. Flp 1,23) que é a morte, a alma é separada do corpo. Ela será reunida a seu corpo no dia da ressurreição dos mortos(Cf. SPF 28). 1371 O Sacrifício Eucarístico é também oferecido pelos fiéis defuntos “que morreram em Cristo e não estão ainda plenamente purificados”(Cc. de Trento: DS 1743), para que possam entrar na luz e na paz de Cristo: Enterrai este corpo onde quer que seja! Não tenhais nenhuma preocupação por ele! Tudo o que vos peço é que vos lembreis de mim no altar do Senhor onde quer que estejais. (Santa Mônica, antes de sua morte, a Santo Agostinho e seu irmão; Confissões 9, 9, 27).
6.- Refletindo com a Grande Cruzada: CM 48 Eu sou a Ressurreição e a Vida; quem crê em Mim, mesmo que esteja morto, viverá. Assim o disse e o confirmo agora e para sempre. Tantas ressurreições vossas são superiores à de Lázaro e Eu as realizo num grande silêncio. A ele gritei, pelo povo presente, que saísse do túmulo em que jazia já por quatro dias. A vós chega Minha voz como a Lázaro, para tirá-los fora do pecado e de vossas misérias cotidianas. (...) não é fácil fazer-vos ressuscitar porque não vos encontro dispostos o bastante e não quereis ouvir Minha voz. A Ressurreição que procede de Mim é propriamente Minha vida Divina, porque é a causa de toda ressurreição. Assim, sou vossa Ressurreição porque sou a Vida, dou a Vida, infundo o ser e renovo a todos os que crêem em Mim. Com freqüência não reconheceis Minha voz e credes em outras vozes interessadas que provêm não de Meu peito que arde de amor, mas de miseráveis criaturas rebeldes, ou de vós mesmos, carregados de um sonho moral ou cobertos de vendas dos pés à cabeça. Eu sou a Ressurreição dos corpos sim, mas também das almas; quem crê em Mim viverá para sempre e de Mim, porque a Fé em Mim é o princípio do Amor e o Amor é Minha vida e a vossa. Filhos Meus, ressuscitai crendo, vivei crendo e vereis que o sentido de Minhas Palavras é, como sempre, exato... Convido-vos a ressuscitar, chamo-vos à nova Vida. 7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado. 8.- Virtude do mês: Durante este mês de novembro, praticaremos a virtude da Humildade (Catecismo da Igreja Católica: 299 – 1937 – 559 – 2540 – 2554) “Eu não dou todas as virtudes na mesma medida a cada um (...) Existem virtudes que eu distribuo desta maneira, ora a um ora a outro. (...) A este a caridade; a outro a justiça; a este a humildade, àquele uma fé viva...” (S. Catarina de Sena, Il Diálogo da Divina Providência 7ª ed. G. Cavallini (Roma 1995) p. 23-2).
A humildade evangélica é: - Reconhecermo-nos dependentes de Deus
- Admitir a necessidade de ajuda de Deus
- Aceitar as próprias qualidades ou defeitos
- Reconhecer as qualidades dos outros
Esta semana veremos o parágrafo 2540, que diz textualmente o seguinte: 2540 A inveja representa uma das formas de tristeza e, portanto, uma recusa da caridade; o batizado lutará contra ela mediante a benevolência. A inveja provém muitas vezes do orgulho o batizado se exercitará no caminho da humildade: Quereríeis ver Deus glorificado por vós? Pois bem, alegrai-vos com os progressos de vosso irmão e imediatamente Deus será glorificado por vós. Deus será louvado dirão, porque seu servo soube vencer a inveja, colocando alegria nos méritos dos outros. (São João Crisóstomo, hom. in Rom. 7, 5: PG 60, 448).
A Grande Cruzada nos diz a esse respeito: CM 120 Falaremos dos “pobres de espírito”. Eu disse: “Bem-aventurados os pobres de espírito”, isto é, bem-aventurados os que têm o espírito sem soberba, já que este é sentido das palavras em hebraico. A frase literal e algumas explicações torceram o sentido que Eu dei a estas palavras, de modo que pareceria que louvo a pobreza de apego aos bens enquanto que, no caso, louvo a pobreza de soberba; em duas palavras: a humildade. Coisa bastante clara se se explica, mas que não se compreende se é deixada na incerteza da interpretação. Que Eu pondere o desprendimento das coisas terrenas é certo, mas que anteponha a humildade a todas as virtudes, é cosa notória; por isso falei dela como a primeira Bem-aventurança. 9.- Propósito para esta semana: PENSAREI EM MINHA PRÓPRIA MORTE, E PROCURAREI ANALISAR O QUÃO PREPARADO ESTOU, ESPIRITUALMENTE, PARA QUANDO CHEGAR ESSE MOMENTO INEVITÁVEL. MEDITANDO SOBRE ESTA REALIDADE, PROCURAREI ORDENAR MINHA VIDA CONFORME A VONTADE DE DEUS, FAZENDO MINHA PEQUENINA PARTE, A FIM DE PODER SER CONTADO ENTRE OS ESCOLHIDOS DO SENHOR PARA A VIDA ETERNA. Procurarei criar a consciência, entre os que me rodeiam, do quão importante é não esquecer jamais que fomos criados para a Vida Eterna, mas que ao mesmo tempo devemos conquistá-la, cumprindo a Vontade de Deus. Apostolado da Nova Evangelização 2007o |