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1º de julho de 2007 Tu és Pedro A PALAVRA DE DEUSAt 12, 1-11: Agora vejo que o Senhor mandou verdadeiramente o seu anjo e me livrou da mão de Herodes Sl 33, 2-3.4-5.6-7.8-9: De todos os temores me livrou o Senhor Deus 2 Tm 4, 6-8.17-18: Resta-me agora receber a coroa da justiça Mt 16, 13-19: Tu és Pedro, e Eu te darei as chaves do Reino dos céus
1.- Leitura do Evangelho Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e perguntou a seus discípulos: No dizer do povo, quem é o Filho do Homem? Responderam: Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas. Disse-lhes Jesus: E vós, quem dizeis que eu sou? Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo! Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus. 2.- Referências para a melhor compreensão do Evangelho: Podemos dividir a resposta à pergunta de Jesus em duas partes bem diferenciadas: uma, a geral, dada pelo povo, que praticamente indica Jesus como um homem de Deus, especialmente como um profeta comparável aos grandes de Israel; a outra é a resposta particular dada por Simão Pedro. “Uns dizem que é João Batista” - A pregação de Jesus e dos discípulos era a mesma de João: Arrependei-vos, o reino de Deus está próximo (Mt 3, 2) e oferecia um batismo semelhante (Jo 3, 22-23). O parentesco entre o Batista e Jesus (Lc 1, 36) talvez facilitasse a idéia de que Jesus era o Batista ressuscitado. Afirmava-se que João, o Batista, era Elias, pois a Escritura afirmava que o antigo profeta não tinha morrido, mas fora arrebatado aos céus no meio de uma tempestade de fogo (2Rs 2, 11). Essa era a razão pela qual se esperava a sua vinda. “outros, Elias” - Segundo a tradição, Elias escreveu uma carta depois de ser arrebatado (2 Cr 21, 12) dirigida ao rei Jorão de Judá. Supunha-se pois, que Elias voltaria antes do dia do Senhor, o dia da vingança e do castigo dos ímpios, dia da ira que está por vir (Jo 3, 7). Vistos os milagres que Jesus operava, os contemporâneos de Jesus pensavam que, se não fosse Elias, que em vida realizou muitos e notáveis milagres, devia ser um profeta redivivo [renascido] pois a profecia tinha acabado e não era necessária nos tempos messiânicos. “outros, Jeremias” - Esta identificação é própria de Mateus, porque como vemos em 2 Mac 2, 4-7 temos Jeremias escondendo a arca e o altar dos perfumes na montanha de Moisés para afirmar: Este lugar ficará desconhecido até que Deus tenha consumado a reunião de seu povo e lhe tenha manifestado a sua misericórdia. “ou um dos profetas” - Lucas dirá que é um dos antigos profetas, redivivo. De fato, os judeus distinguiam entre antigos profetas como Josué, Juízes, Samuel, Davi e os profetas do reinado de Davi, e os últimos profetas, a começar por Isaías e terminar com Malaquias. A que profeta se referem os discípulos? Talvez Samuel, ou Moisés, pois a ele comparam a atuação de Jesus (como vemos em Jo 5, 45-46 e 6, 31-32). Na realidade, os enviados oficiais perguntam a João se ele não era o Profeta [como conhecido personagem, esperado nos tempos messiânicos] (de Dt 18, 15-18). Pois Javé disse a Moisés: um profeta como tu suscitarei do meio de teus irmãos. Por isso em 1 Mac 3, 45 aguardavam a vinda de um profeta que se pronunciasse a respeito. Este profeta, semelhante a Moisés, que deveria ser escutado em tudo (At 3, 22), era o próprio Jesus, coisa que o povo admitiu após a multiplicação dos pães (Jo 6, 14) e na festa dos tabernáculos em Jerusalém (Jo 7, 40). “E vós, quem dizeis que eu sou?” - Que idéia têm eles, seus discípulos, do Filho do homem? Ou seja, que papel na vida pública, especialmente na vida religiosa, deve ter Jesus entre seus conterrâneos? Em qual dessas categorias deveria ser incluído o Mestre que foi seu guia e com o qual conviviam durante esse tempo? Em nome dos doze, Simão responde: Tu és o Cristo [Ungido], o Filho do Deus vivente. Vamos comparar esta resposta com a de Marcos: Tu és o Cristo (Mc 8, 29), e a de Lucas: O Cristo de Deus. Ungido seria a tradução da palavra aramaica Messiah. A palavra Messias era traduzida como Christos em grego (Jo 1, 41). Daí que o Messias era alguém investido por Deus de uma responsabilidade espiritual especial. Nos tempos de Jesus, existia a idéia de que um descendente da casa de Davi seria o Messias que redimiria a humanidade, tradição que provinha dos tempos de Isaías. E foi o profeta Daniel em 9, 25 que deu uma nova esperança a esse ungido de Deus. Essa tradição encarava o Messias, não como um ser divino, mas apenas como um homem, um grande chefe, reformador social, que iniciaria uma era de paz perfeita. É o que os anjos prometeram aos pastores ao anunciarem o nascimento do Salvador que era o Messias (Lc 2, 14). O termo Filho de Deus vivo era título Messiânico, assim como Santo de Deus (Jo 6, 69). Quanto às palavras O Filho do Deus Vivente [muito melhor do que vivo], seria o mesmo que dizer Filho do Deus verdadeiro, porque os outros deuses não existem, não vivem. Jesus diz a Pedro que a carne e o sangue não revelaram o que ele disse. Carne e sangue é uma expressão semítica para significar o homem todo, considerado como puramente homem. “Foi o meu Pai [que habita] nos céus” que revelou o Filho a Pedro. Jesus considerou esta declaração de Pedro de tal importância que afirma duas coisas que sem dúvida transformarão a personalidade e o ministério do apóstolo. “Tu és Pedro” - Segundo as escrituras, a mudança de nome é um claro sinal de uma especial escolha e missão divinas. Abrão se tornará Abraão (Gn 17, 5). Jacó se tornará Israel (Gn 32, 29). Sarai será chamada Sara (Gn 17, 15). Gedeão recebeu o nome de Jerobaal (Jz 6, 32). A exceção do caso de Gedeão, todos os outros recebem diretamente de Deus e, coisa notável, com o nome novo nasce um povo novo em todos os casos: Abraão como pai de uma multidão de nações; Sara como matriz de reis poderosos; Israel foi o pai do povo do mesmo nome. O nome de Simão seria trocado e usado em grego como Petros, derivado da palavra Petra, com o significado de rocha ou penhasco. A tradução do grego é muito mais esclarecedora pela força das palavras. Jesus afirma: sobre esta mesma rocha, ou sobre esta que é a rocha, edificarei a minha Igreja. Por isso, podemos deduzir que Rocha é não unicamente uma mudança de nome, mas também implica uma novidade de um povo, o povo da nova aliança, do Reinado do Senhor Jesus, que neste caso Mateus chama de sua Igreja. Esta Igreja que começou com Pedro-rocha será a última e eterna como reunião do povo eleito porque as portas do Hades não prevalecerão contra ela. Se a afirmação de rocha como personalidade de Simão não fosse suficiente, Jesus persiste nos poderes e qualidades do seu apóstolo ao declarar seu papel primordial nessa grande assembléia dos eleitos, declarando sua existência perpétua com palavras tomadas da tradição judaica. Fala das portas do inferno, ou melhor, portões do inferno. O portão era a entrada de uma cidade, de um templo, de um cárcere, de um reino. A porta é a entrada ou a peça de madeira ou metal que fecha a mesma na casa e os interiores; também os sepulcros e os apriscos. Os judeus admitiam 3 portas na cidade dos mortos, composta pelo Sheol (que corresponderia ao Hades grego, lugar tenebroso no qual tanto bons como maus continuavam a existir como sombras, em constante sede) e a Gehena (identificada com o Tártaro grego, seria a região mais inferior da terra em que os malvados eram punidos). Hades é traduzido nas bíblias por morte ou região dos mortos. Considerando isso, podemos afirmar que a frase: as portas do inferno não prevalecerão, significa que a morte, o fim, jamais chegará a esta Igreja. “Eu te darei as chaves” - Constituída a comunidade de Jesus como uma cidade com seus muros e portões próprios, só existe uma maneira de entrar: abrir as mesmas por meio de chaves, já que o assalto à mesma está descartado no parágrafo anterior [não prevalecerão contra ela]. Os levitas (da classe sacerdotal judaica) passavam a noite na casa de Deus, pois a eles cabia guardá-la e abri-la todas as manhãs (1 Cr 9, 27). A nenhum outro apóstolo foram dadas essas chaves que indicam o total domínio da Igreja. Como no parágrafo anterior, Pedro é singularmente favorecido, além de ser a rocha sobre a qual o fundamento da fé que é Cristo, edificará sua comunidade de crentes. Pedro terá as chaves para indicar quem deve ser incluído ou excluído. Estas chaves têm os seguintes significados: a) O chefe do palácio era quem recebia as chaves (Is 22, 22) e portanto era o dignatário de maior hierarquia. b) As chaves servem para abrir e fechar, para admitir a entrada dos dignos e para expulsar os indignos. c) Mas também, seguindo o uso rabínico da época, as chaves eram o símbolo do ato de sentenciar questões religiosas como declarar lícita ou ilícita uma conduta. Mais: nesse caso. o paralelo com as chaves indica que se trata de um verdadeiro poder e não de uma icença para ensinar. É o poder dado à comunidade na pessoa dos discípulos, que têm de declarar quem é culpado de uma transgressão ou pecado, que justifica sua expulsão como membro da comum convivência. O Primado de Pedro - O texto é tão claro, que os ortodoxos gregos afirmam que, em suas dioceses, os bispos que confessam a verdadeira fé se integram em Pedro como sucessores, e dele herdam o primado. Os evangélicos reconhecem a posição e a função privilegiada de Pedro nas origens da Igreja, mas não admitem seus sucessores e restringem os poderes à pessoa de Pedro. Os católicos fundamentam sua in-terpretação no versículo 18: A igreja é imortal, e seu fundamento deve perdurar sempre. Logo, assim como ortodoxos e evangélicos admitem bispos, presbíteros e diáconos, como sucessores dos primeiros bispos, presbíteros e diáconos, por que somente o princípio de unidade – o Papa, sucessor de Pedro – não existiria, se é sobre essa rocha que foi fundada a Igreja? Com razão comentava um sacerdote: Nós, católicos, temos a certeza e o orgulho de sermos a única Igreja cristã, edificada sobre fundamento rochoso, sobre Pedro (ver Mt 7,24). Daí que séculos mais tarde se afirmasse: Ubi Petrus ibi Ecclesia: Onde está Pedro aí está a Igreja. O problema da não aceitação do Primado de Pedro perpetuado em seus sucessores é causado pela radical livre interpretação das escrituras. Se os cristãos não-católicos admitem sucessores dos apóstolos, como os bispos, não se entende sua rejeição aos sucessores de Pedro: as escrituras revelam essa verdade de maneira tão evidente como a dos bispos, já que em Pedro está fundada a Igreja. 3.- Perguntas para orientar a reflexão: (Ler pausadamente e fazer um instante de silêncio após cada pergunta – item –, para permitir a reflexão dos irmãos) a) Vamos responder à segunda pergunta de Jesus: E vós, quem dizeis que Eu sou? Hoje não é suficiente a resposta de Pedro: O Messias, o esperado de Israel, pois nós conhecemos Jesus mais do que os discípulos O conheciam quando Ele lhes fez essa pergunta. Analisemos rapidamente nossa vida e respondamos: o que dizemos a respeito de Jesus? b) Podemos fazer a nós mesmos a pergunta que Jesus dirigiu a seus apóstolos. Que tipo de pessoa sou eu? Essa pergunta só terá uma resposta acertada quando eu responder à pergunta de Jesus: quem Ele é, para mim? c) A imagem de Cristo que todos nós levamos dentro, desde o batismo, está, ou destroçada, ou escurecida. Como poderemos ser apóstolos se não sentimos sua presença dentro de nós? Como “vender um produto” do qual não estamos nós, os “vendedores”, convencidos? d) Por menos que o mundo reconheça Jesus como Messias filho de Deus, o Papa é reconhecido como chefe da Igreja Católica Apostólica Romana. Esse reconhecimento não provém somente de sua eleição, mas de seu testemunho como Primeiro entre todos os discípulos de Jesus. Valorizamos o testemunho do Papa?, isto é, acompanhamos seus ensinamentos, procuramos conhecer as orientações que ele dá a toda a Igreja? Ou os comentários que lemos nos jornais e na TV nos escandalizam e criticamos o Papa sem saber exatamente do que se trata? e) A promessa de Jesus quanto à vitória contra o inferno foi feita com relação à Sua Igreja [as portas do inferno ao prevalecerão contra ela]; estamos conscientes de que não venceremos o inferno sem a Igreja?
4.- Comentários dos irmãos: Após um momento de silêncio concede-se a palavra aos participantes da Casinha de Oração para que expressem suas opiniões, reflexões e comentários sobre a passagem lida e a análise feita. Como sempre, se buscará a participação de todos, evitando que esta se concentre em uns poucos que falem em excesso. 5.- Concordâncias do Evangelho com o Catecismo da Igreja Católica 881 Somente Simão, a quem deu o nome de Pedro, o Senhor constituiu em pedra de sua Igreja. Entregou-lhe as chaves da mesma, instituiu-o pastor de todo o rebanho. Porém, “o múnus de ligar e desligar, que foi dado a Pedro, consta que também foi dado ao colégio dos apóstolos, unido a seu chefe”. Este ofício pasto-ral de Pedro e dos outros Apóstolos faz parte dos fundamentos da Igreja e é continuado pelos Bispos sob o primado do Papa. 882 O Papa, Bispo de Roma e sucessor de São Pedro, “é o perpétuo e visível princípio e fundamento da unidade, quer dos Bispos, quer da multidão dos fiéis”. “Com efeito, o Pontífice Romano, em virtude de seu múnus de Vigário de Cristo e de Pastor de toda a Igreja, possui na Igreja poder pleno, supremo e universal. E ele pode exercer sempre livremente este seu poder. 937 O Papa “tem, por instituição divina, poder supremo, pleno, imediato e universal na cura das almas”. 6.- Refletindo com a Grande Cruzada : CA 92: Pedro caiu miseravelmente nos laços do respeito humano e sofreu as conseqüências de seu peca-do por toda a vida, mas quando se arrependeu, a sua alma estava muito mais resplandescente que antes e ninguém pode dizer que o Meu amado Pedro seja inferior aos outros na força da dor pelo pecado cometido. Quero falar-te da razão pela qual permiti a sua queda. Pedro representa de maneira viva o que é e o que pode ser a criatura. Por si próprio cada um de vós pode fazer o que ele fez quando Me negou três vezes jurando falso e lançando imprecações para mostrar que as suas palavras eram verdadeiras, enquanto eram realmente falsas. Por Minha virtude, a criatura pode chegar a ser muito maior que um anjo, porque posso fazer dela um outro Eu e assim fiz com o Meu bom Pedro. Além disso, ele que Me negou daquela maneira, recebeu tal virtude de Mim que, depois, realizou os prodígios da caridade e do Meu poder. De fato, ele falou línguas que não conhecia e que subitamente interpretava com a mesma facilidade da sua língua materna; como todos os Meus apóstolos, libertou os possessos, curou uma multidão de enfermos sem sequer os tocar. Vedes o que pode a criatura por Minha virtude? Pode tudo. Em compensação, pela sua própria fraqueza pode olhar o sol e jurar que ele é negro, justamente como fez Pedro na noite em que fui preso. Por isso, refleti bem na vossa condição e suplicai o fruto da Minha Sabedoria reconhecendo vossa fragili-dade, mais ainda, a vossa impotência… Não quero que pequeis como fanfarrões como Pedro, quando cor-tou a orelha de Malco, mas que a vossa fé seja leal e ardente, como a do primeiro apóstolo quando Me disse: “A quem iremos? Só Tu tens palavras de vida eterna; Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Deveis imitar a Pedro porque a Minha escolha caiu sobre ele, não por acaso: tudo o que Eu faço tem sempre uma grande importância. Do Céu, Pedro bendiz a todos os que meditam na sua queda e declara, junto Comigo, que é mais útil meditar sobre a sua fraqueza do que sobre a sua missão de Meu Vigário; com efeito, se compreenderdes bem a sua dor, será muito fácil admitir todas as prerrogativas do Meu representante. 7.- Comentários finais: Concede-se novamente a palavra para fazer breve referência aos textos lidos (do Catecismo ou das mensagens) ou a qualquer outro assunto de interesse para a Casinha ou o Apostolado. 8.- Propósito para esta semana: Estamos acostumados a pensar nas organizações humanas como “estruturas de poder”. Quando pensamos na Igreja, o único poder em que devemos pensar é o poder do Amor. Esse Amor, que é o de Cristo, leva a Igreja a ser união e serviço. A Igreja exige de nós um exercício de humildade: quem não é humilde, não obedece e não aceita orientações. Quem não é humilde, perde a graça de Deus. Quem reconhece o erro e se arrepende, humilhando-se, é agraciado por Deus. Humilhar-se é tornar-se humilde, é reconhecer sua própria fraqueza e miséria diante de Deus. Lembremo-nos do primeiro pronunciamento de Bento XVI: ele declarou acreditar que “Deus realiza grandes obras com instrumentos insuficientes”; isto é, logo de início, reconheceu não estar à altura da enorme responsabilidade confiada a ele. O Papa é chamado “Servo dos servos de Deus”, isto é, o último, aquele que serve a todos. Esta semana, avaliaremos em que circunstâncias temos reclamado “poder” e “autoridade” dentro da Igreja – também nos grupos a que pertencemos –, esquecendo-nos da humildade. Consideraremos também se em algum aspecto de nossa vida estamos deixando de lado a obediência aos ensinamentos da Igreja e ao Papa. Peçamos ao Espírito Santo que nos socorra e ilumine, fortalecendo-nos na fé, na humildade, no amor. Apostolado da Nova Evangelização 2007 Catequese preparada pelo ANE Brasil, tendo como fonte o material do site Presbíteros - http://www.presbiteros.com.br |