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Das mensagens de Fátima: Apelo à Récita Diária do Terço (Irmã Lúcia).
 

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

Apostolado da Nova Evangelização no Brasil

São Carlos, 08 de setembro de 2008
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Por ANE Internacional   

29 de julho de 2007
"Orai assim: Pai nosso..."

 

A PALAVRA DE DEUS

Gn 18, 20-32: Que o Senhor não se irrite se falo ainda.
Sl 137, 1-2a.2bc-3.6-7ab.7c-8: Naquele dia em que gritei, vós me escutastes, ó Senhor!
Col 2,12-14: Deu-vos a vida em Cristo, perdoando-vos todos os pecados.
Lc 11,1-13: Pedi, e dar-se-vos-á.

1.- Leitura do Evangelho
1Um dia, num certo lugar, estava Jesus a rezar. Terminando a oração, disse-lhe um de seus discípulos: Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos. 2Disse-lhes ele, então: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o vosso nome; venha o vosso Reino; 3dai-nos hoje o pão necessário ao nosso sustento; 4perdoai-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos àqueles que nos ofenderam; e não nos deixeis cair em tentação. 5Em seguida, ele continuou: Se alguém de vós tiver um amigo e for procurá-lo à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, 6pois um amigo meu acaba de chegar à minha casa, de uma viagem, e não tenho nada para lhe oferecer; 7e se ele responder lá de dentro: Não me incomodes; a porta já está fechada, meus filhos e eu estamos deitados; não posso levantar-me para te dar os pães; 8eu vos digo: no caso de não se levantar para lhe dar os pães por ser seu amigo, certamente por causa da sua importunação se levantará e lhe dará quantos pães necessitar. 9E eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. 10Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá. 11Se um filho pedir um pão, qual o pai entre vós que lhe dará uma pedra? Se ele pedir um peixe, acaso lhe dará uma serpente? 12Ou se lhe pedir um ovo, dar-lhe-á porventura um escorpião? 13Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem.

 

2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho:

Pai: A primeira coisa que Jesus nos ensina, a propósito da oração, é que devemos chamar a Deus pelo nome de "Pai".  Para um hebreu do século 1º, a relação com o pai estava baseada fundamentalmente no reconhecimento da soberania (isto é, da autoridade suprema) que tinha sobre cada membro da família.

Isto se reflete no uso cristão de chamar a Deus de "pai", enquanto não há testemunhos seguros de que os hebreus da época usassem o chamar a Deus com o denominativo confiante e até certo ponto informal de "abba". Este termo nada mais é que uma ênfase no uso do vocábulo aramaico "ab", que era o termo familiar e respeitoso usado para chamar o pai terreno, como papai. (Assim, "abba" vinha a ser um equivalente da palavra "paizinho").

O fato de que Jesus o utilize para dirigir-se a Deus Pai, manifesta o novo tipo de relação que Ele - e, portanto, seus discípulos - estabelecem com Deus: uma relação de proximidade, de familiaridade e confiança.

Segundo o esquema clássico da oração bíblica, a primeira parte do "Pai Nosso" visa diretamente a Deus, enquanto que a segunda se refere às necessidades do homem na vida terrena.

 

Pai, santificado seja o vosso Nome: Para o povo hebreu, "o nome é a pessoa". Na mensagem dos profetas de Israel, é Deus quem "santifica seu próprio Nome", intervindo com poder na história humana, embora Israel e os outros povos o tenham desonrado. 

Lemos em Ezequiel: 20Entre todos os povos aonde foram, aviltaram o meu santo nome, porque se dizia deles: eis o povo do Senhor, eles deixaram a sua terra. 21Eu, pois, quis salvar a honra do meu santo nome, que os israelitas profanaram entre as nações, às quais tinham ido. 22Por isso, declara à casa de Israel o que segue: eis o que diz o Senhor Javé: não é por vós que faço isto, ó israelitas, mas por honra do meu santo nome que profanastes entre pagãos, aonde tínheis ido. 23Quero manifestar a santidade do meu augusto nome que aviltastes, profanando-o entre as nações pagãs, a fim de que conheçam que eu sou o Senhor - oráculo do Senhor Javé -, quando sob seus olhares eu houver manifestado a minha santidade por meu proceder em relação a vós. 24Eu vos retirarei do meio das nações, eu vos reunirei de todos os lugares, e vos conduzirei ao vosso solo." (Ez 36,20-24). A este respeito pode-se ler também: Deut 32,51; Is 29,22; Ez 28,22-25

O sujeito do verbo "santificar", em Lc 11,2, é o próprio Deus: estamos frente a um "passivo" teológico: Sua ação santificadora recairá sobre Ele mesmo, que é seu nome. Isto significa que o primeiro pedido desta oração não se refere ao homem e ao seu indiscutível dever de honrar e respeitar a Deus, mas ao próprio Deus Pai, que deve fazê-lo para dar-se a reconhecer como tal por todos os homens. Pede-se, portanto, a Deus que se revele em sua soberana grandeza: é uma invocação de tom escatológico, estreitamente ligada à que segue:

 

Venha a nós o vosso Reino: o grande acontecimento anunciado por Jesus é a proximidade definitiva do Reino de Deus aos homens: "Sabei que o reino de Deus está próximo" (Lc 10,11; e também em Mt 10,7).  A oração de Jesus e do cristão, portanto, está em perfeita sintonia com este anúncio. Pedir na oração que este Reino esteja cada vez mais visivelmente presente, obtém dois efeitos: o que reza se confronta com o retorno de Jesus, ao final dos tempos, e se põe em uma radical disponibilidade no sen-tido desta Sua vontade de salvação. 

Por isto, se é verdade que a Deus pode-se e deve-se manifestar as próprias necessidades, é também verdadeiro que a oração cristã não começa nem termina no homem, não é um pedido egoísta do ho-mem, mas que busca glorificar a Deus, invocar sua total proximidade, sua completa manifestação: "Buscai antes o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo." (Lc 12,31).

 

O pão nosso de cada dia nos dai hoje: passamos à segunda parte da oração do Senhor. O orante já assentou as bases para uma relação correta e de confiança com Deus, por isso já vive na lógica da proximidade com Ele, que é Pai, e seus pedidos surgem dessa forma de viver. 

O pão é o alimento necessário, o alimento básico, primário, tanto nos tempos de Jesus como hoje. Aqui, entretanto, "pão" indica o alimento em geral e também, mais amplamente, todo gênero de necessidade material dos discípulos.

A palavra "pão" é a tradução do grego "epiouson", que encontramos também na versão de Mateus e em outros textos gregos, tanto bíblicos como profanos. Isto torna difícil dar-lhe um sentido literal e único, tanto, que se teve de adotar ou traduzi-la segundo o contexto.

O que é verdadeiramente claro, é que o discípulo que está orando desse modo está consciente de não ter muitas garantias materiais para o futuro, nem sequer o alimento diário: ele, em verdade, "abandonou tudo" para seguir a Cristo (cf. Lc 5,11).

Trata-se de uma situação muito característica dos cristãos das primeiras gerações, mas nem por isso diremos que a oração pelo "pão", não possa servir aos cristãos de nosso tempo: todos somos chamados a receber tudo da Providência, como um dom gratuito de Deus, embora venha do trabalho de nossas mãos ou de "nossa capacidade técnica ou profissional"...

A isto, por exemplo, nos chama constantemente a dinâmica do rito eucarístico do ofertório: oferece-se a Deus algo que se sabe bem que se recebeu d'Ele, para poder recebê-lo novamente de suas mãos.

Isto nos convida a pensar também que o cristão de todo tempo não deve ter nenhuma preocupação pela própria situação material, porque o Pai se ocupará dela: "Não se preocupem por sua vida com questões de alimentação; nem por seu corpo com questões do vestir. A vida vale mais que o alimento e o corpo mais que a veste" (Lc 12,22-23).

Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido: Submer-so na salvação outorgada pelo Pai com a chegada de seu Reino, o cristão sabe-se perdoado em antecipação de toda culpa. Isto o coloca na condição e na obrigação de perdoar aos outros, reconhecendo que Deus dará o definitivo perdão ao crente que é capaz de perdoar.

Estamos sempre como que "divididos entre o reino 'já' presente e o reino 'ainda não' cumprido". Todo comportamento do cristão que não esteja em sintonia com a salvação já recebida de Deus por meio de Cristo, como o de não poder perdoar uma ofensa, tornaria vão para ele o perdão já recebido. Por isso Lucas diz: "assim como nós perdoamos"... Não quer colocar o homem no mesmo plano de Deus, mas gerar a consciência de que o homem pode estragar a obra salvífica de Deus, na qual o Pai o quis colocar como elemento ativo, para estender a todos seu perdão sempre gratuito, tal como Ele no-lo oferece.

 

Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal: A última coisa que Jesus recomendou a seus discípulos, antes de sofrer os tormentos que terminariam no Calvário, foi que vigiassem e orassem para não cair na tentação. Bem sabemos que nos achamos imersos em um combate espiritual permanente, através do qual o demônio, o mundo, e nossa própria fragilidade, nos inclinam para o pecado, para os prazeres indevidos e para o desejo de procurar somente satisfações, com o risco de descuidar ou romper deliberadamente nossa união com Deus.

Além do mais, é sempre bom reconhecer que só Deus pode nos livrar do mal que abunda e pedir isso a todo momento.

 

3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente e fazer um instante de silêncio após cada pergunta, para permitir a reflexão dos irmãos)

Todos os dias, rezamos o Pai Nosso, mas ao fazê-lo:

a) Penso com consciência, que estou falando com um ser que é ao mesmo tempo meu Deus e meu Pai?  Falo com o respeito que devo a meu Deus, e com o amor que devo a meu pai?

b) Sabemos, pelas Sagradas Escrituras, que um dia toda a terra será o Reino de Deus, e por mil anos o demônio será encerrado no abismo, mas... Penso que hoje mesmo posso fazer com que seu Reino ve-nha ao meu coração? Estou consciente de que em um reino, é o rei o único que governa, e portanto, ao pedir que venha o seu Reino, vou entregar-lhe toda a minha vontade como primeiro passo?

c) Se aceito e peço que se faça a sua vontade assim na terra como no céu, estou de acordo com que talvez a sua vontade não seja igual à minha, ou aquela que humanamente posso imaginar?  Deixarei que Ele aja em minha vida com mansidão, sem manipulações, sem chantageá-lo, sem buscar a todo custo MINHAS soluções e não as suas?

d) Cada um de nós conhece seu próprio interior: os ressentimentos, os ódios, os desprezos, as sentenças antecipadas ou preconceitos, os zelos e invejas, a soberba e o orgulho, os sentimentos de impotên-cia que cultivam rancores... Estou consciente de que quando peço a Deus "como nós perdoamos aos que nos ofenderam", estou eu mesmo colocando os limites até onde estou disposto a fazer-me perdoar por Ele?  Se não sou capaz de perdoar TUDO, não posso ter certeza de que tudo me será perdoado

 

4.- Comentários dos irmãos:
Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários sobre a passagem lida e a análise feita. Como sempre, se buscará a participação de todos, evitando que esta se concentre nos que habitualmente falam muito. 

 

5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica
2759 "Um dia, em certo lugar, Jesus rezava. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: 'Se-nhor, ensina-nos a orar, como João ensinou a seus discípulos"' (Lc 11,1). E em resposta a este pedido que o Senhor confia a seus discípulos e à sua Igreja a oração cristã fundamental. S. Lucas traz um texto breve (de cinco pedidos); S. Mateus, uma versão mais desenvolvida (de sete pedidos). A tradição litúrgica da Igreja conservou o texto de S. Mateus:  (O Pai Nosso que habitualmente rezamos).

2777 Na liturgia romana, a assembléia eucarística é convidada a rezar o Pai-Nosso com ousadia filial; as liturgias orientais utilizam e desenvolvem expressões análogas: "Ousar com toda a segurança", "torna-nos dignos de". Diante da sarça ardente, foi dito a Moisés: "Não te aproximes daqui; tira as sandálias" (Ex 3,5). Este limiar da Santidade divina só Jesus podia transpor, Ele que, "depois de ter realizado a purificação dos pecados" (Hb 1,3), nos introduz diante da Face do Pai: "Eis-me aqui com os filhos que Deus me deu" (Hb 2,13).

A consciência que temos de nossa situação de escravos nos faria desaparecer debaixo da terra, nossa condição terrestre se reduziria a pó, se a autoridade de nosso Pai e o Espírito de seu Filho não nos levassem a clamar: "Abba, Pai!" (Rm 8,15)... Quando ousaria a fraqueza de um mortal chamar a Deus seu Pai, senão apenas quando o íntimo do homem é animado pela Força do alto? (São Pedro Crisólogo, serm. 71).

2857 No "Pai-Nosso", os três primeiros pedidos têm por objeto a Glória do Pai: a santificação do Nome, a vinda do Reino e o cumprimento da Vontade divina. Os quatro seguintes apresentam-lhe nossos de-sejos: esses pedidos concernem à nossa vida, para nutri-la ou para curá-la do pecado, e se relacionam com nosso combate visando à vitória do Bem sobre o Mal.

2858 Ao pedir: "Santificado seja o vosso Nome" entramos no plano de Deus, a santificação de seu Nome - revelado a Moisés, depois em Jesus - por nós e em nós, bem como em todas as nações e em cada ser humano.

2859 Com o segundo pedido, a Igreja tem em vista principalmente a volta de Cristo e a vinda final do Reino de Deus, rezando também pelo crescimento do Reino de Deus no "hoje" de nossas vidas.

2860 No terceiro pedido rezamos ao nosso Pai para que una nossa vontade à de seu Filho, a fim de realizar seu plano de salvação na vida do mundo.

2861 No quarto pedido, ao dizer "Dai-nos", exprimimos, em comunhão com nossos irmãos, nossa confiança filial em nosso Pai do céu. "Pão Nosso" designa o alimento terrestre necessário à subsistência de todos nós e significa também o Pão de Vida: Palavra de Deus e Corpo de Cristo. É recebido no "Hoje" de Deus como o alimento indispensável, (super) essencial do Banquete do Reino que a Eucaristia antecipa.

2862 O quinto pedido implora a misericórdia de Deus para nossas ofensas, misericórdia que só pode penetrar em nosso coração se soubermos perdoar nossos inimigos, a exemplo e com a ajuda de Cristo.

2863 Ao dizer "Não nos deixeis cair em tentação", pedimos a Deus que não nos permita trilhar o cami-nho que conduz ao pecado. Este pedido implora o Espírito de discernimento e de fortaleza; solicita a graça da vigilância e a perseverança final.

2864 No último pedido, "mas livrai-nos do mal", o cristão pede a Deus, com a Igreja, que manifeste a vitória, já alcançada por Cristo, sobre o "Príncipe deste mundo", sobre Satanás, o anjo que se opõe pessoalmente a Deus e a seu plano de salvação.

2865 Pelo "Amém" final exprimimos nosso 'fiat" em relação aos sete pedidos: "Que assim seja!"

 

6.- Refletindo com a Grande Cruzada:
CA 72: Oh, como é belo ouvir que se pede com lábios e coração ardente, que o Meu Nome seja santificado! Nada vale mais do que a oração dirigida a Mim, com o único objetivo de fazer crescer no mundo o conhecimento de Mim, de modo que outros lábios Me invoquem e Me louvem.

Com efeito, assim é santificado o Meu Nome, e quando suspirando Me pedes que o Meu Reino venha, asseguro-te que te faço participar diretamente de todas as fadigas dos Meus eleitos, onde quer que se encontrem. E és apóstolo toda vez em que, lutando, Me dizes com convicção íntima: FIAT voluntas tua. Digo Apóstolo porque te juntas a todos os "FIAT" de todas as almas que, também lutando, se guiam pela Minha Vontade. E como o teu bem é o bem de todo aquele que Me ama, assim o bem de todos os propagadores do Meu Reino torna-se o teu bem, intercambiando assim os tesouros encerrados no FIAT. 

 

CA 164: Tua natureza é imperfeita e miserável, por isso não és capaz de querer algo que seja realmen-te perfeito, nobre e santo. É por isso que deves deixar que seja Eu que queira em ti todas as coisas. Apenas dize freqüentemente: "Seja feita Tua Vontade". Não te esqueças que se o demônio vê que não pode obter uma alma, empenha sua última arma, fazer-lhe crer que por seu próprio esforço pode alcançar um maior grau de santidade. Assim, desta maneira, a alma se concentra em si mesmo e não em Deus. Por outro lado, se estando em estado de graça, ainda te atormenta o pensamento de tuas culpas passadas, deves dizer com firmeza: "Afasta-te de mim, Satanás, eu sei que não sou nada, porém Jesus me ama tal como sou." E rezai o Credo, cheios de fé. 

 

7.- Comentários finais:
Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado.

 

8.- Virtude do mês:
Durante este mês de julho, praticaremos a virtude da .

A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos disse e revelou e que a Santa Igreja nos propõe, porque Ele é a própria verdade. Pela fé 'o homem se entrega inteira e livremente a Deus' (DV 5). Por isso o crente esforça-se por conhecer e fazer a vontade de Deus. 'O justo viverá pela fé' (Rm 1,17). 'A fé viva age pela caridade'.

O Catecismo da Igreja Católica fala-nos sobre esta virtude, principalmente nos Parágrafos 1666 - 2609 - 2690 - 2087 - 2088 - 2089)

Esta Semana veremos o parágrafo 2089, que diz textualmente o seguinte:

2089 "A incredulidade é a negligência da verdade revelada ou a recusa voluntária de lhe dar o próprio assentimento. "Chama-se heresia a negação pertinaz, após a recepção do Batismo, de qualquer verdade que se deve crer com fé divina e católica, ou a dúvida pertinaz a respeito dessa verdade; apostasia, o repúdio total da fé cristã; cisma, a recusa de sujeição ao Sumo Pontífice ou da comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos." (CDC par. 751)." 

A Grande Cruzada de Misericórdia 107 nos diz: "A nebulosidade que pode te envolver, depende de um dos seguintes motivos:
Os acontecimentos normais de tua vida natural: mal-estares, família, circunstâncias... 
A fé, que costuma ser combatida por forças invisíveis.
A herança da vida passada, isto é, os defeitos de cada dia.
Ou jogo Meu, com o qual costumo ocultar-Me cada vez mais ao teu olhar intelectual.
Dúvidas ou perguntas com duplo sentido, de pessoas que te rodeiam, mas não te oferecem um apoio incondicional, mas calculado.
Se fazes um profundo exame do que é que mais te aborrece, descobres que é a segunda coisa que mais te ofusca, que em parte está unida ao último ponto. Sim, as forças invisíveis, as do mal, estão muito ativas contra ti e a razão é clara; mas disse que não poderão obter vitória e hoje acrescento uma confirmação.
Agora, se os cinco elementos se unem contra ti: mal-estares familiares, fé combatida, teus defeitos, Meus jogos e incômodos, dúvidas alheias, então suportas um peso razoável.
Mas Meu Coração sempre palpita, lembra-te, Eu te tenho sempre presente, muito presente. Então, fora de tuas nuvens brilha o sol e, embora oculto, ilumina sempre teu caminho. Não deves pensar nas nu-vens porque sabes que se dissolverão logo; deves averiguar qual é Minha Vontade, isso sim. Então acontecerão grandes milagres, porque, sustentada por Meu Querer, tu te vencerás a ti mesma e ao mundo, e ao inferno, no qual logo explode toda perplexidade, procurando atrair-te para si."

 

9.- Propósito para esta semana:

COM TODA MINHA ALMA POREI MINHA CONFIANÇA E MINHAS DÚVIDAS NO CORAÇÃO DE
JESUS, QUE PALPITA POR MIM, E REPETIREI CADA DIA:
CORAÇÃO DE JESUS, TU QUE ME AMAS TANTO, AUMENTA MINHA FÉ.

De hoje em diante procurarei rezar o Pai Nosso com mais calma, prestando mais atenção a cada um dos pedidos que elevo a meu Pai Celestial, e tomando consciência das obrigações que voluntariamente contraio ao pronunciar esta sublime oração.

Procurarei difundir os conceitos que adquiri hoje, para que os que me rodeiam possam ser mais conscientes de tudo o que Jesus nos quis transmitir ao ensinar-nos como rezar.

 

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